Transcrição completa do vídeo
No brilho de uma lanta da cesa, num caderno aberto, no riso que ficou preso nas paredes. É como se o tempo passasse muito devagar para que a gente lem
Transcrição na íntegra
No brilho de uma lanta da cesa, num caderno aberto, no riso que ficou preso nas paredes.
É como se o tempo passasse muito devagar para que a gente lembrasse dele.
Mas como esquecer o homem, o profissional, o filho, o irmão, o amigo que ele foi?
Fambá.
Simplesmente não dá, porque o Rafa é termo, inapagado, inesquecível.
Ele transformou cuidado em linguagem, ciência e acolhimento, técnica em respeito ao ritmo
e necessidades de cada paciente.
Quando penso no Rafa, vejo pontos entre o que somos e o que podemos ser, entre dor
e alívio, entre medo e coragem.
Porque ele era assim, corajoso, destemido, ousado na vida e na carreira.
A ausência é real, mas há uma presença insistente em permanecer.
Essa presença é maior, essa presença está materializada no legado do Rafa e no jeito
de ele cuidar das pessoas e devolver sorrisos.
Se algum dia houver qualquer sinal de esquecimento, que esse retrato nos lembra, ele continua
inteiro naquilo que ensinou.
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