Transcrição completa do vídeo
E aí, Rafa, todo mundo muito, muito ansioso. Para começar a assistir a pegada do marketing específico, do conteúdo mais específico ainda, é aquilo que
Transcrição na íntegra
E aí, Rafa, todo mundo muito, muito ansioso.
Para começar a assistir a pegada do marketing específico, do conteúdo mais específico ainda,
é aquilo que só você sabe fazer, cara.
E aí, ansioso, eu que falo ansioso, porque, cara, dividiu o palco aqui com essa fera,
é para mim uma puta honra.
Vamos tentar brindar e transpirir o máximo de conhecimento possível,
para essa molecada que está chegando, para os mais experientes.
Sabe o que é isso aqui?
Um garante um lado, outro garante outro.
E a gente vai junto.
Bom, pra frente.
Ah, bem com a gente.
Eu queria agradecer todo mundo que está aí.
Eu acho que essa é a parte principal que a gente vai trocar aqui por 40 minutos,
então eu queria que a gente brindasse isso aqui junto depois.
Quem tem prazer sou eu de estar aqui com Rafa, de estar aqui com vocês,
que a gente vai falar hoje, o entendimento do marketing.
Quando eu começar, vamos fazer vender aquilo que você faz,
para o mercado, que é o conjunto de pessoas que sabe comprar e pode pagar pelo seu serviço.
Isso é muito legal, porque isso é definição do seu público-album.
O buyer-person é isso.
Não nada mais é o que mapear todas as inferas daquele cara que você vai vendê-lo.
O nosso produto é a saúde, só que a saúde dentro da onopologia,
é uma arte, não deixa isso ser uma arte.
Eu acho que cada um aqui tem que buscar o seu.
Se eu proposto, seu valor é sua missão no mundo, como ser humano.
Primeira coisa, cara, pra depois começar a fazer uma ontologia.
É bacana você ver o que o Rafa vai mostrar,
mas é importante que você se dedicar para aprender a fazer igual a ele.
Eu sou ser humano normal.
Normal, eu preciso de muita foto, cara, pra planejar um caso.
Eu preciso de uma boa moldagem, um bom esganhamento.
Cara, eu preciso, eu posso ser um pouco limitado,
mas eu acredito que muitos aqui são limitados como eu.
E aí o senhor vai falar, cara, eu queria ser esse Jedi
que faz meia hora de resíduo, sem anestesia, sem planejar.
E aí o senhor vai falar, cara, eu queria muito ser esse cara, juro que Deus.
Cada um de nós tava numa espéria de evolução.
Eu não amasse pronto, você não amasse o prão.
Ninguém amasse pronto.
Então a gente tem uma curva.
O paciente tem expectativa, o paciente tem dor, o paciente tem desejo.
A doutorologia espética, ela não é que ela tá no topo da pirâmide porque ela é melhor.
Ela tá no topo da pirâmide porque ela abastece todas as outras disciplinas.
Quando eu falei do Taranum Inconte,
é que acontece isso.
Às vezes a melhor a gente fala não, o paciente.
E é muito difícil falar não, cara, com boleto pra caralho, pra pagar.
É muito difícil.
Mas isso te faz uma coisa que eu aprendi por muitos anos de doutorologia e me desanhe de cagado.
E faz bem, cara, você dorme em seu cagado, você fala, porra,
não tô me dizendo nada pra ninguém, tá ligado?
Se os meus pacientes drale pra mim e falarem, doutor, porra,
você pra mim é o melhor doutor que faz um vídeo.
É isso que eu quero.
Não quero ser endossado nem...
Cara, se o meu paciente tivesse opinião de mim e fosse insere,
ganhei a vida.
Ninguém paga pra ir no meu consultório pra dar uma olhadinha.
E ainda toma o príncipe mesmo pra fazer minha primeira consulta
por conta da quantidade de zãos que eu faço pra mim.
Mas cara, eu preciso fazer aquilo, preciso gerar aquilo.
Valeu aí!
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