Transcrição completa do vídeo
A Laturma, boa noite, mais uma live, estamos ao vivo aqui agora, já vamos começar a organização de todo o pessoal para esperar a entrada do Aldo. Hoje
Transcrição na íntegra
A Laturma, boa noite, mais uma live, estamos ao vivo aqui agora, já vamos começar a organização
de todo o pessoal para esperar a entrada do Aldo. Hoje o tema vai ser bem legal, a gente vai falar
sobre toda a evolução que a gente teve do Laser até chegar no que a gente fala muito hoje, que a
realidade hoje não só do meu constório, mas acho que do seu que está aí assistindo a live também,
está passando a ser eu acho que vai se tornar cada vez mais que é a realidade dos retrabalhos
hoje em dia na ontologia, que tem cada vez mais aumentado, não só para mim, mas para todos os
dentistas aí que trabalham com a parte estética, com tratamentos rehabilitadores, então é bem,
é um assunto que é bem bacana, a gente deve ter uma autoridade como Aldo, deixa eu ver se ele já
está aqui, estou errado, amore é no rostinho né, aqui estou procurando errado, achei o Aldo
pronto, Aldo, vamos, aí, tudo certo? Tudo ótimo com você, tudo beleza, boa noite primeiramente aí,
está entrando ainda, vamos lá, mas que legal Aldo, que legal que a gente está junto hoje,
eu vou poder falar sobre esse assunto tão, acho que tão atual, que é o laser, que eu acho que
nunca foi tão atual, e obrigado Aldo, por ter aceito participar, esse meu convite está aqui com a gente,
é super importante a gente poder falar, respeito, abrir essa caixinha, que é uma realidade que a
gente está fazendo hoje, atravessando, mas antes de tudo, turman, antes de a gente falar com o Aldo,
antes da gente reabrir, eu sei que tem poucas pessoas por enquanto aqui, mas já vamos começar
a fazer o nosso trabalho de sempre, de convidar o pessoal, mais duas pessoas que vocês possam
direcionar essa live, fazer essa live chegar mais adiante, mais longe, então pego o aviãozinho aqui
embaixo né, Aldo, esse aviãozinho aqui, convidem aí mais dois colegas, pessoal aí do Aldo também,
esse aviãozinho, convidem mais dois colegas para a gente poder aí fazer essa live, chegar no
maior número de casas, colegas, celulares aí, contas, para a gente conseguir aí fazer de melhor forma
para acessar mais e mais e mais contas aí, para a gente ter essas informações de hoje que o Aldo
com certeza vai nos passar e vão ser muito, muito proveitosos, porque a gente tem vivido hoje em dia
na atualidade da ontologia, né, e lembrando, e lembrando antes de tudo também pessoal,
quando vocês vão convidando a turma aí, queria convidar vocês também para Viu, que é a
Venus Intangent Week, que é a semana das lentes inteligentes, aproveitar a deixa aqui, que vai
ocorrer aí no dia 19, 20, 21 de outubro, postei na minha história hoje lá a organização,
a gente mais ou menos quem vai estar com a gente, que a gente vai direcionar esse evento,
então participa e lá, tá bom turma, então vamos convidando o pessoal e vamos começando já a
nossa ideia aqui, mas antes de tudo turma, primeiro porque o Aldo mais uma vez é do obrigado por
estar aqui com a gente, é uma honra imensa para mim, então uma pessoa de tamanho autoridade aqui
no assunto, conversando com a gente, podendo compartilhar do seu conhecimento aí, da sua
sua expertise aí com a gente, obrigado, Viu Aldo. Rafa, estou muito feliz de estar aí com você hoje,
eu acho que é um marco aí para a gente que vem trabalhando com o dono, então a gente poder falar
desses assuntos, que de uma forma ou de outra, aquilo que a gente vem fazendo, eu a mais tempo com
você e com o trabalho que você demonstra, é uma desruptura naquilo que é o convencional,
né, e isso a gente já vem lutando, é claro que quando você trabalha com algo novo, é muito mais
fácil as pessoas criticarem do que elas apoiarem, acharem que é uma boa ideia, então acho que o
laser passou por um período muito grande e dificuldade e hoje ele está num patamar muito alto
inteiro, você tem uma ideia, 90% dos dentistas do Japão tem laser, então a gente já começa com 90%
dos dentistas, o tipo de laser que tem na clínica, e laser de alta potência como o Erbion que a gente
tem, que você começou a trabalhar, um grupo muito grande também, então acho que isso demonstra um
potencial, que essas luzes vêm transformando aí ao dono Tolo. Muito legal, esses dados são muito
interessantes porque a gente às vezes nem imagina o quanto tem por trás, e até legal a gente falar
um pouco até da sua história no laser, porque pessoal, para quem está conhecendo o Aldo hoje,
quem já conhece sabe que o Aldo é uma autoridade no assunto, aí está por trás de muitos trabalhos
de antigos relativos relacionados a tudo que a gente tem como base do laser, de laser relacionado
nesse assunto, e a gente sabe Aldo que você tem também publicado um livro que fala bastante,
é bem basado aí sobre o assunto, bem didático, inclusive, eu queria saber Aldo, de você como
foi a sua história até você chegar até hoje, no seu patamar de ser uma dessas grandes autoridades
de laser no Brasil, como começou essa história sua como laser, onde começou esse namoro aí de
trabalhar com essa tecnologia, porque a gente sabe muito que isso já vem de mil anos, né,
muitos anos aí, você puder contar para gente quantos anos de experiência e como que veio e
surgiu essa vocação aí para o laser? Qualquer, Rafa, na vida faz para você ter muita vontade de
fazer a coisa e de você fazer um pensamento positivo, porque as coisas sempre acontecem quando
você está fazendo um pensamento positivo, tá? Então acho o seguinte, que o laser começou lá na
década de 80, 85, mais ou menos, eu queria ser estagiário no hospital das clínicas da cirurgia
do estilo e naquela época era muito difícil, porque você tinha que ter um padrinho para você
poder fazer isso, tá? Você precisa ter alguém conhecido que fosse orientador, um dia eu estava
subindo às rebolstas, eu vi o carro de um professor quebrado e parei com meu pai e ajudamos e ele
falou que você precisa escrever lá no H.C., né? Eu falei não, o professor não conseguiu o orientador,
ele falou que eu posso ser orientador e eu me escrevi, eu entrei no H.C. para fazer cirurgia,
de um corceo quebrado na Avenida Rebula, olha como é que o mundo, né? Eu estava lembrando hoje,
quando você me falou como que o mundo, a gente não espera, né? Que isso aconteça. A gente menos
espera, né? A gente menos espera, e aí o que aconteceu? Eu fui para o H.C. e lá eu comecei a ver
que todo mundo se preocupava muito em operar, operar, operar e o pós-operatório ia, sempre era assim,
eu era o cara que pegava para fazer o pós-operatório, porque eu gostava de fazer o pós-operatório
sábado e domingo, daí descobri que no último andar tinha um curso, na realidade tinha uma área só de
a compultura para cuidar dos pós-operatórios, fui ver essa compultura e aí surgiu a AIDS, a compultura
ficou um pouco, como dizer assim, dificultada por causa das vagulhas e surgiu laser terapêutica e
a instituição das vagulhas. Foi aí que eu conheci o laser. Então foi esse negócio é novo, é uma
ciência milenar, né? A compultura, pô, mas está surgindo um laser na Europa que pode fazer isso,
ninguém no Brasil sabe? Pô cara, não teve dúvida, eu peguei um avião em 83 e fui para a Alemanha
estudar isso daí, né? E com dificuldade, pô, ninguém começa no top, naquela época, né? Hoje nós
ficamos muito simples, né? Porque hoje você entra na internet, você faz um curso online, você pega
o conhecimento, mas naquela época não existia isso, ou você pegava e ia lá ou você não tinha como
ter o conhecimento. Tinha que ir atrás, né? Muito atrás, até demais, né? Vai atrás, bater
cabeças, não tá dinheiro, vem de cá, aquelas coisas que quem tá começando aí e precisa se firmar.
Daí em 85, fui para Itália com um cara chamado Benedicente, que é o cara top no mundo, foi o
médico e dentista publicar e aí fui lá no Benedicente e fui fazer a prova, ele me falou assim,
ó, vou te fazer três perguntas. Não, fui lá, fui lá minha presenteira e falou, vou te fazer
três perguntas. Se você acertar as três perguntas, você fica. Se você errar, você pode pegar o avião
e voltar para casa. Essa foi o início da conversa, né? Dois dias, né? Daí eu fiz até o editorial
do armário, porque ele falou assim, ó, aqui tem um armário de toda minha literatura de lênsis,
pois que eu falo em 85, hein? Falei, professor, será que eu posso cheirocar alguma coisa pra estudar?
Escalou, não, essa aqui é a tua cadeira, me lembra até hoje. O que você levar, que você levar na tua
cabeça é seu. Se você não lê, não tem o cheiroque, não tem nada, que era o cheiroque.
Aí eu fiquei dois dias lá estudando naquela cadeira, ele veio, fez as perguntas, eu passei na
cadeira, me lembro que me deram uma dica que ele era ficcionado por, isso é, 35 anos atrás, por
Maserati, né? Então no intervalo da prova, fui falar, claro, fui numa loja de Maserati, vi as
Maserati, conheci os modelos pra discutir com o homem, então... Eu deconversar com ele, né? É,
fui conversar, eu tinha que ter um diálogo pra ter com o cara, né? Ele chegou uma certa hora e falou assim,
que é melhor pra você, uma Ferrari ou uma Maserati? Eu falei, professor, a Maserati...
Muito melhor. Aí cara, eu adei de braçada. Aí já acabou, ganhou o cara. Ganhei o cara, quem vê, eu quero
explicar na nossa carreira, nossa vida, aquilo que eu falei pra você, existem oportunidades e você tem
que se preparar pra qualquer circunstância da sua oportunidade. Então quem tá ouvindo, ah, mas isso
foi uma facilidade que eu tive, né? De conversar, estudar e fiquei com esse cara, eu escrevi um editorial
pra RGL até chamado O Armário comparando, né? O que que é hoje com o Armário? Então nós estamos aqui
falando no dia de hoje, né? Quem tá assistindo, a gente vai entrar na internet agora e vai ver
Rafa, Publiz, removendo facetas. Aí ele vai ler mais cinco trabalhos, seis. Naquela época não existia
isso, ou você ia atrás ou você não ia, ou você não tinha, né? As publicações não chegavam no
dia como chegam hoje. Então acho que depois eu fiquei lá fazendo, daí eu fui fazer laser na dermatologia,
na neurocirurgia, porque não tinha nao donto. E eu acabei introduzindo a universidade de Torino,
depois eu fui pra Milão, Gênova, essa área de laser. Fiz muitos amigos e acabei trazendo pro Brasil.
É, mais ou menos é isso. Quando eu cheguei aqui, Rafa, eu tinha um laser de baixa potência,
ninguém acreditava naquilo. Eu acho que você que é um cara inovador já deve ter sido chamado do
louco de alguma coisa, tá certo? Eu era da luzinha, tá certo? E eu fui tocando, mesmo sendo louco
da luzinha, que não sei o que, a universidade me abriu um aporto, o Professor Walter Zernovez
Castelo, eu fui estudando e aí foi. Foi assim que foi a carteira. Finalizando, fui presidente da
sociedade mundial de laser em 2012, da sociedade mundial de ontologia em 2014, 2016, em 2012,
comecei em 2012 e acho que, acho que assim, laser fez parte, né? Fez parte da minha vida, né? E talvez
tenha dado aulas mais de 30 países, mas acho que mais importante tudo isso, né? Eu tenho 8 livros
publicados, 160 trabalhos. É a oportunidade de fazer o que nós estamos fazendo hoje, o que eu vejo
você fazer muito. Dividir esse conhecimento com os amigos. Eu tenho certeza que ninguém que bateu
na nossa porta, a gente não conseguiu dividir algum conhecimento e trocar. E hoje, com certeza,
você vai aprender alguma coisa com você, você vai aprender alguma coisa com a gente. As perguntas
que verem aí, a gente vai aprender com as perguntas, né? Eu acho que isso é importante. Com certeza,
Aldo. Muito legal a sua colocação e é verdade. Eu acho que, na verdade, eu acho que até pelo cenário
que a gente vive hoje, né? Dessa evolução, essa história é muito legal, né? E até tendo como
base aquilo que a gente, pelo fato de a gente ter se conhecido naquela transição, né? Lá atrás,
eu sempre gosto de falar dos meus amigos, quem foi que te colocou no meu caminho? Foi lá atrás o Tony,
naquela época, onde eu ainda estava em negociação com a fotona. Eu estava atrás desse laser, eu estava
indo quase cada dois meses lá para Miami para ver os retrabários que um colega meu lá fazia,
que era o Javier, e vi ele trabalhando com esse laser e vi até você aqui como pesquisador, já
utilizando ali, de forma exemplária, o light touch, e eu como entrei nessa onda aí pela parte comercial,
a primeira máquina ali que a gente também trabalhou muito com o light touch. E isso foi muito
interessante porque é aquilo que eu acredito, sabe, Aldo? Eu acho que hoje esse mercado que a gente tem
hoje no Brasil, do número de retrabários, ele acaba sendo, eu acho que ele está ficando
cada vez até chegando ao mesmo número de trabalhos que os próprios trabalhos propriamente ditos
de ponto inicial, sabe? Mas a gente vai entrar nesse ponto já já. Antes da gente falar dos tópicos
de retrabalha que são muito interessantes, que é algo que é para informatizar, para informar e para trazer
de informação que eu acho que tem tanta coisa legal que existe por trás do laser, até das suas
publicações, dos seus livros que você narra, sua narrativa muito interessante, quando eu te conheci
eu fiquei assim bem impressionado por tanto de conhecimento que você tinha embasado ali na sua
narrativa, por isso que até, e já comentei com você agora há pouco tempo antes da live, a gente vai
emplacar alguma coisa junto, isso aí em breve, que é justamente por isso, para a gente poder ter essa
transição de conhecimento de pessoas e autoridades como você, no assunto, para que dêem para nós
que somos usuários, que nada mais somos usuários dentistas do dia a dia, porque existe uma diferença
muito tênue entre o dentista do dia a dia, que é aquele dentista que erra e o dentista perfeito, que é
o dentista que tem que ser o dentista perfeito para o Congresso, aquele dentista que nunca pode errar,
que só mostra casos perfeitos, casos vendos, então a gente vai para uma outra linha, na verdade a gente
que principalmente atinge essa comunicação, tentando chegar no dentista hoje quando ele tem esse número
de retraválogos, porque existe tudo isso, mas antes a gente chegar nessa linha de por que que está ocorrendo
isso hoje, quais as utilidades que a gente tem tão versáteis que hoje são bem aplicadas nas aplicabilidades
clínicas de um laser hoje, vamos usar como exemplo o Ergo Yag, por exemplo, que seria o Light Touch,
aquele que eu e você a gente tem também, que você já tem aí, já está careca de saber quanto isso, quanto é
versátil, né? Olha, Rafa, então nós vamos falar assim, bem didático, eu posso contar os lasers na
ordem ontológica, dividem três partes, o laser terapêutico, aquele de baixa potência, o laser de alta
potência e o laser para diagnóstico, existem vários lasers para diversos tipos de diagnóstico, a gente
pode uma hora falar sobre isso, mas laser para diagnóstico da cara e laser para desmeralização
dental, ultra som de laser, por exemplo, que você vê o dente todo por dentro, tridimensional,
que isso foi lançado na Alemanha no último IDS, então nós temos várias áreas do laser,
se você faz um escaneamento, você está usando o laser, se eu uso um SEREC, você está usando o laser,
então tem muita coisa que o laser está usado no mundo moderno, que nem você sabe, que aquilo é feito
na base de, vamos lá, desde o antigo CD, que hoje não tem mais, que são os primeiros leitores de laser,
então o laser para diagnóstico tem vários, daí você vai procurar os lasers de alta potência,
que é o Erbium, o Erbium, a gente trabalhou em 98, com o primeiro Erbium, o tipo 1, que era um Erbium
da cabo, que não tem nada a ver com o Light Touch geração 3, o que eu fazia lá, não tem nada a ver
com o que a gente faz aqui, com o Light Touch, então houve uma paradigma, porque Erbium era um laser
considerado só para ter sido duro, osso e ter sido duro, esmalte e dentina, e hoje você faz
cirurgias maravilhosas com o laser de Erbium, então mudou um pouquinho isso daí, eu acho que isso
é uma mudança muito importante de paradigma, que o que esse comprimento de ônibus está fazendo,
dentro das utilizações de um Light Touch, por exemplo, você usa, acho que é no Brasil, campeão de remoção
de facetas, então você pode cortar alguma coisa, tem muita gente boa fazendo também, muita gente boa
removendo aí bastante, eu já removi em média mais de 2 mil casos, perdão, 2 mil elementos, mas tem muita
gente removendo também. É, eu não sei disso, até porque é uma curiosidade, então vamos já falar
a primeira curiosidade do dia, é que o Erbium no mundo inteiro não é utilizado para remover facetas,
então a gente começou a desenvolver baseado em dois trabalhos mais antigos que foram feito na Universidade
da Califórnia, e aí a partir desses trabalhos eu comecei a falar com a Fátima, acho que dá para remover
e começamos a tentar remover, tanto que tem colegas que tentaram com outras máquinas e não conseguiram,
porque precisa adequar muito a potência dele, então a gente sabe que o Emex, por exemplo,
ele quase não quebra, porque ele tem um grau de flexibilidade muito grande, então você tira Emex muito mais
fácil, quer dizer, muito mais fácil não, muito mais inteiro que uma fiel de espátima, que ela acaba...
Com certeza. Então você já começa a se diferenciar na química, a gente sabe que a espessura de uma faceta
também ela influi na velocidade de remoção, porque o laser tem que passar a faceta, ele tem que atingir o cimento,
aí ele vai no cimento, vai desestrutura o cimento, micro explosão dentro da água desse cimento, e acaba fazendo...
São dois mecanismos possíveis de remoção, mas na realidade ele acaba... quando o mundo fala como se remover a faceta,
é porque eu destruturo o cimento, se ela é uma faceta muito bem cimentada, vai demorar um pouquinho mais.
Acaba evaporando as moléculas de água do cimento e é exatamente isso que acontece.
E aí você tem a remoção muito fácil. Quando a gente começou, você lembra, o que eu posso falar?
Você teve na química, você foi lá, eu quero curtir o laser, quero saber, você cortou dentinho, a Débora foi lá,
depois cortou dentinho, você treinou, você falou, pô, já estou treinado, o dia que chegar o primeiro laser no Brasil,
que saiu a Visa, é meu, tá certo? E a gente fazia isso em treinamento, em ívoa de laboratório, né?
E aí chegou, a gente começou a trabalhar, fomos vendo um caso, eu fimei uns casos, passei para você, você foi vendo,
quando chegou o primeiro aparelho, você foi lá. E aí logo em seguida eu já vi você desenvolvendo, por quê?
Porque você estudou, você se preocupou com o que você estava fazendo, se preocupou com o paciente, né?
Eu acho que essa é a curva de aprendizado do laser, acho que a gente está muito claro nessa live.
As pessoas têm que estudar um pouco, ver isso e depois colocar em uso. Não é mais um equipamento que só para poucos,
você vê que tem já dezenas no Brasil, como você falou, pessoas.
Exatamente, ele é acessível, né? O fotôner não era acessível, o fotôner realmente era algo assim, inimaginável,
mas o light touch acaba assim o mais acessível, né?
E ele é fabricado no Brasil, em parte.
E o Tony também faz delivery, né? Então só pedir ele baixar na cidade e emprestar laser às vezes.
Ele ajuda o pessoal.
Tá certo, mas tem que fazer, é responsabilidade, tem que ajudar mesmo.
Só tem o light touch no Brasil, que é um laser para a ontologia, o fotôner é um laser dermatológico,
adapta a custa pelo menos três vezes mais, né?
Então acho que o laser especializado para a ontologia é...
E aí, como eu conheci o light touch, acho que ficou uma pergunta muito interessante nessa minha vida.
Com certeza, isso eu gostaria muito de saber, era uma pergunta aqui que eu já vou até arriscar.
Com tudo isso.
Eu, nesse mundo, da curso ali, eu fui convidado para dar uma aula em Israel.
Na verdade, eu já fui a três vezes em Israel,
onde eu fui desenvolver uma ponta de um laser chamado da OOPUS, isso foi dez anos atrás,
então eu trabalhei no design de pontas de laser, que eu tinha algumas ideias como facilitar.
E eu fui visitar Simeron, que é a hoje a maior companhia do mundo,
que começou a trabalhar com lasers na realidade, para estética, candela.
E eu conheci o Eric, que é o atual dono da light touch, que estava entrando no mercado ontológico.
E aí a gente começou a conversar ali, eu ainda me lembro dele entrando na sala,
eu estava com um grupo de brasileiros, ainda meio acanhado, conversando e tal.
E aí, fomos fazendo uma amizade nesse tempo, até que ele falou,
tô com o light touch, tô com o light touch na China, tô com o light touch no mundo inteiro,
e quero levar para o Brasil.
Por quê? Porque a Adriana, que é a esposa dele, é brasileira.
Então, era brasileira.
Então o que ele falou assim?
Pô, faz 20 anos que ela não vinha para aquela,
ela falou que era uma oportunidade de ir para o Brasil mais.
E aí começamos assim a ajudar a trazer a light touch,
depois a creme ficou como representante, que entrou o Tony, tá certo?
Na época que era da creme, e hoje a light touch é ela mesma,
ela tá aqui por ela mesmo, né?
E na época que a gente fazia os treinamentos, que se foi lá,
a gente acabou fazendo esse treinamento.
Então, entrou por essas portas, por uma questão mesmo de você ter oportunidade de conhecer.
Volta na história do Corsair quebrado lá nas rebostas.
Se você estiver no dia certo, na hora certa, no lugar certo,
você acaba conhecendo, só se ter o coração bom, tá aberto, ter fé, entendeu?
Não desejar mal para ninguém, Deus permite que você conheça as pessoas corretas na sua vida.
Então acho que isso é importante.
Exato, Aldo. Por isso que a gente ainda tem muita coisa para fazer junto.
Eu sempre te agradeço as oportunidades do começo lá.
E a gente ter publicado isso também a nível de ciência
foi algo que foi inevitável pela demanda que a gente tem, pelo fluxo que a gente tem.
A gente quis realmente passar um pouco da experiência que a gente estava tendo,
também de base científica, para poder de fato estudar isso mais afuntando
que a Délia, até no doutorado dela, está indo na linha do laser.
Eu acho que é muito interessante inspirar da Délia Fátima, da sua esposa.
Isso não sei se você sabia, mas é muito baseado nisso, sabe?
Depois de todos aqueles papos no começo, naqueles almoços que a gente ia,
isso foi uma admiração muito grande.
Isso foi muito legal também.
A gente tem esse carinho, essa troca.
E a gente gosta muito, Aldo, de falar em relação a tudo que envolve,
acho que conhecimento hoje, da parte didática, às vezes,
a gente não tem cursos, não tem...
É mais o treinamento mesmo quando acontece, mas acho que ainda falta,
talvez, algo mais voltado para isso.
Eu tenho a menor pretensão de fazer, já digo, aqui de anti-mol, nem vou.
Mas eu acho que falta bastante também, até para o doutor conhecer os próprios
parâmetros de segurança, às vezes, para poder trabalhar,
de repente, às vezes, não aumentar os parâmetros,
às vezes, para querer sacar uma restauração aqui e isso falando em retrabare,
acho que a gente vai entrar nesse tema, mas acho que também é legal ter...
A gente conseguir abrir mais leques, nesse sentido, dos próprios treinamentos,
fora para o laser, que é algo novo ainda no Brasil, né?
Se a gente parar para pensar, a gente tem o light touch,
está comercialmente funcionando, eu acho que há dois anos, ou três, né?
Não tem mais que isso.
Dois anos.
Então, é muito... Qual que é a vantagem, Aldo, até para pegar o gancho,
do laser em relação ao motor, para você, na sua opinião, vindo com esses olhos?
A vantagem em relação ao motor, nesse sentido de, por exemplo,
até uma casudade que a gente consegue tratar com o laser,
eu sei que a gente consegue fazer desistência de ilusão, desinfecção,
a gente consegue... Tem várias finalidades que vão muito além de remoção de cerâmica,
é o que a gente mais fala, eu falo principalmente,
mas eu falo isso de uma parte informativa, porque eu mostro e preciso mostrar
a minha realidade, né?
Mas a realidade do laser é muito além disso, né, Aldo?
Não, olha, vamos colocar assim, a Fatima faz 100% dos casos com o laser, tá?
Quase hoje, porque ela faz o dontologia estética anterior, né?
Então, ela tem... Tem... Tem muita interação.
A gente tem uma escola minimamente invasiva,
dentro, quando você trabalha com o laser, para a cabra.
Então, por que? Porque ele é seletivo, tá?
Eu acho que esse é um fator muito importante.
O laser de erba tem uma característica assim, super importante,
que ele gosta muito de água e...
Olha, né? Essa luz aqui, olha.
Ele gosta muito de hidróxia, patita e de água.
A curva de interação dele é muito importante por causa disso.
Então, ele consegue entrar num esmalte que tem 2% de água
e fazer efeito e fazer a microsprozão.
Se você entra numa dentina, que é normal, 18% ou 20% de tecido orgânico,
porque ele interage muito com esse tecido orgânico,
e você encontra uma dentina com cari, o que acontece?
Ela tem mais água, então ele trabalha de forma mais efetiva.
Então, ele vai...
É interessante.
...pacar melhor no tecido de cari,
ele vai fazer um diferencial do tecido cariado ou não, tá certo?
Isso é muito importante. Então, você preparou um dente,
você tem dúvida se lá no fundo será que eu removi toda a cari?
Você preparou um dente normal, com a atualta rotação,
um lei, um in-lay, você vai aplicar o Herb
e você vai perceber que pelo toque que ele tem no tecido, isso,
fica muito... você consegue perceber essa diferença.
Então, daí a gente faz pequenos concertos de gengiva na hora,
sem anestesia, então assim, é uma técnica que não tem vibração do motor.
Ela é minimamente invasiva.
Hoje o light touch é muito, muito rápido para cortar,
você sabe nisso, tá certo?
Ela dá tranquilidade para o paciente,
porque não tem o barulho da auto-rotação.
Acho que o maior diferencial que tem aí é o barulho.
Você sabe que tem um trabalho de um pesquisador chamado
Warhammer V, tá pior a luz agora ou não?
Não, não, não.
Tô vendo aqui quando as pessoas têm na live,
são quase 3 mil aqui, estão indo super bem.
Pode continuar.
Então, o Harber Wittl fez um estudo há 20 anos atrás
que as pessoas não têm medo do auto-rotação,
eles têm medo do barulho da auto-rotação.
Então, se você fez o barulho das pessoas nesse estudo dele,
tinha um medo do barulho e 32% tinha um medo da dor que ela pudesse causar.
Então, só para você ter uma ideia, como é importante você ter um instrumento
que você, no 90% dos casos na dentística, você não precisa anestesiar.
Ok?
É importante que a gente descobriu que se for num trabalho publicado
do professor Pecor, do Ribeirão, pelo Cuscioli, publicado na academia americana de laser,
ele aumenta a desividade em três vezes.
Então, o que eu quero falar?
Isso, eu ia te perguntar exatamente...
Olha, outra pergunta que está reposendo antes.
Pergunta, ó, aqui, sobre condicionamento,
até a gente tem escondidinho na nossa pesquisa,
a gente vai falar sobre isso também,
sobre o condicionamento de substrato de estrutura dental com laser.
O que você acha disso? Você acredita nisso? Muita gente.
Oi, eu tenho vários trabalhos. Eu tenho 60 trabalhos com laser, tá?
Publicado na academia internacional, 60.
Eu tenho 160 trabalhos publicados com laser em geral.
Eu, a Fátima, o nosso grupo. Quando eu falo eu, não é o Aldo.
Ninguém faz nada sozinho, como o Rafael também.
Eu vejo que ele tem uma equipe enorme e isso é importante a gente construir.
Porque, no dia de hoje, quem pensar em fazer sozinho já tá morto na saída.
Não consegue, né?
Não sai, não sai, não sai.
Não dispara.
Então, o que acontece?
No esmalte, ele forma uma espécie de escama de peixe, você vai ver assim.
Tem várias camadas de dentina quando você aplica ele.
Então, a área de adesão aumenta em três vezes.
Se a área de adesão aumenta em três vezes,
você tem três vezes maior resistência e atração.
Então, o que eu posso dizer?
Se você hoje fizer preparos mínimos e você tiver medo do receio,
que provavelmente não vai ter nada que vai te ajudar na retenção,
você faz uma aplicação do laser no modo dele, no gentle mold, no gentle mold.
E você fazer aumentar aquela área rústica da dentina,
remover todo o esmalheio, ele remove todo o esmalheio e você tem uma adesão muito maior.
Para fazer resinas hoje, a gente não faz resinas com preparos grandes.
Praticamente a gente não faz mais preparos.
Não.
A classe 5 expandir, tentar fazer retenção.
A gente faz minimamente invasivo.
O laser bate ali, aumenta a retenção.
A gente para se inventar alguns casos de faceta em lei ou um lei,
usa o laser, ele aumenta a retenção, diminui a sensibilidade do paciente, tá certo?
Por vários mecanismos, alguns mecanismos,
a minha tese doutorada é com erbio, comprando erbio e neodymio, tá?
E a gente observou que enquanto o erto abre os li...
remove o esmerley, abre os canalículos, o neodymio tem outro tipo de laser, fecha, né?
Ele sela os canalículos.
Então, se eu vou fazer um processo adesivo,
é muito importante eu abrir, limpar o canalículo,
porque a adesão na dentina é muito melhor que na adesão em esmalte.
Só que os trabalhos científicos publicados mostraram que fazer só o laser,
no caso de restauração, não era o ideal como o condicionamento.
A gente faz o laser e faz o condicionamento ácido.
Por quê? Porque você evita a infiltração marginal.
Então, hoje o protocolo é a gente faz um preparo, a gente faz o laser de erbio,
a gente faz o laser terapêutico, porque é uma linha de pesquisa minha, já há muitos anos,
eu não sei se você sabe, bem legal isso daí, para os astronautas na NASA,
eles trabalham com uma técnica nossa de sensibilização dental.
Olha só!
Então, o IUM saiu na folha, saiu no Estadão, saiu na aveia,
saiu em várias revistas que nós envolvemos uma técnica de diminuição de sensibilidade dentinária,
através do laser.
Por quê?
Porque ele faz um materialismo fisiológico laser terapêutico para diminuir a sensibilidade.
Hoje você tem o erbio, você pode ajudar, você pode associar o laser terapêutico,
pode associar o fluor, mas no astronauta ele chama-se Barodontic Stress, o barotrauma.
Vocês quiserem depois procurar, quando você tem diferença de...
Você tem uma tendência de inflamação opulpite, pessoal de submarino,
então a gente levou essa técnica.
Foi até muito engraçado que quando eu apresentei isso em Houston,
eu estava apresentando a época do slide ainda, logo começou os Power Point,
bom, eu apresentei lá o meu Power Point, o cara fez uma pergunta crucial,
estava toda aquela cúpula lá da NASA do exército,
quem me levou foi o professor Antônio Pinheiro da Universidade Federal da Bahia,
que me convidou, porque ele foi convidado para falar de regeneração óssea,
e me convidou para falar de sensibilidade, tinha pesquisador de 8 países do mundo,
eu estava olhando o percajando, que é o cara que ficou o mais famoso da nanotecnologia,
bom, para resumir o cara me perguntou, quanto custa esse aparelho?
Putz, o aparelho é brasileiro, eu falei assim,
ah, deve custar, pensei com mim, custa uns mil dólares,
eu falei, vou falar 3 mil? Fiquei pensando,
para não ficar chato, falei 3 mil reais, o auditório veio abaixo,
o Estado maior do exército faz assim,
vocês estão me fazendo gastar um milhão de dólares para desenvolver um laser para sensibilidade,
ele veio aqui com um laser de 3 mil dólares,
está encerrado a sessão, quero conversar com vocês,
eu não entendi o que estava acontecendo, cara,
eu nem entendi, eu falei, Pinheiro, o que que aconteceu?
Você cerrou a sessão, eu falei assim, como você é?
Acabou com tudo, acabou com tudo, bom,
aí a gente acabou se unindo com eles, eles que vieram aqui no Brasil,
o Harry Willam, que era o pesquisador-chefe da Nava,
que veio aqui no Choké, e a gente desenvolveu um protocolo
que hoje a estação Pacial Trabalho,
Pacial Trabalho é um protocolo de redução de sensibilidade
com laser terapêutico que a gente trabalha.
Então foi o início de tudo, foi por aí, entendeu, foi por aí,
e acho que voltando ao tema que falou,
a gente, o laser te dá muitas oportunidades, né?
Então o Airbus surgiu lá, depois ele parou um pouco,
veio outra vez, e agora surgiu forte,
então eles vão renovando o desenvolvimento tecnológico,
que é minha área, eu não sei se você sabe,
eu não dou aula para na odontologia,
não sei se você sabe disso.
Conta aí para o pessoal saber também.
É, eu dou aula na bi-enginharia e na engenharia biomédica,
é 20 anos, e hoje eu trabalho no Instituto de Física de São Carlos,
como professor convidado e pesquisador convidado
com o professor banhato.
Então a interface laser, você vai ter que saber,
nunca pegue um laser se você não soube a odontologia,
esse é o parâmetro principal para mim.
Ele não vai te ajudar absolutamente nada
se você não soube a odontologia.
Então você tem que ter um bom conhecimento de odontologia,
um bom diagnóstico, um bom plano de tratamento,
e aí o laser pode te ajudar como ferramenta, entendeu?
Então acho que esse é o ponto principal
para você trabalhar com o laser.
E foi por aí que várias oportunidades,
várias linhas de pesquisa surgiram nesse caminho, entendeu?
Bacana, vamos pegar a linha que é que eu resolvi seguir,
então que eu acho que é uma realidade hoje que...
Aldo, a primeira coisa que eu queria só para não ter hemagogia nenhuma,
eu acho que assim, o retrabalho,
eu acredito que existam retrabalhos...
Partindo do primeiro princípio,
que existem retrabalhos e números de retrabalhos,
cada vez surgindo mais retrabalhos.
Eu sou denteza que produzo hoje por meio de 600 elementos.
Se eu acertar todos esses 600 elementos por mês,
e não der nenhum caso, algum tipo de problema,
significa que eu sou Deus ou eu sou denteza perfeito.
Desses 600, ou desses 1200, ou desses 3000, 5000.
Então acho que todo mundo na odontologia,
dentistas de verdade, dentistas do mocho,
dentista dedo na saliva, bunda no mocho,
aquele denteza que trabalha no dia a dia químico,
que precisa pagar boleto, que mantém a sua vida conconstória,
que no caso, é o meu caso,
de todo mundo que está assistindo a sua live, grande maioria deles.
Essa é a realidade que existe dos retrabalhos
e como existem, por exemplo,
que podem existir seus, podem existir do colega.
E a gente tem que partir sempre do princípio
de que o dentista, o surgião do dentista,
fez o melhor que ele pôde naquele caso,
com as limitações que ele tinha naquele momento,
a gente não sabe como foi.
A gente nunca pode condenar ninguém para um retrabalho.
Imagina se cada retrabalho que eu recebesse no meu constrói,
de cada 10 hoje são 7 que eu refaço.
E não é porque eu sou melhor que nenhum outro dentista,
ou porque eu me considero melhor,
porque eu faço mais retrabalhos, não,
é porque os pacientes hoje entendem
que eu me tornei uma pessoa que refaz mais casos.
Porque eu consigo arrumar justamente porque o laser está no meu constrói,
eu tenho essa bagagem para poder refazer.
Mas nada em pé de um caso meu ou outro,
ou um caso do alto ou outro, isso acontece
na medida que vai passando o tempo,
porque todo dentista tem que partir sempre do princípio
que ele fez o melhor que ele pôde no caso.
Então, não existe esse discurso de
ah, mas eu preciso acertar 100%
não, na verdade você precisa acertar sempre a sua conduta ética,
a sua conduta clínica e fazer o melhor
para você puder dentro do seu,
do que você tem como conhecimento.
E até então, uma conscientização.
Se, por exemplo, às vezes você não consegue adquirir
uma técnica que seja replicável,
busque técnicas replicáveis,
não fique frustrado com, às vezes, cursos
ou discursos de congresso, porque eu acho
que o dentista perfeito só existe no congresso,
aquele dentista que não erra, aquele dentista que só mostra
ex e só mostra acertos, que é o dentista que faz um caso por mês
ou dois casos por mês e faz o material,
mas o dentista que produz, por exemplo,
eu, 600 elementos por mês, a gente tem que mostrar,
e por isso que quando eu faço as apresentações
em congresso, em workshops, que eu mostro, inclusive,
os meus erros nas minhas aulas, que é justamente para passar
para a grande maioria, que na verdade a gente não vive só
de o baúba na dentologia, muito do contrário.
Eu acho que está muito mais interessante mostrar
onde estão as falhas, e é isso que eu vou até abordar
na minha cursão online um pouco, onde foram as coisas
que eu já errei nesse tipo de tratamento, por exemplo,
fechamentos de diastema, e aí vai por diante
diversos casos técnicos que a gente vai ter lá,
que é para mostrar que por que a gente já errou
e como que a gente consegue, hoje, manter uma evolução de trabalho
porque todo mundo evolui, e todo mundo tem o direito de evoluir.
Então, toda audiência que está hoje com a gente
pode ter certeza de uma coisa.
Na verdade, é o tratamento hoje bola da vez, porque cada vez mais
as pessoas estão dizendo sim para os tratamentos,
porque o paciente chega pedindo hoje praticamente
para fazer lente de contato.
Eu acho que o trabalho que eu fiz no passado,
de divulgar tanto essa técnica, os dentistas juntos,
começarem a divulgar tanta técnica de lente de contato
em rede social, acabou que existe hoje um boom da técnica,
uma popularização muito grande, mas, de certa forma,
uma aplicabilidade da técnica de uma forma
que não seria das melhores, que a gente poderia rever
algumas condutas para evitar o grande número de retrabalhos.
Mas, como eu já falei, eu já evolui muito de alguns anos para cá,
eu acho que todo mundo vai ter uma hora ou outra
que vai esbarrar com o retrabalho e até hoje em dia
pode acontecer uma hora ou outra, quem nunca errou,
só quebra a prato, quem lava, na verdade, hoje em dia.
Como que você vê, Aldo, essa curva ascendente
de retrabalhos hoje na atualidade, principalmente aqui no Brasil?
Eu tenho a aula agora em Dubai, em Fevereiro,
eu fui falar de remoção de facetas.
Você não vai falar de exterior de remoção de facetas,
você tem que tomar muito cuidado, porque eles não entendem muito bem
o Brasil, campeão, quase mundial de facetas, segundo lugar,
muitos países não têm esse apelo para estética que a gente tem hoje.
Então, como que eu fiz abordar isso?
O que é o retrabalho na minha opinião?
Retrabalho aumentou?
Quando você comprou a parada, falou que você estava preocupado,
eu me lembro como se fosse hoje, porque estava chegando
quase a 30% de retrabalho na sua clínica.
Bom, já é o e-30.
E outro dia estava...
E falou que estou com 70% de retrabalho,
imagina se eu não tivesse o lêndio.
Mas o retrabalho não é só por erro,
o retrabalho é porque a pessoa fez um porcelano
por trás, ela não está mais contente com a cor,
porque naquela época não tinha as cores
que a gente tem, de blitz hoje, mais clara,
ela quer mudar um pouco o formato,
ela emagreceu muito aquele formato que foi feito,
já não está mais legal para ela, ela quer mudar um pouco.
Às vezes mudou de ideia, não é?
Eu gosto todo dente branco aí, de repente fez, mudou de ideia,
foi chacotado e, de repente, não quero mais isso.
E aí, muda tudo.
E é isso.
Então, a mensagem para quem está ouvindo a gente,
se você acertar o NAH,
se fizer o BOE em 70% ou 80% dos casos,
você é um excelente dentista.
O restante você vai ter que cozinhar um pouquinho ali,
um pouquinho ali, melhorar.
Às vezes vai ter que refazer um caso,
porque quantas vezes você já achou um caso,
você vai para casa assim,
vou dormir com uma artesão,
porque esse caso aqui ficou muito bom,
a paciente olha e fala assim,
ah, mas eu não gostei.
Outros casos, você vai ter ficado um pouco melhor,
a falar, nossa, está maravilhoso,
era isso que era o meu fônio.
Então, essas coisas
acontecem mesmo dentro do constório.
Você estava falando dos cursos,
eu fui fazer um curso de estética,
de vários professores,
e eu saí com a seguinte conclusão,
aqueles pacientes que eles atendem lá
não aparecem no meu constório.
Exato, paciente de conversa,
paciente de curso,
é muito pontual.
Parece mulher bonita,
loira de olhos verdes,
que quer fazer faceta,
não aparece dente em cavalar,
torto fora de posição,
dente escurecido.
Aí você vai ver
quanto tempo eles demoram,
ficou três, quatro dias,
para fazer um caso,
só de fotografia, vai meio dia,
vai no seu quê, não é a nossa realidade.
Às vezes você sentou no cadeira,
programou duas horas,
o paciente atrasou,
você vai ter que se adiantar,
na hora que está fazendo,
deu alguma coisa, está auxiliar.
Construtório é consultório.
Então, a gente tem que
tomar muito, muita atenção,
e todos os dias
você tem que estar preparado
para algum tipo de retrabalho que você tem que fazer.
Ou porque o paciente não gostou,
porque você mesmo não gostou,
não ficou como eu queria.
Mas o retrabalho hoje
não é só por falha.
Acho que o retrabalho é muito
muito voltado a uma mudança
de paradigma na sociedade
e de vontade.
Porque todo mundo
queria só dente branco, branco,
branco, branco, tipo copo de leite.
Hoje eu já percebo que eles
querem outros tipos
mais caracterizado,
mais maquia...
Querem um outro tipo de trabalho.
Então, acho que isso
e cada profissional
também se adequam a um tipo de trabalho
que as pessoas procuram.
Isso eu concordo com você
em todas as palavras,
e eu acho muito chato
quando crucificam colegas.
E colegas fazem excelente trabalho
e trabalham com uma cor extremamente
branca. E aí
rotulam aquele colega
que eu acho que não é bem por aí, porque
se aquele colega tem público
e está fazendo ontologia legal de qualidade,
créditos para ele.
Não tem que desmerecer
por esse tipo de questão,
só porque este beira é um artificial.
Não, se existe um público ali
que não tem feito acimentação,
se os trabalhos têm longevidade,
se as facetas estão bem adaptadinhas,
se está tudo dando certo, ok,
tudo bem, não tem problema.
Mas é aquilo, volto a dizer.
Acho que todo mundo
já, hoje em dia, está careca de
eu já tive caso, por exemplo, de
pegar retrabalhos de amigos meus,
pessoais, amigos internacionais,
até de casa. E cara,
é normal, acontece,
uma hora o paciente está aqui, uma hora o paciente
vai lá e vem e volta.
Eu acho que é cíclico, acho que todo mundo,
o Brasil vai dizer muito isso, porque está todo mundo
fazendo aí, põe o mais barato, de repente
quer aqui, aí paga aqui, gasta duas
vezes, aí não quer trocar, vai trocar
para o mais caro, vai no mais barato.
Então tem essa, esse batibola.
Quais os procedimentos,
que você acha que deixou, que são
os mais importantes que a gente pode
falar aqui, desse nessa linha do Iago Yag,
que a gente deixou,
que a gente está deixando, cada vez mais
usar brocas, que é
o caso do retrabalho que é a vantagem dele,
que é justamente não tocar
brocas nos dentes, porque os trabalhos científicos
isso não é o que estou falando, os trabalhos mostram.
E dependendo até,
de uma vez, a gente encontra só uma história antes aqui,
eu fazia
casos prepless, né, alguns,
fiz alguns.
Eu descobri que isso depois vinha a falhar,
que não dava muito certo
pelo manchamento
nas áreas das ameias
e ter próximas ali, no estrangulamento
de papila, pela alteração de valor
daquela área,
por não ter um abraçamento total.
Eu mesmo fiz um recorde dos meus pacientes
nessa época
para que eu fizesse
esses meus próprios retrabalhos.
Então isso é uma história que eu conto já
há muitos anos, até
o falho dos meus erros, das falhas que eu tive,
essa foi uma delas,
de querer seguir uma
convulta do não preparo, que eu acho que
eu também enche e volto,
enche e esvazi a sala
de congresso cada vez mais.
E naquela época
eu fazia a remoção com o microscópio,
mas estou mandando todo cuidado para chegar para a endocerêmica,
mas mesmo assim os trabalhos mostram
que até quem usa microscópio,
quem está com o multiplicador ainda assim,
desgasta 0,3,
isso foram químicos excelentes,
0,3mm de espessura.
Esses trabalhos mostram
que é assim, e o laser você não tem isso,
na verdade, vai ficar aquela crostinha de cimento,
aquela camadinha de cimento,
onde você vai remover com uma borracha,
vai dar um pulimento
e vida que segue.
Até por isso que eu te questionei sobre o condicionamento,
e você já me falou a resposta,
eu gostei bastante,
que é isso. Mas quais os procedimentos
que mais deixaram a gente usar
menos, cada vez menos,
brocas, que são, por exemplo,
retrabalho na remoção, cavidades,
e que mais, Aldo?
Deixou que falar uma experiência muito legal,
que eu tive,
e a gente começou a fazer um travão,
saiu um pouco do dente,
e vamos falar um pouquinho de tecido mole,
porque é uma coisa que talvez as pessoas
não saibam muito. Mas eu tenho um parceiro
que eu já tive,
é um cara super bom de pério,
e a gente começou a fazer uns casos,
onde você tinha que fazer o aumento
gengival,
não mais com remoção de osso.
Então quem já fez esse trabalho
de remoção de osso,
sabe que quando você passa a broca,
faz sangue pra todo lado.
Então, eu até tenho uma
brincadeira que eu falo,
vai até no teto se bobear.
Hoje a gente faz isso, a gente faz a moldagem
do paciente,
faz a moldeira no computador,
prepara a moldeira, coloca no paciente,
recorta com laser,
remove o osso com laser,
só pra você ter uma ideia,
e o paciente uma semana depois,
parece que não fez cirurgia,
tá? Porque é minimamente invasivo,
né? Eu vou to... E ainda,
no campo visual, você sabe
quando você trabalha com laser, você até falou agora,
só pra ser um pouco de cimento,
você vai lá, tira, você dá mais
um toquinho com laser,
você retira um pouquinho mais de porcelana,
no osso é a mesma coisa. Então,
eu faço um recontor no gengival
super legal, super bacana,
entendeu? Caso que a gente
não imaginava de fazer cirurgia.
Por exemplo, eu fiz um trabalho
de cirurgia pical, ok?
Então, qual a dificuldade da cirurgia?
Por que a gente faz a retrobituração
na cirurgia brical? Porque o cônil
de gutapécha, quando você passa
a broca, ele abre,
sai da posição e
forma um espaço pra entrar
a bactéria. A gente tem um trabalho
publicado com microscopia eletrônica
de varredura, com corte com laser
de Erbion, e o gutapécha
não muda de posição, ele se mantém
igual, não tem vibração.
Tem... Então, o que significa?
Que eu vou fazer muito menos obturação
retrógrada em pacientes,
porque, às vezes, a pacienta fez uma
cirurgia, já tá na segunda,
é muito delicado quanto você tá cortando
de raiz. Eu pego aquela raiz que tá
exposta, eu irradio todo ela
descontamina, ela então, o sucesso
da terapia laser, na descontaminação
de superfície,
tanto de dentina, né?
Ele é muito maior, estatisticamente
do que o sucesso das técnicas
convencionais.
Perimplantit, caso que a gente tá
apresentando muito, tá saindo um paper
agora, em novembro, na Foto Medicina
Laser Surgeon, de 44 pacientes,
né? Isso é um trabalho que o
Jamil também coordenou,
é, os 44 pacientes,
o grupo de laser,
todos que vieram redução da perimplantit.
Forma oço, 2, 3,
4 milímetros, eu tô falando.
Eu não tô falando... É, isso é bem legal,
bem legal mesmo.
Então, isso, eu acho que
é coisas que ainda não chegaram
tão forte aqui no Brasil, mas que a gente
já tá levando daqui pro exterior,
a gente deu curso na Itália, a gente
deu curso no Libano sobre isso, a gente deu
curso em Dubai
sobre isso, entendeu? A gente tá
mostrando que a gente tá fazendo isso,
né? A nível da
universidade e já a nível de pacientes.
Então, eu acho
que isso é um tópico, assim, super
interessante de você
ampliar essa visão do
laser. Eu vi outro dia,
eu não faço isso, eu não faço cirurgia de
implante, mas um colega com light touch
fazendo a cirurgia
de inerso, no maxilar, fazendo
abertura, né?
O Miguel comentou isso. Então,
isso, o que que eu posso
falar pra você? Pô, todo mundo tá
se desenvolvendo, eu tenho que bater palma,
eu gosto da pessoa
que senta
uma coisa, eu tô falando de faculdade,
que eu fiz essa pesquisa, mas nunca larguei
o moço. Eu não acho que tem
validade, eu vejo muitas vezes os cursos
das pessoas ganando de laser,
elas nunca tiveram paciente na frente
pra saber
que realmente como ele funciona, porque
chama translacional
recercio. Quando você sai do laboratório
do dente, da pesquisa, do ratinho,
do cachorro, que você...
Do invito, né? Aquela coisa.
Puta, isso é um
espaço monstruoso.
Então, assim,
eu me direcionei a...
Nunca queria fazer pesquisa, que não respondesse
as minhas dúvidas da clínica.
Então, esse é um ponto fundamental.
Então, se você falar assim, ó, o Aldo tá estudando,
DNA do dente, mentira, nunca
fiz isso na vida. Não sei fazer
isso. Eu sei é... Tem um problema
na clínica. Vou levar pro laboratório,
vou ver quem pode
da equipe me ajudar, dar essa resposta.
É isso. E passar com
as suas respostas.
Quando você teve lá, né?
Você fiquei muito feliz que a DEV
ficou muito feliz aí com
a Fátima, porque
nós aprimamos todos os armários.
Não foi que nem a gente não aconteceu na Itália.
O que nós tínhamos lá, nós mostramos pra vocês.
E eu não te conhecia. Você chegou lá
a primeira vez, assim, que se conhecemos
pessoalmente, conhecia de nome, tá?
Porque acho que essa é a nossa função, realmente.
A gente poder
levar também, que melhores aí
assim. Se a gente puder dividir isso,
mais coletas vão tá fazendo melhor.
Com certeza.
Como você falou,
sou contra a clínica, acho que
você pode ofertar dente branco, amarelo, azul,
vermelho. Você pode
não querer fazer faceta, você pode só
trabalhar com faceta de revina.
Você pode não querer fazer retrabalho.
Você pode não querer fazer o white.
Tudo isso é vale... Ou
tem dentista que só faz o white.
No exterior, tem
que ser só... Se você for na clínica
dele, só sabe fazer aquela cor
branca, branca, branca e é o padrão dele.
E dá certo pra ele, ok?
É aquele pra ele,
então, tem um cara em Londres
que eu sei que só faz isso, tá?
E
ele mostrou, um dia tava mostrando os casos dele,
mas se o cara chega lá
e fala, eu quero uma, dois, ele não faz.
Ele acha aquilo bonito, padrão
dele, aquele, e tem que
tirar o chapéu, né? Eu acho que isso
é muito importante. Esse exemplo
bem importante. Esse exemplo
da gente saber construir.
Muitas vezes, as pessoas pegam uma coisa,
eu conheci o teu avô, conheci sua
mãe, conheci quando você começou aí.
Eles acreditaram numa pessoa
que tava trazendo inovação. É muito
mais difícil dar continuidade num
projeto do que a partir do zero. Então
você é um vencedor porque você deu
continuidade num projeto da sua família.
E você fez muito melhor, porque
eles fizeram uma combi e você hoje
já um Scania. Tô
tão, um exemplo do que eu
acho que
eu, isso é verdade.
E eu acho que a gente tem que socializar
o que nós estamos fazendo.
Aí eu quero falar uma coisa de que
maneira eu tô socializando isso
depois, eu acho que é importante a gente
falar com os colegas.
Vamos saber, vamos saber sim.
Eu tenho
um negócio muito legal também
que eu gostaria de saber, que fala
até hoje a gente
é falar muito sobre digital
sobre laser.
Mas se você vê cada vez mais o laser
mais presente, você acha que vai
essa tecnologia, ela
vai ficar cada vez mais acessível, a sua
experiência com a indústria. Qual é a
minha experiência com a indústria não é
muito grande, não é nada grande. Na verdade
eu sou um embrião, chegando
nessa história agora. Tive na primeira
publicação aí, aceita
no ano passado com a Deco, professor
Alfredo, a gente vai fazer alguma coisa
junto, agora a gente tá indo para um segundo
estudo, mas queria saber da sua opinião
do futuro disso
na autologia.
Será uma realidade como é
no Japão?
Rafa,
existe algum especialização
de oftalmologia
que não seja em laser?
Existe alguma cirurgia
que não tenha laser? Não existe mais
no país, tá certo?
A oftalmologia foi aquela
que saltou lá na frente, tipo
chapéu pros caras. Você ninguém
que é inoftalmologista hoje pra fazer
cirurgia convencional, anuncer que ele
tiver no cantão do Mato Grosso
lá no Amazonas e que
não tiver nenhuma outra possibilidade
mas mesmo o SUSO
fica isso, tá certo?
O que eu quero falar, por exemplo,
na Bulgaria, hoje
não existe nenhum odonto
PDA que não
trabalha com laser, principalmente o
Light Touch, todos os donos do PDA
tem. Por quê? Porque os pais não
levam mais um dono do PDA
que vai pro motor, que vai doer,
que vai anestesiar, se eles sabem
que tem um dono do PDA que tem laser
lá, claro, é uma outra odontologia
ela é estatal, mas
eu vou num estado
um cara que tem laser, que meu filho não vai tomar anestesia
que vai ser muito mais rápido, que vai
ser melhor a qualidade
do tratamento, a descontaminação
vai ser melhor, por que que o voo nunca não tenha?
Então acho que isso, né?
A tua pergunta
hoje você já deu a resposta
para essa pergunta, quando te conhecia
há dois anos
que você foi ver o curso
de laser, você fazia 30%
de trabalho, hoje você faz
70%
Você tem que me responder, quanto de participação
você acha que o laser teve
nessa sua evolução?
Quanto os pacientes cheguem e falem, eu vim aqui porque
eu não vou mover minhas lâminas
com laser
Quantos pacientes isso?
Ah, é gritante
É gritante, uma vez que eu vi
quando o mercado começou a pedir isso
porque eu comecei a ter retrabalhos e nem laser eu tinha
aí eu vi o Raviar fazendo isso
fora, a gente ainda nos conhecia
que a gente se conheceu lá
através do
do Tony
E eu já, compendo o Raviar cada dois meses
passava uma semana lá, passava uma semana lá
e via as emoções
lá com a fotona, eu falei, cara, achei muito legal
comecei a ver, a gente viu
junto isso daí
e eu achei super interessante essa parte
de poder trazer isso
porque uma vez que o paciente entende
que ele não vai passar pelo mesmo trauma
porque, ah, o que é uma coisa muito importante a gente
a gente salientar. O paciente que
quer o trabalho, que hoje é uma realidade
que chega pedindo pra fazer lente
de contato, é esse paciente
tem esse paciente, existe esse paciente
ele é uma realidade pra muita gente
e existe aquele paciente que já vem
traumatizado
de uma má experiência
seja lá com a verdade, sempre a história
tem dois lados, a versão do paciente
a versão do dentista, todo mundo tem que saber disso
por isso nunca julguem os colegas
que você vai trazer
até melhor como Miguel falou, nem queira
saber de quem foi, aquele caso, parte
do seguinte princípio
como eu vou fazer na
como eu faço com meus casos
que é isso que a gente tem que seguir
não fale, não comente, ou se você
precisar saber
que guarde pra você, porque eu acho que é isso
porque os casos crescem cada vez mais
justamente pela necessidade
do
do bom profissional
que o meu mercado, hoje a gente fala que tem muito
não tá sete, mas não tá dez, tem poucos
pra gente conseguir
trabalhar dessa dinâmica, eu acho que o laser
ele ajuda, mostrar pro paciente
que existe uma possibilidade
de resolver aquele problema
que ele tem, que às vezes foi
uma má experiência, pontual
ou não, pode ser
pontual ou não, porque eu acho que errar
é humano, errar
duas vezes, aí já é burrice
insistindo em eu já é burrice
então, é a chance
de você poder oferecer pro paciente
algo que não seja
traumático, que não seja
invasivo
que eu acho que é essa a história
que tá dando tão certo hoje em dia
e por isso que tá, acho que vem de tanto
a tecnologia, acho que
no Brasil, e tá funcionando muito bem pra muita gente
né
acho que é mais ou menos isso, Aldo
que a gente consegue
balizar, né, dos dois mundos
aí
Sabe o que eu tenho mais dificuldade
no retrabario?
É saber avaliar se eu realmente vou ser
competente pra fazer aquele retrabário
daquele caso, porque se eu não
for, eu tenho que indicar pro melhor
porque esse é um paciente já ultramotizado
esse é um paciente que
já vem, eu não tô falando do retrabário
de faceta, eu falo do retrabário de implante
eu faço trabalho de império, eu faço
eu falo disso
é a melhor pessoa pra ajudar
a resolver o teu caso, porque
muitas pessoas, no retrabário
você tem que tomar muita atenção
porque ele precisa de
muito carinho, porque ele já vem
de uma experiência ruim
foi um trabalho até que tá bom
mas ele acha que não tá bom
que foi ruim, que foi traumático
então o retrabário
é assim, eu só faço o seu
acho que eu vou conseguir melhorar
a 10%
o caso dele
se for um caso que eu faço 10%
eu não faço o retrabário porque
ele não vai ficar contente, entendeu?
eu explico, olha, a tua chance de
quanto você espera, eu quero mudar tudo
ou não, eu vou conseguir melhorar
10% do teu caso
eu não faço tanto laminado, faço mais
próter, reabilitação
quem
um profissional que vai muito no
costório, aí eu já vejo a consciência
eu retiro também algumas lâminas
para alguns profissionais
mas eu vejo a vontade das pessoas de fazer
um trabalho melhor
então eu vejo alguns profissionais que sempre falam
eu tenho um caso especial, você pode tirar
essa lâmina pra mim
não é o meu dia a dia, não vivo de
eu faço isso porque eu sei que eu vou estar ajudando
aquelas pessoas
na realidade até
eu não tenho esquema pra isso
é a mesma coisa que se amanhã alguém fala
remove aí 100 lâminas pra mim
provavelmente não tem esquema pra ofertar isso
você não tem como fazer isso na sua
clínica, nem eu tenho como fazer
mas eu tenho alguns colegas
e veram que era um cara super legal, vai lá
remove as lâminas pra ele, eu vejo a preocupação
eu faço de quem eu vejo que
tem uma preocupação super legal
que seu paciente, entendeu?
então eu acompanho
você, acompanho outros colegas
tem muita gente fazendo, mas eu acho que
já fui dar curso pra gente que queria
aprender e pra gente que queria fotografar
o laser pra falar que tem
entendeu a diferença?
a preocupação
eu morro de medo disso
não é um marketing, isso é uma
ferramenta de trabalho muito importante
quanto mais pessoas
que verem usando bem melhor
o auto pro iana que trouxe isso pro Brasil
que tem 8 livros
que entende, melhor por rafa
que faz... eu quero que as pessoas
acertem a fazer direito
não é porque removeu uma, duas
ou três que ele já é um expert
ele precisa entender como que intera
o tecido, por isso que você tava
indo no mestrado, tá estudando, publicou
porque tá, sabe?
acordo cimento hoje
modifica a interação da luz, é um cimento white
com cimento, a gente vai começando a ficar
tão bom, né? eu brincava
que a Fatima quando tinha o diagnodente
o diagnóstico, ela por fluorescente
ela já sabia a marca da resina que
tinha no paciente pelo número de
fluorescente, tá, entendeu?
então, isso é um... a gente
vai ficando bom naquilo que a gente faz
e é isso, né? e eu acho que nesse assunto
a gente tem muita gente que
cai de paraquedas e tenta ser um aventureiro
mas eu acho que é isso, tem que ter muito
embasamento até porque
é uma máquina que se aperta o botão e não funciona
é muito além disso, né?
acho que tem muito mais
é muito mais, é muito além disso
e a gente tem que, nós que somos formadores
de opinião, inclusive aprendo muito com você
nesse sentido, é isso, é a gente levar
informação da forma correta
para chegar no usuário final
e chegar também na grande massa
que é o que a gente tá fazendo aqui hoje
para que chegue a informação da forma correta
que chegue a informação
é...
que não é como uma maquininha de Coca-Cola
que você vai lá, aperta o botão
além de sair
você
seguido, que você não pode
fritar a polpa, você não pode simplesmente
sair aumentando o parâmetro
você tem que respeitar ali porque existe
uma espessura
existe um agente de união que você tem
que saber ali dominar até pra você
condicionar o seu
sub... ah, você saiu aqui
pera aí
tá meu vindo aí
minha tela parou aqui
então é isso, acho que
é muito mais o cuidado
de como a gente vai tentar levar essa mensagem
pra frente
de uma forma
verdadeira
porque se é uma
realidade hoje que a gente vive
a gente tem que passar isso
porque na verdade
é um momento como foi um momento
da prótise total, como foi um momento
da PPR
como foi um momento do implante
e agora é a era do retrabalho
e o brasileiro tem que entender isso
e é aquilo que eu falei, eu não me sinto melhor
que ninguém porque eu tenho um número gigantesco
de retrabalho e não me sinto melhor dentista
que nenhum, na verdade eu só me sinto bem
pelos meus pacientes me escolherem
pra fazer esses retrabalhos e isso eu acho
fantástico, mas eu acho que tenho
muitos dentistas capazes, competentes
e fazendo trabalhos maravilhosos
com um laser inclusive de retrabalho
e não de... e sem usar laser
e não de fazer um trabalho excelente
que eu acho que é isso, eu acho que é somente
entender que é
uma realidade hoje no Brasil
e que a gente precisa fazer
algo pra mudar isso
daqui pra frente, pra que a gente
diminua isso lá na frente
e pra que faça da melhor forma possível
daqui pra frente e depois
da página 20 a gente vive e mude
essa história pra frente porque
é muito lamentável a gente viver
uma era de um tipo de tratamento
que vem
não dando tão certo, né
mas que é aquilo, como você falou
não é somente pela falha
é pela mudança de opinião
é pelas vezes o círculo de amizades da pessoa
que chega lá e gosta do meu dente
olha aqui Aldo, tá vendo? Não é um pouco branco demais
aí a amiga fala, a mãe fala
mudou de ideia
então é muito delicado o que acontece
nesse
tópico, né, por isso que eu acho que vai ser um tema
que vai encher e vai
já as salas de congresso aí nos próximos
semestres
ou melhor, não vai ter congresso
presencial nos próximos
tempos aí, eu espero que volte mais rápido
possível pra gente poder ter
aprendizado cada vez mais
mas eu acho que
a gente tem que
se ligar nisso, eu acho que o brasileiro
ele precisa
trazer pra ele
o cuidado de se unir, principalmente
o dentista nessa parte de
onde é que a gente já errou
onde é que a gente
pode melhorar pra trazer
informação pra massa
da onde que
onde que já foram os erros, onde que a gente pode
trazer as melhorias
pra não chegar as falhas catastróficas
da grande maioria
ou das nossas maioria
que eu acho que é isso tudo que a gente tem como responsabilidade
os formadores de opiniões devem
fazer aqui como seu papel principal
né Aldo
e a gente tem um outro fator
que a gente não falou, até fiz uma matéria pra ver
a semana passada
e a gente é muito atual
falando do covid
do covid nos seguintes termos
tá
todo esse lock down
levou um nível de estresse muito grande
das pessoas
pra você ter uma ideia
eu sei que você sabe
eu fundei o doutor consulta
na área de ontologia, que é uma clínica
da CCID, porque a gente tinha um sonho
de fazer um negócio muito bacana
tomar cirurgia pra área médica
e poder contar a problematologia
o negócio começou com uma clínica
sete anos atrás
hoje nós temos 40 clínicas
1800 médicos, 500 funcionarem
o negócio explodiu porque
a gente não tava preocupado
primeiro a ganhar dinheiro
a gente tava preocupado em levar o melhor pro paciente
eu nunca vi ele falar numa reunião
eu nunca vi falar como é que tá o faturamento
como é que tá o nps
como que tá a reclamação dos profissionais
como que tá o nosso atendimento
nunca vi ele perguntar
de faturamento
ele sempre tava querendo saber
como que tava, a gente avalia muito
a indissatisfação do paciente
a produtividade, nossa que...
e eu montei ao doutor chegamos
17 unidades, assim, muito muito legal
porque conseguimos levar isso
para as pessoas classes cd
que elas não tinham nenhum tipo de acesso
hoje uma consulta é R$ 100
então... bem acessível
bem acessível, você ainda pode pagar
em 10 vezes, quer dizer
não tava falando do dinheiro, tô falando da
capacidade de você gerar
então hoje estão aqui quase
6 mil pessoas ouvindo a gente
tem o dentista que tem condições
tem o dentista que trabalha sozinho porque não pode
nem ter um auxiliar
e qual mensagem que a gente quer deixar pra ele hoje
acredite no que você tá fazendo
estude, veja, tem dúvida
vem conversar com o Rafa, que tá sempre disponível
vai com a...
vai tirar sua dúvida, vai acreditar
no que você faz, entendeu?
eu a...
a...
2010 eu fui
um curso na BertoLinaGV
sobre administração
sobre... porque eu quis começar a entender melhor
como que o mundo girava
na área da saúde, né?
aquilo que nós já conversamos um dia num dos almoços
como você faz pra gerenciar tantos funcionários
então a vida não é simples
as pessoas às vezes observam a gente
né? e falam, pô, o cara
teve sorte, o cara... não
é tudo muito trabalho
nós ainda temos uma vantagem que são casados com dentistas
né? então a gente ainda sai
do computador e ainda pode conversar um pouquinho
sobre o trabalho
pra falar mais sobre dificuldade
né? sobre isso
a gente ainda pode trocar
uma ideia sobre isso que eu acho
muito importante, então a mensagem
de hoje é assim
é... eu só vejo
uma forma do dentista se diferenciar
na trinta hoje
é inovação
na pandemia nós saímos de
91 casos tratados no doutor consulto
estou voltando pra lá
pra 132
em 4 meses depois
da pandemia, então você
percebe
o número de pacientes com apertamento, bruxias
mudou de ATM, fraturas
dental, fratura e dentes inteiros
um indivíduo chegou lá com premolar
em dois, mas não foi um nem dois
foram... foram várias pessoas
com fratura dental, então
você falou do retrabalho, mas o retrabalho
também é a situação psicológica do mundo
naquele momento, né? eu me lembro
que... que tinha uma época
que eu atendia muita gente da bolsa de valores
o que tinha de cara de 30 a 30 e poucos anos
com dentes fraturados, premolar
íntegro sem nenhuma restauração
porque hoje nós estamos no mundo
muito mais tenso
hoje todo mundo fala, vou colocar um jogo de
laminatos, mas já vou te dar uma placa
pra você
usar, pra te ajudar, porque?
porque você sabe que nós estamos
com numa outra era
né? e a gente... então a gente tem que levar
isso só em conta quando a gente fala de retrabalho
não é só por erro no retrabalho
mas a gente tem que levar em outra situação
psicológica que todas
essas pessoas estão passando em diversos países
principalmente
no Brasil, mas em outros países
você acha que é fácil você ficar presa?
a gente como você ficou 60 discos
que o seu constaúrio fechado? o cara que mandou
fechar o constaúrio foi louco
não paga conta, não usa o nosso funcionário
é terrível isso aí, tem
qual a maior preocupação que eu tenho
os nossos funcionários? eu vou falar, pô, esse cara
depende de mim, eu tenho que trabalhar, não é isso?
então acho que no Brasil
a ontologia
cresceu muito na habilidade do dentista
cresceu muito pouco
a possibilidade de você divulgar o seu trabalho
todos nós aqui já fomos incomodados
de uma forma ou de outra
para postar um caso clínico ou outro
que a gente está querendo é levar o conhecimento
então acho que isso é muito importante
nós não estamos aqui falando
para você fazer isso ou fazer aquilo
isso já desistia muito tempo
eu venho falar aqui daquilo que eu faço
você achar legal faz igual, você não achar?
pô, legal a mesma coisa
caramba
eu parto desse
nesse raciocínio, eu parto
para a minha conclusão
que eu queria que os dentistas entendessem
que eles não precisam ser
esses dentistas
do mundo perfeito, do fantástico mundo de boba
onde tudo dá certo, que é só
em congresso, pessoal, o dia
de clínico, as coisas dão erradas
as coisas, os tratamentos não têm
totalmente êxito, e é isso que a gente tem
que compartilhar aqui
cada vez mais
a realidade clínica de cada um
acho que por isso o grupo dos VIPs
é tão importante, que foi
algo que a gente criou e cada vez mais
tem aumentado o número de pessoas
que é justamente isso, a gente vai começar
a debater casos
em grupos de telegram
que é justamente para a gente
saber aproximar o dentista
porque eu erro
o algo erra
o Zézinho erra, todo mundo vai ter
retrabalho aí, então eu acho que
a gente podendo aproximar e trocar
experiências e todo mundo junto
criar um circuito de troca
de informações, um grupo de troca
de conhecimento, eu acho que todo mundo
vai cada vez mais subir
com isso e tirar, aprender
com os erros, aprender com os melhores
aprender com os que sabem mais
e cada vez mais isso vai se tornar
uma realidade melhor
para a ontologia brasileira, que eu acho que é essa
nossa missão aqui, se não fosse, né, algo
então não fiquem frustrados ou tristes
chateados com
existem retrabalhos aqui e retrabalhos lá
isso é uma realidade que vai passar
na minha mão, na mão dele, na verdade
e de todo mundo, então
se tem algo que eu acho que é interessante
para a gente levar
com o fundamento hoje dessa lá
e também vou fazer uma
chamadinha que agora tem uma
turma alta aí, é pessoal
vamos lá, vai ter
a viu
6.721
e aí, tá bom pra você?
Tá bom, tá bom de mal
ainda mais nós estamos falando de um assunto
que também não é tão comum na ontologia
tá bom, tá bom, tá até demais
tá bom, até demais, sinal que tem muita gente
interessada, muita gente
interessada em nos ouvir, te ouvir
principalmente nesse sentido
que eu acho que é super legal essa
esse dilema, por isso que eu falo
a gente tem muita coisa boa pra fazer juntos
aí nessa
nessa tocada, eu acho que
tem muita coisa legal pra gente explorar
mas turma
de fato
a gente vai falar um pouquinho
da viu agora, hein?
semana que vem, dos dias 19, 20, 21 de outubro
vai rolar
a semana das lentes inteligentes
que a Avenida Intradiência de Miqui
vai ter algumas coisinhas sobre retrabalho lá
que vocês vão quebrar a cara de
ver coisas que vão chamar
muita atenção e vão se impressionar
com um algo
que é tão simples de se ver
mas que eu vou mostrar coisas que
cara, foram coisas minhas
no passado, aonde foi que eu falei, onde foi que eu errei
e hoje
podendo mostrar a 8 anos depois
casos de 8 anos depois que eu documentei
mostrar aquilo que hoje
a gente faz de diferente
que justamente a gente quer entregar no método
que dá certo pra que as pessoas não façam
o que a gente já fez de errado
que eu acho que é uma outra linha de otologia
que a gente talvez não queira
descaracterizar os
tão perfeitos
que existem em Congresso
mas eu acho que é aquilo, a doutologia de realidade
de dia a dia clínico é um outro tipo de
doutologia voltada
pra assertividade, voltada pra
pagar boletos, voltada pra
trabalho, voltada porque você tem que trabalhar
se precisa atender o paciente, se é um
prestador de serviço, é diferente
é um outro, você tem prazo
você precisa entregar, você
paciente quer naquela hora, naquele dia
e tudo isso
acho que a gente vai falar muito mais
na Viu com os outros especialistas
tem o APA que vai falar
das demandas dele, das audiências dele
dos erros dele, das falhas dele
o Miguel, então tem muita gente aí
o Kaleiga, então tem muita gente que a gente
vai conseguir trazer aí pra perto
e os técnicos também
e a
a gente vai deixar os stories aí
salvos, ou melhor, vai deixar a live
salva aí pra você que não acompanhou
mas tem muita gente acompanhando
mesmo assim a gente vai deixar publicado
lá a aula, a gente foi até além
porque a gente ficou com 7.000
pessoas aqui juntas, até o final
a gente vai conseguir publicar essa live
no GTV também
porque a gente se torou o tempo de até de uma hora
a gente fez uma hora e vinte de live, acho que foi a live
mais longa que a gente já fez até hoje
segurando um grande número
de pessoas com um assunto tão
novo nesse sentido
então, tão de parabéns
acho que eu e você a gente fez um trabalho bacana hoje
eu acho que a gente foi
bem
a gente subdirecionar, acho que você lhe doa aí
foi super
esplanou muito bem, mas eu acho que a gente
vai ter que fazer coisas mais pra frente
juntos pra trazer cada vez mais
essa informação pro pessoal
que eu acho que é algo que se tem
até agora esse número de pessoas é porque
realmente estão interessados
em ouvir o que a gente tá falando
então fica aí
a nossa ideia de fazer mais pra frente
mais alguma coisa
e é isso Aldo, acho que valeu demais
brigadão, dá o beijão pra Fatima
aí, tá?
vamos marcar o moço aí em breve
tá bom?
oh Fatima, tudo bem?
cadê a BBS? tá por aqui?
vem cá, Fatima
tá lá também
tá numa reunião ali, esquece
mas dá o beijão pra Fatima
não vou quebrar o protocolo
não vou aparecer, mas ela resolveu
aparecer, foi ótimo, tá bom?
agradeço você
pra ter uma visita de inovação
eu acho que é o caminho pra você
ter uma dontologia diferenciada
dos outros
inovação não é só ter laser
uma espátula que você aprendeu a fazer
uma coisa diferente no dente, um movimento
uma forma de atender diferente
tudo isso é inovação
eu acho que esse é o caminho do sucesso
um abraço e tudo de bom pra vocês, tá bom?
isso aí, Aldo, boa noite, beijo grande
valeu
Assista ao vídeo original no Instagram.
Ver no Instagram