Pular para o conteúdo
Instituto Rafa Puglisi
Acervo · Vídeo @CGWEPEfFnne

Transcrição completa do vídeo

A Laturma, boa noite, mais uma live, estamos ao vivo aqui agora, já vamos começar a organização de todo o pessoal para esperar a entrada do Aldo. Hoje

Fonte: instagram.com/rafapuglisi/reel/CGWEPEfFnne/ · Gerada em 17/09/2026

← Todas as transcrições

Transcrição na íntegra

00:00

A Laturma, boa noite, mais uma live, estamos ao vivo aqui agora, já vamos começar a organização

00:11

de todo o pessoal para esperar a entrada do Aldo. Hoje o tema vai ser bem legal, a gente vai falar

00:19

sobre toda a evolução que a gente teve do Laser até chegar no que a gente fala muito hoje, que a

00:24

realidade hoje não só do meu constório, mas acho que do seu que está aí assistindo a live também,

00:30

está passando a ser eu acho que vai se tornar cada vez mais que é a realidade dos retrabalhos

00:36

hoje em dia na ontologia, que tem cada vez mais aumentado, não só para mim, mas para todos os

00:43

dentistas aí que trabalham com a parte estética, com tratamentos rehabilitadores, então é bem,

00:48

é um assunto que é bem bacana, a gente deve ter uma autoridade como Aldo, deixa eu ver se ele já

00:53

está aqui, estou errado, amore é no rostinho né, aqui estou procurando errado, achei o Aldo

01:08

pronto, Aldo, vamos, aí, tudo certo? Tudo ótimo com você, tudo beleza, boa noite primeiramente aí,

01:23

está entrando ainda, vamos lá, mas que legal Aldo, que legal que a gente está junto hoje,

01:32

eu vou poder falar sobre esse assunto tão, acho que tão atual, que é o laser, que eu acho que

01:41

nunca foi tão atual, e obrigado Aldo, por ter aceito participar, esse meu convite está aqui com a gente,

01:49

é super importante a gente poder falar, respeito, abrir essa caixinha, que é uma realidade que a

01:58

gente está fazendo hoje, atravessando, mas antes de tudo, turman, antes de a gente falar com o Aldo,

02:03

antes da gente reabrir, eu sei que tem poucas pessoas por enquanto aqui, mas já vamos começar

02:08

a fazer o nosso trabalho de sempre, de convidar o pessoal, mais duas pessoas que vocês possam

02:15

direcionar essa live, fazer essa live chegar mais adiante, mais longe, então pego o aviãozinho aqui

02:21

embaixo né, Aldo, esse aviãozinho aqui, convidem aí mais dois colegas, pessoal aí do Aldo também,

02:27

esse aviãozinho, convidem mais dois colegas para a gente poder aí fazer essa live, chegar no

02:32

maior número de casas, colegas, celulares aí, contas, para a gente conseguir aí fazer de melhor forma

02:38

para acessar mais e mais e mais contas aí, para a gente ter essas informações de hoje que o Aldo

02:46

com certeza vai nos passar e vão ser muito, muito proveitosos, porque a gente tem vivido hoje em dia

02:51

na atualidade da ontologia, né, e lembrando, e lembrando antes de tudo também pessoal,

02:59

quando vocês vão convidando a turma aí, queria convidar vocês também para Viu, que é a

03:04

Venus Intangent Week, que é a semana das lentes inteligentes, aproveitar a deixa aqui, que vai

03:10

ocorrer aí no dia 19, 20, 21 de outubro, postei na minha história hoje lá a organização,

03:17

a gente mais ou menos quem vai estar com a gente, que a gente vai direcionar esse evento,

03:22

então participa e lá, tá bom turma, então vamos convidando o pessoal e vamos começando já a

03:28

nossa ideia aqui, mas antes de tudo turma, primeiro porque o Aldo mais uma vez é do obrigado por

03:35

estar aqui com a gente, é uma honra imensa para mim, então uma pessoa de tamanho autoridade aqui

03:42

no assunto, conversando com a gente, podendo compartilhar do seu conhecimento aí, da sua

03:46

sua expertise aí com a gente, obrigado, Viu Aldo. Rafa, estou muito feliz de estar aí com você hoje,

03:55

eu acho que é um marco aí para a gente que vem trabalhando com o dono, então a gente poder falar

04:04

desses assuntos, que de uma forma ou de outra, aquilo que a gente vem fazendo, eu a mais tempo com

04:11

você e com o trabalho que você demonstra, é uma desruptura naquilo que é o convencional,

04:17

né, e isso a gente já vem lutando, é claro que quando você trabalha com algo novo, é muito mais

04:25

fácil as pessoas criticarem do que elas apoiarem, acharem que é uma boa ideia, então acho que o

04:30

laser passou por um período muito grande e dificuldade e hoje ele está num patamar muito alto

04:38

inteiro, você tem uma ideia, 90% dos dentistas do Japão tem laser, então a gente já começa com 90%

04:46

dos dentistas, o tipo de laser que tem na clínica, e laser de alta potência como o Erbion que a gente

04:53

tem, que você começou a trabalhar, um grupo muito grande também, então acho que isso demonstra um

05:00

potencial, que essas luzes vêm transformando aí ao dono Tolo. Muito legal, esses dados são muito

05:09

interessantes porque a gente às vezes nem imagina o quanto tem por trás, e até legal a gente falar

05:14

um pouco até da sua história no laser, porque pessoal, para quem está conhecendo o Aldo hoje,

05:18

quem já conhece sabe que o Aldo é uma autoridade no assunto, aí está por trás de muitos trabalhos

05:23

de antigos relativos relacionados a tudo que a gente tem como base do laser, de laser relacionado

05:30

nesse assunto, e a gente sabe Aldo que você tem também publicado um livro que fala bastante,

05:37

é bem basado aí sobre o assunto, bem didático, inclusive, eu queria saber Aldo, de você como

05:43

foi a sua história até você chegar até hoje, no seu patamar de ser uma dessas grandes autoridades

05:50

de laser no Brasil, como começou essa história sua como laser, onde começou esse namoro aí de

05:57

trabalhar com essa tecnologia, porque a gente sabe muito que isso já vem de mil anos, né,

06:01

muitos anos aí, você puder contar para gente quantos anos de experiência e como que veio e

06:07

surgiu essa vocação aí para o laser? Qualquer, Rafa, na vida faz para você ter muita vontade de

06:16

fazer a coisa e de você fazer um pensamento positivo, porque as coisas sempre acontecem quando

06:24

você está fazendo um pensamento positivo, tá? Então acho o seguinte, que o laser começou lá na

06:32

década de 80, 85, mais ou menos, eu queria ser estagiário no hospital das clínicas da cirurgia

06:41

do estilo e naquela época era muito difícil, porque você tinha que ter um padrinho para você

06:48

poder fazer isso, tá? Você precisa ter alguém conhecido que fosse orientador, um dia eu estava

06:54

subindo às rebolstas, eu vi o carro de um professor quebrado e parei com meu pai e ajudamos e ele

06:59

falou que você precisa escrever lá no H.C., né? Eu falei não, o professor não conseguiu o orientador,

07:04

ele falou que eu posso ser orientador e eu me escrevi, eu entrei no H.C. para fazer cirurgia,

07:10

de um corceo quebrado na Avenida Rebula, olha como é que o mundo, né? Eu estava lembrando hoje,

07:15

quando você me falou como que o mundo, a gente não espera, né? Que isso aconteça. A gente menos

07:22

espera, né? A gente menos espera, e aí o que aconteceu? Eu fui para o H.C. e lá eu comecei a ver

07:29

que todo mundo se preocupava muito em operar, operar, operar e o pós-operatório ia, sempre era assim,

07:35

eu era o cara que pegava para fazer o pós-operatório, porque eu gostava de fazer o pós-operatório

07:40

sábado e domingo, daí descobri que no último andar tinha um curso, na realidade tinha uma área só de

07:47

a compultura para cuidar dos pós-operatórios, fui ver essa compultura e aí surgiu a AIDS, a compultura

07:53

ficou um pouco, como dizer assim, dificultada por causa das vagulhas e surgiu laser terapêutica e

08:00

a instituição das vagulhas. Foi aí que eu conheci o laser. Então foi esse negócio é novo, é uma

08:06

ciência milenar, né? A compultura, pô, mas está surgindo um laser na Europa que pode fazer isso,

08:13

ninguém no Brasil sabe? Pô cara, não teve dúvida, eu peguei um avião em 83 e fui para a Alemanha

08:19

estudar isso daí, né? E com dificuldade, pô, ninguém começa no top, naquela época, né? Hoje nós

08:27

ficamos muito simples, né? Porque hoje você entra na internet, você faz um curso online, você pega

08:33

o conhecimento, mas naquela época não existia isso, ou você pegava e ia lá ou você não tinha como

08:38

ter o conhecimento. Tinha que ir atrás, né? Muito atrás, até demais, né? Vai atrás, bater

08:43

cabeças, não tá dinheiro, vem de cá, aquelas coisas que quem tá começando aí e precisa se firmar.

08:50

Daí em 85, fui para Itália com um cara chamado Benedicente, que é o cara top no mundo, foi o

08:57

médico e dentista publicar e aí fui lá no Benedicente e fui fazer a prova, ele me falou assim,

09:03

ó, vou te fazer três perguntas. Não, fui lá, fui lá minha presenteira e falou, vou te fazer

09:09

três perguntas. Se você acertar as três perguntas, você fica. Se você errar, você pode pegar o avião

09:16

e voltar para casa. Essa foi o início da conversa, né? Dois dias, né? Daí eu fiz até o editorial

09:23

do armário, porque ele falou assim, ó, aqui tem um armário de toda minha literatura de lênsis,

09:27

pois que eu falo em 85, hein? Falei, professor, será que eu posso cheirocar alguma coisa pra estudar?

09:34

Escalou, não, essa aqui é a tua cadeira, me lembra até hoje. O que você levar, que você levar na tua

09:41

cabeça é seu. Se você não lê, não tem o cheiroque, não tem nada, que era o cheiroque.

09:47

Aí eu fiquei dois dias lá estudando naquela cadeira, ele veio, fez as perguntas, eu passei na

09:53

cadeira, me lembro que me deram uma dica que ele era ficcionado por, isso é, 35 anos atrás, por

10:00

Maserati, né? Então no intervalo da prova, fui falar, claro, fui numa loja de Maserati, vi as

10:06

Maserati, conheci os modelos pra discutir com o homem, então... Eu deconversar com ele, né? É,

10:11

fui conversar, eu tinha que ter um diálogo pra ter com o cara, né? Ele chegou uma certa hora e falou assim,

10:17

que é melhor pra você, uma Ferrari ou uma Maserati? Eu falei, professor, a Maserati...

10:22

Muito melhor. Aí cara, eu adei de braçada. Aí já acabou, ganhou o cara. Ganhei o cara, quem vê, eu quero

10:31

explicar na nossa carreira, nossa vida, aquilo que eu falei pra você, existem oportunidades e você tem

10:39

que se preparar pra qualquer circunstância da sua oportunidade. Então quem tá ouvindo, ah, mas isso

10:46

foi uma facilidade que eu tive, né? De conversar, estudar e fiquei com esse cara, eu escrevi um editorial

10:52

pra RGL até chamado O Armário comparando, né? O que que é hoje com o Armário? Então nós estamos aqui

10:58

falando no dia de hoje, né? Quem tá assistindo, a gente vai entrar na internet agora e vai ver

11:03

Rafa, Publiz, removendo facetas. Aí ele vai ler mais cinco trabalhos, seis. Naquela época não existia

11:09

isso, ou você ia atrás ou você não ia, ou você não tinha, né? As publicações não chegavam no

11:14

dia como chegam hoje. Então acho que depois eu fiquei lá fazendo, daí eu fui fazer laser na dermatologia,

11:22

na neurocirurgia, porque não tinha nao donto. E eu acabei introduzindo a universidade de Torino,

11:30

depois eu fui pra Milão, Gênova, essa área de laser. Fiz muitos amigos e acabei trazendo pro Brasil.

11:37

É, mais ou menos é isso. Quando eu cheguei aqui, Rafa, eu tinha um laser de baixa potência,

11:44

ninguém acreditava naquilo. Eu acho que você que é um cara inovador já deve ter sido chamado do

11:51

louco de alguma coisa, tá certo? Eu era da luzinha, tá certo? E eu fui tocando, mesmo sendo louco

11:58

da luzinha, que não sei o que, a universidade me abriu um aporto, o Professor Walter Zernovez

12:04

Castelo, eu fui estudando e aí foi. Foi assim que foi a carteira. Finalizando, fui presidente da

12:11

sociedade mundial de laser em 2012, da sociedade mundial de ontologia em 2014, 2016, em 2012,

12:20

comecei em 2012 e acho que, acho que assim, laser fez parte, né? Fez parte da minha vida, né? E talvez

12:31

tenha dado aulas mais de 30 países, mas acho que mais importante tudo isso, né? Eu tenho 8 livros

12:39

publicados, 160 trabalhos. É a oportunidade de fazer o que nós estamos fazendo hoje, o que eu vejo

12:44

você fazer muito. Dividir esse conhecimento com os amigos. Eu tenho certeza que ninguém que bateu

12:50

na nossa porta, a gente não conseguiu dividir algum conhecimento e trocar. E hoje, com certeza,

12:57

você vai aprender alguma coisa com você, você vai aprender alguma coisa com a gente. As perguntas

13:02

que verem aí, a gente vai aprender com as perguntas, né? Eu acho que isso é importante. Com certeza,

13:07

Aldo. Muito legal a sua colocação e é verdade. Eu acho que, na verdade, eu acho que até pelo cenário

13:14

que a gente vive hoje, né? Dessa evolução, essa história é muito legal, né? E até tendo como

13:20

base aquilo que a gente, pelo fato de a gente ter se conhecido naquela transição, né? Lá atrás,

13:26

eu sempre gosto de falar dos meus amigos, quem foi que te colocou no meu caminho? Foi lá atrás o Tony,

13:31

naquela época, onde eu ainda estava em negociação com a fotona. Eu estava atrás desse laser, eu estava

13:36

indo quase cada dois meses lá para Miami para ver os retrabários que um colega meu lá fazia,

13:41

que era o Javier, e vi ele trabalhando com esse laser e vi até você aqui como pesquisador, já

13:47

utilizando ali, de forma exemplária, o light touch, e eu como entrei nessa onda aí pela parte comercial,

13:55

a primeira máquina ali que a gente também trabalhou muito com o light touch. E isso foi muito

14:00

interessante porque é aquilo que eu acredito, sabe, Aldo? Eu acho que hoje esse mercado que a gente tem

14:07

hoje no Brasil, do número de retrabários, ele acaba sendo, eu acho que ele está ficando

14:15

cada vez até chegando ao mesmo número de trabalhos que os próprios trabalhos propriamente ditos

14:21

de ponto inicial, sabe? Mas a gente vai entrar nesse ponto já já. Antes da gente falar dos tópicos

14:27

de retrabalha que são muito interessantes, que é algo que é para informatizar, para informar e para trazer

14:33

de informação que eu acho que tem tanta coisa legal que existe por trás do laser, até das suas

14:39

publicações, dos seus livros que você narra, sua narrativa muito interessante, quando eu te conheci

14:44

eu fiquei assim bem impressionado por tanto de conhecimento que você tinha embasado ali na sua

14:53

narrativa, por isso que até, e já comentei com você agora há pouco tempo antes da live, a gente vai

14:59

emplacar alguma coisa junto, isso aí em breve, que é justamente por isso, para a gente poder ter essa

15:03

transição de conhecimento de pessoas e autoridades como você, no assunto, para que dêem para nós

15:09

que somos usuários, que nada mais somos usuários dentistas do dia a dia, porque existe uma diferença

15:14

muito tênue entre o dentista do dia a dia, que é aquele dentista que erra e o dentista perfeito, que é

15:20

o dentista que tem que ser o dentista perfeito para o Congresso, aquele dentista que nunca pode errar,

15:24

que só mostra casos perfeitos, casos vendos, então a gente vai para uma outra linha, na verdade a gente

15:31

que principalmente atinge essa comunicação, tentando chegar no dentista hoje quando ele tem esse número

15:42

de retraválogos, porque existe tudo isso, mas antes a gente chegar nessa linha de por que que está ocorrendo

15:50

isso hoje, quais as utilidades que a gente tem tão versáteis que hoje são bem aplicadas nas aplicabilidades

15:57

clínicas de um laser hoje, vamos usar como exemplo o Ergo Yag, por exemplo, que seria o Light Touch,

16:05

aquele que eu e você a gente tem também, que você já tem aí, já está careca de saber quanto isso, quanto é

16:13

versátil, né? Olha, Rafa, então nós vamos falar assim, bem didático, eu posso contar os lasers na

16:21

ordem ontológica, dividem três partes, o laser terapêutico, aquele de baixa potência, o laser de alta

16:29

potência e o laser para diagnóstico, existem vários lasers para diversos tipos de diagnóstico, a gente

16:35

pode uma hora falar sobre isso, mas laser para diagnóstico da cara e laser para desmeralização

16:42

dental, ultra som de laser, por exemplo, que você vê o dente todo por dentro, tridimensional,

16:49

que isso foi lançado na Alemanha no último IDS, então nós temos várias áreas do laser,

16:57

se você faz um escaneamento, você está usando o laser, se eu uso um SEREC, você está usando o laser,

17:01

então tem muita coisa que o laser está usado no mundo moderno, que nem você sabe, que aquilo é feito

17:09

na base de, vamos lá, desde o antigo CD, que hoje não tem mais, que são os primeiros leitores de laser,

17:16

então o laser para diagnóstico tem vários, daí você vai procurar os lasers de alta potência,

17:23

que é o Erbium, o Erbium, a gente trabalhou em 98, com o primeiro Erbium, o tipo 1, que era um Erbium

17:32

da cabo, que não tem nada a ver com o Light Touch geração 3, o que eu fazia lá, não tem nada a ver

17:39

com o que a gente faz aqui, com o Light Touch, então houve uma paradigma, porque Erbium era um laser

17:47

considerado só para ter sido duro, osso e ter sido duro, esmalte e dentina, e hoje você faz

17:54

cirurgias maravilhosas com o laser de Erbium, então mudou um pouquinho isso daí, eu acho que isso

18:02

é uma mudança muito importante de paradigma, que o que esse comprimento de ônibus está fazendo,

18:09

dentro das utilizações de um Light Touch, por exemplo, você usa, acho que é no Brasil, campeão de remoção

18:16

de facetas, então você pode cortar alguma coisa, tem muita gente boa fazendo também, muita gente boa

18:22

removendo aí bastante, eu já removi em média mais de 2 mil casos, perdão, 2 mil elementos, mas tem muita

18:30

gente removendo também. É, eu não sei disso, até porque é uma curiosidade, então vamos já falar

18:36

a primeira curiosidade do dia, é que o Erbium no mundo inteiro não é utilizado para remover facetas,

18:46

então a gente começou a desenvolver baseado em dois trabalhos mais antigos que foram feito na Universidade

18:55

da Califórnia, e aí a partir desses trabalhos eu comecei a falar com a Fátima, acho que dá para remover

19:02

e começamos a tentar remover, tanto que tem colegas que tentaram com outras máquinas e não conseguiram,

19:08

porque precisa adequar muito a potência dele, então a gente sabe que o Emex, por exemplo,

19:16

ele quase não quebra, porque ele tem um grau de flexibilidade muito grande, então você tira Emex muito mais

19:23

fácil, quer dizer, muito mais fácil não, muito mais inteiro que uma fiel de espátima, que ela acaba...

19:28

Com certeza. Então você já começa a se diferenciar na química, a gente sabe que a espessura de uma faceta

19:36

também ela influi na velocidade de remoção, porque o laser tem que passar a faceta, ele tem que atingir o cimento,

19:44

aí ele vai no cimento, vai desestrutura o cimento, micro explosão dentro da água desse cimento, e acaba fazendo...

19:52

São dois mecanismos possíveis de remoção, mas na realidade ele acaba... quando o mundo fala como se remover a faceta,

20:00

é porque eu destruturo o cimento, se ela é uma faceta muito bem cimentada, vai demorar um pouquinho mais.

20:07

Acaba evaporando as moléculas de água do cimento e é exatamente isso que acontece.

20:12

E aí você tem a remoção muito fácil. Quando a gente começou, você lembra, o que eu posso falar?

20:19

Você teve na química, você foi lá, eu quero curtir o laser, quero saber, você cortou dentinho, a Débora foi lá,

20:26

depois cortou dentinho, você treinou, você falou, pô, já estou treinado, o dia que chegar o primeiro laser no Brasil,

20:33

que saiu a Visa, é meu, tá certo? E a gente fazia isso em treinamento, em ívoa de laboratório, né?

20:40

E aí chegou, a gente começou a trabalhar, fomos vendo um caso, eu fimei uns casos, passei para você, você foi vendo,

20:46

quando chegou o primeiro aparelho, você foi lá. E aí logo em seguida eu já vi você desenvolvendo, por quê?

20:52

Porque você estudou, você se preocupou com o que você estava fazendo, se preocupou com o paciente, né?

20:58

Eu acho que essa é a curva de aprendizado do laser, acho que a gente está muito claro nessa live.

21:03

As pessoas têm que estudar um pouco, ver isso e depois colocar em uso. Não é mais um equipamento que só para poucos,

21:11

você vê que tem já dezenas no Brasil, como você falou, pessoas.

21:15

Exatamente, ele é acessível, né? O fotôner não era acessível, o fotôner realmente era algo assim, inimaginável,

21:20

mas o light touch acaba assim o mais acessível, né?

21:23

E ele é fabricado no Brasil, em parte.

21:26

E o Tony também faz delivery, né? Então só pedir ele baixar na cidade e emprestar laser às vezes.

21:32

Ele ajuda o pessoal.

21:34

Tá certo, mas tem que fazer, é responsabilidade, tem que ajudar mesmo.

21:41

Só tem o light touch no Brasil, que é um laser para a ontologia, o fotôner é um laser dermatológico,

21:49

adapta a custa pelo menos três vezes mais, né?

21:54

Então acho que o laser especializado para a ontologia é...

22:01

E aí, como eu conheci o light touch, acho que ficou uma pergunta muito interessante nessa minha vida.

22:06

Com certeza, isso eu gostaria muito de saber, era uma pergunta aqui que eu já vou até arriscar.

22:11

Com tudo isso.

22:14

Eu, nesse mundo, da curso ali, eu fui convidado para dar uma aula em Israel.

22:19

Na verdade, eu já fui a três vezes em Israel,

22:22

onde eu fui desenvolver uma ponta de um laser chamado da OOPUS, isso foi dez anos atrás,

22:29

então eu trabalhei no design de pontas de laser, que eu tinha algumas ideias como facilitar.

22:35

E eu fui visitar Simeron, que é a hoje a maior companhia do mundo,

22:41

que começou a trabalhar com lasers na realidade, para estética, candela.

22:47

E eu conheci o Eric, que é o atual dono da light touch, que estava entrando no mercado ontológico.

22:53

E aí a gente começou a conversar ali, eu ainda me lembro dele entrando na sala,

22:59

eu estava com um grupo de brasileiros, ainda meio acanhado, conversando e tal.

23:04

E aí, fomos fazendo uma amizade nesse tempo, até que ele falou,

23:09

tô com o light touch, tô com o light touch na China, tô com o light touch no mundo inteiro,

23:13

e quero levar para o Brasil.

23:15

Por quê? Porque a Adriana, que é a esposa dele, é brasileira.

23:19

Então, era brasileira.

23:21

Então o que ele falou assim?

23:23

Pô, faz 20 anos que ela não vinha para aquela,

23:26

ela falou que era uma oportunidade de ir para o Brasil mais.

23:30

E aí começamos assim a ajudar a trazer a light touch,

23:37

depois a creme ficou como representante, que entrou o Tony, tá certo?

23:41

Na época que era da creme, e hoje a light touch é ela mesma,

23:44

ela tá aqui por ela mesmo, né?

23:46

E na época que a gente fazia os treinamentos, que se foi lá,

23:50

a gente acabou fazendo esse treinamento.

23:53

Então, entrou por essas portas, por uma questão mesmo de você ter oportunidade de conhecer.

23:59

Volta na história do Corsair quebrado lá nas rebostas.

24:02

Se você estiver no dia certo, na hora certa, no lugar certo,

24:06

você acaba conhecendo, só se ter o coração bom, tá aberto, ter fé, entendeu?

24:12

Não desejar mal para ninguém, Deus permite que você conheça as pessoas corretas na sua vida.

24:17

Então acho que isso é importante.

24:19

Exato, Aldo. Por isso que a gente ainda tem muita coisa para fazer junto.

24:23

Eu sempre te agradeço as oportunidades do começo lá.

24:26

E a gente ter publicado isso também a nível de ciência

24:31

foi algo que foi inevitável pela demanda que a gente tem, pelo fluxo que a gente tem.

24:36

A gente quis realmente passar um pouco da experiência que a gente estava tendo,

24:39

também de base científica, para poder de fato estudar isso mais afuntando

24:45

que a Délia, até no doutorado dela, está indo na linha do laser.

24:48

Eu acho que é muito interessante inspirar da Délia Fátima, da sua esposa.

24:51

Isso não sei se você sabia, mas é muito baseado nisso, sabe?

24:57

Depois de todos aqueles papos no começo, naqueles almoços que a gente ia,

25:01

isso foi uma admiração muito grande.

25:03

Isso foi muito legal também.

25:05

A gente tem esse carinho, essa troca.

25:09

E a gente gosta muito, Aldo, de falar em relação a tudo que envolve,

25:15

acho que conhecimento hoje, da parte didática, às vezes,

25:20

a gente não tem cursos, não tem...

25:23

É mais o treinamento mesmo quando acontece, mas acho que ainda falta,

25:27

talvez, algo mais voltado para isso.

25:31

Eu tenho a menor pretensão de fazer, já digo, aqui de anti-mol, nem vou.

25:35

Mas eu acho que falta bastante também, até para o doutor conhecer os próprios

25:40

parâmetros de segurança, às vezes, para poder trabalhar,

25:44

de repente, às vezes, não aumentar os parâmetros,

25:46

às vezes, para querer sacar uma restauração aqui e isso falando em retrabare,

25:50

acho que a gente vai entrar nesse tema, mas acho que também é legal ter...

25:53

A gente conseguir abrir mais leques, nesse sentido, dos próprios treinamentos,

25:58

fora para o laser, que é algo novo ainda no Brasil, né?

26:01

Se a gente parar para pensar, a gente tem o light touch,

26:05

está comercialmente funcionando, eu acho que há dois anos, ou três, né?

26:08

Não tem mais que isso.

26:10

Dois anos.

26:12

Então, é muito... Qual que é a vantagem, Aldo, até para pegar o gancho,

26:17

do laser em relação ao motor, para você, na sua opinião, vindo com esses olhos?

26:24

A vantagem em relação ao motor, nesse sentido de, por exemplo,

26:28

até uma casudade que a gente consegue tratar com o laser,

26:32

eu sei que a gente consegue fazer desistência de ilusão, desinfecção,

26:35

a gente consegue... Tem várias finalidades que vão muito além de remoção de cerâmica,

26:44

é o que a gente mais fala, eu falo principalmente,

26:47

mas eu falo isso de uma parte informativa, porque eu mostro e preciso mostrar

26:53

a minha realidade, né?

26:55

Mas a realidade do laser é muito além disso, né, Aldo?

26:59

Não, olha, vamos colocar assim, a Fatima faz 100% dos casos com o laser, tá?

27:06

Quase hoje, porque ela faz o dontologia estética anterior, né?

27:09

Então, ela tem... Tem... Tem muita interação.

27:14

A gente tem uma escola minimamente invasiva,

27:17

dentro, quando você trabalha com o laser, para a cabra.

27:20

Então, por que? Porque ele é seletivo, tá?

27:23

Eu acho que esse é um fator muito importante.

27:26

O laser de erba tem uma característica assim, super importante,

27:30

que ele gosta muito de água e...

27:33

Olha, né? Essa luz aqui, olha.

27:36

Ele gosta muito de hidróxia, patita e de água.

27:39

A curva de interação dele é muito importante por causa disso.

27:42

Então, ele consegue entrar num esmalte que tem 2% de água

27:46

e fazer efeito e fazer a microsprozão.

27:49

Se você entra numa dentina, que é normal, 18% ou 20% de tecido orgânico,

27:55

porque ele interage muito com esse tecido orgânico,

27:58

e você encontra uma dentina com cari, o que acontece?

28:01

Ela tem mais água, então ele trabalha de forma mais efetiva.

28:04

Então, ele vai...

28:05

É interessante.

28:06

...pacar melhor no tecido de cari,

28:08

ele vai fazer um diferencial do tecido cariado ou não, tá certo?

28:13

Isso é muito importante. Então, você preparou um dente,

28:15

você tem dúvida se lá no fundo será que eu removi toda a cari?

28:18

Você preparou um dente normal, com a atualta rotação,

28:21

um lei, um in-lay, você vai aplicar o Herb

28:24

e você vai perceber que pelo toque que ele tem no tecido, isso,

28:29

fica muito... você consegue perceber essa diferença.

28:34

Então, daí a gente faz pequenos concertos de gengiva na hora,

28:38

sem anestesia, então assim, é uma técnica que não tem vibração do motor.

28:42

Ela é minimamente invasiva.

28:44

Hoje o light touch é muito, muito rápido para cortar,

28:47

você sabe nisso, tá certo?

28:49

Ela dá tranquilidade para o paciente,

28:53

porque não tem o barulho da auto-rotação.

28:55

Acho que o maior diferencial que tem aí é o barulho.

29:00

Você sabe que tem um trabalho de um pesquisador chamado

29:03

Warhammer V, tá pior a luz agora ou não?

29:05

Não, não, não.

29:06

Tô vendo aqui quando as pessoas têm na live,

29:08

são quase 3 mil aqui, estão indo super bem.

29:11

Pode continuar.

29:13

Então, o Harber Wittl fez um estudo há 20 anos atrás

29:17

que as pessoas não têm medo do auto-rotação,

29:19

eles têm medo do barulho da auto-rotação.

29:22

Então, se você fez o barulho das pessoas nesse estudo dele,

29:26

tinha um medo do barulho e 32% tinha um medo da dor que ela pudesse causar.

29:32

Então, só para você ter uma ideia, como é importante você ter um instrumento

29:36

que você, no 90% dos casos na dentística, você não precisa anestesiar.

29:41

Ok?

29:42

É importante que a gente descobriu que se for num trabalho publicado

29:47

do professor Pecor, do Ribeirão, pelo Cuscioli, publicado na academia americana de laser,

29:52

ele aumenta a desividade em três vezes.

29:54

Então, o que eu quero falar?

29:56

Isso, eu ia te perguntar exatamente...

29:58

Olha, outra pergunta que está reposendo antes.

30:00

Pergunta, ó, aqui, sobre condicionamento,

30:03

até a gente tem escondidinho na nossa pesquisa,

30:06

a gente vai falar sobre isso também,

30:08

sobre o condicionamento de substrato de estrutura dental com laser.

30:15

O que você acha disso? Você acredita nisso? Muita gente.

30:18

Oi, eu tenho vários trabalhos. Eu tenho 60 trabalhos com laser, tá?

30:22

Publicado na academia internacional, 60.

30:25

Eu tenho 160 trabalhos publicados com laser em geral.

30:28

Eu, a Fátima, o nosso grupo. Quando eu falo eu, não é o Aldo.

30:31

Ninguém faz nada sozinho, como o Rafael também.

30:34

Eu vejo que ele tem uma equipe enorme e isso é importante a gente construir.

30:39

Porque, no dia de hoje, quem pensar em fazer sozinho já tá morto na saída.

30:43

Não consegue, né?

30:44

Não sai, não sai, não sai.

30:46

Não dispara.

30:47

Então, o que acontece?

30:49

No esmalte, ele forma uma espécie de escama de peixe, você vai ver assim.

30:53

Tem várias camadas de dentina quando você aplica ele.

30:57

Então, a área de adesão aumenta em três vezes.

31:00

Se a área de adesão aumenta em três vezes,

31:02

você tem três vezes maior resistência e atração.

31:06

Então, o que eu posso dizer?

31:09

Se você hoje fizer preparos mínimos e você tiver medo do receio,

31:15

que provavelmente não vai ter nada que vai te ajudar na retenção,

31:20

você faz uma aplicação do laser no modo dele, no gentle mold, no gentle mold.

31:27

E você fazer aumentar aquela área rústica da dentina,

31:36

remover todo o esmalheio, ele remove todo o esmalheio e você tem uma adesão muito maior.

31:43

Para fazer resinas hoje, a gente não faz resinas com preparos grandes.

31:48

Praticamente a gente não faz mais preparos.

31:50

Não.

31:51

A classe 5 expandir, tentar fazer retenção.

31:54

A gente faz minimamente invasivo.

31:56

O laser bate ali, aumenta a retenção.

31:59

A gente para se inventar alguns casos de faceta em lei ou um lei,

32:04

usa o laser, ele aumenta a retenção, diminui a sensibilidade do paciente, tá certo?

32:10

Por vários mecanismos, alguns mecanismos,

32:13

a minha tese doutorada é com erbio, comprando erbio e neodymio, tá?

32:17

E a gente observou que enquanto o erto abre os li...

32:21

remove o esmerley, abre os canalículos, o neodymio tem outro tipo de laser, fecha, né?

32:29

Ele sela os canalículos.

32:31

Então, se eu vou fazer um processo adesivo,

32:33

é muito importante eu abrir, limpar o canalículo,

32:36

porque a adesão na dentina é muito melhor que na adesão em esmalte.

32:40

Só que os trabalhos científicos publicados mostraram que fazer só o laser,

32:46

no caso de restauração, não era o ideal como o condicionamento.

32:50

A gente faz o laser e faz o condicionamento ácido.

32:53

Por quê? Porque você evita a infiltração marginal.

32:57

Então, hoje o protocolo é a gente faz um preparo, a gente faz o laser de erbio,

33:04

a gente faz o laser terapêutico, porque é uma linha de pesquisa minha, já há muitos anos,

33:10

eu não sei se você sabe, bem legal isso daí, para os astronautas na NASA,

33:15

eles trabalham com uma técnica nossa de sensibilização dental.

33:19

Olha só!

33:21

Então, o IUM saiu na folha, saiu no Estadão, saiu na aveia,

33:25

saiu em várias revistas que nós envolvemos uma técnica de diminuição de sensibilidade dentinária,

33:32

através do laser.

33:34

Por quê?

33:36

Porque ele faz um materialismo fisiológico laser terapêutico para diminuir a sensibilidade.

33:43

Hoje você tem o erbio, você pode ajudar, você pode associar o laser terapêutico,

33:48

pode associar o fluor, mas no astronauta ele chama-se Barodontic Stress, o barotrauma.

33:55

Vocês quiserem depois procurar, quando você tem diferença de...

33:59

Você tem uma tendência de inflamação opulpite, pessoal de submarino,

34:04

então a gente levou essa técnica.

34:07

Foi até muito engraçado que quando eu apresentei isso em Houston,

34:11

eu estava apresentando a época do slide ainda, logo começou os Power Point,

34:17

bom, eu apresentei lá o meu Power Point, o cara fez uma pergunta crucial,

34:22

estava toda aquela cúpula lá da NASA do exército,

34:26

quem me levou foi o professor Antônio Pinheiro da Universidade Federal da Bahia,

34:31

que me convidou, porque ele foi convidado para falar de regeneração óssea,

34:35

e me convidou para falar de sensibilidade, tinha pesquisador de 8 países do mundo,

34:40

eu estava olhando o percajando, que é o cara que ficou o mais famoso da nanotecnologia,

34:46

bom, para resumir o cara me perguntou, quanto custa esse aparelho?

34:49

Putz, o aparelho é brasileiro, eu falei assim,

34:52

ah, deve custar, pensei com mim, custa uns mil dólares,

34:57

eu falei, vou falar 3 mil? Fiquei pensando,

35:00

para não ficar chato, falei 3 mil reais, o auditório veio abaixo,

35:05

o Estado maior do exército faz assim,

35:09

vocês estão me fazendo gastar um milhão de dólares para desenvolver um laser para sensibilidade,

35:14

ele veio aqui com um laser de 3 mil dólares,

35:17

está encerrado a sessão, quero conversar com vocês,

35:20

eu não entendi o que estava acontecendo, cara,

35:23

eu nem entendi, eu falei, Pinheiro, o que que aconteceu?

35:26

Você cerrou a sessão, eu falei assim, como você é?

35:29

Acabou com tudo, acabou com tudo, bom,

35:31

aí a gente acabou se unindo com eles, eles que vieram aqui no Brasil,

35:35

o Harry Willam, que era o pesquisador-chefe da Nava,

35:38

que veio aqui no Choké, e a gente desenvolveu um protocolo

35:41

que hoje a estação Pacial Trabalho,

35:44

Pacial Trabalho é um protocolo de redução de sensibilidade

35:48

com laser terapêutico que a gente trabalha.

35:51

Então foi o início de tudo, foi por aí, entendeu, foi por aí,

35:57

e acho que voltando ao tema que falou,

36:01

a gente, o laser te dá muitas oportunidades, né?

36:05

Então o Airbus surgiu lá, depois ele parou um pouco,

36:07

veio outra vez, e agora surgiu forte,

36:09

então eles vão renovando o desenvolvimento tecnológico,

36:13

que é minha área, eu não sei se você sabe,

36:15

eu não dou aula para na odontologia,

36:17

não sei se você sabe disso.

36:19

Conta aí para o pessoal saber também.

36:22

É, eu dou aula na bi-enginharia e na engenharia biomédica,

36:25

é 20 anos, e hoje eu trabalho no Instituto de Física de São Carlos,

36:29

como professor convidado e pesquisador convidado

36:32

com o professor banhato.

36:34

Então a interface laser, você vai ter que saber,

36:37

nunca pegue um laser se você não soube a odontologia,

36:39

esse é o parâmetro principal para mim.

36:42

Ele não vai te ajudar absolutamente nada

36:44

se você não soube a odontologia.

36:46

Então você tem que ter um bom conhecimento de odontologia,

36:49

um bom diagnóstico, um bom plano de tratamento,

36:51

e aí o laser pode te ajudar como ferramenta, entendeu?

36:54

Então acho que esse é o ponto principal

36:58

para você trabalhar com o laser.

37:00

E foi por aí que várias oportunidades,

37:03

várias linhas de pesquisa surgiram nesse caminho, entendeu?

37:06

Bacana, vamos pegar a linha que é que eu resolvi seguir,

37:11

então que eu acho que é uma realidade hoje que...

37:15

Aldo, a primeira coisa que eu queria só para não ter hemagogia nenhuma,

37:20

eu acho que assim, o retrabalho,

37:22

eu acredito que existam retrabalhos...

37:26

Partindo do primeiro princípio,

37:28

que existem retrabalhos e números de retrabalhos,

37:31

cada vez surgindo mais retrabalhos.

37:33

Eu sou denteza que produzo hoje por meio de 600 elementos.

37:37

Se eu acertar todos esses 600 elementos por mês,

37:41

e não der nenhum caso, algum tipo de problema,

37:45

significa que eu sou Deus ou eu sou denteza perfeito.

37:48

Desses 600, ou desses 1200, ou desses 3000, 5000.

37:52

Então acho que todo mundo na odontologia,

37:55

dentistas de verdade, dentistas do mocho,

37:59

dentista dedo na saliva, bunda no mocho,

38:01

aquele denteza que trabalha no dia a dia químico,

38:03

que precisa pagar boleto, que mantém a sua vida conconstória,

38:08

que no caso, é o meu caso,

38:10

de todo mundo que está assistindo a sua live, grande maioria deles.

38:13

Essa é a realidade que existe dos retrabalhos

38:16

e como existem, por exemplo,

38:19

que podem existir seus, podem existir do colega.

38:22

E a gente tem que partir sempre do princípio

38:24

de que o dentista, o surgião do dentista,

38:26

fez o melhor que ele pôde naquele caso,

38:28

com as limitações que ele tinha naquele momento,

38:30

a gente não sabe como foi.

38:32

A gente nunca pode condenar ninguém para um retrabalho.

38:35

Imagina se cada retrabalho que eu recebesse no meu constrói,

38:37

de cada 10 hoje são 7 que eu refaço.

38:40

E não é porque eu sou melhor que nenhum outro dentista,

38:43

ou porque eu me considero melhor,

38:44

porque eu faço mais retrabalhos, não,

38:46

é porque os pacientes hoje entendem

38:48

que eu me tornei uma pessoa que refaz mais casos.

38:51

Porque eu consigo arrumar justamente porque o laser está no meu constrói,

38:54

eu tenho essa bagagem para poder refazer.

38:57

Mas nada em pé de um caso meu ou outro,

39:00

ou um caso do alto ou outro, isso acontece

39:03

na medida que vai passando o tempo,

39:05

porque todo dentista tem que partir sempre do princípio

39:08

que ele fez o melhor que ele pôde no caso.

39:11

Então, não existe esse discurso de

39:14

ah, mas eu preciso acertar 100%

39:17

não, na verdade você precisa acertar sempre a sua conduta ética,

39:21

a sua conduta clínica e fazer o melhor

39:23

para você puder dentro do seu,

39:26

do que você tem como conhecimento.

39:28

E até então, uma conscientização.

39:30

Se, por exemplo, às vezes você não consegue adquirir

39:33

uma técnica que seja replicável,

39:35

busque técnicas replicáveis,

39:37

não fique frustrado com, às vezes, cursos

39:40

ou discursos de congresso, porque eu acho

39:43

que o dentista perfeito só existe no congresso,

39:46

aquele dentista que não erra, aquele dentista que só mostra

39:49

ex e só mostra acertos, que é o dentista que faz um caso por mês

39:52

ou dois casos por mês e faz o material,

39:55

mas o dentista que produz, por exemplo,

39:57

eu, 600 elementos por mês, a gente tem que mostrar,

39:59

e por isso que quando eu faço as apresentações

40:01

em congresso, em workshops, que eu mostro, inclusive,

40:04

os meus erros nas minhas aulas, que é justamente para passar

40:08

para a grande maioria, que na verdade a gente não vive só

40:11

de o baúba na dentologia, muito do contrário.

40:15

Eu acho que está muito mais interessante mostrar

40:17

onde estão as falhas, e é isso que eu vou até abordar

40:20

na minha cursão online um pouco, onde foram as coisas

40:23

que eu já errei nesse tipo de tratamento, por exemplo,

40:26

fechamentos de diastema, e aí vai por diante

40:28

diversos casos técnicos que a gente vai ter lá,

40:31

que é para mostrar que por que a gente já errou

40:33

e como que a gente consegue, hoje, manter uma evolução de trabalho

40:36

porque todo mundo evolui, e todo mundo tem o direito de evoluir.

40:40

Então, toda audiência que está hoje com a gente

40:42

pode ter certeza de uma coisa.

40:45

Na verdade, é o tratamento hoje bola da vez, porque cada vez mais

40:49

as pessoas estão dizendo sim para os tratamentos,

40:52

porque o paciente chega pedindo hoje praticamente

40:55

para fazer lente de contato.

40:57

Eu acho que o trabalho que eu fiz no passado,

40:59

de divulgar tanto essa técnica, os dentistas juntos,

41:02

começarem a divulgar tanta técnica de lente de contato

41:05

em rede social, acabou que existe hoje um boom da técnica,

41:10

uma popularização muito grande, mas, de certa forma,

41:13

uma aplicabilidade da técnica de uma forma

41:17

que não seria das melhores, que a gente poderia rever

41:21

algumas condutas para evitar o grande número de retrabalhos.

41:25

Mas, como eu já falei, eu já evolui muito de alguns anos para cá,

41:29

eu acho que todo mundo vai ter uma hora ou outra

41:32

que vai esbarrar com o retrabalho e até hoje em dia

41:35

pode acontecer uma hora ou outra, quem nunca errou,

41:37

só quebra a prato, quem lava, na verdade, hoje em dia.

41:41

Como que você vê, Aldo, essa curva ascendente

41:45

de retrabalhos hoje na atualidade, principalmente aqui no Brasil?

41:53

Eu tenho a aula agora em Dubai, em Fevereiro,

41:56

eu fui falar de remoção de facetas.

42:00

Você não vai falar de exterior de remoção de facetas,

42:03

você tem que tomar muito cuidado, porque eles não entendem muito bem

42:06

o Brasil, campeão, quase mundial de facetas, segundo lugar,

42:10

muitos países não têm esse apelo para estética que a gente tem hoje.

42:14

Então, como que eu fiz abordar isso?

42:16

O que é o retrabalho na minha opinião?

42:18

Retrabalho aumentou?

42:19

Quando você comprou a parada, falou que você estava preocupado,

42:24

eu me lembro como se fosse hoje, porque estava chegando

42:27

quase a 30% de retrabalho na sua clínica.

42:30

Bom, já é o e-30.

42:32

E outro dia estava...

42:34

E falou que estou com 70% de retrabalho,

42:38

imagina se eu não tivesse o lêndio.

42:40

Mas o retrabalho não é só por erro,

42:43

o retrabalho é porque a pessoa fez um porcelano

42:47

por trás, ela não está mais contente com a cor,

42:50

porque naquela época não tinha as cores

42:52

que a gente tem, de blitz hoje, mais clara,

42:55

ela quer mudar um pouco o formato,

42:57

ela emagreceu muito aquele formato que foi feito,

43:00

já não está mais legal para ela, ela quer mudar um pouco.

43:03

Às vezes mudou de ideia, não é?

43:05

Eu gosto todo dente branco aí, de repente fez, mudou de ideia,

43:08

foi chacotado e, de repente, não quero mais isso.

43:11

E aí, muda tudo.

43:14

E é isso.

43:15

Então, a mensagem para quem está ouvindo a gente,

43:17

se você acertar o NAH,

43:19

se fizer o BOE em 70% ou 80% dos casos,

43:22

você é um excelente dentista.

43:24

O restante você vai ter que cozinhar um pouquinho ali,

43:26

um pouquinho ali, melhorar.

43:28

Às vezes vai ter que refazer um caso,

43:30

porque quantas vezes você já achou um caso,

43:32

você vai para casa assim,

43:34

vou dormir com uma artesão,

43:36

porque esse caso aqui ficou muito bom,

43:38

a paciente olha e fala assim,

43:40

ah, mas eu não gostei.

43:42

Outros casos, você vai ter ficado um pouco melhor,

43:44

a falar, nossa, está maravilhoso,

43:46

era isso que era o meu fônio.

43:48

Então, essas coisas

43:50

acontecem mesmo dentro do constório.

43:53

Você estava falando dos cursos,

43:55

eu fui fazer um curso de estética,

43:57

de vários professores,

43:59

e eu saí com a seguinte conclusão,

44:01

aqueles pacientes que eles atendem lá

44:03

não aparecem no meu constório.

44:05

Exato, paciente de conversa,

44:07

paciente de curso,

44:09

é muito pontual.

44:11

Parece mulher bonita,

44:13

loira de olhos verdes,

44:15

que quer fazer faceta,

44:17

não aparece dente em cavalar,

44:19

torto fora de posição,

44:21

dente escurecido.

44:23

Aí você vai ver

44:25

quanto tempo eles demoram,

44:27

ficou três, quatro dias,

44:29

para fazer um caso,

44:31

só de fotografia, vai meio dia,

44:33

vai no seu quê, não é a nossa realidade.

44:35

Às vezes você sentou no cadeira,

44:37

programou duas horas,

44:39

o paciente atrasou,

44:41

você vai ter que se adiantar,

44:43

na hora que está fazendo,

44:45

deu alguma coisa, está auxiliar.

44:47

Construtório é consultório.

44:49

Então, a gente tem que

44:51

tomar muito, muita atenção,

44:53

e todos os dias

44:55

você tem que estar preparado

44:57

para algum tipo de retrabalho que você tem que fazer.

44:59

Ou porque o paciente não gostou,

45:01

porque você mesmo não gostou,

45:03

não ficou como eu queria.

45:05

Mas o retrabalho hoje

45:07

não é só por falha.

45:09

Acho que o retrabalho é muito

45:11

muito voltado a uma mudança

45:13

de paradigma na sociedade

45:15

e de vontade.

45:17

Porque todo mundo

45:19

queria só dente branco, branco,

45:21

branco, branco, tipo copo de leite.

45:23

Hoje eu já percebo que eles

45:25

querem outros tipos

45:27

mais caracterizado,

45:29

mais maquia...

45:31

Querem um outro tipo de trabalho.

45:33

Então, acho que isso

45:35

e cada profissional

45:37

também se adequam a um tipo de trabalho

45:39

que as pessoas procuram.

45:41

Isso eu concordo com você

45:43

em todas as palavras,

45:45

e eu acho muito chato

45:47

quando crucificam colegas.

45:49

E colegas fazem excelente trabalho

45:51

e trabalham com uma cor extremamente

45:53

branca. E aí

45:55

rotulam aquele colega

45:57

que eu acho que não é bem por aí, porque

45:59

se aquele colega tem público

46:01

e está fazendo ontologia legal de qualidade,

46:03

créditos para ele.

46:05

Não tem que desmerecer

46:07

por esse tipo de questão,

46:09

só porque este beira é um artificial.

46:11

Não, se existe um público ali

46:13

que não tem feito acimentação,

46:15

se os trabalhos têm longevidade,

46:17

se as facetas estão bem adaptadinhas,

46:19

se está tudo dando certo, ok,

46:21

tudo bem, não tem problema.

46:23

Mas é aquilo, volto a dizer.

46:25

Acho que todo mundo

46:27

já, hoje em dia, está careca de

46:29

eu já tive caso, por exemplo, de

46:31

pegar retrabalhos de amigos meus,

46:33

pessoais, amigos internacionais,

46:35

até de casa. E cara,

46:37

é normal, acontece,

46:39

uma hora o paciente está aqui, uma hora o paciente

46:41

vai lá e vem e volta.

46:43

Eu acho que é cíclico, acho que todo mundo,

46:45

o Brasil vai dizer muito isso, porque está todo mundo

46:47

fazendo aí, põe o mais barato, de repente

46:49

quer aqui, aí paga aqui, gasta duas

46:51

vezes, aí não quer trocar, vai trocar

46:53

para o mais caro, vai no mais barato.

46:55

Então tem essa, esse batibola.

46:57

Quais os procedimentos,

46:59

que você acha que deixou, que são

47:01

os mais importantes que a gente pode

47:03

falar aqui, desse nessa linha do Iago Yag,

47:05

que a gente deixou,

47:07

que a gente está deixando, cada vez mais

47:09

usar brocas, que é

47:11

o caso do retrabalho que é a vantagem dele,

47:13

que é justamente não tocar

47:15

brocas nos dentes, porque os trabalhos científicos

47:17

isso não é o que estou falando, os trabalhos mostram.

47:19

E dependendo até,

47:21

de uma vez, a gente encontra só uma história antes aqui,

47:23

eu fazia

47:25

casos prepless, né, alguns,

47:27

fiz alguns.

47:29

Eu descobri que isso depois vinha a falhar,

47:31

que não dava muito certo

47:33

pelo manchamento

47:35

nas áreas das ameias

47:37

e ter próximas ali, no estrangulamento

47:39

de papila, pela alteração de valor

47:41

daquela área,

47:43

por não ter um abraçamento total.

47:45

Eu mesmo fiz um recorde dos meus pacientes

47:47

nessa época

47:49

para que eu fizesse

47:51

esses meus próprios retrabalhos.

47:53

Então isso é uma história que eu conto já

47:55

há muitos anos, até

47:57

o falho dos meus erros, das falhas que eu tive,

47:59

essa foi uma delas,

48:01

de querer seguir uma

48:03

convulta do não preparo, que eu acho que

48:05

eu também enche e volto,

48:07

enche e esvazi a sala

48:09

de congresso cada vez mais.

48:11

E naquela época

48:13

eu fazia a remoção com o microscópio,

48:15

mas estou mandando todo cuidado para chegar para a endocerêmica,

48:17

mas mesmo assim os trabalhos mostram

48:19

que até quem usa microscópio,

48:21

quem está com o multiplicador ainda assim,

48:23

desgasta 0,3,

48:25

isso foram químicos excelentes,

48:27

0,3mm de espessura.

48:29

Esses trabalhos mostram

48:31

que é assim, e o laser você não tem isso,

48:33

na verdade, vai ficar aquela crostinha de cimento,

48:35

aquela camadinha de cimento,

48:37

onde você vai remover com uma borracha,

48:39

vai dar um pulimento

48:41

e vida que segue.

48:43

Até por isso que eu te questionei sobre o condicionamento,

48:45

e você já me falou a resposta,

48:47

eu gostei bastante,

48:49

que é isso. Mas quais os procedimentos

48:51

que mais deixaram a gente usar

48:53

menos, cada vez menos,

48:55

brocas, que são, por exemplo,

48:57

retrabalho na remoção, cavidades,

48:59

e que mais, Aldo?

49:01

Deixou que falar uma experiência muito legal,

49:03

que eu tive,

49:05

e a gente começou a fazer um travão,

49:07

saiu um pouco do dente,

49:09

e vamos falar um pouquinho de tecido mole,

49:11

porque é uma coisa que talvez as pessoas

49:13

não saibam muito. Mas eu tenho um parceiro

49:15

que eu já tive,

49:17

é um cara super bom de pério,

49:19

e a gente começou a fazer uns casos,

49:21

onde você tinha que fazer o aumento

49:23

gengival,

49:25

não mais com remoção de osso.

49:27

Então quem já fez esse trabalho

49:29

de remoção de osso,

49:31

sabe que quando você passa a broca,

49:33

faz sangue pra todo lado.

49:35

Então, eu até tenho uma

49:37

brincadeira que eu falo,

49:39

vai até no teto se bobear.

49:41

Hoje a gente faz isso, a gente faz a moldagem

49:43

do paciente,

49:45

faz a moldeira no computador,

49:47

prepara a moldeira, coloca no paciente,

49:49

recorta com laser,

49:51

remove o osso com laser,

49:53

só pra você ter uma ideia,

49:55

e o paciente uma semana depois,

49:57

parece que não fez cirurgia,

49:59

tá? Porque é minimamente invasivo,

50:01

né? Eu vou to... E ainda,

50:03

no campo visual, você sabe

50:05

quando você trabalha com laser, você até falou agora,

50:07

só pra ser um pouco de cimento,

50:09

você vai lá, tira, você dá mais

50:11

um toquinho com laser,

50:13

você retira um pouquinho mais de porcelana,

50:15

no osso é a mesma coisa. Então,

50:17

eu faço um recontor no gengival

50:19

super legal, super bacana,

50:21

entendeu? Caso que a gente

50:23

não imaginava de fazer cirurgia.

50:25

Por exemplo, eu fiz um trabalho

50:27

de cirurgia pical, ok?

50:29

Então, qual a dificuldade da cirurgia?

50:31

Por que a gente faz a retrobituração

50:33

na cirurgia brical? Porque o cônil

50:35

de gutapécha, quando você passa

50:37

a broca, ele abre,

50:39

sai da posição e

50:41

forma um espaço pra entrar

50:43

a bactéria. A gente tem um trabalho

50:45

publicado com microscopia eletrônica

50:47

de varredura, com corte com laser

50:49

de Erbion, e o gutapécha

50:51

não muda de posição, ele se mantém

50:53

igual, não tem vibração.

50:55

Tem... Então, o que significa?

50:57

Que eu vou fazer muito menos obturação

50:59

retrógrada em pacientes,

51:01

porque, às vezes, a pacienta fez uma

51:03

cirurgia, já tá na segunda,

51:05

é muito delicado quanto você tá cortando

51:07

de raiz. Eu pego aquela raiz que tá

51:09

exposta, eu irradio todo ela

51:11

descontamina, ela então, o sucesso

51:13

da terapia laser, na descontaminação

51:15

de superfície,

51:17

tanto de dentina, né?

51:19

Ele é muito maior, estatisticamente

51:21

do que o sucesso das técnicas

51:23

convencionais.

51:25

Perimplantit, caso que a gente tá

51:27

apresentando muito, tá saindo um paper

51:29

agora, em novembro, na Foto Medicina

51:31

Laser Surgeon, de 44 pacientes,

51:33

né? Isso é um trabalho que o

51:35

Jamil também coordenou,

51:37

é, os 44 pacientes,

51:39

o grupo de laser,

51:41

todos que vieram redução da perimplantit.

51:43

Forma oço, 2, 3,

51:45

4 milímetros, eu tô falando.

51:47

Eu não tô falando... É, isso é bem legal,

51:49

bem legal mesmo.

51:51

Então, isso, eu acho que

51:53

é coisas que ainda não chegaram

51:55

tão forte aqui no Brasil, mas que a gente

51:57

já tá levando daqui pro exterior,

51:59

a gente deu curso na Itália, a gente

52:01

deu curso no Libano sobre isso, a gente deu

52:03

curso em Dubai

52:05

sobre isso, entendeu? A gente tá

52:07

mostrando que a gente tá fazendo isso,

52:09

né? A nível da

52:11

universidade e já a nível de pacientes.

52:13

Então, eu acho

52:15

que isso é um tópico, assim, super

52:17

interessante de você

52:19

ampliar essa visão do

52:21

laser. Eu vi outro dia,

52:23

eu não faço isso, eu não faço cirurgia de

52:25

implante, mas um colega com light touch

52:27

fazendo a cirurgia

52:29

de inerso, no maxilar, fazendo

52:31

abertura, né?

52:33

O Miguel comentou isso. Então,

52:35

isso, o que que eu posso

52:37

falar pra você? Pô, todo mundo tá

52:39

se desenvolvendo, eu tenho que bater palma,

52:41

eu gosto da pessoa

52:43

que senta

52:45

uma coisa, eu tô falando de faculdade,

52:47

que eu fiz essa pesquisa, mas nunca larguei

52:49

o moço. Eu não acho que tem

52:51

validade, eu vejo muitas vezes os cursos

52:53

das pessoas ganando de laser,

52:55

elas nunca tiveram paciente na frente

52:57

pra saber

52:59

que realmente como ele funciona, porque

53:01

chama translacional

53:03

recercio. Quando você sai do laboratório

53:05

do dente, da pesquisa, do ratinho,

53:07

do cachorro, que você...

53:09

Do invito, né? Aquela coisa.

53:11

Puta, isso é um

53:13

espaço monstruoso.

53:15

Então, assim,

53:17

eu me direcionei a...

53:19

Nunca queria fazer pesquisa, que não respondesse

53:21

as minhas dúvidas da clínica.

53:23

Então, esse é um ponto fundamental.

53:25

Então, se você falar assim, ó, o Aldo tá estudando,

53:27

DNA do dente, mentira, nunca

53:29

fiz isso na vida. Não sei fazer

53:31

isso. Eu sei é... Tem um problema

53:33

na clínica. Vou levar pro laboratório,

53:35

vou ver quem pode

53:37

da equipe me ajudar, dar essa resposta.

53:39

É isso. E passar com

53:41

as suas respostas.

53:43

Quando você teve lá, né?

53:45

Você fiquei muito feliz que a DEV

53:47

ficou muito feliz aí com

53:49

a Fátima, porque

53:51

nós aprimamos todos os armários.

53:53

Não foi que nem a gente não aconteceu na Itália.

53:55

O que nós tínhamos lá, nós mostramos pra vocês.

53:57

E eu não te conhecia. Você chegou lá

53:59

a primeira vez, assim, que se conhecemos

54:01

pessoalmente, conhecia de nome, tá?

54:03

Porque acho que essa é a nossa função, realmente.

54:05

A gente poder

54:07

levar também, que melhores aí

54:09

assim. Se a gente puder dividir isso,

54:11

mais coletas vão tá fazendo melhor.

54:13

Com certeza.

54:15

Como você falou,

54:17

sou contra a clínica, acho que

54:19

você pode ofertar dente branco, amarelo, azul,

54:21

vermelho. Você pode

54:23

não querer fazer faceta, você pode só

54:25

trabalhar com faceta de revina.

54:27

Você pode não querer fazer retrabalho.

54:29

Você pode não querer fazer o white.

54:31

Tudo isso é vale... Ou

54:33

tem dentista que só faz o white.

54:35

No exterior, tem

54:37

que ser só... Se você for na clínica

54:39

dele, só sabe fazer aquela cor

54:41

branca, branca, branca e é o padrão dele.

54:43

E dá certo pra ele, ok?

54:45

É aquele pra ele,

54:47

então, tem um cara em Londres

54:49

que eu sei que só faz isso, tá?

54:51

E

54:53

ele mostrou, um dia tava mostrando os casos dele,

54:55

mas se o cara chega lá

54:57

e fala, eu quero uma, dois, ele não faz.

54:59

Ele acha aquilo bonito, padrão

55:01

dele, aquele, e tem que

55:03

tirar o chapéu, né? Eu acho que isso

55:05

é muito importante. Esse exemplo

55:07

bem importante. Esse exemplo

55:09

da gente saber construir.

55:11

Muitas vezes, as pessoas pegam uma coisa,

55:13

eu conheci o teu avô, conheci sua

55:15

mãe, conheci quando você começou aí.

55:17

Eles acreditaram numa pessoa

55:19

que tava trazendo inovação. É muito

55:21

mais difícil dar continuidade num

55:23

projeto do que a partir do zero. Então

55:25

você é um vencedor porque você deu

55:27

continuidade num projeto da sua família.

55:29

E você fez muito melhor, porque

55:31

eles fizeram uma combi e você hoje

55:33

já um Scania. Tô

55:35

tão, um exemplo do que eu

55:37

acho que

55:39

eu, isso é verdade.

55:41

E eu acho que a gente tem que socializar

55:43

o que nós estamos fazendo.

55:45

Aí eu quero falar uma coisa de que

55:47

maneira eu tô socializando isso

55:49

depois, eu acho que é importante a gente

55:51

falar com os colegas.

55:53

Vamos saber, vamos saber sim.

55:55

Eu tenho

55:57

um negócio muito legal também

55:59

que eu gostaria de saber, que fala

56:01

até hoje a gente

56:03

é falar muito sobre digital

56:05

sobre laser.

56:07

Mas se você vê cada vez mais o laser

56:09

mais presente, você acha que vai

56:11

essa tecnologia, ela

56:13

vai ficar cada vez mais acessível, a sua

56:15

experiência com a indústria. Qual é a

56:17

minha experiência com a indústria não é

56:19

muito grande, não é nada grande. Na verdade

56:21

eu sou um embrião, chegando

56:23

nessa história agora. Tive na primeira

56:25

publicação aí, aceita

56:27

no ano passado com a Deco, professor

56:29

Alfredo, a gente vai fazer alguma coisa

56:31

junto, agora a gente tá indo para um segundo

56:33

estudo, mas queria saber da sua opinião

56:35

do futuro disso

56:37

na autologia.

56:39

Será uma realidade como é

56:41

no Japão?

56:43

Rafa,

56:45

existe algum especialização

56:47

de oftalmologia

56:49

que não seja em laser?

56:51

Existe alguma cirurgia

56:53

que não tenha laser? Não existe mais

56:55

no país, tá certo?

56:57

A oftalmologia foi aquela

56:59

que saltou lá na frente, tipo

57:01

chapéu pros caras. Você ninguém

57:03

que é inoftalmologista hoje pra fazer

57:05

cirurgia convencional, anuncer que ele

57:07

tiver no cantão do Mato Grosso

57:09

lá no Amazonas e que

57:11

não tiver nenhuma outra possibilidade

57:13

mas mesmo o SUSO

57:15

fica isso, tá certo?

57:17

O que eu quero falar, por exemplo,

57:19

na Bulgaria, hoje

57:21

não existe nenhum odonto

57:23

PDA que não

57:25

trabalha com laser, principalmente o

57:27

Light Touch, todos os donos do PDA

57:29

tem. Por quê? Porque os pais não

57:31

levam mais um dono do PDA

57:33

que vai pro motor, que vai doer,

57:35

que vai anestesiar, se eles sabem

57:37

que tem um dono do PDA que tem laser

57:39

lá, claro, é uma outra odontologia

57:41

ela é estatal, mas

57:43

eu vou num estado

57:45

um cara que tem laser, que meu filho não vai tomar anestesia

57:47

que vai ser muito mais rápido, que vai

57:49

ser melhor a qualidade

57:51

do tratamento, a descontaminação

57:53

vai ser melhor, por que que o voo nunca não tenha?

57:55

Então acho que isso, né?

57:57

A tua pergunta

57:59

hoje você já deu a resposta

58:01

para essa pergunta, quando te conhecia

58:03

há dois anos

58:05

que você foi ver o curso

58:07

de laser, você fazia 30%

58:09

de trabalho, hoje você faz

58:11

70%

58:13

Você tem que me responder, quanto de participação

58:15

você acha que o laser teve

58:17

nessa sua evolução?

58:19

Quanto os pacientes cheguem e falem, eu vim aqui porque

58:21

eu não vou mover minhas lâminas

58:23

com laser

58:25

Quantos pacientes isso?

58:27

Ah, é gritante

58:29

É gritante, uma vez que eu vi

58:31

quando o mercado começou a pedir isso

58:33

porque eu comecei a ter retrabalhos e nem laser eu tinha

58:35

aí eu vi o Raviar fazendo isso

58:37

fora, a gente ainda nos conhecia

58:39

que a gente se conheceu lá

58:41

através do

58:43

do Tony

58:45

E eu já, compendo o Raviar cada dois meses

58:47

passava uma semana lá, passava uma semana lá

58:49

e via as emoções

58:51

lá com a fotona, eu falei, cara, achei muito legal

58:53

comecei a ver, a gente viu

58:55

junto isso daí

58:57

e eu achei super interessante essa parte

58:59

de poder trazer isso

59:01

porque uma vez que o paciente entende

59:03

que ele não vai passar pelo mesmo trauma

59:05

porque, ah, o que é uma coisa muito importante a gente

59:07

a gente salientar. O paciente que

59:09

quer o trabalho, que hoje é uma realidade

59:11

que chega pedindo pra fazer lente

59:13

de contato, é esse paciente

59:15

tem esse paciente, existe esse paciente

59:17

ele é uma realidade pra muita gente

59:19

e existe aquele paciente que já vem

59:21

traumatizado

59:23

de uma má experiência

59:25

seja lá com a verdade, sempre a história

59:27

tem dois lados, a versão do paciente

59:29

a versão do dentista, todo mundo tem que saber disso

59:31

por isso nunca julguem os colegas

59:33

que você vai trazer

59:35

até melhor como Miguel falou, nem queira

59:37

saber de quem foi, aquele caso, parte

59:39

do seguinte princípio

59:41

como eu vou fazer na

59:43

como eu faço com meus casos

59:45

que é isso que a gente tem que seguir

59:47

não fale, não comente, ou se você

59:49

precisar saber

59:51

que guarde pra você, porque eu acho que é isso

59:53

porque os casos crescem cada vez mais

59:55

justamente pela necessidade

59:57

do

59:59

do bom profissional

60:01

que o meu mercado, hoje a gente fala que tem muito

60:03

não tá sete, mas não tá dez, tem poucos

60:05

pra gente conseguir

60:07

trabalhar dessa dinâmica, eu acho que o laser

60:09

ele ajuda, mostrar pro paciente

60:11

que existe uma possibilidade

60:13

de resolver aquele problema

60:15

que ele tem, que às vezes foi

60:17

uma má experiência, pontual

60:19

ou não, pode ser

60:21

pontual ou não, porque eu acho que errar

60:23

é humano, errar

60:25

duas vezes, aí já é burrice

60:27

insistindo em eu já é burrice

60:29

então, é a chance

60:31

de você poder oferecer pro paciente

60:33

algo que não seja

60:35

traumático, que não seja

60:37

invasivo

60:39

que eu acho que é essa a história

60:41

que tá dando tão certo hoje em dia

60:43

e por isso que tá, acho que vem de tanto

60:45

a tecnologia, acho que

60:47

no Brasil, e tá funcionando muito bem pra muita gente

60:49

60:51

acho que é mais ou menos isso, Aldo

60:53

que a gente consegue

60:55

balizar, né, dos dois mundos

60:57

60:59

Sabe o que eu tenho mais dificuldade

61:01

no retrabario?

61:03

É saber avaliar se eu realmente vou ser

61:05

competente pra fazer aquele retrabário

61:07

daquele caso, porque se eu não

61:09

for, eu tenho que indicar pro melhor

61:11

porque esse é um paciente já ultramotizado

61:13

esse é um paciente que

61:15

já vem, eu não tô falando do retrabário

61:17

de faceta, eu falo do retrabário de implante

61:19

eu faço trabalho de império, eu faço

61:21

eu falo disso

61:23

é a melhor pessoa pra ajudar

61:25

a resolver o teu caso, porque

61:27

muitas pessoas, no retrabário

61:29

você tem que tomar muita atenção

61:31

porque ele precisa de

61:33

muito carinho, porque ele já vem

61:35

de uma experiência ruim

61:37

foi um trabalho até que tá bom

61:39

mas ele acha que não tá bom

61:41

que foi ruim, que foi traumático

61:43

então o retrabário

61:45

é assim, eu só faço o seu

61:47

acho que eu vou conseguir melhorar

61:49

a 10%

61:51

o caso dele

61:53

se for um caso que eu faço 10%

61:55

eu não faço o retrabário porque

61:57

ele não vai ficar contente, entendeu?

61:59

eu explico, olha, a tua chance de

62:01

quanto você espera, eu quero mudar tudo

62:03

ou não, eu vou conseguir melhorar

62:05

10% do teu caso

62:07

eu não faço tanto laminado, faço mais

62:09

próter, reabilitação

62:11

quem

62:13

um profissional que vai muito no

62:15

costório, aí eu já vejo a consciência

62:17

eu retiro também algumas lâminas

62:19

para alguns profissionais

62:21

mas eu vejo a vontade das pessoas de fazer

62:23

um trabalho melhor

62:25

então eu vejo alguns profissionais que sempre falam

62:27

eu tenho um caso especial, você pode tirar

62:29

essa lâmina pra mim

62:31

não é o meu dia a dia, não vivo de

62:33

eu faço isso porque eu sei que eu vou estar ajudando

62:35

aquelas pessoas

62:37

na realidade até

62:39

eu não tenho esquema pra isso

62:41

é a mesma coisa que se amanhã alguém fala

62:43

remove aí 100 lâminas pra mim

62:45

provavelmente não tem esquema pra ofertar isso

62:47

você não tem como fazer isso na sua

62:49

clínica, nem eu tenho como fazer

62:51

mas eu tenho alguns colegas

62:53

e veram que era um cara super legal, vai lá

62:55

remove as lâminas pra ele, eu vejo a preocupação

62:57

eu faço de quem eu vejo que

62:59

tem uma preocupação super legal

63:01

que seu paciente, entendeu?

63:03

então eu acompanho

63:05

você, acompanho outros colegas

63:07

tem muita gente fazendo, mas eu acho que

63:09

já fui dar curso pra gente que queria

63:11

aprender e pra gente que queria fotografar

63:13

o laser pra falar que tem

63:15

entendeu a diferença?

63:17

a preocupação

63:19

eu morro de medo disso

63:21

não é um marketing, isso é uma

63:23

ferramenta de trabalho muito importante

63:25

quanto mais pessoas

63:27

que verem usando bem melhor

63:29

o auto pro iana que trouxe isso pro Brasil

63:31

que tem 8 livros

63:33

que entende, melhor por rafa

63:35

que faz... eu quero que as pessoas

63:37

acertem a fazer direito

63:39

não é porque removeu uma, duas

63:41

ou três que ele já é um expert

63:43

ele precisa entender como que intera

63:45

o tecido, por isso que você tava

63:47

indo no mestrado, tá estudando, publicou

63:49

porque tá, sabe?

63:51

acordo cimento hoje

63:53

modifica a interação da luz, é um cimento white

63:55

com cimento, a gente vai começando a ficar

63:57

tão bom, né? eu brincava

63:59

que a Fatima quando tinha o diagnodente

64:01

o diagnóstico, ela por fluorescente

64:03

ela já sabia a marca da resina que

64:05

tinha no paciente pelo número de

64:07

fluorescente, tá, entendeu?

64:09

então, isso é um... a gente

64:11

vai ficando bom naquilo que a gente faz

64:13

e é isso, né? e eu acho que nesse assunto

64:15

a gente tem muita gente que

64:17

cai de paraquedas e tenta ser um aventureiro

64:19

mas eu acho que é isso, tem que ter muito

64:21

embasamento até porque

64:23

é uma máquina que se aperta o botão e não funciona

64:25

é muito além disso, né?

64:27

acho que tem muito mais

64:29

é muito mais, é muito além disso

64:31

e a gente tem que, nós que somos formadores

64:33

de opinião, inclusive aprendo muito com você

64:35

nesse sentido, é isso, é a gente levar

64:37

informação da forma correta

64:39

para chegar no usuário final

64:41

e chegar também na grande massa

64:43

que é o que a gente tá fazendo aqui hoje

64:45

para que chegue a informação da forma correta

64:47

que chegue a informação

64:49

é...

64:51

que não é como uma maquininha de Coca-Cola

64:53

que você vai lá, aperta o botão

64:55

além de sair

64:57

você

64:59

seguido, que você não pode

65:01

fritar a polpa, você não pode simplesmente

65:03

sair aumentando o parâmetro

65:05

você tem que respeitar ali porque existe

65:07

uma espessura

65:09

existe um agente de união que você tem

65:11

que saber ali dominar até pra você

65:13

condicionar o seu

65:15

sub... ah, você saiu aqui

65:17

pera aí

65:19

tá meu vindo aí

65:21

minha tela parou aqui

65:23

então é isso, acho que

65:25

é muito mais o cuidado

65:27

de como a gente vai tentar levar essa mensagem

65:29

pra frente

65:31

de uma forma

65:33

verdadeira

65:35

porque se é uma

65:37

realidade hoje que a gente vive

65:39

a gente tem que passar isso

65:41

porque na verdade

65:43

é um momento como foi um momento

65:45

da prótise total, como foi um momento

65:47

da PPR

65:49

como foi um momento do implante

65:51

e agora é a era do retrabalho

65:53

e o brasileiro tem que entender isso

65:55

e é aquilo que eu falei, eu não me sinto melhor

65:57

que ninguém porque eu tenho um número gigantesco

65:59

de retrabalho e não me sinto melhor dentista

66:01

que nenhum, na verdade eu só me sinto bem

66:03

pelos meus pacientes me escolherem

66:05

pra fazer esses retrabalhos e isso eu acho

66:07

fantástico, mas eu acho que tenho

66:09

muitos dentistas capazes, competentes

66:11

e fazendo trabalhos maravilhosos

66:13

com um laser inclusive de retrabalho

66:15

e não de... e sem usar laser

66:17

e não de fazer um trabalho excelente

66:19

que eu acho que é isso, eu acho que é somente

66:21

entender que é

66:23

uma realidade hoje no Brasil

66:25

e que a gente precisa fazer

66:27

algo pra mudar isso

66:29

daqui pra frente, pra que a gente

66:31

diminua isso lá na frente

66:33

e pra que faça da melhor forma possível

66:35

daqui pra frente e depois

66:37

da página 20 a gente vive e mude

66:39

essa história pra frente porque

66:41

é muito lamentável a gente viver

66:43

uma era de um tipo de tratamento

66:45

que vem

66:47

não dando tão certo, né

66:49

mas que é aquilo, como você falou

66:51

não é somente pela falha

66:53

é pela mudança de opinião

66:55

é pelas vezes o círculo de amizades da pessoa

66:57

que chega lá e gosta do meu dente

66:59

olha aqui Aldo, tá vendo? Não é um pouco branco demais

67:01

aí a amiga fala, a mãe fala

67:03

mudou de ideia

67:05

então é muito delicado o que acontece

67:07

nesse

67:09

tópico, né, por isso que eu acho que vai ser um tema

67:11

que vai encher e vai

67:13

já as salas de congresso aí nos próximos

67:15

semestres

67:17

ou melhor, não vai ter congresso

67:19

presencial nos próximos

67:21

tempos aí, eu espero que volte mais rápido

67:23

possível pra gente poder ter

67:25

aprendizado cada vez mais

67:27

mas eu acho que

67:29

a gente tem que

67:31

se ligar nisso, eu acho que o brasileiro

67:33

ele precisa

67:35

trazer pra ele

67:37

o cuidado de se unir, principalmente

67:39

o dentista nessa parte de

67:41

onde é que a gente já errou

67:43

onde é que a gente

67:45

pode melhorar pra trazer

67:47

informação pra massa

67:49

da onde que

67:51

onde que já foram os erros, onde que a gente pode

67:53

trazer as melhorias

67:55

pra não chegar as falhas catastróficas

67:57

da grande maioria

67:59

ou das nossas maioria

68:01

que eu acho que é isso tudo que a gente tem como responsabilidade

68:03

os formadores de opiniões devem

68:05

fazer aqui como seu papel principal

68:07

né Aldo

68:09

e a gente tem um outro fator

68:11

que a gente não falou, até fiz uma matéria pra ver

68:13

a semana passada

68:15

e a gente é muito atual

68:17

falando do covid

68:19

do covid nos seguintes termos

68:21

68:23

todo esse lock down

68:25

levou um nível de estresse muito grande

68:27

das pessoas

68:29

pra você ter uma ideia

68:31

eu sei que você sabe

68:33

eu fundei o doutor consulta

68:35

na área de ontologia, que é uma clínica

68:37

da CCID, porque a gente tinha um sonho

68:39

de fazer um negócio muito bacana

68:41

tomar cirurgia pra área médica

68:43

e poder contar a problematologia

68:45

o negócio começou com uma clínica

68:47

sete anos atrás

68:49

hoje nós temos 40 clínicas

68:51

1800 médicos, 500 funcionarem

68:53

o negócio explodiu porque

68:55

a gente não tava preocupado

68:57

primeiro a ganhar dinheiro

68:59

a gente tava preocupado em levar o melhor pro paciente

69:01

eu nunca vi ele falar numa reunião

69:03

eu nunca vi falar como é que tá o faturamento

69:05

como é que tá o nps

69:07

como que tá a reclamação dos profissionais

69:09

como que tá o nosso atendimento

69:11

nunca vi ele perguntar

69:13

de faturamento

69:15

ele sempre tava querendo saber

69:17

como que tava, a gente avalia muito

69:19

a indissatisfação do paciente

69:21

a produtividade, nossa que...

69:23

e eu montei ao doutor chegamos

69:25

17 unidades, assim, muito muito legal

69:27

porque conseguimos levar isso

69:29

para as pessoas classes cd

69:31

que elas não tinham nenhum tipo de acesso

69:33

hoje uma consulta é R$ 100

69:35

então... bem acessível

69:37

bem acessível, você ainda pode pagar

69:39

em 10 vezes, quer dizer

69:41

não tava falando do dinheiro, tô falando da

69:43

capacidade de você gerar

69:45

então hoje estão aqui quase

69:47

6 mil pessoas ouvindo a gente

69:49

tem o dentista que tem condições

69:51

tem o dentista que trabalha sozinho porque não pode

69:53

nem ter um auxiliar

69:55

e qual mensagem que a gente quer deixar pra ele hoje

69:57

acredite no que você tá fazendo

69:59

estude, veja, tem dúvida

70:01

vem conversar com o Rafa, que tá sempre disponível

70:03

vai com a...

70:05

vai tirar sua dúvida, vai acreditar

70:07

no que você faz, entendeu?

70:09

eu a...

70:11

a...

70:13

2010 eu fui

70:15

um curso na BertoLinaGV

70:17

sobre administração

70:19

sobre... porque eu quis começar a entender melhor

70:21

como que o mundo girava

70:23

na área da saúde, né?

70:25

aquilo que nós já conversamos um dia num dos almoços

70:27

como você faz pra gerenciar tantos funcionários

70:29

então a vida não é simples

70:31

as pessoas às vezes observam a gente

70:33

né? e falam, pô, o cara

70:35

teve sorte, o cara... não

70:37

é tudo muito trabalho

70:39

nós ainda temos uma vantagem que são casados com dentistas

70:41

né? então a gente ainda sai

70:43

do computador e ainda pode conversar um pouquinho

70:45

sobre o trabalho

70:47

pra falar mais sobre dificuldade

70:49

né? sobre isso

70:51

a gente ainda pode trocar

70:53

uma ideia sobre isso que eu acho

70:55

muito importante, então a mensagem

70:57

de hoje é assim

70:59

é... eu só vejo

71:01

uma forma do dentista se diferenciar

71:03

na trinta hoje

71:05

é inovação

71:07

na pandemia nós saímos de

71:09

91 casos tratados no doutor consulto

71:11

estou voltando pra lá

71:13

pra 132

71:15

em 4 meses depois

71:17

da pandemia, então você

71:19

percebe

71:21

o número de pacientes com apertamento, bruxias

71:23

mudou de ATM, fraturas

71:25

dental, fratura e dentes inteiros

71:27

um indivíduo chegou lá com premolar

71:29

em dois, mas não foi um nem dois

71:31

foram... foram várias pessoas

71:33

com fratura dental, então

71:35

você falou do retrabalho, mas o retrabalho

71:37

também é a situação psicológica do mundo

71:39

naquele momento, né? eu me lembro

71:41

que... que tinha uma época

71:43

que eu atendia muita gente da bolsa de valores

71:45

o que tinha de cara de 30 a 30 e poucos anos

71:47

com dentes fraturados, premolar

71:49

íntegro sem nenhuma restauração

71:51

porque hoje nós estamos no mundo

71:53

muito mais tenso

71:55

hoje todo mundo fala, vou colocar um jogo de

71:57

laminatos, mas já vou te dar uma placa

71:59

pra você

72:01

usar, pra te ajudar, porque?

72:03

porque você sabe que nós estamos

72:05

com numa outra era

72:07

né? e a gente... então a gente tem que levar

72:09

isso só em conta quando a gente fala de retrabalho

72:11

não é só por erro no retrabalho

72:13

mas a gente tem que levar em outra situação

72:15

psicológica que todas

72:17

essas pessoas estão passando em diversos países

72:19

principalmente

72:21

no Brasil, mas em outros países

72:23

você acha que é fácil você ficar presa?

72:25

a gente como você ficou 60 discos

72:27

que o seu constaúrio fechado? o cara que mandou

72:29

fechar o constaúrio foi louco

72:31

não paga conta, não usa o nosso funcionário

72:33

é terrível isso aí, tem

72:35

qual a maior preocupação que eu tenho

72:37

os nossos funcionários? eu vou falar, pô, esse cara

72:39

depende de mim, eu tenho que trabalhar, não é isso?

72:41

então acho que no Brasil

72:43

a ontologia

72:45

cresceu muito na habilidade do dentista

72:47

cresceu muito pouco

72:49

a possibilidade de você divulgar o seu trabalho

72:53

todos nós aqui já fomos incomodados

72:55

de uma forma ou de outra

72:57

para postar um caso clínico ou outro

72:59

que a gente está querendo é levar o conhecimento

73:01

então acho que isso é muito importante

73:03

nós não estamos aqui falando

73:05

para você fazer isso ou fazer aquilo

73:07

isso já desistia muito tempo

73:09

eu venho falar aqui daquilo que eu faço

73:11

você achar legal faz igual, você não achar?

73:13

pô, legal a mesma coisa

73:15

caramba

73:17

eu parto desse

73:19

nesse raciocínio, eu parto

73:21

para a minha conclusão

73:23

que eu queria que os dentistas entendessem

73:25

que eles não precisam ser

73:27

esses dentistas

73:29

do mundo perfeito, do fantástico mundo de boba

73:31

onde tudo dá certo, que é só

73:33

em congresso, pessoal, o dia

73:35

de clínico, as coisas dão erradas

73:37

as coisas, os tratamentos não têm

73:39

totalmente êxito, e é isso que a gente tem

73:41

que compartilhar aqui

73:43

cada vez mais

73:45

a realidade clínica de cada um

73:47

acho que por isso o grupo dos VIPs

73:49

é tão importante, que foi

73:51

algo que a gente criou e cada vez mais

73:53

tem aumentado o número de pessoas

73:55

que é justamente isso, a gente vai começar

73:57

a debater casos

73:59

em grupos de telegram

74:01

que é justamente para a gente

74:03

saber aproximar o dentista

74:05

porque eu erro

74:07

o algo erra

74:09

o Zézinho erra, todo mundo vai ter

74:11

retrabalho aí, então eu acho que

74:13

a gente podendo aproximar e trocar

74:15

experiências e todo mundo junto

74:17

criar um circuito de troca

74:19

de informações, um grupo de troca

74:21

de conhecimento, eu acho que todo mundo

74:23

vai cada vez mais subir

74:25

com isso e tirar, aprender

74:27

com os erros, aprender com os melhores

74:29

aprender com os que sabem mais

74:31

e cada vez mais isso vai se tornar

74:33

uma realidade melhor

74:35

para a ontologia brasileira, que eu acho que é essa

74:37

nossa missão aqui, se não fosse, né, algo

74:39

então não fiquem frustrados ou tristes

74:41

chateados com

74:43

existem retrabalhos aqui e retrabalhos lá

74:45

isso é uma realidade que vai passar

74:47

na minha mão, na mão dele, na verdade

74:49

e de todo mundo, então

74:51

se tem algo que eu acho que é interessante

74:53

para a gente levar

74:55

com o fundamento hoje dessa lá

74:57

e também vou fazer uma

74:59

chamadinha que agora tem uma

75:01

turma alta aí, é pessoal

75:03

vamos lá, vai ter

75:05

a viu

75:07

6.721

75:09

e aí, tá bom pra você?

75:11

Tá bom, tá bom de mal

75:13

ainda mais nós estamos falando de um assunto

75:15

que também não é tão comum na ontologia

75:17

tá bom, tá bom, tá até demais

75:19

tá bom, até demais, sinal que tem muita gente

75:21

interessada, muita gente

75:23

interessada em nos ouvir, te ouvir

75:25

principalmente nesse sentido

75:27

que eu acho que é super legal essa

75:29

esse dilema, por isso que eu falo

75:31

a gente tem muita coisa boa pra fazer juntos

75:33

aí nessa

75:35

nessa tocada, eu acho que

75:37

tem muita coisa legal pra gente explorar

75:39

mas turma

75:41

de fato

75:43

a gente vai falar um pouquinho

75:45

da viu agora, hein?

75:47

semana que vem, dos dias 19, 20, 21 de outubro

75:49

vai rolar

75:51

a semana das lentes inteligentes

75:53

que a Avenida Intradiência de Miqui

75:55

vai ter algumas coisinhas sobre retrabalho lá

75:57

que vocês vão quebrar a cara de

75:59

ver coisas que vão chamar

76:01

muita atenção e vão se impressionar

76:03

com um algo

76:05

que é tão simples de se ver

76:07

mas que eu vou mostrar coisas que

76:09

cara, foram coisas minhas

76:11

no passado, aonde foi que eu falei, onde foi que eu errei

76:13

e hoje

76:15

podendo mostrar a 8 anos depois

76:17

casos de 8 anos depois que eu documentei

76:19

mostrar aquilo que hoje

76:21

a gente faz de diferente

76:23

que justamente a gente quer entregar no método

76:25

que dá certo pra que as pessoas não façam

76:27

o que a gente já fez de errado

76:29

que eu acho que é uma outra linha de otologia

76:31

que a gente talvez não queira

76:33

descaracterizar os

76:35

tão perfeitos

76:37

que existem em Congresso

76:39

mas eu acho que é aquilo, a doutologia de realidade

76:41

de dia a dia clínico é um outro tipo de

76:43

doutologia voltada

76:45

pra assertividade, voltada pra

76:47

pagar boletos, voltada pra

76:49

trabalho, voltada porque você tem que trabalhar

76:51

se precisa atender o paciente, se é um

76:53

prestador de serviço, é diferente

76:55

é um outro, você tem prazo

76:57

você precisa entregar, você

76:59

paciente quer naquela hora, naquele dia

77:01

e tudo isso

77:03

acho que a gente vai falar muito mais

77:05

na Viu com os outros especialistas

77:07

tem o APA que vai falar

77:09

das demandas dele, das audiências dele

77:11

dos erros dele, das falhas dele

77:13

o Miguel, então tem muita gente aí

77:15

o Kaleiga, então tem muita gente que a gente

77:17

vai conseguir trazer aí pra perto

77:19

e os técnicos também

77:21

e a

77:23

a gente vai deixar os stories aí

77:25

salvos, ou melhor, vai deixar a live

77:27

salva aí pra você que não acompanhou

77:29

mas tem muita gente acompanhando

77:31

mesmo assim a gente vai deixar publicado

77:33

lá a aula, a gente foi até além

77:35

porque a gente ficou com 7.000

77:37

pessoas aqui juntas, até o final

77:39

a gente vai conseguir publicar essa live

77:41

no GTV também

77:43

porque a gente se torou o tempo de até de uma hora

77:45

a gente fez uma hora e vinte de live, acho que foi a live

77:47

mais longa que a gente já fez até hoje

77:49

segurando um grande número

77:51

de pessoas com um assunto tão

77:53

novo nesse sentido

77:55

então, tão de parabéns

77:57

acho que eu e você a gente fez um trabalho bacana hoje

77:59

eu acho que a gente foi

78:01

bem

78:03

a gente subdirecionar, acho que você lhe doa aí

78:05

foi super

78:07

esplanou muito bem, mas eu acho que a gente

78:09

vai ter que fazer coisas mais pra frente

78:11

juntos pra trazer cada vez mais

78:13

essa informação pro pessoal

78:15

que eu acho que é algo que se tem

78:17

até agora esse número de pessoas é porque

78:19

realmente estão interessados

78:21

em ouvir o que a gente tá falando

78:23

então fica aí

78:25

a nossa ideia de fazer mais pra frente

78:27

mais alguma coisa

78:29

e é isso Aldo, acho que valeu demais

78:31

brigadão, dá o beijão pra Fatima

78:33

aí, tá?

78:35

vamos marcar o moço aí em breve

78:37

tá bom?

78:39

oh Fatima, tudo bem?

78:41

cadê a BBS? tá por aqui?

78:43

vem cá, Fatima

78:45

tá lá também

78:47

tá numa reunião ali, esquece

78:49

mas dá o beijão pra Fatima

78:51

não vou quebrar o protocolo

78:53

não vou aparecer, mas ela resolveu

78:55

aparecer, foi ótimo, tá bom?

78:57

agradeço você

78:59

pra ter uma visita de inovação

79:01

eu acho que é o caminho pra você

79:03

ter uma dontologia diferenciada

79:05

dos outros

79:07

inovação não é só ter laser

79:09

uma espátula que você aprendeu a fazer

79:11

uma coisa diferente no dente, um movimento

79:13

uma forma de atender diferente

79:15

tudo isso é inovação

79:17

eu acho que esse é o caminho do sucesso

79:19

um abraço e tudo de bom pra vocês, tá bom?

79:21

isso aí, Aldo, boa noite, beijo grande

79:23

valeu

Assista ao vídeo original no Instagram.

Ver no Instagram