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Instituto Rafa Puglisi
Acervo · Vídeo @CGTd-djFtXK

Transcrição completa do vídeo

Boa noite, estamos ao vivo de novo, mais uma terça-feira aí com todo mundo, vamos começar aqui nossa live, o pessoal já está entrando e aí turma boa n

Fonte: instagram.com/rafapuglisi/reel/CGTd-djFtXK/ · Gerada em 17/09/2026

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Transcrição na íntegra

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Boa noite, estamos ao vivo de novo, mais uma terça-feira aí com todo mundo, vamos começar aqui

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nossa live, o pessoal já está entrando e aí turma boa noite, a vídeo hoje vai ser bem legal,

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a gente vai receber a Xai, a Xaini e vamos abordar um tema que tem sido bem controvérsio aí nos

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dias bastante polêmico sobre moldagem digital, moldagem analógica, qual é melhor, qual é mais

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indicado, qual que perfora melhor, na verdade a gente vai falar exatamente sobre isso, que é uma

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polêmica na verdade entrar nesse assunto do que é melhor, que não tem hoje muito bem o que é melhor,

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na verdade é o que se sabe fazer, a ferramenta que você sabe abordar, então eu já vou procurar a

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gente aqui para a gente poder entrar, já achei, vamos lá, tá entrando, conectando, fala Xai, boa

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noite, e aí Rafa, boa noite, tudo bem? Tudo bom, tudo certo aí, bem? Graças a Deus e por aí, tudo em paz,

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eu dei o tempo de chegar aqui, nossa eu estava correndo para, cheguei em cima aqui em casa, saímo do

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gostório ali, mas acabou de me procurar, a gente faz um esforço, a gente faz esforço para sair tudo

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conforme a gente combina aqui, mas esse negócio de live assim é complicado, você não está na hora,

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pessoal acaba, todo mundo está programado para assistir aí e depois acaba até a gente não está no

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tempo, mas conseguimos, que bom, o ufa deu certo, mas que legal que você concordou em participar,

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não, aproveitar Rafa, eu super agradecer, eu estou feliz com o convite, é uma honra enorme para

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mim, estar aqui primeiro por estar ao teu lado e também por estar entre os teus convidados super

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ilustres, né, eu que ainda estou assim engatinhando na minha trajetória e por não exercer assim

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também, que a odontologia convencional, né, de mão na massa, seja na parte clínica ou na parte

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laboratorial, então assim, é uma satisfação enorme, tá aqui, obrigada mesmo pelo convite, fiquei

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muito feliz. O Shai, que legal, feliz demais de ter você aí, acho que é uma dinâmica bacana para a

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gente poder abordar, porque não sabe pessoal, quem está conhecendo a Shai hoje, ela pega dentro

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de reabilitação oral, PhD, então ela tem domínio extenso nesse assunto que a gente vai abordar hoje,

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a gente vai falar de moldagem, tanto como hoje, acabou sendo recolhado de analógico e digital, são

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duas coisas que a gente consegue bater muito bem nessa tecla, mas antes de tudo, o turma antes

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da gente entrar, antes de mais nada, Shai, obrigado por ter aceito esse convite, eu fico muito feliz

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da gente ter essa dinâmica aqui, porque não sabe também a Shai, ela está hoje numa

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tocada muito forte junto com a Trixape, né, como é consultora, né Shai, fala? É, acaba sendo,

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ah, foi eu entrei na Trixape, já vai fazer quatro anos e meio, eu entrei como especialista de

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produto, então ficava respondendo pela divulgação mesmo, promoção, mais do escânderim oral,

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a Trixape tem um portfólio todo completo, né, tem uma solução para cada necessidade, mas eu

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ficava mais focado com o escânder e hoje eu estou na parte de treinamento, então sou gerente de

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treinamento América Latina, cuido mais essa parte de capacitação, tanto prévia quanto pós

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aquisição do equipamento. É, isso aí, toda vez que chega alguém novo lá no GP, a Shai baixa ali com

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o prato, todo carinho e dá uma treinamento, é muito legal, muito bacana, a tocada, oi?

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Pra maior satisfação. É, bem legal, bem legal, a gente teve, bom, já tem uma história legal

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juntos pra contar, mas antes de tudo, Shai, pra gente fazer aquele atrecimento bacana, falar um pouco

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do que vem por aí, primeiro vou pedir pra todo mundo começar, vende esse aviãozinho aqui embaixo,

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tem um aviãozinho aqui, lá da carinha feliz aqui, pega o aviãozinho e convida mais dois amigos

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dentistas aí, colegas de profissão, pode ser estudante, pode ser quem ainda nos formou,

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quem já está formado há pouco tempo, mas convida esses colegas, por favor aí, pra gente poder acessar

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maior número de pessoas, maior número de contas aí com esse conteúdo que a gente vai falar hoje,

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que vai ser bastante interessante aí essa dinâmica, a gente vai conseguir ficar a live,

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que já está com o engajamento legal, e se a gente atingir um certo número de pessoas pra

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gente poder ultrapassar o tempo de uma hora de live, então pessoal, vamos convidar aí os colegas,

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a gente vai dar um tempo, vamos aproveitar pra falar de que interessa bastante, que na semana que vem

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começa ali a Viu, que é a Semana das Lentes inteligentes, a Vieners Intergen Week, que vai ser

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muito legal hoje já no meu, nos meus histórias, ali eu consegui divulgar alguns dos novos que vão ter,

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eu vou falar com o Dr. Apa, Dr. Miguel Stanley, vai ter bastante coisa legal, tem o Paulinho Batistella,

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que vai estar lá com a gente também, o Davi Morita, vai ter uma turma boa, Milton, o Milton Reikei,

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então a Semana é dedicada aí, três dias focados e dedicados num evento ao vivo, só sobre lentes de

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contato e laminados cerâmicos, que a gente vai abordar, vai ser bem legal, e tem tudo a ver

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com o que a gente vai falar hoje, né, porque é aquilo, o que é melhor, o que é mais indicado,

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na verdade a gente tem que desconstruir esse diálogo, na verdade é o que funciona melhor e

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para quem funciona melhor, seja no digital, seja na lógica, mas quando a gente começar a

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esse bate-papo aí que vai ser bem legal, Chai, faça as apresentações aí para a turma depois que eu

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falei também, eu acho que é interessante achar, contar um pouco da história dela, como você foi para,

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uma coisa que até eu tenho curiosidade de saber, como você foi parar lá na tree shape, como foi o

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crescimento na parte do da audiologia, como se chegou um cargo tão alto aí na tree shape de tanta

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responsabilidade, como se atingiu essa, como se performou para estar lá? Bom, então nesse momento vou

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contar um pouquinho, eu acho que desde quando me procuraram a primeira vez o que que eu queria ser

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quando eu crescer, eu falei que eu já queria ser dentista, mesmo não tendo nenhum dentista na família,

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eu não sei, eu falei e mantive a ideia fixa, então eu fiz o dom, eu fiz na Unespide Araraquára e quando

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eu entrei, eu gosto muito de por a mão na massa, sabe Rafa, eu gosto muito da parte prática das

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coisas, então o primeiro ano de faculdade a gente não tem essa vivência e aí o curso era integral,

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o que eu fiz, que eu tive a oportunidade, foi assim, durante a minha graduação tinha um período noturno,

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que era os últimos anos, então eu pedi a licença para os professores e aí eu ia no noturno para

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auxiliar, sempre faltava alguém, então ficava ali sugando, era o próximo que eu tinha da odontologia,

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então era um dia todo no internal e à noite eu ia para auxiliar e aí com esses professores,

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e eu gostava da pediatria, uma professora me via lá todos os dias e ela falou assim,

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você não tem interesse de seguir a parte acadêmica e fazer a iniciação científica?

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E para ser um insinuação, eu nem sabia o que que era a iniciação científica naquela época,

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porque eu entrei na odonto para ser dentista de consultório, mas eu gosto de um desafio e aí eu

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fui aceitar esse desafio de iniciação científica, para encurtar um pouquinho a história, eu comecei a

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dar um gosto por essa parte de investigação e aí quando eu fiquei no último ano, quando eu

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finalizei, gerou um pouquinho daquela insegurança, eu volto para mim, na cidade dos meus pais, eu fico

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por aqui em Ararapara, abro consultório, faço especialização, trabalho para os outros, o que

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eu vou fazer? Tinha um que dessa dúvida e também tinha o lado que eu gostava bastante

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de ir fazendo, então eu falei assim, eu vou prestar o mestrado, aí nesses dois anos eu amadureço

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um pouquinho mais da ideia e eu estava voltando no título, quando eu entrei no mestrado, logo em

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seguida eu fui convidada para pular o mestrado e direto para o doutorado e aí eu fiz o doutorado,

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fiz tive a oportunidade de ficar uma parte fora para fazer uma parte da minha pesquisa, morei um

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tempinho em Portugal e aí quando eu voltei para defender minha terra, eu falei assim, é isso que

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eu quero, a M, que eu quero dar aula na faculdade, de preferência na faculdade, eu me formei e eu vou

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para o último estágio, que o último estágio seria o post doc, só que naquela época estava numa

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fase um tanto, inclusive crise política, o meu post doc não foi aceito por questões financeiros,

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né? O governo não aceitou e aí já que não deu certo e era o meu plano azer, Rafa,

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eu resolvi vir para São Paulo, resolvi vir para São Paulo para procurar oportunidades,

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porque aqui ainda tem mais oportunidades que no interior, mas aquela ideia fixa de procurar alguma

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clínica para atender ou mesmo faculdade para dar aula e aí eu não encontrei oportunidades assim que

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me encantasse, me desce em brilhar tantos olhos e pus uma currícula na cátua, falei eu preciso de

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trabalhar, vou pôr o meu currículo no site de busca e aí foi quando apareceu a tree shape,

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então eu falo que foi a falta de oportunidade mais oportuna que eu tive, porque eu estava buscando

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uma coisa, uma ideia fixa e no fim surgiu a tree shape e aí eu comecei a trabalhar como eu comentei no

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início, como especialista, no começo foi um processo de adaptação, sabe Rafa, para ser muito

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no começo eu ficava com aquela, aquele questionamento interno, poxa, mas eu estudei cinco anos de

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graduação, mais cinco anos de doutorado e eu cobre mão de ficar na clínica ou de dar aula para

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trabalhar com venda, que era o que eu enxergava na época, né, e numa época onde o digital Rafa

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me enxergava muito no início aqui no Brasil, a tree shape para ser bem sincera, mas quando eu fui

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chamada eu não conheci a empresa, não sabia do que se tratava, então enfim ficava com aquele

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questionamento, mas eu falei eu tinha oportunidade de concurso que eu tinha passado para ser dentista,

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eu falei assim quando concurso me chamar eu agradeço a oportunidade da empresa e aí vou ser dentista,

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só que o concurso me chamou com seis meses de empresa e aí eu não sei quando, como já tinha

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virado tanta chavinha, já estava tão assim, já tinha me encontrado tanto trabalhando na empresa,

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que eu abri mão do concurso, que tem toda uma estabilidade por trás, foi uma decisão difícil de

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ser tomada e aí eu abri mão e estou há quatro anos e meio na tree shape.

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Onde já tem tudo isso? Legal. Tudo isso, coisas foram acontecendo, o digital foi evoluindo,

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foi ganhando cada vez mais mercado, eu fui me encontrando cada vez mais nesse setor e eu sou

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muito grata a empresa que assim, me deu oportunidade de crescimento pessoal e aí estou até hoje

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feliz da vida, eu falo que eu me encontrei na odontologia mesmo sem exercer e sem por a mão da massa

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eu não estou gostando, não é porque eu não gosto de por a mão na massa, eu gosto da odontologia

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de moço, mas me encontrei nesse lado também, Rafa. Olha que legal, porra, tem bastante coisa que a

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gente nunca tinha conversado, a respeito, principalmente dessa transição da parte acadêmica para

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a indústria, propriamente dito aí. E eu acho muito legal, Rafa, você dar oportunidade até pelo

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momento, a chance aqui, acho que uma das perguntas que eu mais recebo em Instagram e até poder

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contribuir são alunos, ou às vezes até pessoas formadas que às vezes não se encontraram na

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odontologia convencional, mas às vezes a universidade de uma forma geral, pelo menos aqui eu vi, não

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explora a quantidade de vertentes que a gente tem, que a gente pode sim se encontrar na profissão,

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seja na parte acadêmica, seja na parte clínica, seja na parte de concursos e também esse lado de

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empresas também, é uma outra vertente muito legal, que tem desafios enormes, que te proporciona

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crescimento, então acho que é um tópico bacana de ser escorada, então eu te agradeço a oportunidade

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de falar aqui, porque quem sabe também da mesma forma como na época eu não sabia dessa possibilidade,

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que eu encontrei, isso pode ser uma luz para quem de repente está aí ou se formando, que às

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vezes gostaria de experimentar algo diferente, então tem esse lado de empresa que também é muito bom.

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Sei que eu sou suspeita para falar, né? É, mas é uma baita oportunidade, é um baita plano de carreira,

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porque acho que tudo funciona muito bem nesse sentido, a gente vê uma carreira consolidada,

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assim, você tem um... além da expertise, você vai construindo o degrau pro degrau a sua

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consolidação aí na área, que eu acho que isso que é super importante também dentro desse tipo de perfil, né?

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É isso, é muito dinâmico né, Rafa? E assim, o que eu vejo de ponto bem positivo,

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me permite associar tudo que eu gosto, então o conhecimento que eu adquiri na odontologia,

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eu consigo aplicar o meu trabalho, na verdade ele é super importante, até porque eu falo assim,

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o equipamento ele te proporciona, ou a solução, o software de uma forma geral, ele te proporciona

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recursos, só que mais importante do que os recursos, é você saber em qual situação clínica ou

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laboratorial você vai utilizar e otimizar aquele recurso, então para isso é a importância do

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conhecimento técnico prévio, e aí eu consigo aplicar o conhecimento que eu adquiri, consigo,

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fazer parte de treinamento, aplicar a parte acadêmica do meu doutorado, então de dar a aula,

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ensinar, que é outro lado que eu gosto bastante, então juntou tudo que eu gosto e tá sempre em

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contato com profissionais, o que assim proporciona um treinamento absurdo, toda vez que eu vou dar um

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treinamento, eu na verdade mais aprendo do que eu ensino, na verdade é uma troca de conhecimento,

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eu passo a informação do equipamento, mas a devolutiva que eu tenho do profissional,

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que é muito importante assim, prática do negócio, é muito grande, então é um crescimento muito maior.

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Show, deu uma travadinha aqui no final, mas deu para entender tudo, foi bem legal, deu para,

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acho que a turma aí já tava, deixa eu ver ele, aí ó, são 3.600 pessoas, então é isso aí pessoal,

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continuem convidando a turma aí, lembrem do aviãozinho, convide mais dois amigos para,

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convide mais dois amigos aí para conhecer aqui o nosso trabalho live, chegar, moram no número de

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dentistas e não dentistas ainda estudantes, para que a gente consiga ir transmitir esse

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conhecimento de uma forma democrática totalmente acessível para todo mundo, e vai ficar mais

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acessível ainda na na vio, que vai ser bem legal. Vou começar na sua maneira de perguntinhas,

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que estão bem legal, a gente não combinou nada, aliás a gente se falou, aliás não combinou nada

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aqui em nenhuma das lives, é o grande barato de fazer essas lives, que eu acho que se a gente faz

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um briefing, acho que perde a espontaneidade, perde a naturalidade, claro as perguntas são bem

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direcionadas para o assunto de hoje, mas eu não podia deixar de falar da convide e de como,

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e de como vocês da indústria, que você tá na linha da indústria, como foi essa retomada agora

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da pós-covid e como tá sendo agora no sentido de, e aí, as pessoas continuam atrás da tecnologia,

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você sentiu que caiu o número de interessados na tecnologia ou esse setor não foi atingido pela

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crise, como que foi essa, você pode passar esses dados para a gente se não puder, tudo bem,

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fica a vantagem na sua resposta, mas eu tenho essa curiosidade, eu queria saber como foi,

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vamos usar a tree shape de exemplo, mas como foi essa retomada na covinda?

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Rafa, eu acho que foi um cenário, a sua fase, né, no início tava tudo muito inseto, não sabíamos

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quanto tempo ia durar ou não tinha muitas perspectivas, então acho que foi normal de uma forma

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geral em todos os setores, no início a gente ficar com um pouquinho mais de receio de dar um passo,

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de repente até de seguir no caso que a gente estava, então, agora eu acho que ainda em a voltar

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e como o príncipe tava dando para ouvir certinho aí, como é que tá?

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Tá cortando um pouco, será que é o meu sinal ou o seu? Porque o meu tá tudo cheio aqui,

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o meu também, tá dando umas picotadinhas, mas vamos continuar, então não vou sair do iFi não,

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vamos continuar, desculpa. O meu também tá todo cheio, me avisa se de repente não melhorar

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qualquer coisa eu saio do iFi. Tá, vamos que vamos. Então assim, eu tô ouvindo um retorno,

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não sei se você também tá ouvindo retorno, eu tô preocupada com o que? Não, o retorno não, fica tranquila.

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Ah, então tá bom. Então, Rafa, assim, a empresa acabou se adequando pra isso e principalmente

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na parte de capacitação, então a gente promoveu bastante webinners, bastante treinamentos online,

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demonstrações para as pessoas conhecerem o produto, mesmo antes de adquirir, então a gente

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acabou adequar e trabalhar nesse sentido. Agora, com relação ao consultório em si, eu acho que o digital,

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na verdade, a tecnologia veio para colaborar, inclusive nesse momento, onde a palavra de ordem

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é biosegurança. Claro que no consultório doutológico, de uma forma geral, os dentistas sempre foram

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preocupados com a biosegurança, só que em tempos de pandemia, isso ficou ainda mais exercebado. E eu

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acho que a vantagem da tecnologia ficou ainda mais evidente nesse aspecto, né? De reduzir

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contaminação cruzada, de otimizar os processos e com isso, assim, favorecer tanto por um menor tempo

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de cadeira do paciente, uma otimização ali do tempo para o profissional, então acho que veio

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no início e nesse sentido também mesmo no período de pandemia. Muito bom, muito bom. Gostei de saber

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desses detalhes, porque eu comentei uma vez até aqui na live com o professor Paulo Cano, que isso é uma

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vantagem também do sistema de escaneamento e também tem um dos poucos materiais de moldagem, que a

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gente pode fazer a manipulação com luva ou com material de moldagem virtual da evoclera, o virtual,

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os outros materiais, e com luva nitrírica, que é aí que tudo é manipular ou até com a luva, porque a

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maioria dos materiais a gente não pode, porque a gente tem que manipular sem a luva por causa do

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material e aí você acaba interferindo ali na polymerização do material, na transformação do

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material e acaba entrando aí num fator de problemática para sua mistura de produtos. E o que é interessante

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a gente comentar a respeito dessa etapa de moldagem digital, que seria o escaneamento, o que ele facilita

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é dirigir um arquivo e é enviado para o laboratório como se fosse uma espécie de gente pula

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aquela etapa do físico e já vai direto para o laboratório, o que seria diferente na moldagem

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que a gente sempre teve acostumado a fazer, que se o dentista não faz aquela higienização

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com hipocloritro ou seja lá com o que ele vai usar para fazer higienização, mas é necessário fazer

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uma desinfecção da moldagem, então todo dentista hoje acho que se preocupa com seu técnico,

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se preocupa com o envio do material para o laboratório deve sim fazer a desinfecção das moldagens,

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das suas moldagens para enviar para o laboratório que é uma descontaminação, como se fosse

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eliminar por completo tudo ali que tiver de bactérias, de infim, de tudo que a gente possa

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fazer e fazendo essa desinfecção aí sim está liberado para poder ser compartilhado e enviado

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e está tudo bem também, é normal, é assim que tem que ser, então acho que são, acho não,

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tenho certeza que são duas ferramentas fantásticas para serem usadas nessa época, cada um possui

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a vantagem mas é aquilo, como eu falei, tem que saber fazer, às vezes na analogia que a gente fala

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que o digital é melhor porque você não tem um modelo na fase de covid melhor, mas pera aí,

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quem tem pode comprar o material como virtual que é da IgloClair e manipular com as luvas

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nitrílicas, não manipular com as mãos, porque normalmente se manipula com a mão silicone de

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ação para que você não tenha o contrato dos reagentes elaborando uma reação mais rápida

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e interferindo e prejudicando a reação de polymerização. Esse é um outro ponto né Rafa,

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além disso que você falou, a gente interromper esse fluxo de contaminação porque no analógico você,

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por mais que você tome todos esses cuidados, tem materiais hoje em dia que já evoluíram a

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ponto de poder ser manipulado com luva, mas o próprio fato dessa liva ali, às vezes tanto

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com o dentista auxiliar, depois vai para um meio de transporte, seja para um motor boy,

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mais o pessoal do laboratório, toda a equipe do laboratório, então assim a cadeia de contaminação

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é muito ampla né, com o digital a gente já elimina isso porque você é só o dentista

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escaneando de forma muito mais rápido o paciente. O risco é de ser um dentista né,

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e se ele estiver parametado. Exato, muito mais rápido e aí automaticamente o laboratório recebe

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o arquivo e com um detalhe né, com a máxima precisão porque o processo analógico, às vezes

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por mais que a gente faça essa desinfecção, tomando todos os cuidados do tempo de presa,

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dos materiais, o tempo de vazamento específico de gesto para cada material, isso pode encorrer em

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uma distorção, a gente já elimina tudo isso com o digital. Com certeza, você já está respondendo

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quase que uma próxima pergunta aí. Desculpa, menina. Uma coisa exata, já pegando um gancho para a gente

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falar de vantagens e desvantagens, que é aquilo, eu sempre falo que o melhor ferramenta seja

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o analógico digital, é que você mais sabe usar e que você se sente mais confortável. Então digamos

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que agora nessa fase de pandemia, quem trabalha na odontologia, que a gente já está acostumado a

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trabalhar há muitos anos, que é a odontologia raiz convencional, como eu trabalho, porque

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nos meus casos não são todos 100% melhor, nem existe 100% digital, mas eu não faço todos os meus

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casos no digital hoje mesmo, eu sementei uma marcada que era toda feita no analógico, eu vou

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falando, claro que 80% do meu fluxo é no digital, mas aqui o analógico, nessa etapa agora de covid,

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quem está no analógico precisa ser muito mais criterioso, muito mais exigente por parte do seu

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próprio trabalho, justamente para evitar esse tipo de, na verdade deveria ser sempre, né, que é uma

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errada. Eu acho que é um cuidado que a gente tem que ter principalmente para enviar esse

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material para os técnicos, o técnico, eu acho que ele recebe o trabalho com gosto, né, com outra,

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eu já até comentei aqui na live, acho que é o com o David ou com o Hilton, que eu quando meu

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laboratório nós fazíamos para terceiros, a gente terceirizava os nossos serviços para os alunos do

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de contato VEP para o pessoal da especialização,

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a gente até recebemos já casos,

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olha só, de pessoas que já haviam feito o curso,

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que não haviam desinfectado a moldagem,

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sabiam que o protocolo era para fazer a desinfecção.

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Então, olha a importância que é a gente condicionar sempre,

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e estar sempre batendo na mesma tecla,

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para que a gente consiga criar um protocolo mesmo,

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e é um método onde a gente faz um trabalho que o técnico recebe de mãos cheias,

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porque ele vai sentir o carinho, o cuidado,

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e se isso for um conceito, eu acho que fica muito mais fácil de empregar.

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Mas, olha só, eu tenho duas perguntinhas que eram aquelas que você já respondeu,

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quase respondendo ali,

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se existe, e a gente sabe que existe,

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mas eu acho que é legal, eu queria que você falasse um pouco disso,

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primeiro vamos falar do digital,

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quais são hoje as vantagens de uma moldagem digital,

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ou de um escaneamento,

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em relação ao convencional,

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e depois a gente faz de forma bilateral,

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e a gente entra também,

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quais são as vantagens da moldagem,

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e tem vantagens em relação à moldagem convencional,

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em relação à moldagem digital.

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Então, vamos lá, Rafa, eu acho que,

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para a gente responder a primeira pergunta,

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as vantagens do digital,

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eu acho que eu elencaria cinco principais vantagens,

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primeiro delas, eu acho que economia de tempo,

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e com isso, consequentemente,

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o dentista vai conseguir um aumento de produtividade,

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porque tem um menor tempo de cadeira,

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e também, Rafa, eu sei que tempo é relativo,

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eu tomo muito cuidado sempre quando vou falar com tempo,

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quando dou os treinamentos,

27:17

que às vezes o dentista fala assim,

27:18

ah, mas eu já vi casos que eu demoro mais tempo moldando,

27:22

com o digital,

27:24

e moldando com uma moldagem convencional,

27:26

e eu concordo,

27:28

porque o digital,

27:29

ele te deixa assim, mais criterioso,

27:32

no sentido de poder ampliar,

27:34

você visualizar se tem uma área que está OK ou não,

27:37

e se não tiver OK,

27:39

você pode aproveitar o paciente ali na cadeira,

27:42

refinar e reescanhar,

27:44

então, o tempo de escaneamento,

27:46

eu concordo que às vezes pode ser maior,

27:48

mas o tempo todo do tratamento,

27:51

ele é menor, Rafa,

27:53

então, assim, você consegue economizar em tempo,

27:56

justamente, porque no analógico,

27:59

vamos imaginar que a gente faz uma moldagem,

28:01

faz toda a desinfecção via colaboratório,

28:04

muitas vezes o laboratório que vai identificar,

28:06

depois do gesso vazado,

28:08

que ficou uma bolha ali bem no término,

28:11

aí o que o laboratório tem que fazer?

28:13

Liga para o dentista,

28:14

falar que precisa repetir,

28:16

o dentista liga para o paciente,

28:17

marca uma nova consulta,

28:19

então, o tempo que se perdeu aí foi grande,

28:21

no digital a gente já consegue controlar isso,

28:24

porque deu algum probleminha,

28:26

eu já visualizo antes de mandar para o laboratório,

28:29

e refino,

28:30

só que é a área onde deu problema,

28:32

eu não preciso, como no analógico,

28:35

moldar totalmente de novo,

28:37

eu estou focado na área que deu problema,

28:40

então, a gente fala em economia de tempo,

28:42

e com isso, aumento de produtividade para o dentista,

28:45

uma coisa está ligada à outra,

28:47

economia com o material de moldagem,

28:49

e com o envio desse material para o laboratório,

28:52

então, não tem mais motoboy,

28:54

isso vai através de nuvem,

28:57

então, instantaneamente,

28:58

o dentista finaliza o escranhamento,

29:00

o laboratório recebe o arquivo pronto para trabalhar.

29:04

Precisão,

29:05

e aí a gente tem váxulos na literatura,

29:08

para embasar bastante essa resposta,

29:11

que a precisão acaba sendo maior,

29:14

porque a gente consegue controlar erros

29:17

na hora de remover essa moldagem,

29:21

erros de própria alteração dos materiais,

29:24

que era o que a gente estava comentando,

29:26

que por mais que tenha se desenvolvido materiais,

29:30

às vezes eles são suscetíveis a alterações por sineres,

29:33

em bebissão,

29:34

condições ambientais, que acabam interferindo.

29:38

Então, até tem um estudo legal,

29:40

o Ráfrica Achelelegado a gente compartilhar aqui,

29:42

ele fala que de 302 moldagens

29:47

pegam totalmente aleatórias em laboratórios,

29:51

80% dessa mostra era com erros,

29:55

então, eram moldagens com algum erro.

29:58

Sim.

29:59

80%,

30:01

é um número bem alto de 300 moldagens,

30:04

desse distante,

30:06

13% era aceitável

30:09

e só 7% era livre de erro.

30:12

Então, o artigo até conclui que na verdade a moldagem

30:15

seria o calcanear de aqueles da odontologia.

30:19

Claro que, né, a gente toma cuidado,

30:23

mas ainda está parível de erro.

30:26

No digital a gente consegue controlar isso,

30:28

sobretudo com scanners precisos.

30:31

Além disso, a gente diminui,

30:34

então a gente já falou de três tópicos,

30:35

acho que um quarto, a gente diminui as chances de distorção

30:39

e quando muito, se tiver algum problema,

30:42

como eu comentei,

30:43

a gente consegue reparar localmente aquele problema

30:46

sem a necessidade de escanear por completo.

30:49

E outro que a gente não poderia deixar de comentar

30:52

é o conforto e uma melhor experiência para o paciente.

30:57

Por quê? Porque o tempo de cadeira é menor.

30:59

E somada a isso, Rafa,

31:01

não tem um inconveniente do material de moldagem,

31:03

então não vai engasgar.

31:05

E o paciente ele ainda consegue visualizar

31:08

o procedimento 3D que está sendo formado.

31:11

E aqui eu acho que uma grande vantagem também

31:13

acaba sendo a possibilidade de usar o escaneamento

31:17

como uma ferramenta de marketing

31:19

e de comunicação com o paciente.

31:21

Com certeza.

31:23

Eu acho que você consegue falar melhor

31:25

até o quanto o paciente consegue ver o valor

31:29

tanto do procedimento em si

31:32

e o valor do tratamento,

31:34

porque hoje em dia os scanners

31:35

estão cada vez mais evoluídos.

31:38

A gente não usa só para substituir a moldagem convencional.

31:41

Temos inúmeros recursos,

31:43

que vão atuar diretamente na experiência do paciente.

31:48

Então acaba favorecendo também

31:51

essa comunicação com o paciente,

31:53

essa comunicação dentista, laboratório.

31:56

Então de forma resumida,

31:58

eu acho que eu pontuaria todas essas vantagens

32:01

do digital sobre o analógico.

32:05

Olha, só gostei, hein?

32:07

Mandou ver a resposta.

32:09

Muito legal.

32:10

É isso.

32:11

Até na parte que você fala também da análise

32:15

em tempo real,

32:16

que é possível através do escaneamento

32:20

do...

32:23

do communicate,

32:24

que é um...

32:26

Na nuvem?

32:27

Na nuvem, né?

32:28

E os outros scanners também acabam sendo...

32:31

É possível também a gente ter essa dinâmica,

32:34

que eu acho que isso é interessante para minimizar erros, né?

32:37

Porque o tanto de ver o que a gente vê realmente com moldagem,

32:41

às vezes a gente não consegue identificar

32:44

por mais que você tenha experiência,

32:46

por mais que você tenha ali um...

32:48

uma certa bagagem.

32:49

É muito difícil, às vezes,

32:51

para um dentista que...

32:54

tá ali na...

32:55

naquela tocada de reabitação,

32:57

identificar ali um pouco de distorção

33:00

até do próprio material de moldagem.

33:02

Por isso é tão importante a gente respeitar

33:04

o tempo do material,

33:06

se o fabricante diz e passa

33:09

o tanto de informações na bua do...

33:12

do material,

33:15

então é para a gente seguir aquilo lá,

33:16

né? Não é...

33:17

Por exemplo, 5 minutos e 30.

33:19

É para esperar 5 minutos e 30.

33:21

Não é para ficar pôndo a mão na bolinha lá,

33:23

feita de silicone esperando endurecer.

33:25

Eu sei que grande maioria faz isso.

33:27

Mas, não...

33:28

esse não é a forma indicada de visualizar

33:30

se o material de moldagem está bom ou não.

33:33

Então é respeitar cada material ali,

33:35

se tem o seu...

33:37

o seu respeitar a realidade de cada material,

33:40

que eu acho que assim continua sendo...

33:42

é muito interessante.

33:43

Mesma coisa do gesto,

33:44

porque depois que você molda,

33:45

você ainda tem etapa do gesto.

33:46

Se tem ainda no gesto, por exemplo,

33:48

já espatula o gesto com a proporção

33:50

pó ao líquido,

33:52

é uma coisa.

33:53

Líquido ao pó já é outra.

33:55

Você já tem resultado completamente diferente

33:58

na hora da espatulação, né?

34:01

Na hora de manipular.

34:02

Então são detalhes que fazem diferença

34:04

essa reação do líquido ao pó do pó ao líquido.

34:06

Se você participa,

34:08

transforma isso da forma errada,

34:09

você gera microbolhas

34:11

de oxigênio ali,

34:13

se você misturar a água, né?

34:15

O líquido ao pó.

34:17

E não o pó ao líquido.

34:19

Pra...

34:20

Já começa ali aumentando o número de...

34:23

de bolhas do gesto.

34:24

Então se não existe esse cuidado intermediário

34:28

até com material de moldagem também,

34:31

é claro que ele vai chegar

34:33

já carente de riquezas

34:36

que é o mais importante dele,

34:37

é isso, é o registro, né?

34:38

É o registro, claro,

34:40

sempre antecedendo isso,

34:42

mas isso é uma outra pergunta,

34:43

eu não vou entrar nela.

34:44

Agora eu quero saber...

34:45

Agora eu quero saber a parte importante

34:47

de qual a vantagem da moldagem

34:50

relação moldagem convencional, moldeira,

34:53

silicones,

34:54

em relação ao escaneamento.

34:59

Pronto, agora você me pegou, hein, Rafa?

35:03

Agora você me pegou.

35:05

Não, eu acredito assim

35:06

que você pontuou muito bem, né?

35:10

Independente se a gente escolhe

35:13

uma técnica do convencional

35:15

ou a técnica digital,

35:17

o importante é a gente respeitar princípios,

35:19

princípios de odontologia,

35:20

eu acho que são assim,

35:22

independentes de uma técnica ou de outra,

35:25

tanto que pra gente conseguir

35:28

uma adequada moldagem,

35:30

um adequado escaneamento,

35:31

eu preciso respeitar, por exemplo,

35:33

condição de afastamento,

35:34

gingival,

35:35

saúde desse tecido...

35:37

A resposta tá aí, ó.

35:38

Vê isso que você acabou de falar.

35:40

Saúde desse tecido,

35:41

eu preciso ter um preparo bem acabado,

35:45

bem polido,

35:46

com um término bem evidente.

35:48

Então tem toda uma preparação, né?

35:51

Antes de a gente chegar

35:53

na parte de aquisição

35:55

desse produto, desse modelo,

35:58

seja esse modelo físico, congesso,

36:00

ou esse modelo digital.

36:03

Então, eu acho que tudo isso

36:05

é um conjunto,

36:06

então que a gente precisa,

36:08

o dentista precisa tá bem antenado

36:10

e bem ali, como eu posso dizer,

36:15

com tudo estabelecido

36:17

pra conseguir bem essa aquisição,

36:20

independente de um ou de outro.

36:22

Sei que eu fiquei numa resposta

36:23

meio em cima do Moura, mas...

36:26

Não, esse é um pouco...

36:27

Você chegou a falar da parte de...

36:30

Eu entendo como uma vantagem,

36:33

assim, que é uma baita vantagem,

36:35

por isso que eu gosto tanto

36:36

da moldagem convencional,

36:38

porque a propriedade de...

36:41

de tixotropia das materiais

36:43

é muito...

36:44

É óbvio que com o scanner

36:46

você tem luz ali.

36:47

Quem tá registrando...

36:48

Quem tá registrando a terminação

36:52

ou a forma anatômica

36:53

que você deu pro seu preparo,

36:56

são milhares de fotos

36:57

ali tiradas por segundo,

36:59

que isso não é mais é que o escaneamento.

37:01

E aí,

37:03

qual é a vantagem da moldagem

37:05

em relação ao escaneamento?

37:06

Se a gente parar pra raciocinar,

37:08

como que acontece a moldagem?

37:09

A gente...

37:10

No escaneamento,

37:12

uma coisa que a gente pena,

37:13

e isso eu também preciso falar,

37:15

é na hora do afastamento

37:16

que a gente precisa realmente

37:17

visualizar os bordos,

37:19

perdão, as bordas de terminação,

37:22

de uma forma muito nítida,

37:24

porque ali é só imagem,

37:26

que vai registrar nossa...

37:28

Então, às vezes, um fio já não é suficiente,

37:30

principalmente, às vezes,

37:32

dois acabam sendo suficientes,

37:34

um de deflexão de retração.

37:35

E quando a gente faz um registro,

37:39

e principalmente uma dica que é legal,

37:41

usar pra escaneamento,

37:42

trabalhar com os fios da Pascal,

37:43

que são excelentes,

37:44

são...

37:45

As tramas são mais...

37:46

São mais duras, são mais...

37:48

E ele também é todo...

37:50

Isso a gente vai falar lá na Semana da Viu,

37:52

mas o fio da Pascal,

37:53

ele tem várias vantagens

37:55

em cima das outras...

37:57

das outras...

37:58

dos outros fios aí

37:58

que a gente encontra no mercado.

38:00

Mas a vantagem,

38:01

eu acho que tá...

38:02

Sabe aonde?

38:03

Justamente nessa parte de...

38:05

de...

38:06

Tixotropia dos materiais,

38:08

porque quando a gente usa

38:10

o poder de escoamento,

38:11

dos materiais ou a tixotropia,

38:13

a gente...

38:13

Quando a gente faz a modagem

38:14

com o silicone pesado,

38:15

isso eu até já comentei

38:16

com o grupo dos Ips

38:17

e enviei os artigos de...

38:19

da Foil Technique,

38:20

que é a técnica da Foil,

38:21

aonde a gente usa uma...

38:23

uma camada de...

38:24

Tensou-se mais de Pá,

38:25

que é ali pra fazer o...

38:26

a primeira camada de silicone pesado,

38:30

pra criar ali uma área de alívio

38:32

maior pro silicone leve,

38:34

pra poder com...

38:35

penetrar com mais...

38:36

né, propriedade ali.

38:38

Na hora que a gente faz

38:40

a inserção do silicone leve,

38:41

o material poliva espontânea

38:43

e à vontade da própria tixotropia,

38:44

ele já vai entrar

38:46

pra dentro do suco gengival,

38:47

o que não acontece

38:49

com o escaneamento.

38:51

Se você não tem...

38:53

Por isso que é tão difícil

38:54

registrar um escaneamento

38:55

de uma...

38:56

Não tão difícil,

38:56

mas às vezes é mais difícil

38:58

você fazer um bom escaneamento

39:01

bem feito do que fazer

39:02

uma boa modagem.

39:03

Porque...

39:04

Não é...

39:05

não é aquele conceito de que

39:06

ah, comprei o scanner,

39:07

vou ficar melhor dentista,

39:09

talvez você não vai ficar

39:10

um melhor dentista,

39:11

mas você vai ficar mais...

39:12

bem preparado pra certas etapas.

39:14

Porque na modagem,

39:16

a modagem ela compensa um pouco.

39:18

A própria material de modagem

39:20

ele penetra ali no suco gengival

39:23

e formando ali

39:24

uma área já de próprio...

39:26

afastamento,

39:28

o que não existe na...

39:30

na...

39:31

no escaneamento.

39:33

Então...

39:34

A modagem, o material,

39:37

ou seja, o material petado

39:39

acaba por si só

39:41

proporcionando um afastamento

39:43

mecânico ali.

39:44

Exato.

39:45

Viva, e pela propriedade de...

39:47

...

39:49

propicia essa invasão,

39:52

esse afastamento material.

39:54

O que é diferente

39:56

porque realmente é um...

39:58

então a luz, ela não consegue

40:00

fazer esse afastamento mecânico,

40:02

por isso da necessidade

40:04

de a gente trabalhar com fios afastadores.

40:06

E aí a gente até

40:08

recomenda duplo fio,

40:09

passando aqui pro pessoal

40:11

já um pouquinho de informação técnica,

40:13

tanto para um afastamento vertical,

40:15

quanto um afastamento horizontal,

40:17

porque eu falo sempre, Rafa,

40:19

que o scanner, ele é como

40:21

se fosse o meu terceiro olho.

40:23

Exato, retração e deflexão.

40:25

Porque a gente entenda isso, que é muito importante

40:27

entender os conceitos também

40:29

do afastamento gengival, porque não é simplesmente

40:31

colocar um fio ali da indaginha gengiva.

40:33

É muito além disso ali no suco gengival.

40:35

Talvez essa seria a etapa

40:37

que eu gosto muito de falar

40:39

em sua frase, que é a alma do tratamento, isso daí.

40:41

Isso, você não

40:43

cria esse esqueleto,

40:45

nada se perde. Então olha só como

40:47

todas as etapas de um tratamento estético,

40:49

seja ele rehabilitador,

40:51

funcional ou não funcional,

40:53

são importantes tanto como a modagem

40:55

quanto os preparos bem acabados,

40:57

tudo muito certinho

40:59

leva você a ter uma conclusão boa

41:01

quando você receber as peças

41:03

do laboratório, tudo aquilo vai encaixar

41:05

de uma forma tão simples,

41:07

tão gostosa de trabalhar,

41:09

que você vai cada vez mais

41:11

querer fazer com mais cuidado,

41:13

mais carinho, e você vai ver que a

41:15

modontologia é feita com esse carinho,

41:17

ela é uma modontologia que é replicável

41:19

e ela é uma modontologia que realmente

41:21

não é clichê, realmente é uma modontologia

41:23

que se faz com prazer, porque as coisas dão certo.

41:25

Mas é claro que a gente precisa respeitar

41:27

algumas etapas, né?

41:29

E aqui, Rafa, se você me permite,

41:31

eu até queria ainda nesse gancho

41:33

que a gente está,

41:35

pontuar duas coisas, né?

41:37

E é claro que é um pouquinho pro

41:39

lado do TRIOS,

41:41

que o scanner, apesar disso que a gente

41:43

comentou, né, da luz

41:45

não conseguir essa invasão,

41:47

a gente tem uma ferramenta

41:49

pra controlar isso, então eu consigo

41:51

ativar um recurso

41:53

do scanner e o TRIOS oferece isso,

41:55

onde

41:57

o simples fato de eu acionar essa

41:59

ferramenta, o scanner entende

42:01

que ele precisa de um maior alcance,

42:03

uma maior profundidade.

42:05

Claro que pra isso eu preciso ter pelo menos

42:07

um afastamento horizontal ali,

42:09

então a gente não abre mão do fio

42:11

mesmo com o scanner, e o segredo

42:13

Rafa do escaneamento é luz.

42:15

Aonde a luz chega, forma a imagem

42:17

e aí consequentemente

42:19

a somatória

42:21

dessas imagens vai gerar um modelo 3D.

42:23

Então eu preciso dar condição

42:25

pra luz chegar e a gente tem esse recurso

42:27

que proporciona esse alcance maior.

42:29

Catebrinco, que é o meu material

42:31

leve do digital.

42:33

Qual que é o nome do recurso,

42:35

Xai, pra pessoal saber?

42:37

Antes ele era chamado

42:39

Altadefinição

42:41

HB, né?

42:43

Hoje é chamado

42:45

de ampliação no zoom,

42:47

dependendo do idioma que tá o software.

42:49

Mas ampliação no zoom

42:51

é o nome do recurso.

42:53

E aqui Rafa, eu não vou fazer

42:55

não é o intuito fazer o advogado

42:57

do diabo, mas um outro ponto

42:59

que eu queria ressaltar, é que a gente

43:01

comentou pra casos de preparo, né?

43:03

Que a moldagem convencional

43:05

permite esse afastamento mecânico.

43:07

O que é desejável pra

43:09

mais em contrapartida

43:11

em outra situação, por exemplo

43:13

de um reborde desdentado

43:15

ou parcialmente dentado,

43:17

que tem uma mucosa fácil dali

43:19

e se eu faço

43:21

esse afastamento mecânico

43:23

depois a tendência

43:25

é a mucosa voltar pra posição

43:27

original. E com isso eu posso

43:29

inclusive interferir

43:31

em detenção de uma prótesia

43:33

por exemplo. Pois aqui no digital

43:35

eu já não tenho, porque a moldagem

43:37

é com essa mucosa em repouso.

43:39

Então tá vendo como a gente tem

43:41

vantagens e desvantagens

43:43

de um e de outro, dependendo

43:45

da situação clínica.

43:47

Por isso que eu falo, não tem

43:49

pelo menos na nossa filosofia

43:51

onde a gente acredita, não existe

43:53

esse negócio de digital melhor

43:55

analógico, pior ou dispersa.

43:57

Acho que é bom na mão de quem sabe

43:59

trabalhar, quem sabe trabalhar com a

44:01

ferramenta como uma vantagem

44:03

né, eu acho que é uma baita

44:05

vantagem, claro, mas é aquilo.

44:07

É, não é porque

44:09

eu conheço vários dentistas aí

44:11

que fazem um trabalho incrível

44:13

incrível, incrível, incrível mesmo,

44:15

trabalham foda, que

44:17

não são ainda

44:19

ou nem vão ser, talvez

44:21

da era digital, não fazem um

44:23

cara, um trabalho maravilhoso. Então

44:25

acho que é muito aquilo, sabendo

44:27

trabalhar vai muito bem tanto digital quanto analógico

44:29

acho que isso a gente tem que defender

44:31

e deixar bem claro pra gente

44:33

não plantar na cabeça das pessoas

44:35

uma ideia de

44:37

vender um

44:39

algo que vai resolver todos os

44:41

problemas, porque realmente não é, né

44:43

realmente eu acho que funciona, é muito

44:45

bom, é uma facilita

44:47

uma ferramenta

44:49

que traz pra nós

44:51

essa

44:53

essa dinâmica

44:55

tem alguma limitação

44:57

scanners pra gente

44:59

desenvolver a técnica de facetas e lentes

45:01

de contato?

45:03

Rafa, assim

45:05

o que a gente tem

45:07

de limitação seria mais

45:09

com relação

45:11

a por exemplo, capturas

45:13

de áreas

45:15

interprocimais, mas também

45:17

com a parte, com isso a gente

45:19

já até consegue hoje lançar mão

45:21

de um recurso ou outro, ou de uma

45:23

manobra na parte

45:25

da própria estratégia de escaneamento, que

45:27

é um outro ponto importante pra falar

45:29

pro pessoal, e da mesma forma como

45:31

o analógico, a gente tem que

45:33

tomar cuidado com vários

45:35

aspectos, igual você falou de

45:37

população, de proporção

45:39

de um componente com outro,

45:41

respeitar tempo de presa de cada um dos

45:43

materiais, tempo de vazamento

45:45

no digital, a gente também tem alguns

45:47

cuidados a serem levados em consideração

45:49

então eu tenho que estar com um

45:51

equipamento muito bem calibrado

45:53

se eu não tenho um equipamento calibrado

45:55

isso pode ser uma limitação

45:57

e eu posso acarretar

45:59

em problema, não pelo

46:01

equipamento em si, mas por

46:03

um não cuidado do dentista

46:05

com etapas prévias, por exemplo

46:07

de deixar o tempo

46:09

adequado do aquecimento pra não

46:11

embaçar, não deixar

46:13

saliva condensar no espelho

46:15

e atrapalhar a captura,

46:17

outra coisa que é

46:19

limitação, Rafa,

46:21

ou pode se tornar uma limitação

46:23

e interferir na qualidade

46:25

do produto final

46:27

não seguir uma

46:29

estratégia de escaneamento, então

46:31

são pensadas e estudadas

46:33

estratégias pra gente conseguir

46:35

minimizar qualquer distorção

46:37

e conseguir uma

46:39

melhor precisão do modelo final

46:41

então se isso não for

46:43

seguido, sim, pode causar

46:45

o mesmo não afastamento

46:47

esses cuidados prévios

46:49

podem acarretar

46:51

em problemas da mesma forma

46:53

como a gente tem na moldagem convencional também

46:57

legal, eu gostei da resposta

46:59

acho que ela, você tá

47:01

a gente realmente

47:03

acho que no sistema de escaneamento

47:05

a gente consegue

47:07

eu por exemplo, todos os meus casos

47:09

que eu preciso desenrolar de dentista de contata

47:11

exceto aqueles que eu acho

47:13

que eu preciso fazer

47:15

fazer uma graça

47:17

fazer um laminado de zero dois

47:19

uma coisa que ela era um, de zero dois

47:21

aquela gracinha, aí é legal uma

47:23

moldagem, que tem coisas que a gente

47:25

às vezes não consegue nem ver, mas isso não é

47:27

isso, eu já ouvia de um professor

47:29

que viu lá

47:31

os primórdios lá atrás, isso é

47:33

quase dez anos atrás, que

47:35

qual é a vantagem de você fazer um laminado

47:37

de zero dois milímetros, né

47:39

então é assim, porque não fazer

47:41

zero três, zero quatro, zero três

47:43

a gente já consegue

47:45

uma acertividade, as frisaduras já entregam

47:47

a zero três, nem

47:49

a zero dois, a frisadora vai conseguir

47:51

talvez alguns cadistas

47:53

consigam arrancar uma frisadora

47:55

de, não é uma frisadora daquelas mais

47:57

robustas, consiga arrancar um zero dois

47:59

de uma frisadora mais

48:01

robustas também.

48:03

A Virrafa, porque às vezes assim o scanner

48:05

pode até ser que ele consiga copiar

48:07

embora nesse caso

48:09

em torno

48:11

um pouco mais difícil e depende de

48:13

manobra, de jogo de luz, pra luz

48:15

espalhar em todas as direções, refletir

48:17

e a gente conseguir essa captura

48:19

mas a dificuldade também

48:21

tá no processo, né, no

48:23

cad can que a gente chama na parte

48:25

de desenho nem tanto, mas

48:27

sobretudo na parte de manufatura

48:29

de fresagem, que é o que você falou

48:31

às vezes muitas frisadoras, até pelo

48:33

próprio diâmetro da fresa

48:35

a gente não consegue

48:37

se for uma espessura muito fininha

48:39

ali. Exato

48:41

e tem outro ponto que eu achei legal

48:43

que você tocou, que é o ponto das

48:45

intetroximais, porque a gente que trabalha

48:47

com laminados

48:49

bastante, né, número assim

48:51

grande, a gente observa uma coisa

48:53

que a gente tem uma base de laminados

48:55

que é aquilo, romper o ponto de

48:57

contato já começou tudo errado

48:59

já não é mais nem, assim, eu já

49:01

desconsideraria

49:03

se vier pra mim com caso

49:05

com todos os pontos de contato assim

49:07

abertos, já, a técnica

49:09

ali já virou, tá beirando

49:11

aos dentes de tubarão, porque

49:13

não se rompe de jeito nenhum ponto

49:15

de contato pra fazer laminados

49:17

cerâmicos.

49:19

Mas, na moldagem

49:21

a gente pode fazer

49:23

menos. Eu acho que você consegue

49:25

ser até mais conservador.

49:27

Pro escaneamento, eu acho que o ponto de

49:29

contato tem que ser rompido com

49:31

listas de espessuras, tiras de

49:33

metal mais grossinhas

49:35

justamente porque o scanner tende

49:37

no próprio escaneamento, isso é

49:39

por segurança da própria

49:41

matriz, da fábrica

49:43

que já coloca aquilo como

49:45

media de segurança pra

49:47

não acontecer nenhum nada errado

49:49

e o problema é, como

49:51

a união dessas

49:53

peças, depois na hora que ele tá no dental

49:55

sistema ali fazendo o desenho, isso gera

49:57

um ruído porque ele não tem a

49:59

terminação exata do que é o que, muitos

50:01

desses arquivos, a gente percebe que

50:03

ficam todos unidos.

50:05

Então, a gente tem que sempre

50:07

pro escaneamento, eu acho que também é uma

50:09

dica legal e a gente pode

50:11

compartilhar isso, romper mais os pontos

50:13

de contato, não a ponto de

50:15

deixá-los, é, basicamente

50:17

a gente tem que ter um pouco de

50:19

interesse, mas de forma que você

50:21

veja a divisão

50:23

realmente de fato da terminação

50:25

mesial e da terminação

50:27

distal dos seus dominatos

50:29

principalmente na região de

50:31

papilas, de triângulos de papila

50:33

e das regiões de incisivos

50:35

centrais inferiores, incisivos

50:37

laterais inferiores também, que eu

50:39

acho que é a zona mais crítica,

50:41

ela tá me estilando no fim da lá e

50:43

vem quase 9, 7 pessoas, é legal

50:45

que vem, semana que vem tem viu, tá?

50:47

19, 20, 21 de outubro

50:49

todo mundo lá, hein?

50:51

Nós vamos falar de lente de contato até

50:53

encher o saco, até se

50:55

se cansarem, que vai ser

50:57

bem legal, vai ser assim, só a gente

50:59

grande com experiências, né,

51:01

que eles têm pra trazer

51:03

pra vocês mostrar que de fato a

51:05

técnica é uma técnica transformadora, mas

51:07

voltando pra, porque a gente tava

51:09

falando pra não perder a linha de raciocínio,

51:11

a gente trabalhando nessa forma

51:13

acho que no digital, por isso que eu gosto tanto

51:15

do que eu tô fazendo lá

51:17

com Wagner, que aliás, Wagner

51:19

um abraço pra vocês, se estiver assistindo a live

51:21

vai ter a nossa live,

51:23

ele já sabe que é o meu orientador de

51:25

mestado, que nós estamos fazendo justamente

51:27

é um grupo de estudos, nada mais,

51:29

de odontologia digital, que cada

51:31

um lá traz um pouco da sua experiência,

51:33

você vai vendo que cada um no digital

51:35

tá numa tocada, eu, por ter laboratório

51:37

eu resolvi também

51:39

fazer tudo, tudo no digital,

51:41

desde o, o que eu posso fazer no digital

51:43

eu tô fazendo, eu sou um aventureiro

51:45

mesmo, né, eu

51:47

até já paguei caro uma conta

51:49

de um caso que eu fiz, que eu fui fazer

51:51

inteiro no digital, do dia por dia, por outro,

51:53

acabei, né, a gente não tinha a menor noção

51:55

que tava fazendo, as peças não foram já

51:57

tiadas pra cimentação, nossa, virou

51:59

um cano, mas é aquilo, é curva

52:01

de aprendizado, acho que cada um tá

52:03

num ponto do digital, ninguém,

52:05

acho que é muito...

52:07

e essa troca é muito enriquecedora, né,

52:09

é muito, muito enriquecedora, principalmente

52:11

pro Backstage nos laboratórios

52:13

porque nós, né,

52:15

que temos laboratório também,

52:17

e somos proprietários de laboratório, a gente

52:19

acaba, também, tendo

52:21

esse desejo de fazer quanto mais

52:23

usar a ferramenta, mais entender

52:25

e mais afundo na ferramenta

52:27

pra ela, pra visualizar como ela facilita

52:29

de fato

52:31

a nossa vida. Então,

52:33

o gancho aí pra, antes

52:35

de ter uma última perguntinha aqui, que a gente já vai

52:37

falar, a gente já tem uma parinha,

52:39

como que você vê o futuro

52:41

da odontologia digital

52:43

nos próximos, ah, nos 10 anos

52:45

da ideodontologia, o que você vê de

52:47

o que eu acho

52:49

bastante que acorreu, que eu até já

52:51

respondi, que é o valor

52:53

dos scanners, cada vez lá embaixo, principalmente

52:55

com as dos chineses, que

52:57

tão vindo pro mercado, já com uma forma

52:59

mais agressiva, então jogando os

53:01

scanners, cada vez com preços mais

53:03

acessíveis, digamos assim,

53:05

e eu acho que também a indústria acaba

53:07

tendenciando a deixar

53:09

o seu produto mais acessível, acho que

53:11

o próprio triuzo hoje

53:13

está muito mais acessível do que ele estava

53:15

2 anos atrás, 3 anos atrás

53:17

eu acho que isso é uma tendência também da democratização

53:19

da tecnologia

53:21

para os usuários e futuros usuários, né?

53:23

Porque muita gente que tá assistindo a gente hoje

53:25

talvez não tenha

53:27

a condição de comprar um scanner hoje,

53:29

mas sabe que está se preparando para

53:31

e vai se preparar para

53:33

que existam de um scanner, então a pessoa já colocou

53:35

no mindset dela, opa, eu quero

53:37

entrar nessa onda, mas

53:39

para o momento não é o momento, é

53:41

aquilo que eu acho que eu digo, se a gente for planejando

53:43

as etapas que a gente vai investindo

53:45

no nosso constório, acho que a gente consegue

53:47

passinho por passinho

53:49

e chegando cada vez mais perto disso, eu acho que

53:51

como que você vê? Eu vejo dessa forma,

53:53

eu vejo assim, que daqui a

53:55

longos 10 anos vai estar

53:57

a realidade de constaurs ou do ontológicos

53:59

para escaneamento

54:01

tomada de imagem, a evolução

54:03

tanto do hardware quanto do software

54:05

vai ser muito maior do que a gente já tem hoje

54:07

e a competitividade talvez da indústria

54:09

seja um fator

54:11

que para a indústria não é nada bom, mas

54:13

para o usuário é, porque para nós

54:15

usuários quanto mais baratos o scanner

54:17

melhor, claro que é mais acessível

54:19

a gente gasta menos com a tecnologia

54:21

mas qual que é a sua opinião relação a isso?

54:23

Eu tenho uma opinião muito parecida

54:25

com a sua, Rafa, eu concordo

54:27

parte do que você falou, acho que

54:29

digital, né?

54:31

Ele veio para ficar e a gente tem que

54:33

desmistificar que às vezes digital

54:35

o pessoal atende a associar

54:37

só com o scanner, mas o digital

54:39

ele vai muito além, na verdade é um

54:41

conceito, né? E você tem como

54:43

ser digital, desde assim

54:45

se você já deixou de ter um

54:47

frontuário, ou se você já trabalha

54:49

com software de herenciamento de

54:51

tutorial, você já tem um que de digital

54:53

você já deu espaço

54:55

faz o planejamento

54:57

com fotos, a parte de

54:59

high-x digital, então

55:01

digital não é só o scanner

55:03

digital é todo um conceito, que eu acho

55:05

que assim, cada vez tem sido mais

55:07

incorporado na odontologia, porque

55:09

traz facilidades, traz

55:11

vantagens, precisão, reproductividade

55:13

conforto, enfim,

55:15

melhora de fluxo, traz

55:17

muitas vantagens, então acho que é algo

55:19

que realmente veio para ficar

55:21

e eu acho que as empresas, por mais

55:23

que você falou, tem essa competitividade

55:25

de valor, eu acho que a competitividade

55:27

maior, né, que

55:29

sai ganhando, o cliente

55:31

sai ganhando também a empresa, é

55:33

o fato de competitividade

55:35

com relação a recursos, a

55:37

tecnologia desenvolvida, por isso

55:39

que eu acho que antes de investir

55:41

além do valor, claro que

55:43

isso pesa, é analisar

55:45

todo um por trás,

55:47

todo um vai, que a gente chama

55:49

de background, com relação a inovação,

55:51

com relação a tecnologia

55:53

e também, com a visão

55:55

que a empresa tem de

55:57

dar recursos para melhorar

55:59

o fluxo de trabalho de dentistas

56:01

e para impactar diretamente, né,

56:03

na qualidade do tratamento dos pacientes.

56:05

Uma coisa que você tocou,

56:07

que eu acho que é importante a gente falar,

56:09

eu acredito que hardware

56:11

já foi desenvolvido em um nível

56:13

que às vezes ficaria difícil a gente

56:15

dar um salto, um avanço

56:17

mesmo que daqui a cinco, dez anos

56:19

eu não vejo tantas inovações

56:21

em hardware.

56:23

E software sim. Agora,

56:25

em software, então, empresas

56:27

que valorizam software, que têm

56:29

um ecossistema completo, que é

56:31

o caso, vou puxar para tree shape, por que isso?

56:33

Isso, eu ia falar exatamente isso agora,

56:35

eu acho que o TRIUS, na minha opinião

56:37

e até

56:39

se você me permitir falar como usuário agora,

56:41

eu acho que

56:43

eu acho que

56:45

o TRIUS facilita muito a nossa vida,

56:47

eu acho que um dos melhores

56:49

escândalos do mercado, se não o melhor

56:51

para a prótese mesmo,

56:53

como ferramenta de trabalho é excelente,

56:55

eu acho que

56:57

ele tem muitos diferenciais

56:59

em cima dessa questão, principalmente

57:01

dos apps, dos diferenciais

57:03

que ele tem, a gente chama

57:05

de reforço

57:07

de planejamento, até

57:09

da parte do todôntica, a gente tem

57:11

o Smart Design,

57:13

tem

57:15

o simulador que você consegue acompanhar

57:17

toda a sua evolução de tratamento,

57:19

então são vários recursos

57:21

que acho que é interessante

57:23

um scanner hoje, ter não só o fato de

57:25

captura de imagem, que deixam ele

57:27

ser um produto

57:29

de outro nível.

57:31

Exato, você vai além

57:33

de substituir moldagem convencional,

57:35

acho que originalmente, lá atrás

57:37

os scanners podem até ter sido

57:39

desenvolvidos com essa finalidade

57:41

de substituir moldagens convencionais,

57:43

e acho que isso hoje

57:45

já está claro para o pessoal, faz

57:47

muito bem, de uma forma geral

57:49

os scanners já têm

57:51

bastante material na literatura

57:53

para embasar isso, só que

57:55

você ficar só para substituir

57:57

a moldagem convencional, pelo menos

57:59

com o triplo, até você subutilizar

58:01

demais o recurso, o equipamento,

58:03

porque ele te proporciona

58:05

recursos que te levam além de isso,

58:07

e é o que você falou, todos os

58:09

esquentos.

58:11

O triplo, por exemplo, entraga tudo isso,

58:13

acho bacana, não conheço

58:15

alguns outros scanners, conheço

58:17

outros muito bons também,

58:19

a gente tem uma série de

58:21

scanners maravilhosos no mercado

58:23

que funcionam super bem,

58:25

mas é aquilo, acho que

58:27

vale a gente falar, aproveitando

58:29

que você está aí também da

58:31

assertividade que o triplo tem

58:33

com próteses, que eu acho que assim, é

58:35

bem legal, e cada vez mais

58:37

eu vejo pela proporção

58:39

que as coisas vão tomando, que

58:41

a Atrechepe está fazendo isso

58:43

se tornar cada vez mais

58:45

acessível para o usuário,

58:47

está democratizando cada vez mais

58:49

o acesso do dentista

58:51

ao mundo digital.

58:53

O que é o que você falou, não é simplesmente

58:55

só o scanner, acho que

58:57

é tudo, tomada radiográfica,

58:59

o registro de ficha de papel

59:01

já ter virado as fichas

59:03

digitais no computador,

59:05

e acho que é tudo uma

59:07

evolução, aonde a gente

59:09

vai vendo que

59:11

de fato ser digital

59:13

é muito além

59:15

de simplesmente scanhar,

59:17

porque eu acho que muita gente fala

59:19

sou digital mas eu scanho, não, eu acho que

59:21

o digital seria um pacote completo,

59:23

você, né, eu acho que

59:25

nem, não deveria nem se chamar assim,

59:27

sou digital, sou analógico, eu não gosto

59:29

muito quando falo essa coisa, porque

59:31

eu acho que joga lá no

59:33

primeiro andar

59:35

enquanto o digital fica lá no topo

59:37

que o digital não é

59:39

não é algo, é que o digital é algo superior

59:41

que na verdade aquilo, eu volto a falar

59:43

são ferramentas excelentes

59:45

ferramentas que funcionam também

59:47

muito bem quanto é aquilo, mas precisa saber

59:49

de que forma

59:51

conduzir isso e de que forma

59:53

trabalhar, achar aí, uma coisinha

59:55

que eu vou falar, a gente está chegando no fim

59:57

da live já, mas acho que foi

59:59

foi super legal, passou super rápido,

60:01

é desgrêmio, essa hora que

60:03

você vê já acabou, pra quem

60:05

está aqui, eu estou

60:07

ferendo acostumado com esse negócio, então

60:09

eu sinto aqui, a hora que eu vejo,

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aí eu vejo esse tempo, eu me pergunto ainda se

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não tem, mas

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vou falar uma coisa

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muito legal que a Trishape, eu tenho

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que agradecer isso publicamente aqui

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ao Rodrigo D'Dario, que

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além de um parceirão aí

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da, do IGP

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e meu também, ele vai, a gente

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vai fazer um sorteio

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para

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as pessoas que participarem

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da Ville, sortindo um

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dia de treinamento, acho que são um ou dois

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dias de treinamento, como o Scanners

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da, com o Scanners TRIUS

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e vai ser bem legal essa dinâmica, um

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treinamento que tem o valor de 3 mil reais

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isso mesmo, 3 mil reais

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que vai ser disponibilizado

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para os nossos seguidores aqui, tanto

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do grupo dos VIPs, quanto para os

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inscritos na Ville, que é a semana

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das lentes de contato, inteligentes

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e a gente vai sortear esse

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treinamento com a Trishape, agradecer

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o Rodrigo, agradecer você, Chaip

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para ter passado esse tempinho com a gente

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aqui, trocando conhecimento

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e acho que...

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Oi?

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Na verdade nós é que agradecemos, a oportunidade

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de estar aqui, é sempre um prazer

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a gente tem super orgulho

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dessa parceria, então você sabe

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mas eu vou repetir, o que a gente

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puder fazer com o Teco Agente, que um prazer

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exato e enorme

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é isso, estamos juntos, Chaip, gostei

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Turma, último recado

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é...

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terminando esse vídeo, vou subir esse vídeo já na IGTV

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mas isso é uma outra questão

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daqui, só de 7 mil pessoas que estão até agora

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acompanhando a gente

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pessoal, eu vou no meus stories

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já vou postar um link

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de arraste para cima, para quem quiser se

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cadastrar na Ville, se você achou aqui que eu ia achar

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e falando umas coisas interessantes sobre

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moldagem, interessantes sobre

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a dinâmica desse tipo de trabalho

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e também só o que a gente vai falar

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em dias 3, dias exclusivos

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para se falar com lentes de contato

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eu vou estar com o Apa no dia, vou estar com Miguel estando

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e no outro com o Batistela, da Limorita

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e o Tung, que são os técnicos, a gente vai ter a visão

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dos técnicos, e cada um

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vai poder dar sua

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sua posinha de privim-pimpim

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nessa nisso que a gente chama de

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laminado-cerâmico, lentes de contato

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então Turma, eu vou deixar o link

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do arraste para cima, eu já deixei uns 4 hoje

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vou deixar mais um, eu quero que

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você recebe, quanto mais gente

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eu vou ficar muito feliz de ter você lá

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porque vai ser legal pra caramba a gente

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está se preparando e está preparando um material

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muito bacana para esses 3 dias

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tá bom Turma, então

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faça aí a inscrição, participa

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lá com a gente

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e vamos mudar

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esse cenário tão drástico e triste

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de retrabar no Brasil que a gente está vivendo

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hoje, porque a gente pode tornar

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os profissionais

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em nota 5, nota 7, nota 10

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e a gente quer saber como fazer isso

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acho que com técnicas

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simples, de fácil

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que são replicáveis, nada de

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complicar as técnicas

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a gente vê muito hoje cursos por aí

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de pessoas que talvez fizeram cursos

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e não despontaram, porque os professores

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acabam complicando tanto aquela técnica

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fazendo na hora de se inventar

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invento um monte de coisa, ou na hora

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de preparar invento um monte de coisa

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na hora de se inventar a boca da pessoa

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parece um... e vira e nada

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e isso vai ter

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fundamento com paciente

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na verdade a gente tem até

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histórico do que funciona, do que não funciona

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por isso a gente vai ter pessoas

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tão bem sucedidas na carreira, falando

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sobre esse tratamento, o que que elas usam

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e como que elas fazem

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para dar tão certo e nada de ficar

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complicando técnicas só porque é legal

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dar na aula, nada de ficar complicando

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técnicas só porque é bonito no Instagram

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muito pelo contrário, na verdade é simplificar

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algo para ser replicável

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você faça dois, três, quatro casos por dia

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e um dia se você conseguir

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chegar a fazer todos os dias

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casos, que é isso que a gente quer

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comercialmente, a sua carteira de clientes

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se a gente quer que você almenta o seu

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fatoramento no consultório, a gente quer

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que cada vez mais você tenha

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acertividade nos casos, condição

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de trabalhar mais vezes

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e conseguir ali fazer casos

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você chegando às oito horas da manhã até

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às nove horas da noite, conseguir

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fazer até dois, três casos de sementação

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que é possível, mas se fazendo

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com um método

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que é replicável, na verdade

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então vamos bater nessa tecla

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e despedir da turma aí

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legal que vamos falar do método

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replicável

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que é todos podem fazer não só os

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GDIs, porque tem coisas que só os GDIs

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fazem, tá bom?

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e é isso

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é tudo um projeto

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de coisa assim, que está democratizando

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o conhecimento

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e vai beneficiar grande parte

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vai beneficiar bastante pessoas

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do segmento, então parabéns, seja um

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projeto muito grande, só com

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pessoas de peso, show de bola, parabéns

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mesmo.

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Vamos juntos, Chai, vamos que vamos. Turma, obrigado

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por estar até o fim com a gente aí, boa

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noite. Obrigadão.

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Vamos que vamos, estamos todos juntos.

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Até a próxima, Chai, valeu.

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Obrigada, tchau, tchau.

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