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Boa noite, estamos ao vivo de novo, mais uma terça-feira aí com todo mundo, vamos começar aqui nossa live, o pessoal já está entrando e aí turma boa n
Transcrição na íntegra
Boa noite, estamos ao vivo de novo, mais uma terça-feira aí com todo mundo, vamos começar aqui
nossa live, o pessoal já está entrando e aí turma boa noite, a vídeo hoje vai ser bem legal,
a gente vai receber a Xai, a Xaini e vamos abordar um tema que tem sido bem controvérsio aí nos
dias bastante polêmico sobre moldagem digital, moldagem analógica, qual é melhor, qual é mais
indicado, qual que perfora melhor, na verdade a gente vai falar exatamente sobre isso, que é uma
polêmica na verdade entrar nesse assunto do que é melhor, que não tem hoje muito bem o que é melhor,
na verdade é o que se sabe fazer, a ferramenta que você sabe abordar, então eu já vou procurar a
gente aqui para a gente poder entrar, já achei, vamos lá, tá entrando, conectando, fala Xai, boa
noite, e aí Rafa, boa noite, tudo bem? Tudo bom, tudo certo aí, bem? Graças a Deus e por aí, tudo em paz,
eu dei o tempo de chegar aqui, nossa eu estava correndo para, cheguei em cima aqui em casa, saímo do
gostório ali, mas acabou de me procurar, a gente faz um esforço, a gente faz esforço para sair tudo
conforme a gente combina aqui, mas esse negócio de live assim é complicado, você não está na hora,
pessoal acaba, todo mundo está programado para assistir aí e depois acaba até a gente não está no
tempo, mas conseguimos, que bom, o ufa deu certo, mas que legal que você concordou em participar,
não, aproveitar Rafa, eu super agradecer, eu estou feliz com o convite, é uma honra enorme para
mim, estar aqui primeiro por estar ao teu lado e também por estar entre os teus convidados super
ilustres, né, eu que ainda estou assim engatinhando na minha trajetória e por não exercer assim
também, que a odontologia convencional, né, de mão na massa, seja na parte clínica ou na parte
laboratorial, então assim, é uma satisfação enorme, tá aqui, obrigada mesmo pelo convite, fiquei
muito feliz. O Shai, que legal, feliz demais de ter você aí, acho que é uma dinâmica bacana para a
gente poder abordar, porque não sabe pessoal, quem está conhecendo a Shai hoje, ela pega dentro
de reabilitação oral, PhD, então ela tem domínio extenso nesse assunto que a gente vai abordar hoje,
a gente vai falar de moldagem, tanto como hoje, acabou sendo recolhado de analógico e digital, são
duas coisas que a gente consegue bater muito bem nessa tecla, mas antes de tudo, o turma antes
da gente entrar, antes de mais nada, Shai, obrigado por ter aceito esse convite, eu fico muito feliz
da gente ter essa dinâmica aqui, porque não sabe também a Shai, ela está hoje numa
tocada muito forte junto com a Trixape, né, como é consultora, né Shai, fala? É, acaba sendo,
ah, foi eu entrei na Trixape, já vai fazer quatro anos e meio, eu entrei como especialista de
produto, então ficava respondendo pela divulgação mesmo, promoção, mais do escânderim oral,
a Trixape tem um portfólio todo completo, né, tem uma solução para cada necessidade, mas eu
ficava mais focado com o escânder e hoje eu estou na parte de treinamento, então sou gerente de
treinamento América Latina, cuido mais essa parte de capacitação, tanto prévia quanto pós
aquisição do equipamento. É, isso aí, toda vez que chega alguém novo lá no GP, a Shai baixa ali com
o prato, todo carinho e dá uma treinamento, é muito legal, muito bacana, a tocada, oi?
Pra maior satisfação. É, bem legal, bem legal, a gente teve, bom, já tem uma história legal
juntos pra contar, mas antes de tudo, Shai, pra gente fazer aquele atrecimento bacana, falar um pouco
do que vem por aí, primeiro vou pedir pra todo mundo começar, vende esse aviãozinho aqui embaixo,
tem um aviãozinho aqui, lá da carinha feliz aqui, pega o aviãozinho e convida mais dois amigos
dentistas aí, colegas de profissão, pode ser estudante, pode ser quem ainda nos formou,
quem já está formado há pouco tempo, mas convida esses colegas, por favor aí, pra gente poder acessar
maior número de pessoas, maior número de contas aí com esse conteúdo que a gente vai falar hoje,
que vai ser bastante interessante aí essa dinâmica, a gente vai conseguir ficar a live,
que já está com o engajamento legal, e se a gente atingir um certo número de pessoas pra
gente poder ultrapassar o tempo de uma hora de live, então pessoal, vamos convidar aí os colegas,
a gente vai dar um tempo, vamos aproveitar pra falar de que interessa bastante, que na semana que vem
começa ali a Viu, que é a Semana das Lentes inteligentes, a Vieners Intergen Week, que vai ser
muito legal hoje já no meu, nos meus histórias, ali eu consegui divulgar alguns dos novos que vão ter,
eu vou falar com o Dr. Apa, Dr. Miguel Stanley, vai ter bastante coisa legal, tem o Paulinho Batistella,
que vai estar lá com a gente também, o Davi Morita, vai ter uma turma boa, Milton, o Milton Reikei,
então a Semana é dedicada aí, três dias focados e dedicados num evento ao vivo, só sobre lentes de
contato e laminados cerâmicos, que a gente vai abordar, vai ser bem legal, e tem tudo a ver
com o que a gente vai falar hoje, né, porque é aquilo, o que é melhor, o que é mais indicado,
na verdade a gente tem que desconstruir esse diálogo, na verdade é o que funciona melhor e
para quem funciona melhor, seja no digital, seja na lógica, mas quando a gente começar a
esse bate-papo aí que vai ser bem legal, Chai, faça as apresentações aí para a turma depois que eu
falei também, eu acho que é interessante achar, contar um pouco da história dela, como você foi para,
uma coisa que até eu tenho curiosidade de saber, como você foi parar lá na tree shape, como foi o
crescimento na parte do da audiologia, como se chegou um cargo tão alto aí na tree shape de tanta
responsabilidade, como se atingiu essa, como se performou para estar lá? Bom, então nesse momento vou
contar um pouquinho, eu acho que desde quando me procuraram a primeira vez o que que eu queria ser
quando eu crescer, eu falei que eu já queria ser dentista, mesmo não tendo nenhum dentista na família,
eu não sei, eu falei e mantive a ideia fixa, então eu fiz o dom, eu fiz na Unespide Araraquára e quando
eu entrei, eu gosto muito de por a mão na massa, sabe Rafa, eu gosto muito da parte prática das
coisas, então o primeiro ano de faculdade a gente não tem essa vivência e aí o curso era integral,
o que eu fiz, que eu tive a oportunidade, foi assim, durante a minha graduação tinha um período noturno,
que era os últimos anos, então eu pedi a licença para os professores e aí eu ia no noturno para
auxiliar, sempre faltava alguém, então ficava ali sugando, era o próximo que eu tinha da odontologia,
então era um dia todo no internal e à noite eu ia para auxiliar e aí com esses professores,
e eu gostava da pediatria, uma professora me via lá todos os dias e ela falou assim,
você não tem interesse de seguir a parte acadêmica e fazer a iniciação científica?
E para ser um insinuação, eu nem sabia o que que era a iniciação científica naquela época,
porque eu entrei na odonto para ser dentista de consultório, mas eu gosto de um desafio e aí eu
fui aceitar esse desafio de iniciação científica, para encurtar um pouquinho a história, eu comecei a
dar um gosto por essa parte de investigação e aí quando eu fiquei no último ano, quando eu
finalizei, gerou um pouquinho daquela insegurança, eu volto para mim, na cidade dos meus pais, eu fico
por aqui em Ararapara, abro consultório, faço especialização, trabalho para os outros, o que
eu vou fazer? Tinha um que dessa dúvida e também tinha o lado que eu gostava bastante
de ir fazendo, então eu falei assim, eu vou prestar o mestrado, aí nesses dois anos eu amadureço
um pouquinho mais da ideia e eu estava voltando no título, quando eu entrei no mestrado, logo em
seguida eu fui convidada para pular o mestrado e direto para o doutorado e aí eu fiz o doutorado,
fiz tive a oportunidade de ficar uma parte fora para fazer uma parte da minha pesquisa, morei um
tempinho em Portugal e aí quando eu voltei para defender minha terra, eu falei assim, é isso que
eu quero, a M, que eu quero dar aula na faculdade, de preferência na faculdade, eu me formei e eu vou
para o último estágio, que o último estágio seria o post doc, só que naquela época estava numa
fase um tanto, inclusive crise política, o meu post doc não foi aceito por questões financeiros,
né? O governo não aceitou e aí já que não deu certo e era o meu plano azer, Rafa,
eu resolvi vir para São Paulo, resolvi vir para São Paulo para procurar oportunidades,
porque aqui ainda tem mais oportunidades que no interior, mas aquela ideia fixa de procurar alguma
clínica para atender ou mesmo faculdade para dar aula e aí eu não encontrei oportunidades assim que
me encantasse, me desce em brilhar tantos olhos e pus uma currícula na cátua, falei eu preciso de
trabalhar, vou pôr o meu currículo no site de busca e aí foi quando apareceu a tree shape,
então eu falo que foi a falta de oportunidade mais oportuna que eu tive, porque eu estava buscando
uma coisa, uma ideia fixa e no fim surgiu a tree shape e aí eu comecei a trabalhar como eu comentei no
início, como especialista, no começo foi um processo de adaptação, sabe Rafa, para ser muito
no começo eu ficava com aquela, aquele questionamento interno, poxa, mas eu estudei cinco anos de
graduação, mais cinco anos de doutorado e eu cobre mão de ficar na clínica ou de dar aula para
trabalhar com venda, que era o que eu enxergava na época, né, e numa época onde o digital Rafa
me enxergava muito no início aqui no Brasil, a tree shape para ser bem sincera, mas quando eu fui
chamada eu não conheci a empresa, não sabia do que se tratava, então enfim ficava com aquele
questionamento, mas eu falei eu tinha oportunidade de concurso que eu tinha passado para ser dentista,
eu falei assim quando concurso me chamar eu agradeço a oportunidade da empresa e aí vou ser dentista,
só que o concurso me chamou com seis meses de empresa e aí eu não sei quando, como já tinha
virado tanta chavinha, já estava tão assim, já tinha me encontrado tanto trabalhando na empresa,
que eu abri mão do concurso, que tem toda uma estabilidade por trás, foi uma decisão difícil de
ser tomada e aí eu abri mão e estou há quatro anos e meio na tree shape.
Onde já tem tudo isso? Legal. Tudo isso, coisas foram acontecendo, o digital foi evoluindo,
foi ganhando cada vez mais mercado, eu fui me encontrando cada vez mais nesse setor e eu sou
muito grata a empresa que assim, me deu oportunidade de crescimento pessoal e aí estou até hoje
feliz da vida, eu falo que eu me encontrei na odontologia mesmo sem exercer e sem por a mão da massa
eu não estou gostando, não é porque eu não gosto de por a mão na massa, eu gosto da odontologia
de moço, mas me encontrei nesse lado também, Rafa. Olha que legal, porra, tem bastante coisa que a
gente nunca tinha conversado, a respeito, principalmente dessa transição da parte acadêmica para
a indústria, propriamente dito aí. E eu acho muito legal, Rafa, você dar oportunidade até pelo
momento, a chance aqui, acho que uma das perguntas que eu mais recebo em Instagram e até poder
contribuir são alunos, ou às vezes até pessoas formadas que às vezes não se encontraram na
odontologia convencional, mas às vezes a universidade de uma forma geral, pelo menos aqui eu vi, não
explora a quantidade de vertentes que a gente tem, que a gente pode sim se encontrar na profissão,
seja na parte acadêmica, seja na parte clínica, seja na parte de concursos e também esse lado de
empresas também, é uma outra vertente muito legal, que tem desafios enormes, que te proporciona
crescimento, então acho que é um tópico bacana de ser escorada, então eu te agradeço a oportunidade
de falar aqui, porque quem sabe também da mesma forma como na época eu não sabia dessa possibilidade,
que eu encontrei, isso pode ser uma luz para quem de repente está aí ou se formando, que às
vezes gostaria de experimentar algo diferente, então tem esse lado de empresa que também é muito bom.
Sei que eu sou suspeita para falar, né? É, mas é uma baita oportunidade, é um baita plano de carreira,
porque acho que tudo funciona muito bem nesse sentido, a gente vê uma carreira consolidada,
assim, você tem um... além da expertise, você vai construindo o degrau pro degrau a sua
consolidação aí na área, que eu acho que isso que é super importante também dentro desse tipo de perfil, né?
É isso, é muito dinâmico né, Rafa? E assim, o que eu vejo de ponto bem positivo,
me permite associar tudo que eu gosto, então o conhecimento que eu adquiri na odontologia,
eu consigo aplicar o meu trabalho, na verdade ele é super importante, até porque eu falo assim,
o equipamento ele te proporciona, ou a solução, o software de uma forma geral, ele te proporciona
recursos, só que mais importante do que os recursos, é você saber em qual situação clínica ou
laboratorial você vai utilizar e otimizar aquele recurso, então para isso é a importância do
conhecimento técnico prévio, e aí eu consigo aplicar o conhecimento que eu adquiri, consigo,
fazer parte de treinamento, aplicar a parte acadêmica do meu doutorado, então de dar a aula,
ensinar, que é outro lado que eu gosto bastante, então juntou tudo que eu gosto e tá sempre em
contato com profissionais, o que assim proporciona um treinamento absurdo, toda vez que eu vou dar um
treinamento, eu na verdade mais aprendo do que eu ensino, na verdade é uma troca de conhecimento,
eu passo a informação do equipamento, mas a devolutiva que eu tenho do profissional,
que é muito importante assim, prática do negócio, é muito grande, então é um crescimento muito maior.
Show, deu uma travadinha aqui no final, mas deu para entender tudo, foi bem legal, deu para,
acho que a turma aí já tava, deixa eu ver ele, aí ó, são 3.600 pessoas, então é isso aí pessoal,
continuem convidando a turma aí, lembrem do aviãozinho, convide mais dois amigos para,
convide mais dois amigos aí para conhecer aqui o nosso trabalho live, chegar, moram no número de
dentistas e não dentistas ainda estudantes, para que a gente consiga ir transmitir esse
conhecimento de uma forma democrática totalmente acessível para todo mundo, e vai ficar mais
acessível ainda na na vio, que vai ser bem legal. Vou começar na sua maneira de perguntinhas,
que estão bem legal, a gente não combinou nada, aliás a gente se falou, aliás não combinou nada
aqui em nenhuma das lives, é o grande barato de fazer essas lives, que eu acho que se a gente faz
um briefing, acho que perde a espontaneidade, perde a naturalidade, claro as perguntas são bem
direcionadas para o assunto de hoje, mas eu não podia deixar de falar da convide e de como,
e de como vocês da indústria, que você tá na linha da indústria, como foi essa retomada agora
da pós-covid e como tá sendo agora no sentido de, e aí, as pessoas continuam atrás da tecnologia,
você sentiu que caiu o número de interessados na tecnologia ou esse setor não foi atingido pela
crise, como que foi essa, você pode passar esses dados para a gente se não puder, tudo bem,
fica a vantagem na sua resposta, mas eu tenho essa curiosidade, eu queria saber como foi,
vamos usar a tree shape de exemplo, mas como foi essa retomada na covinda?
Rafa, eu acho que foi um cenário, a sua fase, né, no início tava tudo muito inseto, não sabíamos
quanto tempo ia durar ou não tinha muitas perspectivas, então acho que foi normal de uma forma
geral em todos os setores, no início a gente ficar com um pouquinho mais de receio de dar um passo,
de repente até de seguir no caso que a gente estava, então, agora eu acho que ainda em a voltar
e como o príncipe tava dando para ouvir certinho aí, como é que tá?
Tá cortando um pouco, será que é o meu sinal ou o seu? Porque o meu tá tudo cheio aqui,
o meu também, tá dando umas picotadinhas, mas vamos continuar, então não vou sair do iFi não,
vamos continuar, desculpa. O meu também tá todo cheio, me avisa se de repente não melhorar
qualquer coisa eu saio do iFi. Tá, vamos que vamos. Então assim, eu tô ouvindo um retorno,
não sei se você também tá ouvindo retorno, eu tô preocupada com o que? Não, o retorno não, fica tranquila.
Ah, então tá bom. Então, Rafa, assim, a empresa acabou se adequando pra isso e principalmente
na parte de capacitação, então a gente promoveu bastante webinners, bastante treinamentos online,
demonstrações para as pessoas conhecerem o produto, mesmo antes de adquirir, então a gente
acabou adequar e trabalhar nesse sentido. Agora, com relação ao consultório em si, eu acho que o digital,
na verdade, a tecnologia veio para colaborar, inclusive nesse momento, onde a palavra de ordem
é biosegurança. Claro que no consultório doutológico, de uma forma geral, os dentistas sempre foram
preocupados com a biosegurança, só que em tempos de pandemia, isso ficou ainda mais exercebado. E eu
acho que a vantagem da tecnologia ficou ainda mais evidente nesse aspecto, né? De reduzir
contaminação cruzada, de otimizar os processos e com isso, assim, favorecer tanto por um menor tempo
de cadeira do paciente, uma otimização ali do tempo para o profissional, então acho que veio
no início e nesse sentido também mesmo no período de pandemia. Muito bom, muito bom. Gostei de saber
desses detalhes, porque eu comentei uma vez até aqui na live com o professor Paulo Cano, que isso é uma
vantagem também do sistema de escaneamento e também tem um dos poucos materiais de moldagem, que a
gente pode fazer a manipulação com luva ou com material de moldagem virtual da evoclera, o virtual,
os outros materiais, e com luva nitrírica, que é aí que tudo é manipular ou até com a luva, porque a
maioria dos materiais a gente não pode, porque a gente tem que manipular sem a luva por causa do
material e aí você acaba interferindo ali na polymerização do material, na transformação do
material e acaba entrando aí num fator de problemática para sua mistura de produtos. E o que é interessante
a gente comentar a respeito dessa etapa de moldagem digital, que seria o escaneamento, o que ele facilita
é dirigir um arquivo e é enviado para o laboratório como se fosse uma espécie de gente pula
aquela etapa do físico e já vai direto para o laboratório, o que seria diferente na moldagem
que a gente sempre teve acostumado a fazer, que se o dentista não faz aquela higienização
com hipocloritro ou seja lá com o que ele vai usar para fazer higienização, mas é necessário fazer
uma desinfecção da moldagem, então todo dentista hoje acho que se preocupa com seu técnico,
se preocupa com o envio do material para o laboratório deve sim fazer a desinfecção das moldagens,
das suas moldagens para enviar para o laboratório que é uma descontaminação, como se fosse
eliminar por completo tudo ali que tiver de bactérias, de infim, de tudo que a gente possa
fazer e fazendo essa desinfecção aí sim está liberado para poder ser compartilhado e enviado
e está tudo bem também, é normal, é assim que tem que ser, então acho que são, acho não,
tenho certeza que são duas ferramentas fantásticas para serem usadas nessa época, cada um possui
a vantagem mas é aquilo, como eu falei, tem que saber fazer, às vezes na analogia que a gente fala
que o digital é melhor porque você não tem um modelo na fase de covid melhor, mas pera aí,
quem tem pode comprar o material como virtual que é da IgloClair e manipular com as luvas
nitrílicas, não manipular com as mãos, porque normalmente se manipula com a mão silicone de
ação para que você não tenha o contrato dos reagentes elaborando uma reação mais rápida
e interferindo e prejudicando a reação de polymerização. Esse é um outro ponto né Rafa,
além disso que você falou, a gente interromper esse fluxo de contaminação porque no analógico você,
por mais que você tome todos esses cuidados, tem materiais hoje em dia que já evoluíram a
ponto de poder ser manipulado com luva, mas o próprio fato dessa liva ali, às vezes tanto
com o dentista auxiliar, depois vai para um meio de transporte, seja para um motor boy,
mais o pessoal do laboratório, toda a equipe do laboratório, então assim a cadeia de contaminação
é muito ampla né, com o digital a gente já elimina isso porque você é só o dentista
escaneando de forma muito mais rápido o paciente. O risco é de ser um dentista né,
e se ele estiver parametado. Exato, muito mais rápido e aí automaticamente o laboratório recebe
o arquivo e com um detalhe né, com a máxima precisão porque o processo analógico, às vezes
por mais que a gente faça essa desinfecção, tomando todos os cuidados do tempo de presa,
dos materiais, o tempo de vazamento específico de gesto para cada material, isso pode encorrer em
uma distorção, a gente já elimina tudo isso com o digital. Com certeza, você já está respondendo
quase que uma próxima pergunta aí. Desculpa, menina. Uma coisa exata, já pegando um gancho para a gente
falar de vantagens e desvantagens, que é aquilo, eu sempre falo que o melhor ferramenta seja
o analógico digital, é que você mais sabe usar e que você se sente mais confortável. Então digamos
que agora nessa fase de pandemia, quem trabalha na odontologia, que a gente já está acostumado a
trabalhar há muitos anos, que é a odontologia raiz convencional, como eu trabalho, porque
nos meus casos não são todos 100% melhor, nem existe 100% digital, mas eu não faço todos os meus
casos no digital hoje mesmo, eu sementei uma marcada que era toda feita no analógico, eu vou
falando, claro que 80% do meu fluxo é no digital, mas aqui o analógico, nessa etapa agora de covid,
quem está no analógico precisa ser muito mais criterioso, muito mais exigente por parte do seu
próprio trabalho, justamente para evitar esse tipo de, na verdade deveria ser sempre, né, que é uma
errada. Eu acho que é um cuidado que a gente tem que ter principalmente para enviar esse
material para os técnicos, o técnico, eu acho que ele recebe o trabalho com gosto, né, com outra,
eu já até comentei aqui na live, acho que é o com o David ou com o Hilton, que eu quando meu
laboratório nós fazíamos para terceiros, a gente terceirizava os nossos serviços para os alunos do
de contato VEP para o pessoal da especialização,
a gente até recebemos já casos,
olha só, de pessoas que já haviam feito o curso,
que não haviam desinfectado a moldagem,
sabiam que o protocolo era para fazer a desinfecção.
Então, olha a importância que é a gente condicionar sempre,
e estar sempre batendo na mesma tecla,
para que a gente consiga criar um protocolo mesmo,
e é um método onde a gente faz um trabalho que o técnico recebe de mãos cheias,
porque ele vai sentir o carinho, o cuidado,
e se isso for um conceito, eu acho que fica muito mais fácil de empregar.
Mas, olha só, eu tenho duas perguntinhas que eram aquelas que você já respondeu,
quase respondendo ali,
se existe, e a gente sabe que existe,
mas eu acho que é legal, eu queria que você falasse um pouco disso,
primeiro vamos falar do digital,
quais são hoje as vantagens de uma moldagem digital,
ou de um escaneamento,
em relação ao convencional,
e depois a gente faz de forma bilateral,
e a gente entra também,
quais são as vantagens da moldagem,
e tem vantagens em relação à moldagem convencional,
em relação à moldagem digital.
Então, vamos lá, Rafa, eu acho que,
para a gente responder a primeira pergunta,
as vantagens do digital,
eu acho que eu elencaria cinco principais vantagens,
primeiro delas, eu acho que economia de tempo,
e com isso, consequentemente,
o dentista vai conseguir um aumento de produtividade,
porque tem um menor tempo de cadeira,
e também, Rafa, eu sei que tempo é relativo,
eu tomo muito cuidado sempre quando vou falar com tempo,
quando dou os treinamentos,
que às vezes o dentista fala assim,
ah, mas eu já vi casos que eu demoro mais tempo moldando,
com o digital,
e moldando com uma moldagem convencional,
e eu concordo,
porque o digital,
ele te deixa assim, mais criterioso,
no sentido de poder ampliar,
você visualizar se tem uma área que está OK ou não,
e se não tiver OK,
você pode aproveitar o paciente ali na cadeira,
refinar e reescanhar,
então, o tempo de escaneamento,
eu concordo que às vezes pode ser maior,
mas o tempo todo do tratamento,
ele é menor, Rafa,
então, assim, você consegue economizar em tempo,
justamente, porque no analógico,
vamos imaginar que a gente faz uma moldagem,
faz toda a desinfecção via colaboratório,
muitas vezes o laboratório que vai identificar,
depois do gesso vazado,
que ficou uma bolha ali bem no término,
aí o que o laboratório tem que fazer?
Liga para o dentista,
falar que precisa repetir,
o dentista liga para o paciente,
marca uma nova consulta,
então, o tempo que se perdeu aí foi grande,
no digital a gente já consegue controlar isso,
porque deu algum probleminha,
eu já visualizo antes de mandar para o laboratório,
e refino,
só que é a área onde deu problema,
eu não preciso, como no analógico,
moldar totalmente de novo,
eu estou focado na área que deu problema,
então, a gente fala em economia de tempo,
e com isso, aumento de produtividade para o dentista,
uma coisa está ligada à outra,
economia com o material de moldagem,
e com o envio desse material para o laboratório,
então, não tem mais motoboy,
isso vai através de nuvem,
então, instantaneamente,
o dentista finaliza o escranhamento,
o laboratório recebe o arquivo pronto para trabalhar.
Precisão,
e aí a gente tem váxulos na literatura,
para embasar bastante essa resposta,
que a precisão acaba sendo maior,
porque a gente consegue controlar erros
na hora de remover essa moldagem,
erros de própria alteração dos materiais,
que era o que a gente estava comentando,
que por mais que tenha se desenvolvido materiais,
às vezes eles são suscetíveis a alterações por sineres,
em bebissão,
condições ambientais, que acabam interferindo.
Então, até tem um estudo legal,
o Ráfrica Achelelegado a gente compartilhar aqui,
ele fala que de 302 moldagens
pegam totalmente aleatórias em laboratórios,
80% dessa mostra era com erros,
então, eram moldagens com algum erro.
Sim.
80%,
é um número bem alto de 300 moldagens,
desse distante,
13% era aceitável
e só 7% era livre de erro.
Então, o artigo até conclui que na verdade a moldagem
seria o calcanear de aqueles da odontologia.
Claro que, né, a gente toma cuidado,
mas ainda está parível de erro.
No digital a gente consegue controlar isso,
sobretudo com scanners precisos.
Além disso, a gente diminui,
então a gente já falou de três tópicos,
acho que um quarto, a gente diminui as chances de distorção
e quando muito, se tiver algum problema,
como eu comentei,
a gente consegue reparar localmente aquele problema
sem a necessidade de escanear por completo.
E outro que a gente não poderia deixar de comentar
é o conforto e uma melhor experiência para o paciente.
Por quê? Porque o tempo de cadeira é menor.
E somada a isso, Rafa,
não tem um inconveniente do material de moldagem,
então não vai engasgar.
E o paciente ele ainda consegue visualizar
o procedimento 3D que está sendo formado.
E aqui eu acho que uma grande vantagem também
acaba sendo a possibilidade de usar o escaneamento
como uma ferramenta de marketing
e de comunicação com o paciente.
Com certeza.
Eu acho que você consegue falar melhor
até o quanto o paciente consegue ver o valor
tanto do procedimento em si
e o valor do tratamento,
porque hoje em dia os scanners
estão cada vez mais evoluídos.
A gente não usa só para substituir a moldagem convencional.
Temos inúmeros recursos,
que vão atuar diretamente na experiência do paciente.
Então acaba favorecendo também
essa comunicação com o paciente,
essa comunicação dentista, laboratório.
Então de forma resumida,
eu acho que eu pontuaria todas essas vantagens
do digital sobre o analógico.
Olha, só gostei, hein?
Mandou ver a resposta.
Muito legal.
É isso.
Até na parte que você fala também da análise
em tempo real,
que é possível através do escaneamento
do...
do communicate,
que é um...
Na nuvem?
Na nuvem, né?
E os outros scanners também acabam sendo...
É possível também a gente ter essa dinâmica,
que eu acho que isso é interessante para minimizar erros, né?
Porque o tanto de ver o que a gente vê realmente com moldagem,
às vezes a gente não consegue identificar
por mais que você tenha experiência,
por mais que você tenha ali um...
uma certa bagagem.
É muito difícil, às vezes,
para um dentista que...
tá ali na...
naquela tocada de reabitação,
identificar ali um pouco de distorção
até do próprio material de moldagem.
Por isso é tão importante a gente respeitar
o tempo do material,
se o fabricante diz e passa
o tanto de informações na bua do...
do material,
então é para a gente seguir aquilo lá,
né? Não é...
Por exemplo, 5 minutos e 30.
É para esperar 5 minutos e 30.
Não é para ficar pôndo a mão na bolinha lá,
feita de silicone esperando endurecer.
Eu sei que grande maioria faz isso.
Mas, não...
esse não é a forma indicada de visualizar
se o material de moldagem está bom ou não.
Então é respeitar cada material ali,
se tem o seu...
o seu respeitar a realidade de cada material,
que eu acho que assim continua sendo...
é muito interessante.
Mesma coisa do gesto,
porque depois que você molda,
você ainda tem etapa do gesto.
Se tem ainda no gesto, por exemplo,
já espatula o gesto com a proporção
pó ao líquido,
é uma coisa.
Líquido ao pó já é outra.
Você já tem resultado completamente diferente
na hora da espatulação, né?
Na hora de manipular.
Então são detalhes que fazem diferença
essa reação do líquido ao pó do pó ao líquido.
Se você participa,
transforma isso da forma errada,
você gera microbolhas
de oxigênio ali,
se você misturar a água, né?
O líquido ao pó.
E não o pó ao líquido.
Pra...
Já começa ali aumentando o número de...
de bolhas do gesto.
Então se não existe esse cuidado intermediário
até com material de moldagem também,
é claro que ele vai chegar
já carente de riquezas
que é o mais importante dele,
é isso, é o registro, né?
É o registro, claro,
sempre antecedendo isso,
mas isso é uma outra pergunta,
eu não vou entrar nela.
Agora eu quero saber...
Agora eu quero saber a parte importante
de qual a vantagem da moldagem
relação moldagem convencional, moldeira,
silicones,
em relação ao escaneamento.
Pronto, agora você me pegou, hein, Rafa?
Agora você me pegou.
Não, eu acredito assim
que você pontuou muito bem, né?
Independente se a gente escolhe
uma técnica do convencional
ou a técnica digital,
o importante é a gente respeitar princípios,
princípios de odontologia,
eu acho que são assim,
independentes de uma técnica ou de outra,
tanto que pra gente conseguir
uma adequada moldagem,
um adequado escaneamento,
eu preciso respeitar, por exemplo,
condição de afastamento,
gingival,
saúde desse tecido...
A resposta tá aí, ó.
Vê isso que você acabou de falar.
Saúde desse tecido,
eu preciso ter um preparo bem acabado,
bem polido,
com um término bem evidente.
Então tem toda uma preparação, né?
Antes de a gente chegar
na parte de aquisição
desse produto, desse modelo,
seja esse modelo físico, congesso,
ou esse modelo digital.
Então, eu acho que tudo isso
é um conjunto,
então que a gente precisa,
o dentista precisa tá bem antenado
e bem ali, como eu posso dizer,
com tudo estabelecido
pra conseguir bem essa aquisição,
independente de um ou de outro.
Sei que eu fiquei numa resposta
meio em cima do Moura, mas...
Não, esse é um pouco...
Você chegou a falar da parte de...
Eu entendo como uma vantagem,
assim, que é uma baita vantagem,
por isso que eu gosto tanto
da moldagem convencional,
porque a propriedade de...
de tixotropia das materiais
é muito...
É óbvio que com o scanner
você tem luz ali.
Quem tá registrando...
Quem tá registrando a terminação
ou a forma anatômica
que você deu pro seu preparo,
são milhares de fotos
ali tiradas por segundo,
que isso não é mais é que o escaneamento.
E aí,
qual é a vantagem da moldagem
em relação ao escaneamento?
Se a gente parar pra raciocinar,
como que acontece a moldagem?
A gente...
No escaneamento,
uma coisa que a gente pena,
e isso eu também preciso falar,
é na hora do afastamento
que a gente precisa realmente
visualizar os bordos,
perdão, as bordas de terminação,
de uma forma muito nítida,
porque ali é só imagem,
que vai registrar nossa...
Então, às vezes, um fio já não é suficiente,
principalmente, às vezes,
dois acabam sendo suficientes,
um de deflexão de retração.
E quando a gente faz um registro,
e principalmente uma dica que é legal,
usar pra escaneamento,
trabalhar com os fios da Pascal,
que são excelentes,
são...
As tramas são mais...
São mais duras, são mais...
E ele também é todo...
Isso a gente vai falar lá na Semana da Viu,
mas o fio da Pascal,
ele tem várias vantagens
em cima das outras...
das outras...
dos outros fios aí
que a gente encontra no mercado.
Mas a vantagem,
eu acho que tá...
Sabe aonde?
Justamente nessa parte de...
de...
Tixotropia dos materiais,
porque quando a gente usa
o poder de escoamento,
dos materiais ou a tixotropia,
a gente...
Quando a gente faz a modagem
com o silicone pesado,
isso eu até já comentei
com o grupo dos Ips
e enviei os artigos de...
da Foil Technique,
que é a técnica da Foil,
aonde a gente usa uma...
uma camada de...
Tensou-se mais de Pá,
que é ali pra fazer o...
a primeira camada de silicone pesado,
pra criar ali uma área de alívio
maior pro silicone leve,
pra poder com...
penetrar com mais...
né, propriedade ali.
Na hora que a gente faz
a inserção do silicone leve,
o material poliva espontânea
e à vontade da própria tixotropia,
ele já vai entrar
pra dentro do suco gengival,
o que não acontece
com o escaneamento.
Se você não tem...
Por isso que é tão difícil
registrar um escaneamento
de uma...
Não tão difícil,
mas às vezes é mais difícil
você fazer um bom escaneamento
bem feito do que fazer
uma boa modagem.
Porque...
Não é...
não é aquele conceito de que
ah, comprei o scanner,
vou ficar melhor dentista,
talvez você não vai ficar
um melhor dentista,
mas você vai ficar mais...
bem preparado pra certas etapas.
Porque na modagem,
a modagem ela compensa um pouco.
A própria material de modagem
ele penetra ali no suco gengival
e formando ali
uma área já de próprio...
afastamento,
o que não existe na...
na...
no escaneamento.
Então...
A modagem, o material,
ou seja, o material petado
acaba por si só
proporcionando um afastamento
mecânico ali.
Exato.
Viva, e pela propriedade de...
...
propicia essa invasão,
esse afastamento material.
O que é diferente
porque realmente é um...
então a luz, ela não consegue
fazer esse afastamento mecânico,
por isso da necessidade
de a gente trabalhar com fios afastadores.
E aí a gente até
recomenda duplo fio,
passando aqui pro pessoal
já um pouquinho de informação técnica,
tanto para um afastamento vertical,
quanto um afastamento horizontal,
porque eu falo sempre, Rafa,
que o scanner, ele é como
se fosse o meu terceiro olho.
Exato, retração e deflexão.
Porque a gente entenda isso, que é muito importante
entender os conceitos também
do afastamento gengival, porque não é simplesmente
colocar um fio ali da indaginha gengiva.
É muito além disso ali no suco gengival.
Talvez essa seria a etapa
que eu gosto muito de falar
em sua frase, que é a alma do tratamento, isso daí.
Isso, você não
cria esse esqueleto,
nada se perde. Então olha só como
todas as etapas de um tratamento estético,
seja ele rehabilitador,
funcional ou não funcional,
são importantes tanto como a modagem
quanto os preparos bem acabados,
tudo muito certinho
leva você a ter uma conclusão boa
quando você receber as peças
do laboratório, tudo aquilo vai encaixar
de uma forma tão simples,
tão gostosa de trabalhar,
que você vai cada vez mais
querer fazer com mais cuidado,
mais carinho, e você vai ver que a
modontologia é feita com esse carinho,
ela é uma modontologia que é replicável
e ela é uma modontologia que realmente
não é clichê, realmente é uma modontologia
que se faz com prazer, porque as coisas dão certo.
Mas é claro que a gente precisa respeitar
algumas etapas, né?
E aqui, Rafa, se você me permite,
eu até queria ainda nesse gancho
que a gente está,
pontuar duas coisas, né?
E é claro que é um pouquinho pro
lado do TRIOS,
que o scanner, apesar disso que a gente
comentou, né, da luz
não conseguir essa invasão,
a gente tem uma ferramenta
pra controlar isso, então eu consigo
ativar um recurso
do scanner e o TRIOS oferece isso,
onde
o simples fato de eu acionar essa
ferramenta, o scanner entende
que ele precisa de um maior alcance,
uma maior profundidade.
Claro que pra isso eu preciso ter pelo menos
um afastamento horizontal ali,
então a gente não abre mão do fio
mesmo com o scanner, e o segredo
Rafa do escaneamento é luz.
Aonde a luz chega, forma a imagem
e aí consequentemente
a somatória
dessas imagens vai gerar um modelo 3D.
Então eu preciso dar condição
pra luz chegar e a gente tem esse recurso
que proporciona esse alcance maior.
Catebrinco, que é o meu material
leve do digital.
Qual que é o nome do recurso,
Xai, pra pessoal saber?
Antes ele era chamado
Altadefinição
HB, né?
Hoje é chamado
de ampliação no zoom,
dependendo do idioma que tá o software.
Mas ampliação no zoom
é o nome do recurso.
E aqui Rafa, eu não vou fazer
não é o intuito fazer o advogado
do diabo, mas um outro ponto
que eu queria ressaltar, é que a gente
comentou pra casos de preparo, né?
Que a moldagem convencional
permite esse afastamento mecânico.
O que é desejável pra
mais em contrapartida
em outra situação, por exemplo
de um reborde desdentado
ou parcialmente dentado,
que tem uma mucosa fácil dali
e se eu faço
esse afastamento mecânico
depois a tendência
é a mucosa voltar pra posição
original. E com isso eu posso
inclusive interferir
em detenção de uma prótesia
por exemplo. Pois aqui no digital
eu já não tenho, porque a moldagem
é com essa mucosa em repouso.
Então tá vendo como a gente tem
vantagens e desvantagens
de um e de outro, dependendo
da situação clínica.
Por isso que eu falo, não tem
pelo menos na nossa filosofia
onde a gente acredita, não existe
esse negócio de digital melhor
analógico, pior ou dispersa.
Acho que é bom na mão de quem sabe
trabalhar, quem sabe trabalhar com a
ferramenta como uma vantagem
né, eu acho que é uma baita
vantagem, claro, mas é aquilo.
É, não é porque
eu conheço vários dentistas aí
que fazem um trabalho incrível
incrível, incrível, incrível mesmo,
trabalham foda, que
não são ainda
ou nem vão ser, talvez
da era digital, não fazem um
cara, um trabalho maravilhoso. Então
acho que é muito aquilo, sabendo
trabalhar vai muito bem tanto digital quanto analógico
acho que isso a gente tem que defender
e deixar bem claro pra gente
não plantar na cabeça das pessoas
uma ideia de
vender um
algo que vai resolver todos os
problemas, porque realmente não é, né
realmente eu acho que funciona, é muito
bom, é uma facilita
uma ferramenta
que traz pra nós
essa
essa dinâmica
tem alguma limitação
scanners pra gente
desenvolver a técnica de facetas e lentes
de contato?
Rafa, assim
o que a gente tem
de limitação seria mais
com relação
a por exemplo, capturas
de áreas
interprocimais, mas também
com a parte, com isso a gente
já até consegue hoje lançar mão
de um recurso ou outro, ou de uma
manobra na parte
da própria estratégia de escaneamento, que
é um outro ponto importante pra falar
pro pessoal, e da mesma forma como
o analógico, a gente tem que
tomar cuidado com vários
aspectos, igual você falou de
população, de proporção
de um componente com outro,
respeitar tempo de presa de cada um dos
materiais, tempo de vazamento
no digital, a gente também tem alguns
cuidados a serem levados em consideração
então eu tenho que estar com um
equipamento muito bem calibrado
se eu não tenho um equipamento calibrado
isso pode ser uma limitação
e eu posso acarretar
em problema, não pelo
equipamento em si, mas por
um não cuidado do dentista
com etapas prévias, por exemplo
de deixar o tempo
adequado do aquecimento pra não
embaçar, não deixar
saliva condensar no espelho
e atrapalhar a captura,
outra coisa que é
limitação, Rafa,
ou pode se tornar uma limitação
e interferir na qualidade
do produto final
não seguir uma
estratégia de escaneamento, então
são pensadas e estudadas
estratégias pra gente conseguir
minimizar qualquer distorção
e conseguir uma
melhor precisão do modelo final
então se isso não for
seguido, sim, pode causar
o mesmo não afastamento
esses cuidados prévios
podem acarretar
em problemas da mesma forma
como a gente tem na moldagem convencional também
legal, eu gostei da resposta
acho que ela, você tá
a gente realmente
acho que no sistema de escaneamento
a gente consegue
eu por exemplo, todos os meus casos
que eu preciso desenrolar de dentista de contata
exceto aqueles que eu acho
que eu preciso fazer
fazer uma graça
fazer um laminado de zero dois
uma coisa que ela era um, de zero dois
aquela gracinha, aí é legal uma
moldagem, que tem coisas que a gente
às vezes não consegue nem ver, mas isso não é
isso, eu já ouvia de um professor
que viu lá
os primórdios lá atrás, isso é
quase dez anos atrás, que
qual é a vantagem de você fazer um laminado
de zero dois milímetros, né
então é assim, porque não fazer
zero três, zero quatro, zero três
a gente já consegue
uma acertividade, as frisaduras já entregam
a zero três, nem
a zero dois, a frisadora vai conseguir
talvez alguns cadistas
consigam arrancar uma frisadora
de, não é uma frisadora daquelas mais
robustas, consiga arrancar um zero dois
de uma frisadora mais
robustas também.
A Virrafa, porque às vezes assim o scanner
pode até ser que ele consiga copiar
embora nesse caso
em torno
um pouco mais difícil e depende de
manobra, de jogo de luz, pra luz
espalhar em todas as direções, refletir
e a gente conseguir essa captura
mas a dificuldade também
tá no processo, né, no
cad can que a gente chama na parte
de desenho nem tanto, mas
sobretudo na parte de manufatura
de fresagem, que é o que você falou
às vezes muitas frisadoras, até pelo
próprio diâmetro da fresa
a gente não consegue
se for uma espessura muito fininha
ali. Exato
e tem outro ponto que eu achei legal
que você tocou, que é o ponto das
intetroximais, porque a gente que trabalha
com laminados
bastante, né, número assim
grande, a gente observa uma coisa
que a gente tem uma base de laminados
que é aquilo, romper o ponto de
contato já começou tudo errado
já não é mais nem, assim, eu já
desconsideraria
se vier pra mim com caso
com todos os pontos de contato assim
abertos, já, a técnica
ali já virou, tá beirando
aos dentes de tubarão, porque
não se rompe de jeito nenhum ponto
de contato pra fazer laminados
cerâmicos.
Mas, na moldagem
a gente pode fazer
menos. Eu acho que você consegue
ser até mais conservador.
Pro escaneamento, eu acho que o ponto de
contato tem que ser rompido com
listas de espessuras, tiras de
metal mais grossinhas
justamente porque o scanner tende
no próprio escaneamento, isso é
por segurança da própria
matriz, da fábrica
que já coloca aquilo como
media de segurança pra
não acontecer nenhum nada errado
e o problema é, como
a união dessas
peças, depois na hora que ele tá no dental
sistema ali fazendo o desenho, isso gera
um ruído porque ele não tem a
terminação exata do que é o que, muitos
desses arquivos, a gente percebe que
ficam todos unidos.
Então, a gente tem que sempre
pro escaneamento, eu acho que também é uma
dica legal e a gente pode
compartilhar isso, romper mais os pontos
de contato, não a ponto de
deixá-los, é, basicamente
a gente tem que ter um pouco de
interesse, mas de forma que você
veja a divisão
realmente de fato da terminação
mesial e da terminação
distal dos seus dominatos
principalmente na região de
papilas, de triângulos de papila
e das regiões de incisivos
centrais inferiores, incisivos
laterais inferiores também, que eu
acho que é a zona mais crítica,
ela tá me estilando no fim da lá e
vem quase 9, 7 pessoas, é legal
que vem, semana que vem tem viu, tá?
19, 20, 21 de outubro
todo mundo lá, hein?
Nós vamos falar de lente de contato até
encher o saco, até se
se cansarem, que vai ser
bem legal, vai ser assim, só a gente
grande com experiências, né,
que eles têm pra trazer
pra vocês mostrar que de fato a
técnica é uma técnica transformadora, mas
voltando pra, porque a gente tava
falando pra não perder a linha de raciocínio,
a gente trabalhando nessa forma
acho que no digital, por isso que eu gosto tanto
do que eu tô fazendo lá
com Wagner, que aliás, Wagner
um abraço pra vocês, se estiver assistindo a live
vai ter a nossa live,
ele já sabe que é o meu orientador de
mestado, que nós estamos fazendo justamente
é um grupo de estudos, nada mais,
de odontologia digital, que cada
um lá traz um pouco da sua experiência,
você vai vendo que cada um no digital
tá numa tocada, eu, por ter laboratório
eu resolvi também
fazer tudo, tudo no digital,
desde o, o que eu posso fazer no digital
eu tô fazendo, eu sou um aventureiro
mesmo, né, eu
até já paguei caro uma conta
de um caso que eu fiz, que eu fui fazer
inteiro no digital, do dia por dia, por outro,
acabei, né, a gente não tinha a menor noção
que tava fazendo, as peças não foram já
tiadas pra cimentação, nossa, virou
um cano, mas é aquilo, é curva
de aprendizado, acho que cada um tá
num ponto do digital, ninguém,
acho que é muito...
e essa troca é muito enriquecedora, né,
é muito, muito enriquecedora, principalmente
pro Backstage nos laboratórios
porque nós, né,
que temos laboratório também,
e somos proprietários de laboratório, a gente
acaba, também, tendo
esse desejo de fazer quanto mais
usar a ferramenta, mais entender
e mais afundo na ferramenta
pra ela, pra visualizar como ela facilita
de fato
a nossa vida. Então,
o gancho aí pra, antes
de ter uma última perguntinha aqui, que a gente já vai
falar, a gente já tem uma parinha,
como que você vê o futuro
da odontologia digital
nos próximos, ah, nos 10 anos
da ideodontologia, o que você vê de
o que eu acho
bastante que acorreu, que eu até já
respondi, que é o valor
dos scanners, cada vez lá embaixo, principalmente
com as dos chineses, que
tão vindo pro mercado, já com uma forma
mais agressiva, então jogando os
scanners, cada vez com preços mais
acessíveis, digamos assim,
e eu acho que também a indústria acaba
tendenciando a deixar
o seu produto mais acessível, acho que
o próprio triuzo hoje
está muito mais acessível do que ele estava
2 anos atrás, 3 anos atrás
eu acho que isso é uma tendência também da democratização
da tecnologia
para os usuários e futuros usuários, né?
Porque muita gente que tá assistindo a gente hoje
talvez não tenha
a condição de comprar um scanner hoje,
mas sabe que está se preparando para
e vai se preparar para
que existam de um scanner, então a pessoa já colocou
no mindset dela, opa, eu quero
entrar nessa onda, mas
para o momento não é o momento, é
aquilo que eu acho que eu digo, se a gente for planejando
as etapas que a gente vai investindo
no nosso constório, acho que a gente consegue
passinho por passinho
e chegando cada vez mais perto disso, eu acho que
como que você vê? Eu vejo dessa forma,
eu vejo assim, que daqui a
longos 10 anos vai estar
a realidade de constaurs ou do ontológicos
para escaneamento
tomada de imagem, a evolução
tanto do hardware quanto do software
vai ser muito maior do que a gente já tem hoje
e a competitividade talvez da indústria
seja um fator
que para a indústria não é nada bom, mas
para o usuário é, porque para nós
usuários quanto mais baratos o scanner
melhor, claro que é mais acessível
a gente gasta menos com a tecnologia
mas qual que é a sua opinião relação a isso?
Eu tenho uma opinião muito parecida
com a sua, Rafa, eu concordo
parte do que você falou, acho que
digital, né?
Ele veio para ficar e a gente tem que
desmistificar que às vezes digital
o pessoal atende a associar
só com o scanner, mas o digital
ele vai muito além, na verdade é um
conceito, né? E você tem como
ser digital, desde assim
se você já deixou de ter um
frontuário, ou se você já trabalha
com software de herenciamento de
tutorial, você já tem um que de digital
você já deu espaço
faz o planejamento
com fotos, a parte de
high-x digital, então
digital não é só o scanner
digital é todo um conceito, que eu acho
que assim, cada vez tem sido mais
incorporado na odontologia, porque
traz facilidades, traz
vantagens, precisão, reproductividade
conforto, enfim,
melhora de fluxo, traz
muitas vantagens, então acho que é algo
que realmente veio para ficar
e eu acho que as empresas, por mais
que você falou, tem essa competitividade
de valor, eu acho que a competitividade
maior, né, que
sai ganhando, o cliente
sai ganhando também a empresa, é
o fato de competitividade
com relação a recursos, a
tecnologia desenvolvida, por isso
que eu acho que antes de investir
além do valor, claro que
isso pesa, é analisar
todo um por trás,
todo um vai, que a gente chama
de background, com relação a inovação,
com relação a tecnologia
e também, com a visão
que a empresa tem de
dar recursos para melhorar
o fluxo de trabalho de dentistas
e para impactar diretamente, né,
na qualidade do tratamento dos pacientes.
Uma coisa que você tocou,
que eu acho que é importante a gente falar,
eu acredito que hardware
já foi desenvolvido em um nível
que às vezes ficaria difícil a gente
dar um salto, um avanço
mesmo que daqui a cinco, dez anos
eu não vejo tantas inovações
em hardware.
E software sim. Agora,
em software, então, empresas
que valorizam software, que têm
um ecossistema completo, que é
o caso, vou puxar para tree shape, por que isso?
Isso, eu ia falar exatamente isso agora,
eu acho que o TRIUS, na minha opinião
e até
se você me permitir falar como usuário agora,
eu acho que
eu acho que
o TRIUS facilita muito a nossa vida,
eu acho que um dos melhores
escândalos do mercado, se não o melhor
para a prótese mesmo,
como ferramenta de trabalho é excelente,
eu acho que
ele tem muitos diferenciais
em cima dessa questão, principalmente
dos apps, dos diferenciais
que ele tem, a gente chama
de reforço
de planejamento, até
da parte do todôntica, a gente tem
o Smart Design,
tem
o simulador que você consegue acompanhar
toda a sua evolução de tratamento,
então são vários recursos
que acho que é interessante
um scanner hoje, ter não só o fato de
captura de imagem, que deixam ele
ser um produto
de outro nível.
Exato, você vai além
de substituir moldagem convencional,
acho que originalmente, lá atrás
os scanners podem até ter sido
desenvolvidos com essa finalidade
de substituir moldagens convencionais,
e acho que isso hoje
já está claro para o pessoal, faz
muito bem, de uma forma geral
os scanners já têm
bastante material na literatura
para embasar isso, só que
você ficar só para substituir
a moldagem convencional, pelo menos
com o triplo, até você subutilizar
demais o recurso, o equipamento,
porque ele te proporciona
recursos que te levam além de isso,
e é o que você falou, todos os
esquentos.
O triplo, por exemplo, entraga tudo isso,
acho bacana, não conheço
alguns outros scanners, conheço
outros muito bons também,
a gente tem uma série de
scanners maravilhosos no mercado
que funcionam super bem,
mas é aquilo, acho que
vale a gente falar, aproveitando
que você está aí também da
assertividade que o triplo tem
com próteses, que eu acho que assim, é
bem legal, e cada vez mais
eu vejo pela proporção
que as coisas vão tomando, que
a Atrechepe está fazendo isso
se tornar cada vez mais
acessível para o usuário,
está democratizando cada vez mais
o acesso do dentista
ao mundo digital.
O que é o que você falou, não é simplesmente
só o scanner, acho que
é tudo, tomada radiográfica,
o registro de ficha de papel
já ter virado as fichas
digitais no computador,
e acho que é tudo uma
evolução, aonde a gente
vai vendo que
de fato ser digital
é muito além
de simplesmente scanhar,
porque eu acho que muita gente fala
sou digital mas eu scanho, não, eu acho que
o digital seria um pacote completo,
você, né, eu acho que
nem, não deveria nem se chamar assim,
sou digital, sou analógico, eu não gosto
muito quando falo essa coisa, porque
eu acho que joga lá no
primeiro andar
enquanto o digital fica lá no topo
que o digital não é
não é algo, é que o digital é algo superior
que na verdade aquilo, eu volto a falar
são ferramentas excelentes
ferramentas que funcionam também
muito bem quanto é aquilo, mas precisa saber
de que forma
conduzir isso e de que forma
trabalhar, achar aí, uma coisinha
que eu vou falar, a gente está chegando no fim
da live já, mas acho que foi
foi super legal, passou super rápido,
é desgrêmio, essa hora que
você vê já acabou, pra quem
está aqui, eu estou
ferendo acostumado com esse negócio, então
eu sinto aqui, a hora que eu vejo,
aí eu vejo esse tempo, eu me pergunto ainda se
não tem, mas
vou falar uma coisa
muito legal que a Trishape, eu tenho
que agradecer isso publicamente aqui
ao Rodrigo D'Dario, que
além de um parceirão aí
da, do IGP
e meu também, ele vai, a gente
vai fazer um sorteio
para
as pessoas que participarem
da Ville, sortindo um
dia de treinamento, acho que são um ou dois
dias de treinamento, como o Scanners
da, com o Scanners TRIUS
e vai ser bem legal essa dinâmica, um
treinamento que tem o valor de 3 mil reais
isso mesmo, 3 mil reais
que vai ser disponibilizado
para os nossos seguidores aqui, tanto
do grupo dos VIPs, quanto para os
inscritos na Ville, que é a semana
das lentes de contato, inteligentes
e a gente vai sortear esse
treinamento com a Trishape, agradecer
o Rodrigo, agradecer você, Chaip
para ter passado esse tempinho com a gente
aqui, trocando conhecimento
e acho que...
Oi?
Na verdade nós é que agradecemos, a oportunidade
de estar aqui, é sempre um prazer
a gente tem super orgulho
dessa parceria, então você sabe
mas eu vou repetir, o que a gente
puder fazer com o Teco Agente, que um prazer
exato e enorme
é isso, estamos juntos, Chaip, gostei
Turma, último recado
é...
terminando esse vídeo, vou subir esse vídeo já na IGTV
mas isso é uma outra questão
daqui, só de 7 mil pessoas que estão até agora
acompanhando a gente
pessoal, eu vou no meus stories
já vou postar um link
de arraste para cima, para quem quiser se
cadastrar na Ville, se você achou aqui que eu ia achar
e falando umas coisas interessantes sobre
moldagem, interessantes sobre
a dinâmica desse tipo de trabalho
e também só o que a gente vai falar
em dias 3, dias exclusivos
para se falar com lentes de contato
eu vou estar com o Apa no dia, vou estar com Miguel estando
e no outro com o Batistela, da Limorita
e o Tung, que são os técnicos, a gente vai ter a visão
dos técnicos, e cada um
vai poder dar sua
sua posinha de privim-pimpim
nessa nisso que a gente chama de
laminado-cerâmico, lentes de contato
então Turma, eu vou deixar o link
do arraste para cima, eu já deixei uns 4 hoje
vou deixar mais um, eu quero que
você recebe, quanto mais gente
eu vou ficar muito feliz de ter você lá
porque vai ser legal pra caramba a gente
está se preparando e está preparando um material
muito bacana para esses 3 dias
tá bom Turma, então
faça aí a inscrição, participa
lá com a gente
e vamos mudar
esse cenário tão drástico e triste
de retrabar no Brasil que a gente está vivendo
hoje, porque a gente pode tornar
os profissionais
em nota 5, nota 7, nota 10
e a gente quer saber como fazer isso
acho que com técnicas
simples, de fácil
que são replicáveis, nada de
complicar as técnicas
a gente vê muito hoje cursos por aí
de pessoas que talvez fizeram cursos
e não despontaram, porque os professores
acabam complicando tanto aquela técnica
fazendo na hora de se inventar
invento um monte de coisa, ou na hora
de preparar invento um monte de coisa
na hora de se inventar a boca da pessoa
parece um... e vira e nada
e isso vai ter
fundamento com paciente
na verdade a gente tem até
histórico do que funciona, do que não funciona
por isso a gente vai ter pessoas
tão bem sucedidas na carreira, falando
sobre esse tratamento, o que que elas usam
e como que elas fazem
para dar tão certo e nada de ficar
complicando técnicas só porque é legal
dar na aula, nada de ficar complicando
técnicas só porque é bonito no Instagram
muito pelo contrário, na verdade é simplificar
algo para ser replicável
você faça dois, três, quatro casos por dia
e um dia se você conseguir
chegar a fazer todos os dias
casos, que é isso que a gente quer
comercialmente, a sua carteira de clientes
se a gente quer que você almenta o seu
fatoramento no consultório, a gente quer
que cada vez mais você tenha
acertividade nos casos, condição
de trabalhar mais vezes
e conseguir ali fazer casos
você chegando às oito horas da manhã até
às nove horas da noite, conseguir
fazer até dois, três casos de sementação
que é possível, mas se fazendo
com um método
que é replicável, na verdade
então vamos bater nessa tecla
e despedir da turma aí
legal que vamos falar do método
replicável
que é todos podem fazer não só os
GDIs, porque tem coisas que só os GDIs
fazem, tá bom?
e é isso
é tudo um projeto
de coisa assim, que está democratizando
o conhecimento
e vai beneficiar grande parte
vai beneficiar bastante pessoas
do segmento, então parabéns, seja um
projeto muito grande, só com
pessoas de peso, show de bola, parabéns
mesmo.
Vamos juntos, Chai, vamos que vamos. Turma, obrigado
por estar até o fim com a gente aí, boa
noite. Obrigadão.
Vamos que vamos, estamos todos juntos.
Até a próxima, Chai, valeu.
Obrigada, tchau, tchau.
Assista ao vídeo original no Instagram.
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