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Tô uma coca pra mim cheia? Oi, turma! Boa noite! Estamos ao vivo? É isso? Exato! Entramos ao vivo. Muito bom! Boa noite! Todo mundo junto agora! Começ
Transcrição na íntegra
Tô uma coca pra mim cheia? Oi, turma! Boa noite! Estamos ao vivo? É isso?
Exato! Entramos ao vivo. Muito bom! Boa noite! Todo mundo junto agora!
Começamos mais uma live! Hoje com Miguel, Miguel Estano aí de Portugal, meu irmão, parceiro aí.
Tudo ótimo com ele também. Fala do Menicol, Daniel também, parceirão.
Ó, essa live de hoje tá super legal. Miguel, já me manda a solicitação que eu já vou te arrastar aqui.
Já me manda aqui. Pessoal?
Acho que agora vai, hein?
Aí, Arut!
Então, como é que você está?
Tudo certo aí, cara?
Você parece rastro da Hollywood, cara.
A pressão tá forte agora. Hard level!
Hard level!
Tamo junto! E aí, cara? Que bom te ter aqui, cara. Boa noite, hein? Primeiramente. Que legal, cara. Tamo junto. Muito bom.
Muito obrigado pelo convite, sabe? Porque é sempre um prazer falar com alguém que trabalha tanto quanto eu, porque você é uma inspiração, não só para milhões de dentistas no Brasil, mas centenas de milhares de dentistas no Brasil,
mas no mundo todo. E você é uma inspiração pela alegria, pela pessoa equipe, pela beleza, pela felicidade de transpira.
Portanto, eu estava bem motivado a falar com você hoje, cara.
Pô, você também, cara. Você também é uma inspiração. Pode ter certeza, meu cara.
E o parente que estou precisando de que você me bota em uns lentes de contato aqui em mim.
E, Vem, é seu brasileiro aí. Estão vendo? Hollywood, você é o meu.
Opa, opa, opa. Legal, meu irmão.
Cara, a gente ficou muito feliz pelas palavras, meu irmão. Ficou desonjiado de coração.
E a gente sabe que a recíproca é verdadeira, sabe que minha admiração por você é tão grande quanto imagino que você saiba disso.
Já já te falei, sempre te falo.
Por isso que você está aqui hoje, porque são os caras que eu respeito aí no mundo à fora da doutologia.
E está fazendo um puta trabalho legal aí, puta trabalho de respeito, um trabalho que merece ser compartilhado para o brasileiro, né?
O dente da brasileira tem que conhecer isso também.
Precisa te ver esse Miguel, né? Que que o Miguel está fazendo aí.
Muita já te conhece, mas o que se não conhece, vão ficar conhecendo hoje, pode ter certeza.
E, cara, é um trabalho assim bem legal e a gente troca inspirações.
Eu acho que é isso, cara. Eu acho que você me inspira, acho que a gente tem essa forma multa aí de admiração.
Acho que esse é o legal da nossa dinâmica, né, cara?
Eu acho que isso é o que favorece muito esse trabalho.
Eu acho que, Rafa, sabe que há uma frase que eu usamos muito aqui em Portugal,
que é para para bom entendedor meia palavra basta.
E nós, apesar de não passarmos muito tempo juntos, nós trabalhamos em clínicas de grande impacto, de grande volume,
com clientes muito exigentes que vêm de todo o mundo para que nós possamos cuidar do sorriso deles.
E eu não preciso de saber como é que você gera o seu negócio para saber as tuas dificuldades das 8 da manheta às 8 da noite.
Porque humanos são humanos e muita gente vê o carro, vê o sucesso, vê classes executivas, vê as férias, vê o lado do sucesso.
Mas não entendo tão bem o trabalho duro que está por trás disso.
E você tem um hashtag que é o MQ, Hard Level.
Hard Level.
Nível duro.
Eu gosto muito disso porque há poucas pessoas neste universo da doentologia da F1,
você tem, os brasileiros têm uma história de fórmula muito forte, não é?
E alguns dos melhores doentistas do mundo são brasileiros, sem sombra de dúvida,
mas poucos conseguem equilibrar tanto o sucesso como a projeção de saúde, felicidade, bem-estar, motivação como você.
E a outra frase portuguesa é, os santos da casa nunca fazem milagres.
Que é, uma pessoa nunca é muito herói em casa, não é?
É sempre o sol lá fora.
E eu só posso imaginar que você deve ter muito inveja à sua volta, muita gente atacando você,
porque como é que você pode ter tanto sucesso ser bom dentista e ser tão bonito?
É possível.
E eu fico sempre curioso porque é só uma coisa que depois interessa, que é consistência,
e vamos ver quanto tempo esse cara aguenta o ritmo.
E você, Rafa, aguenta ritmo, Hard Level há muitos anos e tens o meu respeito a 100%.
Pô, irmão, que legal ouvir, porra cara, obrigada aí.
É demais, hein cara.
Quantos anos é que você tem?
Tenho 32, mãe.
Eu tô com 47, quase 48, sou 30.
Oh, tá bem pra cacete, hein, mãe.
22 anos já.
Te dava uns 36, 37 ali, hein.
E você vai lutar aqui umas lentes de contato pro Glício.
Vou fazer, vou fazer.
Vou baixar aí, faça.
Vamos que vamos, né?
Bora cara.
Mãe, deixa eu falar, agora vamos fazer, a gente sempre faz um aquecimento aqui da live,
com toda audiência, que é justamente pra gerar mais engajamento na live,
fazer essa live chegar a mais pessoas, pra que a gente consiga atingir um maior número de pessoas também.
Pra que o nosso bate-papo aqui possa ser disseminado aí pelo mais maior número de profissionais.
Então turma, ó Miguel, tá vendo esse aviãozinho aqui que tem aqui embaixo?
Pessoal, o aviãozinho compartilha, pega o aviãozinho, compartilha com mais duas pessoas,
que você acha interessante compartilhar esse conteúdo.
Pessoal do Miguel aí que tá assistindo a live também, né Miguel?
Fala aí que o pessoal compartilha com mais dois colegas a live,
pra gente poder ter engajamento aí.
Isso é uma ideia fantástica, vai.
Toda gente tá seguindo, everybody following me in English as well,
share this with two friends, partilhar com dois amigos por favor, vamos lá.
Vamos lá subir o meu.
Exato, vamos subir, vamos subir, a gente quer subir, a gente quer subir.
É isso, é isso, é isso, pessoal.
E cara, eu tô muito feliz cara, deu super certo aí o nosso time,
que horas são aí, 11 horas da noite? 10h30?
11h30 da noite, mas o que interessa é que o mundo nunca para, nós nunca dormimos,
e eu acho que quando estamos no nosso nível, estamos sempre a trabalhar, cara,
hora não interessa.
Exato, pensei exatamente assim, o terça-feira sabe que hora que eu saí do constaú,
essa terça aqui.
Chute aí, chute aí, chute aí.
Chutei a da manhã?
Não, saia da manhã.
Não sei, meia noite, meia noite.
Dois da manhã, dois da manhã.
Eu na quinta-feira entrei às 6h da manhã e saí às 2h da manhã,
veio uma pessoa da Los Angeles, de propósito, para fazer um tratamento, fusourar,
depois fazer o follow-up, eu nunca trabalho no fim de semana,
mas este fim de semana tive que fazer o follow-up.
É duro cara, é duro uma pessoa ter, e sabe que quanto mais clientes exigentes se tem?
Você quando vai ao hotel de três estrelas, você não queixa quando o serviço é ruim.
Você paga nos cinco estrelas, se a almofada estiver torta, você já queixa.
Você quer matar todo mundo.
Quer fazer mais exigentes, então já não fazemos só a doutologia,
mas também o serviço que tem que ser prestado.
Hard level.
Hard level, tudo lá em cima, cara.
A experiência dos clientes tem que ser impecável, não só o trabalho como um todo,
não só o dênger, você tem essa percepção também do atendimento ao cliente,
desde o momento que o cara riga no constório,
como tratar esse cara com sorriso no rosto do atendente,
se o atendente já não está preparado para atender o telefone,
já perdeu uma venda, já perdeu um cliente,
já é um cara que vai falar,
mas não me atenderam tão bem, não tem aquele encanto, aquele sorriso no rosto,
então a coisa começa lá atrás, é com todo mundo.
Mas sabe, Rafa, é um bom filtro,
sabe que quando você não tem clientes,
então você coloca atrás de qualquer pessoa para fechar o acordo,
eu ofereço um carro se você vem na clínica,
que há muita gente que está fazendo esse negócio,
porque não investiram o tempo, a ciência, a tecnologia adequada na sua evolução.
Então, quando eu vejo um cliente logo na primeira interface,
ao telefone ou nos primeiros minutos de interface,
questionando o serviço,
eu fico logo, por mais famoso que seja, por mais dinheiro que possa gerar a clínica,
eu fico sempre um pouco de pé atrás, porque se nós vamos entrar no nosso trabalho,
afeta a saúde, autoestima o equilíbrio, a biologia, a psicologia, a produtores,
e se nós vamos, se a pessoa fica zangado pelo serviço,
imagina-se qualquer coisa corregrada com o tratamento.
Exato.
Pior. Então muitas vezes até acho que é um bom filtro,
logo no início, perceber se a pessoa vale a pena ou não.
Eu não trato toda a gente, você trata 100% das pessoas que vêm pedir a sua ajuda ou não.
Então, basicamente funciona assim, o filtro que existe,
eu acho que ele é dado no momento que a gente tem como base a parte de consulta,
que é a partir do momento que você estipula ali numa consulta um valor pelo seu trabalho,
porque eu não vendo, o que eu falo, eu não vendo dente,
eu vendo um, a minha consulta, eu não tenho consulta,
eu vendo para o paciente um projeto,
se ele quer se consultar comigo, ele vai ver um projeto do que vai ser feito.
Então, esse é o meu filtro, já.
Quem não quer ver projeto, quem não quer saber de, por exemplo, se vai ficar bom,
se não vai, quem só quer um orçamento, nem vai perder tempo comigo.
Quem quer ver um projeto, uma coisa bem embasada, com fundamento,
vai para fazer um projeto, uma consulta que tem um retorno,
a gente só faz exames no primeiro momento, é escaneado,
ou se não seria moldado quando eu não tinha o scanner,
pouco importa se é digital ou analógico, já falei que isso não faz a menor diferença,
mas é necessário que seja feito o projeto, o encerramento.
Esse é o filtro, a gente põe um preço nisso, porque isso tem valor agregado,
isso é obvio que é cobrado, então eu não cobro a consulta,
eu cobro um projeto dos meus pacientes,
então, ah, quanto você cobra a consulta? Não, não é quanto eu cobro a consulta,
eu cobro um projeto que eu gero para os meus pacientes,
e aí eu filtro pelo projeto. Quem quer? Quem não quer?
Procura o Zézinho, o Luizinho, que faz um outro tipo de trabalho,
e ok, tudo bem, maravilha.
Rafa, é exatamente isso, eu digo já há muitos anos que, sabe que infelizmente
para o público brasileiro e também português, eu falo muito em inglês,
porque a minha mãe em inglês é na China, África e o Sul,
então a minha primeira língua é inglês, por isso é que eu comunico muito inglês,
mas, então, às vezes as coisas não são traduzidas, mas eu falo, muitas vezes,
que nós vendemos um sonho, nós vendemos um, como você falou muito bem, um projeto,
e eu não quero clientes, eu quero um parceiro,
porque o cliente procura uma troca de dinheiro por um serviço ou um produto,
enquanto com parceiro constrói o produto junto.
Juntos, total, exato.
E um parceiro, quando há problema, encontra solução junto,
o cliente, quando há problema, cria problema,
você agora tem que resolver o problema, e o nosso trabalho é resolver problema,
é resolver conflito.
O dia inteiro é para dar licença.
O anelógico digital não faz você melhor ou não, e também a minha consulta,
a primeira consulta é a quisição de dados, cbct, tomografia, taxa, tomografia.
É, como aqui?
Nós, não sei se você já fez construção de uma casa,
o projeto de uma obra, de uma casa, a renovação.
E meu pai, meu pai, meu pai é dinheiro.
Então, o que nós fizemos...
O filho de constrói-préio.
É mais parecido com a indústria do teu pai do que com qualquer outra indústria,
porque o casal ou a pessoa que pede um projeto,
eles não querem arquitetura, não querem engimiria, não querem sanita,
não querem decoração, o que eles querem é conforto e segurança de um lar.
Eles querem estar em casa já relaxado, poderem entreter amigos,
as pessoas querem construir a casa.
Mas o trabalho, se você fazer isso, eu chamo em inglês,
favela dentistry.
Como?
Odontologia favela.
Odontologia favela?
É uma frase minha, porque quando você está sobrevoando o Rio de Janeiro,
a favela é linda, do longe.
Quando você chega perto, você vê que as pessoas estão lá morando,
muitas gerações já lá viveram, mas aquilo foi feito sem planeamento urbanístico.
Aquilo não tem durabilidade, não tem suridez, entende?
Então, na odontologia, se você está construindo em cima da hora,
você está preparando o cliente por fracasso.
Então, sem um plano arquitetónico, engenharia, escolher os materiais,
fazer o plano, timing e é nessa aventura que você conquista o paciente,
é nessa história.
E como você falou, se alguém não tem tempo para ouvir isso, adeus.
Não, nem perdemos tempo com isso, que é um paciente que não tem...
é um outro tipo de paciente, é um paciente que vai comprar pelo preço,
é um paciente que vai comprar pelo presente que ele vai ganhar, do dentista,
ou pelo mi...
É um outro nicho de paciente, não é o paciente...
Mas dá um acordo para tudo, da forma...
Eu sei que você gosta de carros bons.
Sim.
Então, quantos stands da Lamborghini, ou da Rolls-Royce,
há em São Paulo 3, 4, no máximo, uma cidade com que é 20 milhões de habitantes?
Qual é a população de São Paulo?
Cara, e você me pegou, eu acho que é uma média, acho que é acima de 16 milhões,
mas saiu esses dados, não é?
Entre 16 e 20 milhões de habitantes.
Exato.
1% 10% então são 1.6 milhões a 1.8 milhões, 10%.
1% é 180 mil pessoas.
É muita gente, cara.
É muita gente, cara.
É muita gente.
Então, vamos por 0,1% são 18 mil pessoas.
Ainda muitas vezes.
Você fazendo...
Não consegue tratar 0,1...
Vamos até reduzir mais, 0,01 é 1.800 pessoas.
Você fazendo faceta, lentes de contato, boca toda, em 1.800 pessoas?
Há muitos anos, cara.
Muitos, muitos, muitos, muitos anos.
Então, o nicho, você quando pensa que alguém abre um stand da Rolls-Royce,
ou abre um grande penthouse, de como é que você chama,
a cobertura de um hotel, entre elas,
as pessoas estão a pensar isso não é para todo mundo, isso é para 1%.
E isso não é elitismo, é um serviço e um produto muito, muito raro,
que dá emprego a muitas pessoas, cria oportunidade de negócio a muitas pessoas,
paga muito imposto ao Estado, cria muito mais oportunidade.
Bom, eu pago de imposto a cada 3 meses, meu irmão, não está escrito, mano.
Se eu só negasse, meu amigo, mas olha, meu amigo, é uma paulada na cabeça.
Cara...
O meu melhor cliente é o Estado.
É, vai uns 3 carrinhos aí de, vai umas 3...
Mas não é isso aí.
3 mercedoras aí por mês.
E é que as pessoas muitas vezes não sabem, o colega, o dentista,
que está tentando 40 pacientes por dia fazendo amálgana,
e eu não consigo entender esta área da dontologia.
Eu acho que é exagerado, muitas vezes, não é?
E é uma pergunta que eu quero fazer para você, porque você não faz,
a sua clínica não é só estética, vocês fazem tributação complexa,
é um negócio já com um histórico muito grande.
Você só tem 1 centro, não é?
Na verdade são 2 centros, mas 1 é um pouco menor,
e a gente está indo para o terceiro agora,
mas é surpresa que é uma réplica do IGP,
num ponto incrível, incrível, incrível, mas assim, eu não posso entrar em detalhes.
A gente faz para de bem, mas vamos ver aqui uma coisa,
uma marca como Rafa Fubiz, e você é uma marca, preciso...
Você tem tudo, é talentoso, é experiente, é muito bom,
é muito bonitista, porque não é você que me fala,
eu já falei com caras da indústria, já falei com ceramista,
já falei com as pessoas da... É um mundo pequeno,
as pessoas da indústria, e mais, você trata de toda a gente bem,
toda a gente gosta de você, e para um país tão grande como o Brasil,
com quase 240 mil adontilogistas, com 280 milhões de pessoas,
você poderia já ter sido muito maior do que entermos do volume do negócio.
E a minha pergunta para você, eu sinto que você tentado
é desenvolver a arte, você é muito artista,
você gosta de fazer trabalho bem feito, não é?
Sim, sim, a gente gosta muito de personalizar, sabe?
Eu fiquei muito focado nesses anos em tentar,
não em expandir o meu negócio, mas em aprender e ficar bom na odontologia,
eu vou pensar que é o que eu vou fazer agora.
Eu acho que eu cheguei num ponto que, a hora que acertei a mão,
que a coisa ficou meio que redonda, porque assim, não é fácil, você sabe?
Lá são 50 colaboradores, eu vou abrir mais uma,
que eu acho que eu vou ter em média uns 30 colaboradores,
eu vou ficar com 80, quase um grupo de quase 100 colaboradores.
Cara, é gente pra caramba, aí você tem um administrativo,
você tem controle de fluxo de caixa,
e eu tenho mais pessoas da minha família que me ajudam,
tem meu irmão, tem minha mãe, e cara, e é muita coisa que acontece.
E se eu não focar em fazer odontologia bem feita,
se eu quiseres ter expandido, expandido, expandido,
abraçado o mundo, que eu pensei em franquear,
jogar meu nome de uma forma maior,
cara, eu falei isso vai ser um passo em falso,
eu falei eu vou acertar a mão, criar um fluxo ideal,
e aí depois eu acho que, hora que estiver bacana,
eu acho que isso é um sinal de grande inteligência tua,
e é um sinal que estás bem protegido à tua volta,
porque, do exemplo da Inglaterra,
a Inglaterra e no Estado do Unido,
você tem dentistas que, com dois, três anos de experiência,
já estão expandindo o negócio e abrindo redes de clínicas,
olhando para isto como um negócio,
um negócio, como abrir cableireiro,
e sem desrespeito ao cableireiro, o cableireiro é muito importante,
a nossa profissão é de forma...
Entendo.
Eu acho que você tem mostrado muito bem.
Eu, por exemplo, eu vivo num país pequeno,
Portugal só tem 10 milhões de habitantes,
ou seja, o meu país tem metade da população de São Paulo.
É um país bem pequeno,
eu já pensei para Nova Iorque, já pensei,
eu vivi em Los Angeles uma temporada, 10 anos atrás,
fiz um programa de televisão em Hollywood,
foi bem divertido, mas...
Contei, contei.
Ah, é? Então, como é que isso tudo começou?
Eu, para pagar a faculdade em Portugal,
nos anos 90, eu fiz anúncios de televisão.
Não sei porquê, mas...
Eu tinha jeito por os anúncios e fiz 80 anúncios de televisão,
campanhas da televisão, entre 92 e 98.
E aprendi a trabalhar câmara,
som, luz, realização, produção.
Começou a ver aprendendo, vai vendo as coisas, né?
E depois em 2004,
eu fui para Las Vegas por uma simbólia da Death's Plies.
E...
Las Vegas é bom, hein?
América, lá, wow!
Você sabe como é que é, já teve nos Estados Unidos,
nunca tinha visto nada assim na Europa,
e foi a primeira vez que eu entendi que os dentistas
pudessem ser estrelas de rock mesmo.
Wow, coisas incríveis.
Conheci uma equipa...
Conheci uma equipa... porque em Portugal,
é muito mais conservador, não é?
Os americanos eram incríveis.
E aí, conheci uma equipa que fez um programa
chamado Extreme Makeover, Mudança Radical,
que tinha surgia plástica,
e o Bill Dorfman.
O Bill Dorfman era o dentista
que fazia lentes de contacto nesse programa.
E aí, eu pensei, eu tenho que fazer esse negócio.
Então, eu escrevi um programa e apresentei
um canal de televisão português.
Olha...
Isso foi em 2005.
E em 2005, eu fui no canal,
falei com o presidente do canal, porque eu tinha os contatos
do meu tempo de maniquinho, não é?
E ele falou para mim,
não ora, quanta é que você quer por esse negócio?
Eu não estava a espera que ele aceitasse, não ora.
Caraca, mas...
E eu tive um momento, tipo, George Lucas,
eu falei, eu não quero grana,
não quero dinheiro, não.
Então, mas, o que você quer?
Eu disse, poder absoluto.
Poder absoluto.
Ninguém entra no meu show,
nenhum produto,
nenhuma empresa, nenhuma clínica,
sem eu coordenar.
Não porque eu queria controlar,
eu não queria afracaçar,
eu queria ter a certeza
dos bons médicos que não iamos vender
isto barato, entende?
Então nós...
Muito bom, muito bem pensado.
Sete temporadas.
Foi um show,
o Prime Time, sábado à noite,
milhões e milhões e milhões de pessoas
a ver o meu programa.
Isto seis anos, anos do Facebook.
Ó, show.
Isto mudou a dinâmica da minha vida, Rafa, entende?
Eu fiquei muito famoso,
fiquei como é que...
Estavam fazendo 200 unidades de cerâmica,
250 por mês,
com sete cadeiras dentárias.
Cara, estava faturando muito, muito, muito, muito grana.
E na Europa fatura com força
em 200 elementos na Europa,
é...
Vou fazer miú aqui.
A Barbeble, era eu, uma pequena equipa,
e eu também sou cirurgião,
eu também boto em plantes dental.
Então foi
muito, muito fortes.
E essa foi o começo da minha carreira,
então eu tenho que convidar-me
para ir para Los Angeles
para fazer uma temporada lá nos doctors,
um programa da CBS.
Foi nessa época que você fez as lentes
do Cristiano Ronaldo?
Eu não...
Aliás, turma, ele,
ele é o responsável pelo sorriso
do Cristiano Ronaldo.
Vou falar aqui, esse cara que fez,
esse cara que fez.
Aliás, se juntar eu e você, a gente...
E tudo segundo o melhor
é ser um polista, não é?
Do...
Como é que chama o cara?
Como chama o cara?
Como é que chama esse cara brasileiro
que joga no barco?
Cara, é fudido, é o Neymar, porra, é fudido.
Olha, o Neymar é um gênio, cara.
É, o Neymar é um gênio, cara.
Eu nunca...
Desde 2008, 2009,
que tenho o privilégio
de fazer...
Mas eu nunca falei a ninguém o que é que eu fiz.
E o 버-rê vai ser segredo.
Entendi, mas fez um puta trabalho legal lá, cara...
Muito obrigado.
Muito obrigado, sabe que é...
As pessoas acham que é magia,
é ciência, cara.
Muitas vezes, tive a sorte...
Eu tive a sorte, Rafa,
você vê que em 1997,
em 1997
eu estava na minha faculdade em Lisboa
e o Ronald Goldstein
do team Atlântica tido.
Um dos pais da ontologia cosmética americana.
na altura tinha 65 anos, eu veio me ministrar uma aula na minha faculdade.
Wow! Fiquei fã! E essa foi a minha entrada na Dontologia Estética, no Cosmetic Dentistry,
e depois, por ir unir do destino, antes de estudar a Dontologia Cosmética em Madrid,
eu estudei em Plantologia no Brander-Mark Center. Então, fiz um bóscovado em Plantologia
com a equipa do Brander-Mark, o Mariano Sanz, Bertil Freeberg, da equipa de Gothenburg,
e eu fui, eu tive a sorte, apanhei aquela formação ultra clássica na Implantologia em 1998 ou 1999.
Então, botei o meu primeiro implante dental em final de 1999, e aí saltei logo e fiz a formação
após graduada em Dontologia Estética, que me deu oportunidades para fazer engenharia
a retrógrada com o design inicial antes do mutante em planta. Então, sempre como implante
logista, eu tinha o design final da parte protética na minha cabeça. Eu acho que isso foi...
É, você já... Claro que vai acontecer.
Nunca desliguei, nunca tive que desligar isso. Desde o design, a engenharia, a cirurgia, eu conseguia
fazer os verticais todos. Então, eles falam que o sucesso é quando a preparação encontra
oportunidade. Sucesso é quando a preparação encontra oportunidade. Então, eu estava preparado
e a minha oportunidade foi a televisão. Isso mudou a minha vida, cara.
Animal, cara. Vota, que história é legal, hein, cara? A gente nunca tinha falado sobre isso, hein?
E depois, há dois anos atrás, fui o primeiro dentista da história a fazer um documental com a National Geographic.
Isso, eu ouvi, cara. Isso é sensacional. Conta um pouco aí para tudo, sabe?
Então, as pessoas sabem... O que eu gosto... Eu dou... Para quem não conhece o meu trabalho, eu ministro
muita aula, tanto na área de implanteologia como da estética dental e também da dontologia
digital, tal como Rafa, muita tecnologia digital há muitos anos. Eu sou o vice-presidente
da Sociedade Digital, dontológica, na Europa, mas para explicar que já dei mais de 300 aulas
em 55 países. E essas aulas é sempre para dentista. E como eu tenho um background televisivo,
eu gosto muito do contar a história para o público. Eu gosto de contar ao público que
é o principal beneficiário da nossa indústria. Não é o dentista, é o público. Eu gosto...
Eu sempre achei que aqui o que a indústria estava a desenvolver não estava a ser traduzido para o público.
O público não sabia o que é que um scanner introdal fazia. O público não sabe o que é que uma
fresadora, a última geração, cinco eixos pode fazer. A população não sabia o que é que uma
senhora 3D podia fazer. Esse canhamento facial não sabia a diferença entre uma faceta do pratário
ou fresada. Eu acho que a nossa vida como dentista fica mais fácil quando essa história é bem contada.
É, quando tem conhecimento maior, né? Porque eu, você, imagina que todo mundo sabe, mas não sabe.
Muito pelo contrário. Por isso que a gente tem a responsabilidade de passar isso.
Então, eu como tinha feito muito no programa de televisão portuguesa, eu deixei de fazer em 2010,
quando as pessoas deixavam de ver televisão normal e entrou não só televisão por cabo,
mas entrou o streaming, YouTube. E eu previ que o tipo de pessoa que eu queria ensinar já não ia ver
televisão pública. Então, e além disso, começaram mais dentistas em Portugal a fazer programas
parecidos com o meu. E eu disse, olha, então, o que é que é o next level? Porque o meu papel é liderado,
o papel aí, eu não queria replicar esse modelo. E, de facto, o sítio mais difícil para fazer documental
no mundo é National Geographic. É, tem 150 anos de história com a melhor rotitação do mundo.
Nunca tinham feito documental sobre a dontologia. Então, houve essa história, Rafa.
Eu entrei em contato com a produção, o dono da National Geographic é Fox, e agora é Disney,
é a dona da National Geographic. E eu liguei para lá, eu quero fazer um documental sobre a dontologia digital,
isso não é interessante. E eu fiquei. Como é que não é interessante? Porque a gente sabe que o que é que a dontologia
é relacionado. E eu deixo só fazer uma pergunta. Você tem dentes fantásticos, nunca precisou
de ir ao dentista. Sim, minha boca é fantástica, nunca vou ao dentista. Então, você tem que arrumar
alguém da sua família, alguém chegado a você, que teve uma má experiência e depois foi um bom
dentista e teve uma boa experiência nos últimos 5 anos e liga-me de volta e desliguei. Passado uma semana,
cara, liga-me. Me falo mais. Eu não tinha tido a experiência da dontologia. Então, na cabeça dela,
a dontologia não era... era fazer uma limpeza, cara. Não era estas coisas todas mágicas que fizemos.
Não sabe o que era. Então, aí produzimos um documental. Quem quiser ver o documental,
vai ao YouTube e põe Miguel Stanley National Geographic e podem ver gratuito.
Ó, esse, hein? Garoto, sabe tudo. Vai te vai. Mestre, ó, audiência subiu aí, ó. Faz 6 mil pessoas
batendo aí bonito de se ver. Você vê, molesta mesmo. Eu tenho que dizer, você deve atrair
muito, muito, muita audiência feminina, cara. Você tá...
Ó, vamos lá. Vamos que vamos. Bem, eu reparei uma coisa. Queria te fazer uma perguntinha aqui. Agora,
bem legal. Me chamou muito a atenção. Por isso que eu admiro o seu trabalho. Eu gostei de mais a forma
que você lidou com a Covid-19. Porque eu fui metralhado aqui no Brasil, que eu estava fazendo um
descervício à ontologia, porque eu estava usando o EPS, né? E estava trabalhando todo
para mental e tal. E eu comprei mil testes de Covid, investi uma grana e comecei a testar
meus pacientes. E aí, cara, eu resolvi postar isso daí, bicho. Teve um grupo de dentistas,
um certo grupo lá que acabou comigo. Mas tudo bem. E aí, me chamou muito a sua... E também,
teve uma galera que achou ótimo, legal, bacana, tudo bem. Mas, cara, você me chamou
muito a atenção, porque você, eu sempre te acompanho lá no Instagram e vi, você na mesma
niagem ali, cara, e testando, fazendo tudo igual. Falei, cara, que legal. Olha só o conceito,
o cuidado. O que é isso, né, men? Eu acho que o personagem... O personagem não é
um personagem, mas o protagonista maior dessa história toda é o nosso paciente. Se não
for por ele o cuidado, até pela nossa segurança, principalmente nessa fase de Covid, cara,
ia ser por quê, né? Como é que você lidou com tudo isso, né? Nessa fase de Covid? Como
é que foi para você o momento de pandemia, quer dizer, que aí em Portugal estourou, estourou
rápido, né? Eu, no dia 6, eu estava em Chicago, administrando uma aula no Chicago
Meduentrã, no meu aniversário, foi 21 de fevereiro. Oh, meu é agora, dia 21 de outubro.
Ah, é? Então? Ah, vamos que vamos, 33. Vamos te celebrar e estar quase, cara. 23? Nossa,
você tem um futuro brilhante pela frente, meu amigo. Vamos que vamos. Olha, e só queria
mandar aqui um abraço a Daniel Correia de Saint Barthes, que te voce comigo e diz que
é muito seu amigo também. Ah, o Daniel de Saint Barthes, ele estava comigo em Saint
Barthes. O cara é show. Ele é gente finíssimo. Nós, os três, beberam o shop juntos. Abração,
Dani, você é aquele que está assistindo a live, ele falou que ia assistir. Esse cara
é muito, muito legal, muito boa gente. Mas olha, eu... Então, dia 6 de março fui por
uma palestra com o Christian Coachman em Madrid, com dentistas que vieram de todo o mundo para
fazer o masterclass. Eu dei uma aula para os dentistas do DSD e todos e Madrid já estava
entrando em lockdown e eu regressei a Portugal e... O que é que eu fui fazer? Com medo. E aí,
falei com minha equipa e pelo sim, pelo não, vendo o que estava acontecendo na Itália,
eu fechei a clínica. Só para fazer uma pausa. Então, mandamos um e-mail aos clientes todos,
fechei a clínica e nós já temos uma política há 20 anos, Rafa, um paciente por hora.
Ou seja, desde o 2000, janeiro de 2000, que cada gabinete nunca marca mais do que um paciente
e um paciente por hora. Mesmo que o paciente vem 15 minutos, porque nunca há nada de 5
minutos. Pessoas chegar, lavar a mão, lá abrir a ficha, falar, nem que seja para trocar
um elástico ou polir um dentes. Legal, hein? Então, eu para desinfetar o gabinete, para
limpar o chão, para preparar tudo, para falar com o paciente, falar, beber um copo de água,
para a minha assistente relaxar a cabeça, para não haver tanto estresse. Mas eu trabalho
assim há 20 anos, 20 anos que eu trabalho assim. E isso é a fundação do meu movimento
Slow Dentistry, que é trabalhar com mais calma. Obviamente, que eu em pratica assim,
para cobrar um pouco mais para o tempo, não é? Como um bom advogado, um bom... Com certeza.
Eu quero ser pago, não só para aquilo que eu faço, mas aquilo que eu penso e aquilo
que eu preparo e a higiene, a higiene fundamental. Mas onde é que eu quero chegar? Então, nós
não tivemos que mudar muita coisa. O que fizemos foi uma política de... Mas digamos,
não venha com família, porque há muita gente que vem à clínica, conheceu o doutor famoso
como você também, traz a família toda. Traga o limo, o pai, o cão, o marido, quer entrar
a foto, acabou. A partir de agora, vem a não ser que seja de eficientes motor, ou pessoa
com problema psicológico ou criança, vem sozinho. Mas toma duos. Toma duos, venha sem brincos,
nós preparamos os nossos pacientes, pré-apago online, antes de vir à clínica, para que
o tempo de espera fosse muito reduzido. E, olha, compramos alguns filtros da Suíça,
metemos os EPIs como você e, francamente, eu não estou... Desde que eu estou a seguir
os guidelines do American Dental Association, do FDI e...
Eu estou seguindo também. Exato.
E da World Health Organization, eu não estou muito preocupado com a opinião do dintista
do Dintista. É, também não, mas só foi uma colocação aqui que você vê como...
Vou falar uma coisa, vou falar uma coisa. Eu senti, no primeiro mês, pacientes que tinham
abandonado a minha consulta para ir à concorrência, por causa do preço ou qualquer coisa, a voltar
para a minha clínica. Eles voltam...
Você também viu isso ou não?
Acontece. Não, eu já vi casa de, por exemplo, veio comigo, achei muito caro. Aí foi no dintista,
fez, deu pau e aí voltou para fazer o retrabalho para o Gomescaro ainda, mas tudo bem. Acontece.
Mas nem pela estética, é pelo serviço. Perceberam o que é que o cão...
Pelo serviço, pela experiência, por tudo.
Segurança, segurança.
Isso, e isso leve-nos à nossa conversa inicial, que a pessoa não está pagando um produto,
está pagando um serviço e acima de tudo está pagando...
Está pagando... Não pegar a infeção e não devia ser necessário uma pandemia global
com maior ou menor elevado grau de contagem dependendo da sua idade, saúde, condições
prédios, para fazer entender que Gomescaro é um negócio importante, porque a maior parte
das clínicas do mundo não estávamos penalizando o gabinete, o consultório, o Rafa. Tavam arrumando
e arrumar e desinfastar são duas coisas distintas.
Totalmente.
E muitas clínicas, você falou a pouco, a quantidade de funcionários que você...
Nós temos sete cadeiras, eu tenho 40 pessoas na minha equipa, sete cadeiras, 40 pessoas.
Ou seja, porque a minha assistente...
É uma assistente tentária por médico, incluindo indigenista.
Ok?
Asistentes tentários não atendem o telefone, não limpam o chão, não fazem esterilização.
Estão sempre focados no médico, estão focados no paciente.
Entendem?
E eu vejo muita clínica, um dos grandes problemas do Covid foi, ah, isso, como é que vamos baixar
aerossóis? Quatro mãos? Ah, mas isso fica muito cá.
Ah, a gente faz isso? Quatro mãos, três mãos?
A gente faz isso, é quando você cobra, metado do preço que eu cobro, porque tenho metado
das pessoas na sala, não é?
É.
É.
Faz parte.
É, mas é método, cada um o seu nicho e acho que vai dar certo isso, um solo.
Mas eu acho que o Massarpa é importante que o público, e tu tens uma plataforma muito grande.
Eu acho que tu és o dentista mais seguido do mundo.
Sim.
No Instagram.
No Instagram.
Vai, respecto.
Fantástico.
Mas não são só dentistas, é o público também está a ver.
Sim.
Muitas vezes, as pessoas, por exemplo, olham para o ráfaro do publici e o trabalho que
tu faz, antes e depois.
Ai, eu quero ter esse produto.
Mas eu acho que não tão a perceber, e é importante entender a quantidade de pessoas
por trás de cada serviço que você constrói.
A quantidade de tecnologia por trás, o facto que você tem sempre a última tecnologia,
o investimento que você faz.
A última tecnologia, fiquei sabendo do negócio hoje, só desculpa de cortar, mas fiquei sabendo
do negócio hoje que você inclusive me falou, que é a, como é a nova dela mesmo, da dona
da empresa do laser que nós compramos?
Ah, da Adi Ben-Mayer, da Light, de empresa israelita, e ela mandou uma mensagem que
veio no nosso live e falou que você e eu temos uma, mais uma coisa em comum, além
da predulição de tisha preta, que é, fomos os primeiros dos nossos países respectivos
a utilizar o IR-Yag laser, como é que você fala no Brasil?
Erbuyag, Erbuyag, Erbuyag.
Máquina estera.
Não, isso é um canhão, cara.
Eu uso só para retrabalho, né?
Para mim não tem outra finalidade, e as não ser desse sensibilização é retrabalho.
Eu foquei nisso, mas é sensacional, cara.
Isso foi o primeiro em Portugal, e eu fui percurso desse aparelho aqui no Brasil
e trabalhar com isso também na parte científica, né?
Que a gente tem, agora a gente está vindo na segunda linha de estudos,
temos uma publicação bem legal já, e vamos para a segunda,
e placando a terceira, e tem várias aí agora no pente.
Você na sua clínica há dentistas a fazer implantes também?
Sim, com certeza.
Então você vai falar com esse...
Eu não faço implante, não. Eu não faço, mas tem um contato notístico.
Mas você vai falar com o cirurgião da sua equipa
para botar a ponta preta mais larga de 1,2 mm de diâmetro
para desinfetar a loca no osso, direto no osso,
antes de botar implantes.
Sim.
A cicatrização é incrível, cara.
Ah, entendi.
Para desinfetar a zona cirúrgica antes de trabalhar.
Incrível, incrível.
Estamos a conversar mais, hein?
Estamos a conversar mais.
Eu que me li que eu juro e eu gosto das judadas,
porque nós pensamos eu ajudar no colega,
e você ajudar me mim, nós estamos repetidamente a ajudar...
É que daí eu vou precisar comprar mais um equipamento, cara,
porque eu uso tanto esse negócio,
todo dia tem retrabalho no IGB, porque no Brasil,
não sei como está na Europa, mas no Brasil, cara,
até a gente vai abordar isso no navio,
que é a Avenida Intangent Week.
Cara, tem mercado para caramba para essa galera
que está a fim de fazer um trabalho legal,
porque o que tem de trabalho dando pau,
mas é dando pau com força.
Não é aquele paciente que fez branco, se arrependeu,
tem histórias que circulam e blah, blah, blah, blah.
É trabalho que dá pau, que é mal adaptado,
lente que cai, que quebra, que solta, que não é uma que cai.
É tipo, a favor que inteira que cai.
E é a realidade, e não é que a realidade assim,
um, dois, três amiguinhos.
Quando eu comprei, e quando eu sabia disso que eu vi lá,
que eu ia para Miami praticamente a cada dois meses
ficar com o Javier com ele usando,
foi assim que começou com o Photona,
porque eu ia comprar o Photona.
O Photona estava na época a 700 pausas,
aí jogaram o preço do LightTut,
desceu para, ficou uma coisa acessível para a classe,
e eu falei, meu, vamos para cima,
eu mudei minha negociação, fui para cima do LightTut,
falei, cara, agora é o caminho e isso tem que estar aí no...
É incrível, honesto, eu estou orgulhoso de você,
porque poucos dentistas que estão no topo,
continuam a escalar a montanha.
E o facto de você ter visto uma tecnologia inovadora
que não havia no Brasil, breach de investimentos,
裝-ta e furia,
por aquiampar é importante.
É que você já ia naował no nichれ.
Chegou essa agenda,
ele fez os zen curiosas até questo dia,
e quando ele orientou,
smackabra ...
Noneitaazed
se se ouviu imported.
que não havia no Brasil e ter feito investimento sabendo que ia aumentar a
qualidade de solução, respeito cara, respeito.
Estamos juntos.
Mas honestamente falando do retrabalho, é 90% do meu trabalho.
Ah, não também.
90%.
Há casos em que eu choro, Rafa, mas tenho que ir à sala, tenho que ir à sala e eu tenho
uma regra.
Pouca gente sabe disso.
Quando eu antes de falar com o paciente, como é que é o recurso?
A pessoa entra, faz a tomografia, cbct digital.
Cbct.
Pouca rendeça e depois vai para uma sala odontológica para fazer um status radiográfico com um dentista.
E eu vou ver o cbct antes de falar com o paciente.
Exato.
Tipo que eu faço, mas aqui a gente não tem cbct.
A gente usa panorâmica e o esclareamento.
Mas eu já vejo tudo antes.
Mas eu faço isso desde 2004.
Então, o que é que acontece?
Eu já tenho uma ideia muito clara, se o trabalho é ruim ou não.
Exato.
E quando eu vejo que há coisa mesmo ruim, eu entro na sala e a primeira coisa que eu
falo.
Eu e a minha recessão também têm essa informação.
Eu não quero saber quem é que o tratou, não quer saber aonde é que foi feito, com
quem é que fez isso.
E se você contar para mim quem fez esse trabalho, eu reservo o direito de não atratar.
Eu faço exatamente a mesma coisa.
Porque eu parto do seguinte princípio.
Todo profissional fez o melhor que ele pôde ali dentro da realidade dele naquele momento.
E você não sabe quais eram as condições a ser trabalhadas naquele tipo de trabalho.
Você não sabe se era a primeira vez que o profissional estava usando certa tecnologia,
se aquilo era uma tentativa, se aquilo era uma exigência de um passe, por exemplo.
Eu utilicava os que eu fui fazer, uma celebridade.
Aí eu fui fazer de um dia para o outro um cara, cara, como uma merda.
Não mexendo até que ficou uma merda mesmo.
Só que aí eu falei, vou ter que cobrar de novo dela, porque eu não vou trabalhar de graça.
Dito e feito.
Não vou fazer, porque vai ter que ser cobrado.
Então procure aqui, cobra para a minha barata.
Então assim, são pontos de vista.
Mas dentro da realidade, acho que todo mundo tem que ter esse princípio.
Porque se não, viram um festival de...
Não é só isso. Eu acho que a dontologia mudou muito.
Eu tenho trabalho meu de há 15 anos de graça, que eu digo.
Porque era a melhor informação que nos deram na altura.
E a muita que nós temos um dever de estar continuadamente, de fazer formação,
continuaramente investir.
Eu todos os dias estou fazendo qualquer coisa nova na cúmica.
Todos os dias, cara. Eu não jogo golf.
Eu não tenho hobby. Isso é meu hobby.
O meu também.
Não é? Eu adoro isso. Adoro.
E é uma paixão. Eu vi isso.
Para a certa, seria...
É só hora de andar para falar.
Deixe. Vai ficar gravado a live ainda e tem criança assistindo.
Então não... Mas você entendeu.
É o que tem... Sentimos uma coisa a mais pela dontologia, que se define bem.
Mas também é boa, verdade?
Você... Eu...
Nós estamos na forma de um, cara.
Não... E atenção.
Podemos ter pilotos.
Nós somos donos da equipa. Tanto faz.
Porque o Fórmula 1 não era o Ile-Ton Senna.
Era os engenheiros. Era o...
Era a equipa... Era toda uma equipa.
Era um grupo muito grande.
Não é? São todas as pessoas do ecossistema
que permitem que nós trabalhamos assistentes.
A senhora Climpock, os recessionistas, os técnicos do PROTS,
a pessoa que faz o gesso, a pessoa que trabalha o ex-ocad.
Tudo isso. E para mim é um predilejo ter essa máquina impressionante
em minha volta, que é a minha clínica, como a tua também.
Que nos permite sonhar e imaginar e ser criativos todos os dias.
Porque claro que há dontologista, dintista,
que trabalha por um patrão ruim, que não dá tempo,
que não lhe dá condições, que não dá materiais de qualidade.
E tecnicamente é também dintista.
Somos os dois colegas.
Mas é como um cara que joga na sétima divisão,
aos fiches de semana, futebol, chamar nem mar de colega.
Tecnicamente jogam futebol, mas não são colegas.
Entende que eu estou porque tão em...
Olo, vai só com...
Puta...
Mas eu não é verdade, é verdade, é verdade.
É verdade. Só porque temos o mesmo título,
não significa que estamos em pé de igualdade.
O que nós conseguimos fazer com a nossa profissão
é muito diferente do que alguns dentistas.
Mas vamos ser claros, esses dentistas que fazem
a dontologia familiar, o que ajudam, são muito essenciais
para o ecossistema da saúde oral no mundo.
São muito importantes. Entende o que eu estou falando?
Então eu acho que toda a gente merece o respeito
nessa indústria.
E quem está fazendo a dontologia básica, básica,
sem recursos, tem que sentir-se orgulhoso.
Esses são os verdadeiros.
Eu tiro o chapéu para esses caras, meu.
Eu tiro o chapéu para esses caras.
Quem está fazendo...
Quem está no interior por amor da camisola,
tirando dor, ajudando pessoas, ganhando o ruim,
essas pessoas para mim são verdadeiros heróis, mesmo.
Eu não acho... Porque estamos fazendo...
Eu não digo que o Fórmula 1 é melhor que uma pessoa
que, não sei, anda de pão e é o fim de semana.
O que interessa é...
Eu estou a dizer que, nesta indústria,
que a dontologia digital, tecnologia muito avançada,
fazendo coisas muito avançadas,
é bem legal.
E há pouca gente no mundo que sabe exatamente
o que é que é conduzir um carro de Fórmula 1.
Entendos o que estou falando?
Sim.
E requero muito trabalho.
Eu não sei você, mas eu tenho que deitar cedo,
eu tenho que dormir bem, eu tenho que comer bem,
eu tenho que estar fã...
Acorar cedo está sempre bem, a cabeça sempre boa.
E ainda mais com a responsabilidade do Instagram,
tem que ter a transmitir essa...
Essa coisa boa que a gente tem de passar,
a gente tem de estar neste momento bom.
O que te estressa mais no teu dia?
O que é a coisa que te mais...
Tipo, regularmente, mais cria stress no teu dia.
E as minhas brocas do meu bloqueiro estão fora de ordem, cara.
Muito louco, porque eu...
Hoje aconteceu porque louco, louco, eu paro o travo,
eu travo, eu travo.
Ai, que bom, que bom.
Tu tens quantos conjuntos de bloqueiros idênticos
para o bloqueiro.
Muitos, muitos.
Não sei.
O bloqueiro da broca, trocas o bloqueiro...
O bloqueiro inteiro, é, meu bloqueiro inteiro.
A coisa que a mim é...
Porque eu pego sempre na sequência, eu sigo uma sequência, né?
E aí, cara, hoje eu fui pegar, falei, cara,
cadê a broca?
E não tinha...
Isso me tira a concentração de uma forma do começo...
Eu fico perdido, porque é um passo que eu tenho que insigir,
uma receitinha de bolo do método.
Pedir um instrumento e a pessoa ter que se lançá-lo.
Um minuto é três horas na nossa cabeça.
É muito tempo.
Mas sabe que há uma explicação para isso, Rafa?
Há uma explicação científica para isso.
Nós, humanos, 10 mil anos atrás,
criamos hábito.
O nosso cérebro enxergou que se criarmos um hábito,
não temos que pensar tanto.
E se não temos que pensar tanto, ficar automático o processo,
gastamos menos açúcar no cérebro.
Então, o conceito de criar processo e ritmo e hábito
ajuda-nos a executar tarefas muito complexas sem ter que pensar.
Então, se há alguma coisa que salta fora,
que nos quebra o ritmo do nosso hábito,
temos que ativar o cérebro e começar a pensar de forma nativa.
E isto gasta muita energia.
Então, a importância da nossa equipa à nossa volta,
quando estamos conduzindo o Fórmula 1,
de ter a certeza que o carro funciona perfeitamente,
não é porque queremos ganhar a corrida,
é porque a eficiência perde-se,
o gasto hace muito mais energia
quando as coisas não estão bem organizadas.
Organa certeza.
Organização é chave.
Organização é chave.
Eu tenho três dentistas na minha equipa.
Que não tocam em pacientes.
Só fazem logística.
É?
Interessante isso, hein?
Vamos conversar também sobre isso.
Miguelito, Miguelito.
É muito caro.
Tu tens o sorriso mais bonito de qualquer dentista do mundo.
Eu tenho que perguntar.
Isso é natural efesculariamente ou é alente também?
Alente, man, alente.
Uma mãe fez.
Minha mãe que botou.
Isso é a coisa mais bonita que eu já ouvi há muito tempo.
Uau.
Tem níveis.
Essa explicação tem níveis.
É muito bonito. Minha mãe fez...
Exato.
Minha mãe fez mambolo de chocolate.
Pelo que?
Minha mãe fez mambolo de chocolate.
Booooo!
Minha mãe fez lentes de contacto.
Minha mãe deu mambolo de chocolate.
Eu acho que é muito carinho, cara.
Olha, cara, que bom.
Quando é que você vem a Portugal?
Em breve, pô.
Eu estava organizando o cúbio da gente ver se a gente leva o Viniz e a gente protocola aí novamente.
Boa, boa.
Eu estou vendo o seu negócio do Covid-19.
Eu estou fazendo uma falta aí no Brasil.
Eu tenho muitos amigos no Brasil e acho que eu faço...
Eu sou membro da sociedade brasileira da doutora gestética, SPOE.
Era suposto ministrar aula esse novembro, no Portugalinhas.
Sim, não vai ter.
Foi cancelado. Marcelo Calaminto e Christian me convidaram para falar aí.
E eu estava com muitos amigos brasileiros todos, mas...
É, vai ter que ser por outro ano.
Não, mas, pô, vai que vai. Vai ser um show, cara.
Vou voltar lá para prestigiar você com certeza, irmão.
Eu quero dar os parabéns por organizar isto.
Obrigado pelo convite tão amável em meter neste teu painel de ilustras palestrantes.
É o orgulho para mim, é o motivo do orgulho falar com o dentista mais famoso do mundo, cara.
E a respeito pelo todo teu trabalho, todo teu esforço.
Há uma coisa que tu tens que eu respeito muito, que é muito consistente.
E isso é muito, muito, muito valioso, meu Mika.
Então há pessoas inteligentes doelho em você e respeitando e tal,
pla lindo e te dando uma força, cara.
Pô, irmão, estamos juntos. Obrigado.
Queria te agradecer publicamente. Acho que é o pico maior da live.
A gente está em quase 9 mil pessoas aí.
Obrigadão, cara.
Uma das referências que eu tenho aí de sucesso profissional e também pessoal,
um cara, não sei o nome, de respeito, de uma hora exemplar.
Sabe lidar com o sucesso de uma forma...
Isso a gente tem que falar também, né, Miguel?
Eu acho que assim, se não tem cabeça, dá merda com sucesso.
Fato, né? Para bater a nave é um minuto.
Porque se desnumbra, né?
A casa cai, mora outra, né?
O ego vai lá em cima.
Eu acho que para quem tem ego, essa carreira de sucesso.
E você é um cara que é totalmente desapegado do ego também.
Aliás, uma coisa que eu não tenho é zero ego, zero apego a ego.
E, cara, eu acho que é isso.
Eu vejo muito em você isso.
Eu lembro aquele momento no aeroporto que a gente estava lá em Colônia,
quando eu fui palestrar lá na UDS, você...
E a gente se encontrou e o menino veio querer tirar foto com a gente no aeroporto.
Eu falei, ah, o Dentista do Ronaldo, o Dentista do Neymar.
Não, vamos fazer a foto, vamos fazer a foto.
E eu vi que você ali reagiu de uma forma, sabe, muito espontânea, muito legal.
E falei, cara, esse cara ali, né, é foda, cara.
Porque é a forma que você lida, como você cativa, sorrindo, abraçou o cara.
É um outro tipo de... assim, zero afasta, né?
Se aproxima o público de você, traz para perto, faz uma puta doutologia de responsa, de respeito.
E é isso que eu te admiro, meu irmão.
Por isso você está aqui com a gente. Obrigado.
Foi fantástico aí, nosso bate-papo.
Conta comigo sempre.
Tu e a equipe podem ligar qualquer coisa.
E eu também vou ligar para você para saber mais coisas.
É, nós vamos trocar a ideia.
Para a vez à tua mãe, pelo sorriso espetacular, trabalho...
Eu vou baixar em Portugal fazer suas lentes, hein, mãe?
Um beijo, Brasil. Obrigado por toda a gente que teve aqui a assistir.
Fiquem seguros, fiquem positivos. Tamos juntos.
Valeu, meu irmão. Beijo.
Tchau, beijo.
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