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Instituto Rafa Puglisi
Acervo · Vídeo @CFvamAClUrk

Transcrição completa do vídeo

Boa noite, entramos ao vivo, hoje é terça-feira e já muito vai começar uma live bem legal, uma pessoa muito especial aí que vai falar sobre parte de o

Fonte: instagram.com/rafapuglisi/reel/CFvamAClUrk/ · Gerada em 17/09/2026

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Transcrição na íntegra

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Boa noite, entramos ao vivo, hoje é terça-feira e já muito vai começar uma live bem legal,

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uma pessoa muito especial aí que vai falar sobre parte de oclusão aqui, já é vió.

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A solução, guardando o Ilton, é isso, vamos falar sobre a parte de oclusão, sobre a parte de

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enseramento diagnóstico, fala grande o Ilton. E aí pessoal, tudo bem? Vocês estão me ouvindo bem? Boa

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noite, eu estou nos ouvindo muito bem, tudo certo? Ok, legal, bacana, vamos lá, cara. É isso aí,

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vamos comentar o meu volume aqui também, agora sim, é isso aí. E aí, meu irmão? Tudo certo? Eu

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enquadrei aqui a câmera para cortar um pouco a minha careca, né, que água. Não tem um compétito que você tem,

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mas enfim, vamos lá, vamos começar a vida que segue, né cara? Vida que segue, vida que segue, vamos seguir

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e vamos seguindo, habilidades, habilidades e vamos lá, turma, é a primeira coisa então,

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vamos fazer nosso ritual de antes de dar boazinha, antes de qualquer coisa, aproveitar que o pessoal

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está chegando, a gente convidou, toda vez a gente convida o nosso grupo, é que cada vez mais está

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gerando assim essa possibilidade de a gente fazer esse encontro meio que semanal, né, a gente está tendo

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as terças e as quintas-feiras sempre com grande formador de opinião, hoje a gente recebe aqui o

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Milton requer esse cara dez, esse excecional que vocês vão, a gente vai passar um tempi aqui com ele,

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obrigado, Milton, por estar aqui com a gente hoje, porra, eu agradeço demais aí a tua presença aqui,

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estou muito feliz, quinta, sexta sábado nós estamos junto de novo, né, estamos juntos lá no curso de novo,

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mas vamos falar de live, falar de coisa boa aqui, mas antes pessoal, antes, aproveitar que

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vocês estão chegando agora, já façam aquele nosso velho aquecimento que a gente faz toda a live,

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aqui ó, então, convido o pessoal aí também, o aviãozinho turma, tá vendo o aviãozinho aqui embaixo,

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pego o aviãozinho, clica no aviãozinho e para quem vocês acharem que tem fundamento convidar para

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a live, quem vocês acham interessante convidar para essa live, pode fazendo o convite que a gente vai

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ficar muito feliz, muito agradecido aí de poder contar com a Júnior de Osprego, que eu acho que

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o Júnior está latindo aqui, convidem aí o máximo de pessoas que vocês puderem para ajudar a gente a

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levar essa formação, transmitir essa informação da maior forma possível aí para o maior número

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de pessoas possível, tá bom turma, então, vamos fazer esse aquecimento, vamos dar aí mais uns dois,

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uns umos fatinhos para o pessoal e convidando a turma e chamando e trazendo o pessoal, né, então

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é isso aí cara, o Rafa é bom em primeiro lugar, quero agradecer pelo convite, me sinto assim,

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bastante, bastante liso, liso, liso e honrado pelo seu convite, então, vamos lá, né, você me pediu

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para que a gente falar a ser respeito do meu assunto, o meu assunto, como todo mundo sabe,

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você bem sabe, já vi isso, que tanto você quanto seu cadista, o Rafa Pietroçante, decidiram me

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dar a honra e o prazer da presença de vocês em meu modesto, em meu mil de curso lá no meu modesto

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de treinamento, né, o que me deixa assim muito feliz e muito satisfeito, o que prova mais uma vez

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que cara, para conhecimento nunca, nunca tem, nunca falta espaço, acho que isso é uma boa,

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é uma boa assertiva e que mesmo você que é um cara de muito sucesso, tá correndo atrás,

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o Rafa aí não ficou atrás não cara, você vê, recentemente eu terminei a graduação e até

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hoje estamos correndo atrás, já estou ajustando o curso por ano que vem com um húngaro que vem aí

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no nosso de novo, o Janus Marcor e vamos correr atrás, é sempre assim cara, essa é a vida,

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é vida que segue, vida que para e conhecimento que vai, conhecimento que vem e toque em diante,

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né cara, então eu queria agradecer mais uma vez a sua pelo convite e pois é, quinta-feira,

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aliás, essa semana vai ser uma semana em que a gente vai conviver bastante, final de contas,

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quinta, sexto e sábado, vocês dois de novo lembra a ganha, né, truma um, final de semana

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para terminar essa semana aí, lá mais uma paulada em morfologia, anatomia funcional e

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e ocluzão, ocluzão que é a minha praia, né cara? Exato, esse modo é o modo cerâmico,

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hein, tô fodido ali. Então cara, olha só, não tá nada, você vai ver que tudo é uma grande,

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é uma grande brincadeira e na verdade sim, a gente não deve, assim, a gente deve levar a sério,

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mas também vai ficar estressada até o ponto de, por será que eu vou, será que eu não vou,

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e ficar com uma preocupação prévia, se vai obter sucesso ou não. Olha, o Rafa, eu falo o

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seguinte cara, para todos os meus alunos, você viu lá no primeiro módulo, né, olha, é o seguinte,

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tudo absorve aquilo para o qual está preparado para absorver. Mas no mínimo você entra nos

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eixos, no mínimo você entra nos trilhos, o que já é bastante coisa, é claro que para aqueles

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técnicos tem muita experiência, eu tenho expectativas, expectativas boas e eu me suorço muito para isso.

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Agora, para aqueles que já não têm, não têm experiência de bancada com a cerâmica,

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pois é, vamos lá, vocês vão ter, você vai ter a oportunidade de manipular, manipular a cerâmica

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deitado e descobrir como é que é desgastar a dureza, como é que faz a texturização,

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como é que faz a construção do dente, como é que faz a morfologia do dente, lá no sulcador,

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no espátula e no pincel e depois a gente bota para queimar e vê que me espega. Ainda assim,

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depois de queimar, depois de coccionar, a gente também vai fazer texturização na broca,

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que é, eu acho assim, uma etapa fundamental para o meu grande objecimento, que é memorização

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e prazo. E olha rápido, você pode conversar aí de lá, seramista, parece que você vai conversar

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na mesma linguagem com os seus técnicos no laboratório, tenho certeza que vai, cara. Você vai

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finalmente entrar em sintonia fina com os seus finalizadores e seramistas aí no laboratório,

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essa é a minha ideia, então, ok? E vamos lá, cara. Com certeza, eu acredito muito nisso,

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porque, primeiramente, cara, deixa eu contar um pouquinho da porquê que a gente tá aqui hoje,

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porque o Tom Hickery é aqui comigo para a galera entender. Primeiro que nós nos conhecemos lá em,

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foi Berlim, né, cara? Berlim, isso já tem dois anos. Faz uns dois anos, pessoalmente foi Berlim,

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você tava indo fazer o lançamento, aquele dia do seu livro, né, lá com o Leão,

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eu tô vendo a Polião da Contecência, lá por Leão, e eu tô vendo apresentar um esboço do meu

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lá com eles, que eu acabei nem tirando o Pep, depois que eu montei o estúdio fotográfico lá no GIP,

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eu falei, eu vou fazer material didático novo do zero, que aliás seu livro tá sensacional,

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depois vamos sortear pra quem ficar no final da live até o final, ó lá, já tamo em 1700,

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pessoal, continuem convidando aí quem vocês puderem, agora que tem mais gente, pessoal,

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aviãozinho aqui embaixo, convidem todo mundo que vocês puderem para participar aqui com a gente,

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tá bom? Mas é isso. E aí nessa viagem lá para Berlim, acabei conhecendo o Newton, eu já conheci

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o trabalho dele, né, só que pessoalmente eu não tinha, não tinha tido contato com ele, né, e sempre

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soube da experiência dele na parte de sinceramente diagnóstico, na parte de ocusão do domínio que

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ele tinha, porque o Newton, além de ser dentista, ou perdão, além de ser técnico, o cara é dentista

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também, então cara, ele é tipo, ele é bilateral, ele é um profissional híbrido aí, ele trabalha

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na, ele navega nos dois mundos, é isso que é legal. Eu só fazendo uma pausa aí, uma vírgula aí,

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o Rafa, pois é cara, eu tive a chance de, eu me considero uma pessoa de muita sorte na vida,

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eu tive a chance de, eu queria ir de paraquedas em laboratório, mas isso lá nos ídios de 81,

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você sequer era nascido, e eu já estava lá na lida, né cara, então, pois é, você era criança,

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eu já estava lá correndo atrás, né cara, ou nem a ceboera, porque você nasceu em que ano? 87?

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Pô, vamos ver cara, eu fui em laboratório em 81, mas eu tinha 13 anos de idade, o que acontece? Legal, legal.

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Isso determinou toda minha carreira, porque aos 18 anos já queria fazer o doutorlogy, meu sonho era

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um doutorlogista, e aí, descorreu toda uma carreira, mas toda ela foi lamentada em laboratório,

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daí para a diante, eu me aproximei em curso de graduação e pós-graduação, é tanto de prótes,

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e reabilitação quanto de implante, dos quais eu acabei sendo o professor, o professor universitário na

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graduação e na pós-graduação, por longos quase 15 anos, e depois eu, eu, eu, eu saí dessa, dessa,

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desse ambiente, mas nesse período foi onde eu fiz minha especialização em prótes,

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meu mestrado de dentística, mas recentemente agora, depois de 15 anos de ter saído do ambiente

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acadêmico, eu, eu, eu fui assim meio que carregado de novo para a pós-graduação,

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pelo um aluno meu que é um, um amigo nosso em comum, que é o Guilherme Savera.

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Gente, isso, grande guia, abraça aí para ele.

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É, sim, sem dúvida, ele é um, ele é uma pessoa em um imperme sentido, por quê?

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Porque ele, quando ele foi, ele fez a inscrição no meu curso, eu não sabia de quem se tratava,

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de Guilherme, ele é uma pessoa assim bastante ativa, justamente lá na pós-graduação da, da, da,

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da Unéssimo de São José dos Campos, e ele assim, me buzina no ouvido quase um ano,

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o curso que ele fez comigo tinha duração de quase um ano, né cara?

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Aí eu falei, puxa vida, véio, aí de novo, uma, uma, um caso apareceu na minha vida e eu falei,

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um ano lá, e aí resolvi prestei o concurso lá na, na Unéssimo e foi onde eu conclui,

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depois de três anos, meu doutorá, minha doutoratriz restauradora, mas devo muito também,

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não só o Guilherme, mas também a todo conjunto de professores que me ajudaram,

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mas em especial, ao Guilherme, os meus colegas, mas também ao professor Marcontão de Boutinho,

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que foi assim, uma figura bastante importante na minha vida, na minha vida lá na pós-graduação.

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Então devo muito isso aí, vejam só, portanto, eu tenho uma carreira, não só laboratorial,

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de lá pra cá eu desenvolvi também essa carreira, mas também a carreira no, no, no,

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no ambiente corporativo, empresarial, mas também no ambiente acadêmico,

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e onde eu desenvolvi toda essa carreira que falei agora pra vocês,

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mas também como um empresário, veja só, eu tenho, eu comecei pequenininho lá nos ídios de 88,

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quando não teve o primeiro laboratório aqui em Bragança, Paulista,

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e de lá pra cá, meu auge foi a três, quatro anos atrás, quando eu cheguei a ter quase 40 funcionários,

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de lá pra cá, de quatro anos pra cá, 2016 pra cá, e eu e Débora, minha esposa,

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a gente teve uma, a gente chegou à conclusão, por lá, vamos dar uma guinada na nossa vida de novo, por quê?

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Porque a gente, quando a gente se relaciona bem com aquilo com qual, aquilo qual nós conquistamos,

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me refiro a bens materiais, a gente fica em paz, em paz com sucesso material e com dinheiro, por assim dizer, né?

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Falei, agora tá na hora de mudar, porque, Orrafa, você tem, portanto, 30 e poucos anos,

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eu tenho 52 anos, eu falei, tá, tá na hora de dar um tempo, né cara?

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Tirar o pé, né? Tirar o pé.

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É, tirar o pé, e naquele momento nós tomamos a decisão, e vamos começar a reduzir.

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Hoje, a gente começou o ano com 15 funcionários, aí entrou a pandemia e deu uma solapada na gente,

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nos nossos planos, a gente foi obrigado a mudar mais uma vez, e aquilo que a gente estava planjando

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pra fazer um ano e meia, a gente fez em semanas.

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Então, hoje eu tô com meia dúzia de funcionários, mas olha, Orrafa...

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Mas o seu laboratório é uma coisa, né?

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Eu acredito que não é nenhum laboratório visto como um laboratório de produção, mas de excelência, né, Orton?

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O laboratório, eu te vejo como um dos maiores ceramistas que a gente tem no Brasil hoje, também,

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e entendo que é a parte de qualidade, né?

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A parte de trabalhos de altíssima qualidade, não é?

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Não, é necessário.

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Não é? Na verdade?

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Não, eu vejo muito isso, né?

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Tive a oportunidade de conhecer, de ver os trabalhos, de ver a dinâmica ali, eu gostei bastante.

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Acho que é nessa linha aí que fui, né?

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Então, eu tive, a gente...

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O maior Orrafa, eu vou falar, cara, a gente pode fazer uma outra live falando em respeito de mercado do doutor lógico.

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Vários razões, vários motivos, vários aspectos foram considerados nessa decisão de redução do laboratório.

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Eu vou te falar uma coisa, cara, o principal deles é a falta de mão de obra.

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A gente tá vivendo o verdadeiro apagão no nível médio, no setor médio,

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e me refiro ao setor laboratório de próteses.

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Vocês sabem tão bem quanto eu, cara, que boa parte do meu sucesso e do seu sucesso,

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do nosso sucesso, de boa parte dos nossos colegas,

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se deve a essa... essa desproporção que há entre o número de dentistas no país e número de técnicos em próteses.

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Nós não achamos mais técnicos em próteses qualificados disponíveis no mercado,

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logo, a decisão de redução do laboratório não se deve à falta de trabalho, ao contrário.

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Trabalho a gente tem e tem demais. O que nós não temos mais é mão de obra qualificada disponível para executar esse trabalho.

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Então, não adianta a gente ficar entupindo o laboratório, entrando o laboratório em empresa de trabalho, se não tem gente para produzir.

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Mas aí, Orrafa, entra esse mundo novo, digital, em contraponto ao analógico.

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O Wilton cresceu, o Wilton, que era o laboratório dental, cresceu como um laboratório analógico.

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Tá, um dia você tá falando, o Wilton era um ceramista, um dia eu fui um ceramista fora da curva.

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Foi o que me trouxe aonde eu estou. Sim, sem dúvida, mas aí depois eu fui, me distanciei da bancada para abrir outros horizontes,

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o horizonte do magistério. Você sabe muito bem, hoje você é meu aluno, eu sou professor.

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Eu tenho estado do magistério e tenho tido, e tenho alcançado meus objetivos, não vou falar sucesso, não,

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o que o sucesso é que os outros pensam da gente, mas eu tenho alcançado os meus objetivos que é impactar a positivamente,

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na minha opinião, a vida dos outros. Isso me seduziu mais do que a própria bancada.

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Quer dizer que a bancada para mim, fazendo assim uma retrospectiva do passado, a bancada para mim foi um degrau,

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uma catapulta que me trouxe, que me foi um trampolim que me trouxe aonde eu estou.

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Mas no meio do caminho, eu me apaixonei na verdade, foi seduzido, para não falar abduzido, mas foi seduzido

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por esse negócio de capturar o pensamento e a cabeça dos alunos, que é muito legal.

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Rafael, você sabe muito bem tanto quanto eu, cara. Esse negócio é mágico, cara, e quando você sente isso,

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é bom demais, cara, é bom, mas legal. Eu soubo transformar isso na minha cachaça.

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Eu também, cara, esse ano e semana eu fiquei até 4 da manhã, no sábado, depois do domingo até 10 da noite,

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do mil e uma hora de sábado para domingo produzindo conteúdo do Curso Onal,

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e que aliás, faremos um caso juntos, né, o tamo?

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O que está marcado?

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Dois semanas agora, duas semanas agora, em outubro, tudo marcado para a gente produzir.

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E olha, Rafael, você sabe muito bem, tanto quanto eu, o seguinte,

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quando a gente é movido, quando a gente é jovem, a gente está correndo atrás de dinheiro, cara.

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Mas chega um ponto em que dinheiro não explica tudo, tem que ter paixão.

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Rafael, você sabe...

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Quem segue atrás de dinheiro, uma hora, se o dinheiro for a meta,

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uma hora é que, cara, você fala, e aí, cara, já juntei tanto dinheiro que...

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Qual que é o próximo passo? Tem que ter um propósito maior,

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porque acho que o homem que não tem propósito ou a mulher,

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tem um propósito, por exemplo, os filhos, tem que ser um propósito,

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dar o melhor que você puder e ter propósitos com a família,

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eu acho que tudo que motiva, além disso, se o seu propósito for o dinheiro,

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quer dizer, pode até ser, mas, cara, eu acho que é um propósito um pouco limitado, né,

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um propósito que, na hora, é a gente começar a ler livro de desenvolvimento pessoal e autoajuda

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para tentar buscar um norte melhor, porque não é um...

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É um propósito meio iluminante, meio intrigoso.

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Eu também penso assim, eu acho que a gente tem que, lógico,

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se considerar bem remunerado pelo que faz, mas a partir do momento que você alcança esse patamar,

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eu penso que, cara, o dinheiro não explica tudo.

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Então tem que ter paixão, se você não for...

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Se você não tiver um sentimento pelo que faz, o dinheiro não te compra por muito tempo mais, entendeu?

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E só que eu fui capturado por isso, cara.

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Eu já falei isso para alguns colegas assim.

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Gostei o dia que eu assisti a live do Murilo Calgaro,

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no insta da SBOA Digital, lá do nosso colega e amigo Paulo Cano,

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naquele ditavo, o Carlos Franço, o Guilherme Paulo Cano,

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e o Calgaro falou o seguinte, cara, olha, eu cheguei um momento que eu não estava me sentindo confortável

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em ensinar aquilo que eu já não tinha prática mais,

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com o qual eu já não tinha prática mais, então eu não me sentia confortável com aquilo.

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Olha, o contrário aconteceu comigo.

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Eu vivi tão intensamente essa vida de professor que isso acabou me interessando mais do que a própria bancada.

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Então eu supriria a sua etapa e olha, o dobro...

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Isso não me incomoda nem um pouco, cara.

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Eu gosto de laboratório como gostava, como gostamente de constório.

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Eu trabalhei em constório durante 20 e quase 25 anos.

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Larguei para a Débora e para o Rodrigo, minha esposa e meu filho,

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mas para me dedicar ao laboratório.

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E me distanciam um pouco do laboratório para me dedicar ao magistério, a curso.

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Mas olha, eu gostei demais.

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Tanto é que eu tenho tido essa procura e essa demanda já por quase 15 anos.

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O meu curso já está sendo formatado e fermentado já por quase 15 anos.

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Então hoje eu estou muito focado naquilo que me interessa,

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que é ensinar oclusão por meio de técnicas de enseramento e extraticação de cerâmica.

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Mas assim que muda o olhar tanto do técnico quanto do artista, especialista ou não,

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sobre o dente, sobre a reabilitação, sobre tudo aquilo que foi muito difícil para a gente aprender na graduação e na pós-graduação.

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Eu consegui mudar essa chavinha, eu consigo desenvolver uma metodologia

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para mudar essa chavinha e tornar esse assunto um assunto mais palatável, mais fácil de a gente memorizar e guardar.

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Porque, Rafa, eu vou falar que eu não sei se você teve essa dificuldade na graduação,

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mas eu tive muita, que é estabelecer a relação que existe entre cavidade conjuá,

19:32

o articulador e a superfície oclu... e morfologia.

19:36

Ah, com certeza, não.

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Com certeza.

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Superfície ocluzá os dentes posteriores e lingual de dentes anteriores e superiores.

19:43

Cara, até demora muito a gente entender.

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Não é tão claro, né?

19:48

Não é tão claro.

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Rafa, outra coisa, quando a gente aprende isso na graduação, e por muitas vezes na graduação,

19:53

eu acho que a gente nem está amadurecido o suficiente para entender que aquilo vai ter importância para o resto da nossa vida enquanto dentista.

19:59

Sabe?

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Aquilo, na verdade, é a coluna do Orçal, no qual se desenvolve todo o trabalho do dentista clínico geral,

20:07

especiais em próteses dentísticas, indo em perio e daí por diante.

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Ou seja, sem isso, nada é feito.

20:15

Ou seja, não é que nada é feito.

20:16

Mas sem isso, muito difícil pedras virão no meio do caminho.

20:20

Aí eu vejo o seguinte, que é, pô, desenvolvi lá com a ajuda de tantos colegas, de tantos amigos,

20:25

e fala que eu cheguei onde eu cheguei sozinho, mentira, ninguém chega longe sozinho.

20:30

E, sim, modestas a parte, eu me considero que cheguei longe, não me esquecendo de todas as pessoas que me deram a mão para me empurrar,

20:39

para estar onde eu estou.

20:41

Ninguém chega longe sozinho.

20:43

Não me esqueço nunca de todas aquelas que foram responsáveis direto e indirectamente, por eu estar onde eu estou.

20:49

Mas no meio do caminho, eu desenvolvi essa metodologia técnicas de que conseguem acessar, na verdade,

20:56

essa memória do paciente, no caso do meu aluno, e faço, através de mecanismos muito simples de memorização,

21:05

eu consigo fazer com que ele aprenda e enxergue essa conclusão de uma maneira como ele nunca viu antes.

21:13

Aí a coisa fica interessante.

21:15

Isso, a prova viva disso, hein, Carlos.

21:18

Obrigado.

21:20

Obrigado, cara. No meio do caminho, é muito legal, você perceber a mudança do profissional, o antes e o depois,

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que ele entende essa relação simples.

21:31

Afinal de contas, o que tem a superfície oclusal, a morfologia dental de uma forma geral, né, cara,

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com a cabidade articular e o cúndulo.

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Quando você mostra que isso não é uma coisa tão complicada, beleza.

21:47

Eu nem entro em aspectos clínicos, é puramente laboratorial.

21:52

Só que eu mostro, assim, aqueles conceitos clássicos e oclusais de todos os autores,

21:57

ou de boa parte dos autores, a Péu, mas a escola que sigo, né,

22:00

quando você mostra esses conceitos e oclusais e qual é a aplicação disso,

22:04

ou desses conceitos no dente, na nossa vida no cotidiano, fica muito mais fácil, inclusive, entender a oclusão clínica.

22:14

E quando eu falo de oclusão clínica, eu me refiro especificamente aos problemas e os oclusais que nos chegam na clínica.

22:22

Em específico, as disfunções, as parafunções, ou seja, para aprender a solução,

22:30

descobrir a solução das parafunções, dos disturbos, a gente tem que aprender, antes de mais nada, os conceitos.

22:36

É de lá que tudo vem, de lá que tudo nasce.

22:40

E quando eu consegui transformar isso, aí é legal. Então, eu me sinto feliz aí. Boa.

22:48

Aí que tá. Eu gostei muito disso que você falou, que lá vem o primeiro questionamento aqui em cima disso.

22:55

Você veio falando de parafunção, de problemas de oclusão.

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Acho que isso existe, na verdade, assim, aquele curso que o dentista faz,

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onde se existe a escultura perfeita, anatomia perfeita, eu acho que é muito legal, é bacana,

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só que isso não é realidade do dia a dia. Não é realidade de dia a dia.

23:15

Eu acho que essa abordagem sua é muito interessante. É muito interessante aonde a gente tem que falar exatamente desse assunto.

23:22

E como é que, aonde é que você virou essa chavinha para poder, na verdade, buscar e entender essa necessidade para o técnico,

23:32

para ele poder buscar isso. E até mesmo para o dentista, porque você tem, por exemplo, eu,

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eu sou dentista, estou no seu curso. Tem muitos dentistas também que te procuram? Claro que tem.

23:42

Eu sei que tem. Por exemplo, o Bilhari te procurou há muitos anos atrás.

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Então assim, olha só. Na sua turma mesmo, quem que tá lá?

23:51

Então, na sua turma mesmo, quem que tá lá? Você, tem o professor Bresciani, que é uma figuraça lá da pós-graduação da Unespo,

24:00

tem o Pablo, tem o Pedro, tem a Wagner, tem outros colegas lá que também são dentistas agora.

24:07

Então, fica a pergunta, né? Por que é que tanto dentista agora está se interessando para um curso que, basicamente, na sua gênesis,

24:14

é voltado para o laboratório? Rafa, mas não interessa de onde que vem. A resposta é não interessa de onde que vem o conhecimento.

24:20

É um conhecimento tão... Não interessa de ver o conhecimento.

24:24

Mas, então, tá lá?

24:26

Tá lá. É tão válido e tão importante que isso acaba chamando a atenção do clínico.

24:32

E quando ele percebe que, ou quando o segmento clínico percebe que é lá que tá aquilo que ele quer aprender,

24:38

aquilo que ele precisa aprender para ter sucesso,

24:42

ou errar menos, ou conversar mais com o técnico,

24:45

ou se enterar mais dos suafos para errar menos e acertar mais, é lá que ele vai procurar.

24:51

Mas deixa eu só assim, responder objetivamente à sua pergunta, já fazendo um jabá.

24:56

Não é essa intenção. Mas eu me preparei aqui. Olha só.

25:00

Olha só. Eu tenho aqui... Bom, todo mundo sabe, eu tenho um livro.

25:03

Meu livro é a descrição passo a passo da minha técnica,

25:08

uma técnica que foi descrita por mim em literatura.

25:11

O Caí da Chave, meu, se deu depois de um curso com o professor Paulo Cano,

25:17

que tem lá o famoso livro dele, que é famoso no mundo inteiro,

25:20

Desafiana na Turismo. Você vai na China, no Japão, na Coréia, na Holândia, na Ui...

25:25

Puta livro também.

25:27

É o livro dele. Mas agora o Wilton, humildemente...

25:31

Tem um puta do livro.

25:33

...no outro, é uma outra técnica diferente.

25:35

E olha, só fazer uma de um Brasil que se dá muito orgulho enquanto brasileiro,

25:39

mas enquanto professora também.

25:41

Olha, a gente tem uma meia dúzia de técnicas descritas em literatura aí.

25:44

É o Peter Tomas, eu...

25:46

Peter Tomas, monstro, e aí o Tino São Rex.

25:50

É, exato. E a Mamoto, Catauca, então a Andrea Piacentini,

25:54

ou Dieter Schu, e tantos outros escolas.

25:56

E Paulo Cano. E agora, humildemente, eu estou aqui.

25:59

E os mil tonnes que ali.

26:01

Ou seja, nessa meia dúzia de técnicas diferentes, de valor, de valor mesmo,

26:08

porque são coisas diferentes, são uns uns diferentes,

26:10

tem dois brasileiros, o Paulo Cano, que foi o meu precursor, o meu mentor também, né,

26:13

e o precursor para nós, brasileiros.

26:16

E humildemente, o Wilton também.

26:18

Então é uma coisa de muita honra para todos os brasileiros.

26:20

Ah, amastro. É isso.

26:22

E é claro, esse livro é sucesso aqui no Brasil,

26:25

e ele foi editar também o ano passado, foi lançado no ano passado, 2019.

26:29

Lá no IDS, em Colônia, também no Mídio Winter em Chicago, foi lançamento.

26:35

Mas assim, quando a gente...

26:37

E de lá para cá, eu soube agora em fevereiro desse ano,

26:40

que o meu livro esteve entre os 10 mais vendidos da Quintessense nos Estados Unidos.

26:44

Aqui para mim, assim, é um lugar onde eu jamais imaginei um dia chegar,

26:48

de estar entre os mais vendidos da Quintessense, autores da Quintessense norte-americana.

26:55

Isso para mim é um motivo, assim, de muito orgulho mesmo.

26:57

Mas deixa eu chegar lá.

26:59

Então nós temos um livro em português e em inglês,

27:03

e também desenvolvendo a negociação para ser publicada em russo, espanhol, italiano, e chinês também.

27:08

Aí sim.

27:10

Aí sim. Mas olha só, no curso, eu dou para os alunos um resumo, um resumo do que tem no livro.

27:18

Aqui, na verdade, é uma postila.

27:20

Uma postila onde eu faço um desenho esquemático,

27:24

o que é que é, afinal de contas, o que é que a gente procura no dente?

27:27

Desenho esquemático.

27:28

E a ideia aqui, na verdade, é o seguinte, é desenhar, localizar e escrever.

27:32

Tanto posterior quanto anterior, depois.

27:35

Modelagem, plastilina.

27:37

Que é muito didático isso daí, meu.

27:40

Cara, é muito legal.

27:42

É muito legal, é muito didático fazer isso.

27:45

Aqui eu aprendi com o professor Janus Bacó, aquele húngaro com quem fiz o curso em 2018,

27:49

e absorvia a técnica dele.

27:51

E achei tão importante que fiz uma adaptação, e usam, mas sempre rendendo créditos aí.

27:57

Olha, é muito legal porque aqui, Rafa, é aqui que a gente extrava a criatividade.

28:02

Tanto em dente posterior quanto em dente anterior.

28:05

Olha lá, legal.

28:06

E detalhe, tudo isso ensinando aquilo que me interessa.

28:09

Meso ou cruzado, ponto de contato centro, protrusiva, retrusiva, lateridade, balanceio, trabalho,

28:16

látrio e protrusão, látrio e retrusão, pontos, ABC, stop equalizer.

28:21

Tudo isso compõe o rol de assuntos tratados no curso.

28:25

Depois disso, na modelagem.

28:26

Depois da modelagem, aí vem o quê?

28:30

Desenho mais refinado.

28:31

Isso aqui é uma coisa que todo mundo gosta, todo mundo adora.

28:34

Desenho mais refinado.

28:35

Eu peguei dele também do Janus Bacó, mas também da Deis Prado, que é uma grande amiga,

28:40

e é uma verdadeira artilha.

28:42

Desenho aqui no Brasil como método para, como ferramenta para auxiliar formação de memória.

28:50

Posterior, anterior, e é claro, pega também pesado em inclusão.

28:53

Aqui uma figura que eu tirei também da possível do professor Janus Bacó.

28:56

Agora já tem uma adaptação, né?

28:59

Rafa, tudo isso para chegar ao quê?

29:02

Aqui, ó, ou seja, morfologia em cima.

29:07

É a rua que o bicho pega.

29:09

É aqui que a gente vai mexer em articulador e tratar tudo aquilo que a gente vê.

29:12

Protrusão, retrusão, lateralidade, trabalho, balanceio, látrio e protrusão, látrio e retrusão.

29:17

Guia anterior, guia canina, zooplozombilateral posterior.

29:21

Aí interferência daquilo dos fatores, interferentes, fixos e variáveis.

29:25

Ou seja, os que mais nos interessam, distância intercondilares, inclinação da parede superior, parede medial na candidatão condilares.

29:31

O que que isso tudo tem a ver com o dente?

29:34

Isso que é legal, cara.

29:35

Porém, no curso, o mais interessante que eu acho é o grand finale, é o grand finale do negócio.

29:41

Ou seja, aplicação de serano, que vocês não conseguem ver, porque não...

29:44

Ainda não cheguei nessa parte já para post, hein?

29:47

É, não, essa aqui é destino ao de semana.

29:50

É!

29:51

E olha só, serano, que é tanto posterior inferior, posterior superior...

29:54

Olha, que legal isso aí.

29:56

E rapa!

29:57

As zanobias, muito pincel, esse ensinamento, hein?

29:59

Aí, olha, muito pincel, muito pozinho de serano, que é para lá e para cá, vai ser, né?

30:03

Vai ser sujeira para todo lado, mas vai ser muito legal.

30:06

E aqui é legal, sabe por que é rapa?

30:08

Porque é aqui que a gente aprende a perder o medo,

30:11

quer dizer, que o dentista e o técnico aprendem a perder o medo da serano,

30:14

a desgastar, a fazer escultura na broca,

30:17

a memorizar o que tem que fazer no laboratório,

30:20

e no consultório, quando de ajuste oclusão,

30:22

quando de reanatomização,

30:25

quando de eliminação de contato prematuro

30:29

em oclusão cêntrica e excursionamento mandibular,

30:33

ou seja, interferência oclusão,

30:35

como ajustar guia anterior, como ajustar guia caminho,

30:38

como retirar essas interferências.

30:41

Isso é o mais importante para mim.

30:43

E detalhe, rapa!

30:45

Você sabe, a estratificação em resina,

30:48

ela é filho da estratificação em serânica.

30:51

É, é, é, é, é, sem dor.

30:55

Na verdade, a estratificação em resina que nós fazemos na boca,

30:58

que o especialista do dentístico, o clínico geral, faz na boca,

31:01

é uma consequência da estratificação de serânica, é um filho.

31:04

Quando a gente faz isso na serânica, no pior ambiente possível,

31:07

você sabe muito bem que a serânica é um material de um tiro só.

31:10

É difícil a gente fazer correnção.

31:12

Daí, quando a gente treina um material muito difícil,

31:16

a gente, na verdade, está pegando o feeling do material,

31:20

não só em relação à cor,

31:22

mas também o feeling do posicionamento

31:25

daquela estrutura interna do dente.

31:28

Aí você, cara, depois que você capta isso,

31:30

você não tem como errar.

31:31

E vale para a serânica e vale para a resina foto,

31:33

o que é muito importante nas reconstruções

31:36

diretas e indiretas em resina foto na boca.

31:39

O que é muito legal.

31:40

Você vê, cara, que é um curso assim que,

31:42

ele ameaga,

31:44

ele abarca diversas áreas

31:48

acerca daquilo que orbita o nosso saber,

31:54

aquilo que nós precisamos entender enquanto reblitadores,

31:58

seja na dentística direta,

32:00

seja na dontologia restauradora, na prótise de uma forma geral.

32:04

Então, ele faz um apanhado naquilo que a gente precisa.

32:08

Agora, Rafa, mais ainda,

32:11

eu creio que essa é a grande razão

32:13

de você levar o Pietro Sante lá.

32:15

Mas, cara, é uma ferramenta fora de série

32:19

para aquela nova profissão, o cadista,

32:22

o projetista Cade.

32:24

Com certeza.

32:25

Você vai ver a diferença do Rafael

32:28

aí nos seus desenhos, cara.

32:29

Olha, não estou vendendo fantasia, não,

32:34

nem ilusão.

32:35

Não, mas eu também tenho certeza que sim.

32:37

Aliás, estamos aí para isso.

32:40

Você vai ver a diferença que vai fazer

32:46

depois que o Rafael passar por esse curso,

32:50

quanto ele vai ser mais assertivo, mais afirmativo,

32:56

mais seguro nas suas inserções,

32:59

nos projetos Cade, que eu sei que ele...

33:03

Eu considero o Rafael um dos melhores do país

33:05

em termos desenho, cara, de desenho.

33:07

Mas eu acho que ele vai ser mais cirúrgico

33:10

nas soluções.

33:12

Eu acho que isso não tem preço.

33:16

É muito legal, cara.

33:17

Por quê?

33:18

Você vai ganhar tempo, Rafa.

33:19

Hoje, cara, hoje não, sempre foi, né, cara?

33:21

Mas, assim, na sua proposta de trabalho,

33:24

da sua clínica e de muitos outros colegas, cara,

33:27

a gente tem que ter rotatividade,

33:29

a gente tem que ter produtividade.

33:31

E o ambiente digital, ele vem para nos dar

33:33

essa rapidez, essa...

33:35

Esse fluxo que é muito importante para a gente,

33:38

não só para a gente, mas também em especial

33:40

para o paciente, né, cara?

33:42

Nessa odontologia, o tempo faz muita diferença,

33:46

muita diferença mesmo, né, cara?

33:48

Faz demais, faz demais.

33:50

O tempo, ele...

33:52

Na verdade, o tempo de experiência, ele é o Rafa.

33:54

A gente fala muito do Rafa, o Rafa tem...

33:56

São 16 anos de só trabalhando com o Exocade, né?

34:00

Então, assim, é de uma maturidade muito grande.

34:03

Então, a minha comunicação com ele fica muito, muito fácil.

34:06

E nessa dinâmica, né, a gente brinca até,

34:09

que é uma dupla, né, tipo, o batimão erróbio lá no meu GP,

34:12

agora tem um terceiro, é que também já está entrando aí,

34:15

nós vamos virar um trio aí, pesado, um quarteto, em breve.

34:18

Então, assim, a gente está alinhando muito o nosso trabalho

34:20

e está tendo cada vez mais...

34:25

Força, eu acho que força de vontade da equipe

34:27

de trabalhar com...

34:30

Na melhor forma possível, com excelência,

34:32

mas eu acho que cada um está atingindo um nível de maturidade

34:34

na sua determinada situação, né?

34:37

Eu vejo como o pessoal, o Rafa no Cade,

34:40

o pessoal da cerâmica também está...

34:42

Tem desenvolvido um trabalho assim, de excelência.

34:44

Então, a gente está ficando muito satisfeito com isso.

34:47

Na verdade, a gente nunca vai parar de...

34:49

de investir em ferramentas de auxílio e de aprendizado, né?

34:53

Porque eu acho que...

34:55

É... nunca vai ser suficiente, como eu falei já em outros momentos.

34:59

Nunca vai ser de mérito para ninguém,

35:02

ou muito pelo contrário, para nós, isso é a base de tudo.

35:06

É sempre que está encontrando pessoas melhores que nós,

35:08

mais capazes que nós, com mais conhecimento,

35:11

agregado, saindo aqui em Mosquinha,

35:13

para que a gente consiga ali aprender ferramentas novas.

35:16

Por exemplo, tudo que a gente já...

35:18

Tem coisas que nós aprendemos aí, nesses, acho que,

35:21

foram quatro ou três modos que a gente já ficou juntos, né, Tom?

35:24

Três.

35:26

Três, que foram assim,

35:27

que são já essenciais, que a gente fala,

35:29

cara, como é que a gente fazia sem essas...

35:32

esses ferramentas antes?

35:34

Então, são coisas que são muito importantes.

35:36

Por isso eu questionei para você do dentista.

35:38

Mas, voltando a falar de dentista laboratório,

35:43

quando, por exemplo, você na posição laboratória,

35:47

agora puxando um pouco para o nosso lado,

35:49

né, para o nosso... para o lado de dentista,

35:51

e sentindo um pouco a relação dentista técnico, né?

35:55

Quando você recebe essa solicitação do enseramento diagnóstico,

35:59

você recebe...

36:01

Que informações?

36:03

Será que o dentista hoje,

36:05

não sei no seu nível de seramista e como laboratória?

36:09

Às vezes você pode receber isso com maiores informações,

36:11

mas eu, quando terceirizava a minhas peças no meu laboratório,

36:15

hoje eu já não... nem faço mais isso,

36:17

porque eu vi que isso começou a mais me atrapalhar

36:21

do que me ajudar.

36:23

Você falou... lembra que você falou do dinheiro,

36:25

que tem muito dinheiro, não é necessário?

36:28

Eu peguei e falei, cara, para mim,

36:30

que laboratório eu não quero isso, sabe?

36:32

Porque eu não preciso de todo esse dinheiro,

36:34

porque estava dando tanta dor de cabeça

36:36

que eu tinha que administrar,

36:38

eu tinha que tocar, eu tinha que falar com os clientes,

36:40

virou assim, virou uma dor de cabeça tão grande,

36:43

o lado público e terceirizado,

36:45

só que nesse momento, eu decidi que falei,

36:47

bom, vou encerrar isso, né?

36:50

Porque isso não está sendo saudável para mim,

36:52

está me fazendo mal, porque eu, tudo que eu faço,

36:54

eu tento dedicar muito,

36:56

eu dou muito sangue, sabe?

36:58

Então eu percebi que eu estava deixando de clicar

37:02

para estar no laboratório.

37:04

E uma vez que eu comecei a ficar ali,

37:07

no telefone com o dentista,

37:09

teve momentos que eu até cheguei a ligar para dentistas

37:11

para falar sobre contas a pagar,

37:13

que a minha equipe já estava...

37:15

que a minha equipe já estava no momento

37:17

de ter ligado cinco, dez, vinte vezes para aquele cirurgião,

37:20

e aí teve um momento, falou, doutor,

37:22

você não pode ligar, porque a gente já falou tanto,

37:25

aí eu quero, aí eu entro em um ponto contigo.

37:28

Como você sente que o dentista hoje

37:31

ele baliza um processo de pedido de encerramento

37:34

de diagnóstico ou de planejamento?

37:36

O dentista, você sente que ele está totalmente apto, preparado

37:40

para o envio de informações para o laboratório trabalhar,

37:44

ou seja, ele está te enviando,

37:46

todos te enviam uma bateria completa de fotografia,

37:49

protocolo bem completo,

37:51

eles todos te enviam um cor de preparo,

37:53

ou com a escalinha de preparos,

37:55

eles te enviam, eles te enviam a moldar,

37:58

a moldeira já desinfectada,

38:00

com, de repente, um pouco de sodio, ou não,

38:03

que cuidados que você percebe que faltam para o dentista hoje

38:07

trabalhar com o técnico,

38:09

criar uma boa relação para o laboratório,

38:11

para ter ali uma devolução,

38:13

uma resposta do técnico, por técnico Falapucha,

38:15

realmente tem cuidado aqui,

38:17

nós vamos fazer um trabalho bem planejado,

38:19

porque eu cheguei a receber,

38:21

então, caso de moldeira com sangue,

38:23

moldagem com sangue,

38:25

com sangue ressecado.

38:27

O Rafa,

38:29

você é um normal no cotidiano do laboratório,

38:33

cara, é que você não estava acostumado com isso.

38:39

Você é normal, é o dia a dia do laboratório,

38:42

não tem como falar que não é diferente,

38:46

eu poderia ser melhor,

38:48

não, quero normal, é tranquilo.

38:50

E para te falar a verdade, Rafa,

38:52

não é nem isso que incomoda.

38:54

Vou fazer um planejado geral sobre esse assunto que você,

38:58

que você agora botou na mesa,

39:02

colocou na mesa.

39:04

Rafa, é o seguinte,

39:06

eu sou um rehabilitador das antigas,

39:08

mas eu sou um técnico em próteses também das antigas.

39:10

Quando eu entrei, botei o pé nesse mundo,

39:12

foi lá, junto com o professor Milton Edson Miranda,

39:14

junto com o Len Campino,

39:16

junto com o Marcelo Terceira,

39:18

Wagner Ortega, nosso colega.

39:20

Bom, o orientador de mestrado, Váquina.

39:22

Então, pois é.

39:24

Depois com o professor Botino, Guilherme e tantos outros colegas

39:28

lá da Unesp,

39:30

mesmo aqui, o professor Sergio Fiori,

39:32

atuando com quem fez especialização,

39:34

com quem fez mestrado lá em Bauru.

39:36

Cara,

39:38

antes,

39:40

os clientes do laboratório simplesmente

39:42

me entregavam em dois modelos,

39:44

superior e inferior,

39:46

superior e inferior,

39:48

o Atoma, um registro mordida,

39:50

o Atoma registro mordida está aqui,

39:52

monta no articulador e me faz um encerramento diagnóstico.

39:54

Desse jeito.

39:56

Aí depois, muito contato

39:58

e tendo eu também acesso a conhecimento,

40:00

eu achava que aquilo era normal.

40:02

Então, tá bom, eu fazia o meu melhor.

40:04

E olha,

40:06

surpreendentemente,

40:08

apesar de todas as dificuldades,

40:10

o nível de sucesso, o índice de sucesso

40:12

era altíssimo.

40:14

Depois com o passar do tempo, conhecimento, muito treinamento,

40:16

conhecimento, treinamento, conhecimento, treinamento,

40:18

eu percebi uma coisa, cara,

40:20

que na verdade eu estava,

40:22

já há muito tempo,

40:24

filtrando o laboratório,

40:26

e pneirando o clientela do laboratório.

40:28

Então, hoje,

40:30

e decorridos aí 15, 20 anos,

40:32

eu não tenho que reclamar a respeito disso, porque boa parte

40:34

da clientela, de fato,

40:36

já está entendendo

40:38

no melhor sentido da palavra.

40:40

Já está enquadrada, sabe?

40:42

Já está mais ou menos

40:44

é doutrinada ao esquema que o laboratório,

40:46

não é nem que o laboratório

40:48

exija ou precisa

40:50

o esquema, ou a necessidade

40:52

que o caso exige

40:54

para que ele, para que ela demanda, entendeu?

40:56

Mas,

40:58

então, eu só me considero sortudo

41:00

também e feliz em relação a isso.

41:02

Eu acho que hoje boa parte da clientela

41:04

que solicita

41:06

os meus précimos, já sabe mais ou menos

41:08

do que se trata e já me dá ferramentas.

41:10

Mas, Orrafa,

41:12

ainda assim,

41:14

é muito grande, são muitos dentistas

41:16

que ainda não tiveram acesso

41:18

a esse tipo de conhecimento, que manda

41:20

um modelo, olha, faz um encerramento diagnóstico.

41:22

Orrafa, para você ter, para você fazer

41:24

um encerramento diagnóstico legal, assim, para começar,

41:26

olha, no mínimo

41:28

duas fotos padrão

41:30

DSB, by Christian Coutman, ou seja,

41:32

aquela foto frontal,

41:34

assim, depois

41:36

abridoa, e...

41:38

duas ou três fotos, frontal, fôrso...

41:40

A foto, não necessariamente o DSB, pera aí,

41:42

não necessariamente o DSB,

41:44

Então, exatamente,

41:46

não necessariamente o protocolo

41:48

DSB, eu estou falando assim, mínimo do mínimo

41:50

duas fotos

41:52

protocolo DSB, by Christian Coutman.

41:54

O seguinte, olha, aquela foto em que eu posso

41:56

entrar assim, ou seja, no horizontal,

41:58

plano de camper, paralelo, plano de

42:00

Franco pro Paralelo, plano do plano horizontal

42:02

e sorrisinho leve.

42:04

Exato.

42:06

Depois, abri, com abridor de boca,

42:08

o orelha na mesma posição,

42:10

plano de camper na mesma posição.

42:12

Com aquilo, a gente já consegue colocar

42:14

lá no...

42:16

no modelador

42:18

DSB, com aquilo a gente já consegue

42:20

eh... a gente já consegue lá

42:22

estabelecer, linha mediana

42:24

através da distância interpupilar, né cara?

42:26

linha mediana, tamanho do dente,

42:28

tapar, linha úmida,

42:30

linha de sorriso

42:32

eh...

42:34

colocar os dentes naquela proporção 75, 80,

42:36

85%

42:38

se der para alcançar a proporção a hora e muito bem

42:40

e depois estabelecer

42:42

o paralelo de retas e paralelo de curvas

42:44

eh...

42:46

gradação de tamanho, gradação de luz

42:48

eh... de canino para trás

42:50

e aí vai estabelecer zente,

42:52

estabelecer altura,

42:54

ponta de papila no... no... no...

42:56

e área de contato, abertura de amigas, todos os dentes.

42:58

Ok, eu... eu...

43:00

olha... e olha o que eu falei com apenas duas fotografias

43:02

agora o ideal é modelos

43:04

montados no articulador de preferência

43:06

dois modelos, um par de modelos

43:08

articulador importantíssimo, hein?

43:10

é... não, claro

43:12

sem isso não dá, obtidos por meio de

43:14

moldagem com silicone pesado e leve

43:16

não... esse modelo de estudo

43:18

não precisa ser com silicone de adição, pode ser

43:20

com uma conda de silicone de condensação

43:22

ou seja, dois... dois paras

43:24

de modelos onde nós vamos montar

43:26

eh... de... preferencialmente

43:28

eh... montar os articuladores com o arco

43:30

facial, mas se não tiver o arco

43:32

facial, não tem problema, nós quebramos

43:34

o lugar montando o modelo no... no... no

43:36

plano de camper com... eh... com a

43:38

plaquinha de... de camper, montando...

43:40

montando o modelo do articulador por

43:42

meio da plaquinha de camper, ah... fotografias

43:44

do paciente pelo menos de rosto, frontal, lateral

43:46

para a gente ter uma ideia de formato

43:48

básico do rosto que vai interferir

43:50

no formato básico do dente. Então,

43:52

eh... são todas as ferramentas

43:54

necessárias e importantes

43:56

para que a gente no mínimo consiga começar

43:58

e depois já... Isso para começar, né?

44:00

Isso para começar, começar...

44:02

e depois já... e depois já para

44:04

a execução, acordo substrato

44:06

eh...

44:08

enfim, padrão oclusal

44:10

desejado, pontos de contato

44:12

céntrico, eh... uma

44:14

discussão a respeito disso, como é

44:16

o padrão oclusal... eh...

44:18

como deverá ser, se o paciente quer

44:20

se tem implante ou não, se quer

44:22

financiamento ou não em função do número

44:24

de implante, se é protocolo ou não, se quer

44:26

proteção muta ou não, se quer

44:28

eh... dentes montados lá no... no...

44:30

no... no plano de Frankfurt com

44:32

a descer dos dentes anteriores e levante

44:34

da... da... e acen... e acenção

44:36

das custos distais dos segundos

44:38

molares, eh... e assim vai. Mas isso já

44:40

entra assim no...

44:42

no... na sintonia fina

44:44

do... do... do tratamento.

44:46

Aí entra também o quê? Eh... provisório,

44:48

seria legal se o paciente, se o dentista pudesse

44:50

mandar, se ele, se por o caso, mandar

44:52

se já um modelo com provisórios na boca,

44:54

se não, se é para fazer enceramento

44:56

diagnóstico, legal, desde o começo, legal,

44:58

vamos lá, vamos fazer enceramento

45:00

diagnóstico, depois vamos mandar o mocap...

45:02

e mandar pro técnico,

45:04

eh... eh... iniciar da execução

45:06

um módico, um mocap na boca, pelo menos

45:08

fotografia, quer dizer, Rafa,

45:10

se a gente for para eu fazer assim, se a gente for

45:12

elencar, elencar,

45:14

numerar o que o...

45:16

o consultório, a clínica poderia

45:18

fazer para... para... para que o sucesso

45:20

eh... começasse a ser

45:22

construído, cara, a gente vai desfiar

45:24

um rosário aqui, é muita coisa,

45:26

e... e por que que isso eu considero

45:28

isso importante? Porque...

45:30

a relação dentista... Caramba, men!

45:32

Olha lá... O quê?

45:34

O humor de pessoas, aí tá ótimo, hein?

45:36

Ah, vou ligar, muito obrigado,

45:38

ó, a audiência, muito obrigado,

45:40

muito obrigado, men, Dino,

45:42

se a gente pudesse

45:44

elencar o rosário, a gente

45:46

ia dizer que isso é um rosário que tem a minha noite.

45:48

Mas, olha, eu diria

45:50

o seguinte, Rafa,

45:54

a relação

45:56

clínico-laboratório, clínica-laboratório

45:58

durante a... durante

46:00

a execução de um trabalho

46:02

de... de... de...

46:04

de envergadura, de boa envergadura,

46:06

ela começa a se tornar menos ríspida,

46:08

menos crítica, a partir

46:10

desses elementos que o dentista,

46:12

que o clínico, oferece

46:14

o relógio laboratório, ela começa a se tornar

46:16

um problema a partir do

46:18

momento em que o constório

46:20

não disponibiliza pro técnico

46:22

pro seu parceiro de laboratório

46:24

essas informações. Porque aí,

46:26

Rafa, você sabe, aí

46:28

o outro fator inter... o fator

46:30

laboratório, o fator técnico,

46:32

ele passa a ser... a influir

46:34

no sucesso. Mas, influir

46:36

mais do que eu, influir mais do que

46:38

eu que deveria, entendeu?

46:40

E aí, onde começam

46:42

a... eu diria o seguinte

46:44

as usgas, as usgas,

46:46

entendeu? Por que?

46:48

Cara, Rafa, você sabe, o...

46:50

a definição do belo, do

46:52

que é bonito, é...

46:54

é muito flutuante, o paciente

46:56

tem um, o dentista tem outro, o técnico tem outro.

46:58

Agora, como você...

47:00

como essa definição, como esse aspecto

47:02

um aspecto muito instável

47:04

e flutuante, nós deveríamos

47:06

antes de...

47:08

até mesmo antes do planejamento,

47:10

do planejamento, mas sobre...

47:12

sobre a maneira na execução, nós deveríamos

47:14

todos, a triad, paciente,

47:16

técnico e clínico,

47:18

deveríamos todos pisar

47:20

assim, em terrenos, em terreno

47:22

muito sólido, muito...

47:24

Muito forte, muito firme.

47:26

Através de o quê? De informações

47:28

eh, já todas trianguladas

47:30

entre essas três figuras.

47:32

É claro que o paciente é o nosso

47:34

objetivo final. Mas ele também é

47:36

elemento importante e dinâmico

47:38

nessa relação. Porque ele tem que falar

47:40

a sua... e deixar claro

47:42

a sua expectativa, a sua ansia, o seu

47:44

querer. E é claro, o dentista e o técnico

47:46

tem que trabalhar em conjunto para atender

47:48

essa expectativa. E muitas as vezes

47:50

orientar, orientar

47:52

e... tirar o paciente

47:54

daquela... daquela

47:56

fantasia que muitas as vezes ele

47:58

ele monta na sua, que é no seu imaginário

48:00

no seu senso comum

48:02

e... e... daí, muitas

48:04

as vezes os pacientes chegam na constaura

48:06

com o... com o resultado

48:08

muitas as vezes, é... irreal

48:10

é intangível, inalcançável

48:12

é...

48:14

por isso é que ele tem que ser um

48:16

elemento ativo, uma coluna dor,

48:18

uma coluna espinal no planejamento.

48:20

Porque é... aí sim, se ele deixar isso tudo

48:22

exposto bem claro e o técnico

48:24

e o dentista captarem qual é a ideia

48:26

aí sim a coisa começa a ficar um pouco mais

48:28

suave. Por quê? Porque passa a ser um problema

48:30

apenas dos executores, ou seja, o técnico e

48:32

o dentista. Eles é que tem que entender

48:34

vocês os orientais. O paciente é claro, desfazer

48:36

essa... essa...

48:38

essa... essa fantasia, esse

48:40

desejo notatinho e colocá-lo

48:42

e apresentá-lo à realidade

48:44

sua realidade é essa, mas a sua

48:46

verdade é essa. Exato.

48:48

É isso que nós podemos

48:50

fazer, tá ok? Pra isso

48:52

e pra que você tenha uma ideia, nós vamos te

48:54

permitir fazer um teste dry antes que

48:56

eu me ta broca na tua boca

48:58

e torne a situação uma situação irreversível

49:00

Você sabe isso? Isso

49:02

A importância do mock-up, do provisório, para que o placente possa fazer um test drive

49:08

e sim interferir para o andamento das coisas.

49:12

Por quê?

49:13

Porque quando depende do dentista e o dentista também não domina todos os elementos do laboratório.

49:18

O laboratório não domina os elementos do consultório e fica aquela briga e depois,

49:22

muitas vezes, o conjunto, a parceria não consegue chegar aos resultados demandados, não

49:29

só pelo paciente, mas também pelo dentista, também porque não dizer do laboratório.

49:35

Aí começam os problemas.

49:36

É por isso que eu falo, Rafael, e falo para todos os meus alunos, e você aprova disso.

49:40

Olha, cara, comunicação é muito importante, mas é tão importante quanto a expectativa

49:48

do paciente, porque nós, técnicos e dentistas, nós podemos tudo, tudo possível.

49:53

Agora o possível.

49:54

Tem que ser...

49:55

Tem que estar na mesa.

49:57

Tem que ser uma moeda clara de cima.

50:00

Tem que ser um livro claro e aberto para a gente entender isso, cara, e não uma fantasia

50:08

de uma parte ou de outra.

50:10

Muitas vezes o dentista vem de uma solução que não é alcançável, que não é atingível.

50:16

A gente não consegue isso por falta de conhecimento.

50:18

Daí tem que buscar parceria e conhecimento e muita conversa, muita comunicação com o

50:23

laboratório e vice-versa.

50:24

A platoa tem que estar ao par e ao nível dessa demanda, porque se não tiver, aí começa

50:31

o problema.

50:32

Por isso eu acho super importante, e até eu fiquei batendo essa tecla muito no fim de

50:38

semana na documentação do meu curso online, que é justamente batendo essa tecla da comunicação

50:45

com o laboratório.

50:46

Aonde é que o dentista vai entender a dinâmica do que é que ele tem que fazer para munir

50:54

o laboratório com as maiores informações para o laboratório executar o trabalho dele

50:58

da maior forma, da forma mais ideal possível, da forma com que aquilo funcione da melhor

51:04

maneira possível, seja com o modelo, seja com o articulador, porque a gente vê muito

51:08

e eu via também quando o meu laboratório era aberto para a terceirização.

51:13

Eu via que raramente essas coisas aconteciam e isso acaba sendo uma verdade.

51:19

Então é legal a gente visualizar e tentar mostrar e eu falo muito isso como até uma

51:27

diretriz da onde vai ser levada, porque eu vejo isso como a gente pode pegar como base

51:32

ser um planejamento reverso.

51:34

É isso que eu falo para os meus pacientes.

51:36

Quando a gente faz uma moldagem, quando a gente faz uma moldagem de pré-estudo, seja

51:42

de silicone de adição, ou seja, de silicone de condensação, mas seja necessário que

51:46

seja de silicone ou até um escaneamento para um estudo, é como se você tivesse que transferir

51:51

o paciente para o laboratório e já trabalhar no caso dele uma vez.

51:56

Então você vai trabalhar naquele paciente, só que em sera, em gesso.

52:00

Então você vai prever tudo o que vai acontecer, você vai prever tudo e vai se tornar altamente

52:05

previsível.

52:06

Ou seja, você já vai meio que ter um ensaio restaurador daquela situação, vai ficar

52:11

muito mais confortável você, dentista, saber o que vai estar acontecendo, saber quais

52:16

vão ser as dinâmicas, saber os movimentos, montagem de articulador é tão importante

52:20

por causa disso, para não chegar na hora você instalar as peças e daqui um mês o

52:24

paciente chegar com a lente na mão e falar, po, soltou, mas aí você vai ver a inclusão

52:28

vai estar toda desbalanceada.

52:30

E aí vai.

52:31

Então essa é a essência da gente entender a importância de ter o laboratório aliado

52:37

junto com a gente, ter o planejamento muito bem fundamentado, porque não adianta nada

52:42

você falar, ah, vou trabalhar com o Murilo Cagaro, mas não souber, ou com os melhores

52:47

ceramistas aí do planeta.

52:49

Na Vimorita, eu vou ter lá com o Milton, mais com o Massame, exato, que aliás o Massame

52:56

foi, eu comecei a trabalhar com o Max com o Massame e a Mada cara, aliás um abração

53:00

para ele aí, fiz meu primeiro Max com ele, foi um abração para ele aí.

53:06

Mas é isso, eu acho que eu ia entrar nesse questionamento, mas o enseramento diagnóstico

53:13

ele é extremamente necessário.

53:15

Por exemplo, um ajuste ocusal quando é feito, a gente já tem, o dentista ele já tem ali

53:21

um alho lá.

53:24

Fala aí, fala, fala.

53:30

Muito bom, muito bom.

53:31

Isso é o que a gente executa durante o curso, tourminha aqui olha.

53:36

É isso aí que a gente faz, exatamente.

53:39

Aí é legal, bacana, é isso aqui, é muito, é muito gostoso, Rafa, é muito bom.

53:44

É bom de mim.

53:45

O mais legal é isso que eu já fiz de todos, assim, que eu já passei, a didática é muito

53:49

boa, a tua, a tua didática, assim, é o cara que você puxa muito, porque é um assunto

53:54

que exausta, exausta a cabeça, é muita informação, mas se toca de uma forma, assim, engraçada,

54:01

leve, a turma lá sabe muito bem disso, todo mundo sabe.

54:04

Uma forma muito, assim, gostosa de estar ali, é bom, é como voltar no tempo e se sentir,

54:10

assim, realmente estar na parte de espectador, se sentir aluno de verdade e absorver as

54:15

coisas que o mestre fala e falar, puta, tem fundamento, né, é bem bacana, cara, eu

54:20

fico muito feliz de poder estar lá, de estar tendo essa oportunidade, porque realmente

54:24

não tenho tempo, até como eu falo do, que eu falo pro Wagner do mestrado.

54:29

Eu tô abrindo mão hoje de algumas coisas pra poder instalar, porque é muito importante

54:33

pra mim, eu vejo como é uma necessidade e que eu preciso, mas eu queria saber a sua

54:38

opinião do que você vê hoje em dia e como você enxerga aquilo que eu exatamente falei,

54:45

essa falta de carinho do dentista ou talvez a falta de conhecimento, às vezes, de mandar

54:49

uma modagem com um pouquinho de sangue, o que você acha que é, será que é uma

54:56

preparação que vem da faculdade, será que é um desleixo?

55:03

É espinhoso falar a respeito disso, você sabe bem.

55:06

É uma fogueirinha aí que eu vou te colocar, mas da onde você acha que é?

55:10

É uma fogueirinha.

55:11

Esse conceito de faz de qualquer jeito, moda de qualquer jeito e entrega pro laboratório,

55:16

dane se você é responsável e na hora do resultado você fica ruim, a culpa é do

55:22

protético se ficar bom, o mérito é do dentista, onde que tá essa relação que eu nunca entendi

55:28

muito bem que o dentista tem com o técnico, que se ficar legal, beleza, se ficar uma

55:35

merda, foi ele, entendeu?

55:38

Não, Paulo Rapaz.

55:42

É o conhecimento, cara, realmente é conhecimento de treinamento.

55:49

O saber liberta, o pessoalzinho lá do Recife, onde eu dou curso esse ano, lá do Maracona Estevão,

55:56

acendo a internet deles, é o seguinte, o saber liberta.

56:02

Eu adotei isso como um bordão pra mim, o saber liberta.

56:08

Olha, cara, então se, mas eu vou te falar, é espinhoso falar a respeito disso, é realmente uma fogueira,

56:16

mas eu falo com pertinência e falo a vontade, afinal de contas, além de dentista também que sou,

56:24

também sou professor, como você bem sabe, mas também sou empresário.

56:29

Eu tô no RAM desde 81, como laboratório próprio, desde 88, ou seja,

56:35

você tava nascendo, você era criança, eu já tava lá no laboratório.

56:39

Eu vou te falar uma coisa, cara, eu acho que um pouco, um pouco falta mesmo de conteúdo na faculdade em relação a isso,

56:49

mas é muito pouco, acho que esse interfere é pouco.

56:51

Tá lá no programa, tá lá no programa de prótese, tá lá no programa de dentística,

56:56

tá lá no programa de cirurgia, tá lá no programa de periodontia.

56:59

Agora, eu acho que é pouca atenção mesmo do clínico, sabe?

57:03

É o que eu acho também, eu como que eu acho que a faculdade prepara de uma forma saudável, de uma forma boa.

57:11

O sinal é 100% é o necessário.

57:13

É o necessário, eu vejo dessa forma, mas o que o ar acontece é uma ruptura depois da faculdade,

57:21

que não sei o que acontece nesse momento, se a falta de especialização...

57:27

Mas eu sei, é uma falta de uma especialização sim, mas essa tá na planta.

57:34

Ou talvez cursos para entender.

57:37

Então cursos de especialização sim.

57:39

Rafa, mas aí a gente tem que entrar naquele outro assunto que eu falei,

57:42

um dia a gente pode fazer uma outra live, qual falei a Dulce Manos atrás com o Ricardo Lenza?

57:45

É, porque o nosso tempo já... A gente tem 3 minutinhos só ainda.

57:49

Então, como falei com o Ricardo Lenza semana passada, a gente tem que falar do mercado, o Rafa,

57:55

o dentista hoje tá muito pressionado, cara, muito pressionado pelas leis de mercado, é muito dentista.

58:01

É dentista demais, um oceano de dentista.

58:04

Isso torna o ambiente de trabalho para o dentista muito hostil, muito selvagem.

58:09

Então todo mundo tem que sobreviver e ganhar dinheiro e se tornar viável financeiramente nesse universo,

58:15

nesse ambiente selvagem.

58:17

E quanto maior é a selvageria, entre aspas, quanto maior é o hostil, esse ambiente, quanto mais o hostil, esse ambiente,

58:24

mais o clínico, ele é tolido e ele é impedido a cortar etapas.

58:33

Porque a concorrência é o tempo, o tempo tem que se transformar em dinheiro, o planejamento,

58:38

o paciente que entrou dentro do consultório tem que se transformar no planejamento,

58:43

aquele planejamento em orçamento e vai que vai e tal e tal.

58:47

Ou seja, eu diria o seguinte, que a lei da sobrevivência que obriga,

58:51

o que leva essa condição de pular etapas e não fazer o que deveria ser feito,

59:00

que a gente aprende na faculdade, isso acaba acarretando esses problemas nessa relação laboratória com o histórico.

59:08

E o dentista, veja, eu vejo que o dentista, muito honestamente, cara, é ele, veja, também sou dentista,

59:15

e quero deixar isso bem claro.

59:17

Nós vendemos no consultório o milagre, mas nós não detemos, a gente não detém todos os elementos,

59:27

a varinha mágica, todas as varinhas mágicas para que o milagre acontecer.

59:31

O laboratório precisa, o laboratório é outro alquimista, o laboratório onde a alquimia vai se dar,

59:40

a mágica vai se completar.

59:42

Mas quando o dentista não faz a sua parte, o laboratório não consegue suplementar isso.

59:46

Porque também tem problemas, a gente já viu que falta um técnico de ceramistas bons,

59:50

falta um técnico, também tem os seus problemas naquele ambiente.

59:53

Então vira um ambiente difícil, espinhoso aqui no consultório e outro no laboratório.

59:59

E os dois se chocam quando esse sucesso não acontece.

60:02

Mas olha, vou falar uma coisa, o início da solução está aí no consultório, não está no laboratório.

60:07

Para o consultório?

60:09

Para o consultório.

60:11

Aí você está respondendo a última pergunta já, antes de eu fazer, se você pudesse dar um conselho

60:17

para toda essa galera que está assistindo, sobre a comunicação entre o dentista e o laboratório,

60:24

o que é que você acha que poderia nos trazer uma...

60:30

Hilton Richieri tips agora?

60:32

Uma dica que é importante para toda a tua bagagem, com toda a tua experiência,

60:38

esses diversos anos aí de...

60:41

Falando no primeiro dia, eu falei no primeiro dia do curso lá, Orrafa.

60:45

Olha no cenário, no cenário aí, brasileiro.

60:49

Vou falar do cenário mundial.

60:52

Quem são os grandes nomes? Quais são os grandes nomes que estão aí?

60:55

É Quina, Écano, vou me esquecer de todas.

60:59

É Quina, Écano, Éirata, Boratieri, é o França, é o Savedra, é o Calegari.

61:06

É o Calisto, é o Clavijo, é o...

61:10

Cara, olha o que todos eles têm em comum.

61:14

Uma coisa, Rafa, não vou falar de especialização, mestrado e doutorado, não se trata disso,

61:18

não se trata de titulação, se trata de um detalhe.

61:20

Todos eles têm profundos ou profundo conhecimento das etapas laboratoriais.

61:25

Então, se eu estivesse sendo bem específico,

61:28

ele respondeu objetivamente a sua pergunta.

61:31

Qual é o conselho que eu dou?

61:32

Cara, pessoas, colegas, audiência, corram atrás das informações do laboratório.

61:39

Tenham conhecimentos do laboratório, das etapas laboratoriais,

61:43

como uma especialização para você.

61:47

Você que precisa, que se dispõe a fazer reabilitação,

61:51

entenda as etapas laboratoriais.

61:53

E a etapa laboratória é como se fosse um curso de especialização.

61:56

Então, ok? Não formal, um curso de especialização não formal.

62:00

Que não da academia, né? Acho que eu já falei sobre isso.

62:03

Que não da academia. Mas, com certeza é.

62:09

Não, pode concluir. Não, não, vai lá.

62:12

Então, afinal de contas, olha para o horizonte.

62:14

O que que uni todos esses grandes nomes aqui, citei,

62:17

e me perdoe aqueles que eu não citei porque não me vem a memória agora?

62:20

É isso. Então, poxa, afinal de contas, o caminho está dado.

62:23

É esse o caminho. Vamos lá, então, vamos correr atrás deste caminho.

62:27

Etapas laboratoriais, fazes laboratoriais.

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Também, é claro, carreira acadêmica, vamos fazer uma especialização

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na medida possível, um mestrado no doutorado,

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mas sobremaneiro em uma especialização que tem viés clínico, basicamente.

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Nós vamos conhecer, gente, olha.

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Morfologia, oclusão, anatomia.

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Isso manda muito, gente. Isso é muito importante.

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Tem que ter, né? Dá para ficar sem.

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É impossível.

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É claro, advogando em meu favor, né?

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Da que eu gosto, desculpe, hein, tu?

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Cara, sem sessão, acho que foi muito legal a nossa bate-papo, acho que está justo.

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Eu descobri outro dia por um colega que,

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dependendo do engajamento aqui da live, dependendo do número de pessoas que ela atinge,

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a gente consegue estender mais do que uma hora,

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a gente tem programado justamente as lives para ficar no período de uma hora.

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Deixa eu ver aqui, são 8.500 pessoas, isso com a gente.

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Então, pessoal, obrigado.

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Muito feliz aí de vocês ficarem com a gente até o fim.

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Escutando dois malucos aqui apaixonados por a Montanorgia.

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Ele então nem se fala, porque ele é um cara 10, que eu respeito muito,

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ele está me ensinando muito, estou aprendendo muito com ele.

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Eu tenho certeza vou poder repassar um pouquinho desses conhecimentos em breve aí também,

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de uma forma clínica autontológica, com bastante embasamento.

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E convido vocês a conhecerem também o trabalho dele de perto.

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Pessoal, vamos lá, todo mundo seguindo o Newton aqui no Instagram.

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Beleza?

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Rafa, obrigado mais uma vez pelo convite.

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Audiência, muito obrigado a todos vocês,

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se tiver paciência de estar aqui conosco até essa hora aqui.

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Muito obrigado, estou a disposição aqui em Bragança, Pauliça,

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pode me provocar para alguém que queira comentar mais alguma coisa,

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mais algum assunto que nós esquecemos aqui.

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Mais uma vez, Rafa, cara, parceiracho, muito obrigado mesmo, estou muito feliz, muito contente.

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Audiência.

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E é isso.

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Quinta-feira, estamos junto de novo, hein, levar os pincelzinhos,

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estar com ele em pau na cerâmica, e é isso, aproveita aí.

64:42

Valeu, um abraço.

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Valeu, obrigado, então abraço.

64:46

Tchau, tchau, boa noite.

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Tchau, pessoal, boa noite aí.

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Até mais.

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