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Instituto Rafa Puglisi
Acervo · Vídeo @CFijWTpFTcs

Transcrição completa do vídeo

Tamo ao vivo? Tamo ao vivo, é isso. Vamos lá, boa noite, turma. Isso aí, o pessoal tá entrando. Em cima da hora chegamos no caso aqui, bacana, hoje a

Fonte: instagram.com/rafapuglisi/reel/CFijWTpFTcs/ · Gerada em 17/09/2026

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Transcrição na íntegra

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Tamo ao vivo? Tamo ao vivo, é isso. Vamos lá, boa noite, turma. Isso aí, o pessoal tá entrando.

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Em cima da hora chegamos no caso aqui, bacana, hoje a gente vai falar sobre preparos tanto

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como é lógico, quanto pro digital vai ser bem legal. A gente vai falar bastante coisa que

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faz sentido pra muita gente. Deixa eu procurar meu irmão aqui. Cadê o Calegari? Cadê o Calegari?

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Calega, manda uma solicitação e a gente vai falar a respeito exatamente disso. Preparação,

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tanto no rendimento quanto no digital, super importante a gente frisar que é um assunto que gera

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muita polêmica quando a gente fala a respeito de preparações minimamente invasivas que não é o

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que a gente vê quando hoje se fala também no tema de laminados cerâmicos que são as lentes

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de contato aí na linguagem mais popular, que a gente vê falar muito e a gente acaba falando e usando

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esse termo nas redes sociais, o público em geral conseguiu entender.

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Calegari, irmãozão, vamos que vamos.

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Fala, bro. Fala, meu irmão. Beleza, tudo bom? Tudo bem, boa noite. Boa noite, como é que você tá?

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Bem? Para a luta aí. Cara, tô no laboratório do Paulinho aqui, meu, oh. Cabei de me conversar com ele pra

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gente resolver um caso de digital. Tome aqui, cara, estamos na lavuta aqui, cara.

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É isso aí, tá vendo, pessoal? Quem sabe sabe quem tá, quem tá, quem não tá não tá, tá vendo aí,

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ó. Tomem junto, tamo junto, tamo devagarzinho aqui. Aí a gente vai poder fazer a live de dentro do laboratório.

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Ah, isso. Ah, boa, boa, boa. Boa, né, bro? Muito bom. Legal que você tá disponibilizando aí seu tempo,

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sempre agradecendo essa, essa, essa troca que a gente vai ter aqui, independentemente da gente ser,

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ter a nossa amizade aí muito forte, o que ele é também, né, poder agradecer, essa nossa troca de conhecimento,

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porque a gente vai ficar aqui por um bom tempo e nós vamos ficar trocando essas ideias a respeito de preparo,

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a respeito de opiniões. Eu acho que é legal a gente introduzir, primeiramente, pra todo mundo falar um pouco da nossa história

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junto do que a gente já passou, porque acho que a gente tem muita história baterna pra contar.

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Eu acho que foi uma amizade que veio e cresceu muito tempo. Primeiro, eu te agradecer aí por estar aqui com a gente.

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E é isso, meu irmão. Obrigado, obrigado por estar aqui hoje. É uma puta de uma noite especial pra mim,

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pra ter você aqui como convidado. Você sabe quanto eu perci a admira, quanto eu to gosto de você.

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E é muito importante a gente ter um formador de opinião como você falando desse assunto, que é preparo,

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e tanto no analógico quanto no digital, porque eu comentei até na live com o Davi Morita.

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Não existe nada de fundamento no digital, se não tem a base, não é dúvida, não vier da base da PT,

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se não vier da base de tudo que a gente construiu no analógico, que é a base da ontologia, a ontologia raiz.

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Então acho que isso que nos faz entender tudo. Obrigado, meu irmão Zão.

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Não, não. Bro, eu que te agradeço. Uma amizade que começou pela ontologia muito legal, continua até hoje, persiste.

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E na verdade, bro, pra mim é um baita prazer estar contigo aqui. Saiba que o que você precisar, o que a gente tiver aqui pra conversar

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com o pessoal, a gente tá à disposição, falar um pouquinho da connotação do analógico, do digital,

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de forma que a gente separando esses meios, e são meios juntos que a base é a ontologia.

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E a gente pode bater esse papo do jeito que você quiser, meu irmão, e se quiser alguma coisa de laboratório,

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eu tô aqui dentro, inclusive. A gente pode mostrar uma fresadora, pode mostrar um modelo impresso,

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se o pessoal tiver dúvida, a gente tá por aqui, cara, porque tem mesmo consultório agora,

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que você precisa, bro, tá aqui, cara, Paulinho tá aqui também, ele falou que tá à disposição da gente, que quiser.

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Legal, cara, vamos fazer isso sim, com certeza. Vamos fazer isso sim, mas antes, vamos fazer nosso retod,

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toda a live, que eu vou pedir pra todos os que estão presente aqui, deixa eu dar uma olhada, deixa eu dar mais pedra.

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É uma galera legal aí, legal. Sou um mil quentes já com a gente, mas turma, tenho certeza que são

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que a grande parte do grupo dos Vips tá presente aqui. Pessoal, por favor, quem é do grupo dos Vips,

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principalmente, e quem não é do grupo dos Vips, dá uma força pra mim pro Calega. Tá vendo esse aviãozinho aqui,

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aqui embaixo, um aviãozinho. Compartilhe esse aviãozinho e convida os amigos que você gostaria que estivesse aqui,

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acompanhando esse conteúdo. Compartilhe com eles e manda pra todas as pessoas que você puder,

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seus colegas dentistas, seus colegas técnicos, que você gostaria que estivesse aqui, escutando esse conteúdo,

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achar vale do acho importante, manda pra eles, compartilha com a gente, ajuda a gente a acessar mais contas,

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a gente a acessar mais pessoas, a acessar a mais informação pra que a gente consiga transmitir essa informação

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pra maior... Desculpa, pra maior número de pessoas possíveis. Amor, turma, comecem aí o trabalhinho de formiguinha

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que a gente faz toda a live pra ajudar e a gente a ir cada vez mais chegando no celular, na telinha de cada um de vocês.

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Tá bom? Vamos lá, vamos começar aí. Tá bom? Vamos lá pessoal, essa força aqui, um aviãozinho, gente.

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É, isso aí, pessoal, aviãozinho com força, convidando todo mundo. Vamos dar mais dois minutinhos aí pra

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pessoal continuar convidando, levar informação, levar mensagem pra frente. Mas cara, pra introduzir o assunto

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enquanto o pessoal tá convidando todo mundo, vamos relembrar os bons tempos de quando nós nos conhecemos,

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foi muito interessante que você foi lá, você foi parar lá no VIP, se lembra disso?

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Lembro? Você baixou lá no VIP, cara? Lembro, foi um convite pra dar uma aula lá com muito gosto, muito prazer.

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Exatamente.

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Mostrando um pouquinho do nosso trabalho, muito, muito legal, foi uma tarde muito gostosa lá, foi top demais, bro.

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Foi tempo, hein? Foi tempo, hein?

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Mas tem, porque tem uns 5 anos isso já, hein?

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Cara, já uns 5 anos, meu. 5 anos, acho que eu tinha menos cabelo branco, né?

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Faz tempo, bicho, faz tempo.

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Mas foi um dia muito especial, foi muito legal, de pronto, cara, agradeci o convite e foi muito bom estar com vocês nesse dia.

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Foi muito especial, foi muito bacana, acho que de lá pra cá a gente retomou esse contato, né?

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E acho que tudo foi acontecer, e daquilo belo jantar, se você lembra que a gente foi parar no restaurante,

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foi comer um sushi ali, lembra disso?

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Lembro.

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É, aquele dia foi bacana, cara, que eu, pessoal, eu tava tão, quando vocês estão convidando aí a turma,

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vou contar um pouquinho pra vocês dessa curiosidade, eu todo inseguro, falei caramba, legal, né?

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Eu vou, como é que eu vou, né?

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Vou ter que levar um pouco mais a sério aqui, que eu cá ligar e tal, aquela coisa, né? Aquela postura, tá?

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Vamos chegar, né? Mais um pouquinho mais sério, pode falar bobagem, não vem não cá ligar.

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E aí, uma coisa meio puta aqui, pariu, não pode der pra dizer nada, falei,

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de repente a gente sentou numa mesa, tinha um amigo meu, que era um pouco mais, né?

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Um pouco mais fora da caixinha, né?

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O Charalho, né?

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Uma mesa, e a espera do restaurante tinha quase uma hora e meia de espera, né?

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Verdade.

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Ficou, bom, vamos sentar na mesa com esse amigo, então a gente sentou na mesa esse amigo quebrou tanto gelo,

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nosso, né? Que a gente viu que nós éramos praticamente da mesma família ali, iguais.

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A gente ficava com o grava da mesma relação, da mesma sintonia, e aquilo lá fluiu tanto que a gente,

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hoje o André, o André, cara, ele é um cara assim sensacional, a gente está praticamente juntos aí,

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15 naumente a gente se encontra, é bem lacrã assim, a forma como a gente foi construindo,

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e tudo começou pela ontologia, isso que é uma legal. Hoje os meus grandes amigos,

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os meus maiores amigos, eu tenho aproximação pela ontologia, isso que é o mais interessante, cara,

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como o trabalho ele faz a gente se aproximar das pessoas.

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Se aproximar das pessoas, e às vezes por interesse, né?

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Às vezes por interesse de empresas, às vezes por interesse, mas cara, da nossa forma,

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da nossa forma como funcionou, foi zero interesse, foi zero interesse comercial,

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nada disso, foi totalmente diferente, foi numa forma genuína, amiga assim,

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já ela foi uma coisa muito legal, por isso que a gente acha que se dá tão bem juntos,

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a gente fez até o projeto do I.O, né, o André, que foi um curso, você tem o Como Eu Faço,

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eu tenho V.I.P, são os cursos maravilhosos, aliás, o Como Eu Faço é um excelente curso,

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curso maravilhoso, que eu tive oportunidade também, fui parar lá no Como Eu Faço também uma vez,

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achei fantástico o curso, ali passei, acho que três dias com vocês, foi muito legal,

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uma dinâmica excelente, puta curso, super indico, e cara, eu acho que quando a gente fez aquela fusão do I.O,

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foi muito legal que a gente conseguiu juntar as duas gerações, né, o André,

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e a minha geração, a gente conseguiu colocar dentro de uma caixinha só dois pensamentos

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que não são diferentes, mas são gerações que triangulam ali de uma forma diferente,

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e a gente conseguiu alinhar e passar uma filosofia única, de uma forma transversal,

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assim que a gente conseguisse acessar a cabeça de todo mundo, e foi um puta sucesso,

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a gente ficou muito feliz com o resultado, né, irmão, fala um pouquinho aí do I.O.

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Não, o I.O. foi demais, cara, mas eu acho que eu vou voltar um pouco ao tempo que você fez as apresentações,

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e eu não vou me furtar de falar alguma coisa também.

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É, cara, quando a gente se aproximou, e sou aqui, testemunha vivo, uma coisa me chamava atenção,

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até antes da gente se conhecer pessoalmente mesmo, muito forte, eu pensava assim,

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pô, cara, trabalha, trabalha pra caramba, faz caso pra caramba, e às vezes tem meio que fala,

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e fala besteira sem conhecer a pessoa, então eu acho que assim, a primeira coisa que as pessoas deviam,

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é, antes de falar alguma coisa, conheça a pessoa, antes de julgar o trabalho da pessoa,

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conheça a pessoa, saiba quem é, sabe o que faz, de que maneira faz, dentro de toda correção possível,

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porque pra mim, você hoje, e eu já te falei isso, você é uma figura na ontologia que representa muito,

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representa muito, falando do Rafael Puglise, você representa porque você é espelho pros mais jovens,

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os mais jovens querem ser como você, você sabe disso, sempre te falei isso,

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e às vezes a gente vê o pessoal da geração mais antiga, fazendo críticas desnecessárias sem te conhecer,

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falando aqui, o quanto eu te conheço, de carteirinha, posso falar, você é humilde, você é um cara do bem,

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do bem demais, trabalha aqui, nem um camelo, cara, trabalha pra burro, e é fácil o pessoal sair criticando,

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sem ter um motivo, e sem te conhecer, velho, então assim, primeira coisa que eu falo, conheça as pessoas,

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se conheçam, porque não, é muito fácil criticar, é a mesma brincadeira que a gente faz, e fala assim,

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poxa vida, um monte de gente aí, mete o pau em lente de contato, fala, fala, fala,

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ah, porque lente de contato, porque lente de contato, e o professor dá o curso de lente de contato,

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quer dizer, ele fala pra não fazer, mete o pau, então mete o pau e dá curso, cara, não tem muita sintonia isso pra mim,

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se o cara é contra, não faça, contra indique, não faça, não fale, agora você critica, você mete o pau em quem faz,

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vai lá e faz também, e dá curso ainda, caramba, então assim, conheça as pessoas, conheça a essência de cada um,

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é muito fácil ficar falando um monte de besteira sem, meu, todo mundo erra, todo mundo acerta, ninguém é perfeito,

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a gente tá num eterno aprendizado, e eu falo muito disso, odontologia, cara, é minimização de erros, quanto mais você,

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você tenta o máximo, errar o mínimo possível, menos possível, então você tem que ficar nessa vibe, agora, cara,

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a gente vê uma odontologia cheia de vaidade, e eu te garanto, cara, de você, posso falar aqui, testemunha presencial ao vivo,

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eu nunca vi nada de vaidade, numa humildade sempre ímpar, isso eu posso garantir, trabalha, Camela tá estudando,

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tá correndo atrás, buscando, lógico, defeitos todos tem, nós vamos buscar os corrigiros nossos defeitos,

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estamos sempre nesses, nessa atuada, cara, e outra coisa, só erra quem faz, porque quem só acerta nunca fez, né,

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então é fácil, né, pois é, então assim, eu acho que o primeiro ponto que eu tenho que falar é isso,

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da tua correção como pessoa, tu esquecendo Rafael Puglies, dentista, falou, tua correção como pessoa,

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pelo que você representa, pra odontologia, precisa mais jovens, certo, você é espelho,

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os mais jovens se espelham em você e querem fazer e olhar o que você tá fazendo sempre, cara, então, a gente sempre conversou bastante,

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a gente, como mais velho, né, que a gente brinca do I.O., né, a gente sempre discutiu isso bastante, pra quem não sabe I.O. é ele, ele é no older, hein,

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exatamente, e o older, obviamente, é você, né, não, é o I.O., né, então o older sou eu, então assim, a gente sempre teve esse papo aberto,

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a gente não tem meio termo, é pá reto, e teria que ser assim na odontologia, né, men, porque a gente, putz, vê um monte de gente aí,

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o cara te abdulando, e depois te fiafaca nas costas, o cara precisando de você sendo seu amigo, e depois esquece de você,

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cara, não precisa disso, né, cara, a gente tem espaço pra todo mundo, cada um faz o seu, e cada um segue seu caminho, né, men.

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Exato, exato, é isso, é bem, bem por aí, men, acho que, po, eu agradeço muito a sua colocação, a sua opinião, fico muito feliz de,

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desse feedback, não esperava ouvir suas palavras, fico feliz demais, mas é isso, men, eu acho que a gente tem que ser transparente,

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eu tenho que ser sempre muito verdadeiro, até sempre falo, vivo, sempre perseguindo por pessoas que eu nem conheço,

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pessoas que eu nem sei por que falam tantas coisas, e cara, só to trabalhando, turmato, só estou fazendo meu trabalho, nada além disso,

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to ganhando meu dinheirinho ali numa boa, sem passar ninguém pra trás, não faço mal pra ninguém, não estou prejudicando ninguém,

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muito pelo contrário, eu ajudo todo mundo, eu ajudo todas as famílias, empregam dezenas de pessoas, gera emprego, faça economia girar,

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faça uma parte como cidadão, faça um dos impostos, não tenho por que ser tão, bater em tanto em mim como batem, mas tudo bem,

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a gente segue o fluxo, mas cara, eu acho que, pra gente começar com força total, eu acho que é legal a gente lá atrás, lá atrás,

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lá atrás nessa história, porque mais um de que tem um detalhe do Ayo que a gente tem que colocar aqui, o desenvolvimento das brocas do Ayo,

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que foi muito legal, que você idealizou, foi super importante nós dois juntos com a parceria, a gente tem o bloqueiro ali, que foi algo,

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que foi especial pro Ayo, que ajuda muito na parte de preparação, a gente vai desenvolver essa linha de raciocínio durante a live,

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mas fala um pouquinho do bloqueiro, não é?

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Ah sim, Rafa, quando a gente tava conversando a respeito de apresentar ele no Ayo, o pensamento das brocas já vinha há algum tempo,

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porque sempre tinha dificuldade nas preparações vestibulares, nas preparações vestibulares com as brocas com o comprimento que elas têm,

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normalmente com a haste de comprimento, quando você preparava o dente na vestibular, você não conseguia tocar na cervical do dente,

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porque a cabeça do contraângulo batia na índice isal do dente, então o nosso pensamento foi trabalhar uns sete de brocas,

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que óbam com formatos diferentes dependendo de cada situação, trabalhar isso e atingir aquela região.

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Lembrando que pessoal, não é que nós fizemos um kit, como a grande maioria faz, de colocar o nome das brocas já existentes e colocar o nome do professor,

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não, idealizado foi desenvolvidas as brocas em cima das ideias baseadas no que a gente tá falando aqui.

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Uma filosofia de trabalho, isso aí, isso aí.

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A ideia é...

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As brocas são criadas a partir dali, não é?

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Exatamente.

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De brocas que já existiam e nós simplesmente colocamos o nome ali.

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Não é uma coletânea de brocas de uma caixinha, não é isso?

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A gente pensando nas necessidades, a gente elaborou essa sequência, tanto é que no kit do I.O. tem a sequência de preparações.

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Você segue todos os caminhos de etapa de preparo no próprio kit, ele é instintivo.

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Você observa cada etapa marcada, aí você fala assim, ah, mas o preparo vestibular tem quatro brocas, eu não vou usar todas as brocas.

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Para determinada situação de dente você não utiliza uma, mas utiliza outra.

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Na proxima, ah, não vou usar essa broca, mas para esse dente talvez você utilize.

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Então, a gente cerca o mecanismo de preparo por todas as variações que eventualmente possa ter um caso.

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Não é?

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Especificamente para um dente.

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Ah, eu crio uma broca para um dente, não.

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Eu crio uma broca, a gente elabora uma broca para uma situação.

19:08

É essa nossa ideia.

19:10

A situação de preparo, ângulos de preparo, quando eu tenho a sequência de preparo,

19:15

eu tenho basicamente que criar espaço vestibular, certo?

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Para ser âmbica, para lente de contato, vestibular.

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Eu tenho que criar espaço incisal, certo?

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Eu tenho que criar espaço interprocimal, eu tenho que criar espaço gengivocrocimal,

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e unindo esse ciclo todo cervical.

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Eu já tenho aí toda a fragmentação de etapa de preparo na minha cabeça.

19:41

De novo?

19:42

Vamos lá, gente.

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Vestibular incisal proximal ou inteprocimal gengivocrocimal e cervical.

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Eu faço o contorno de uma lente de contato inteira com essas brocas,

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e cada etapa eu tenho uma quantidade de brocas que eu posso utilizar.

20:01

Ah, essa aqui nesse ângulo não está batendo.

20:03

Eu utilizo a outra, passo para o outro desenho.

20:05

Então, a gente cerca o conceito, é o conceito de trabalho.

20:10

Exatamente.

20:12

Aliás, é um conceito que eu adicionei no meu método, viu, meu querido?

20:15

Sabe a dizer isso?

20:16

Ou, sabe dizer isso?

20:18

Coisa boa, a gente...

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A gente...

20:21

A gente quer compartilhar, e muita gente vai descobrir

20:25

que esse conceito é muito interessante em breve,

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que a gente vai vir com novidades bacanas aí no Calega.

20:31

Mas é em certeza disso.

20:33

Para a gente seguir em frente com a questão mais importante que eu...

20:38

Eu estou...

20:39

Eu estou saçando aqui querendo saber.

20:41

Quando você começou no digital, primeiro, e como que foi a sua resistência?

20:48

Se é que existiu uma resistência sua em relação às ferramentas do digital?

20:53

Se é que existiu?

20:54

Pode ser que não tenha existido algum tipo de resistência,

20:57

mas quando é que você começou, Mém?

20:59

Bro, assim, a gente já mexe com o digital.

21:03

Eu acredito que Paulinho pode me corrigir porque ele está aqui.

21:06

Quanto tempo, Paulinho? 9 anos?

21:08

Há 9 anos atrás.

21:10

9?

21:12

8 para 9 anos atrás.

21:14

Eu fiz um curso, comprei um scanner de mesa.

21:17

A gente comprou um scanner de mesa e fiz um curso com Paulinho.

21:21

Paulinho era o professor dessa parte de ensinamentos digitais.

21:26

Eu falei, cara, scanner de mesa, não tinha ainda scanner introral no mercado.

21:31

A gente digitalizava os modelos, fazia os desenhos e eu falava assim,

21:35

meu Deus, quando será que isso vai atingir um nível...

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Não que o nível seja ruim, não é isso, mas um nível em que eu possa personalizar estruturas

21:47

e pequenas espessuras de cerâmica que eu posso trabalhar.

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Porque o que a gente pensa do digital?

21:54

Compramos um digital, compramos um scanner, compramos uma fresadora,

21:57

vamos apertar um botão e essa fresadora vai cuspir um dentre a 0,2.

22:02

Mas por muitos anos foi vendido assim.

22:04

Eu caí no conto do Vigário, da superfresadora, que fazia tudo.

22:08

Pois é, Mém.

22:10

Então a gente vive esse tempo.

22:12

E só 8 anos atrás também.

22:14

Ao mesmo tempo.

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Então, cara, o cara te vende isso, você fala, vou comprar, vou investir 300, 400 mil reais.

22:20

Eu quero de volta meu dinheiro na hora, Mém.

22:22

Quero falar assim, quero um retorno e um feedback disso.

22:25

Só que tem a curva de aprendizado.

22:27

Você tem que aprender, você tem que pôr para rodar, você tem que pôr para fazer.

22:31

E, cara, não adianta, é operador dependente.

22:35

O técnico que é bom de sera, necessariamente não vai ser bom de desenho digital.

22:40

São coisas totalmente diferentes.

22:43

Brinco sempre quando a gente fala de cursos.

22:45

A profissão do futuro é o cara de designer.

22:48

O cara que fizer dente 3D bacana na tela do computador,

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ele tem que pensar digital, tem que pensar diferente.

22:57

Isso foi bom com Paulinho, porque a minha referência de digital para mim hoje é ele.

23:03

E ele trabalha aqui no eCAD e faz todos os projetos.

23:06

Ele consegue, cara, eu vou mostrar para você.

23:08

Você vê, olha que legal aqui, pessoal.

23:10

Só para você ver, é um preparo aleatório, não estou julgando preparo.

23:14

Tá? Tu falando de coroa.

23:16

Mas olha o afastamento que ele faz aqui na gengiva digitalmente.

23:20

Sabe o que ele praticamente transforma no troquel?

23:24

Muito legal.

23:26

Ele faz isso com o programa de computador, cara.

23:30

Então, ajuda.

23:32

É uma informação no digital que vem sem ruído.

23:36

Ela vem limpa.

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Então, Scarnio mandou a informação, não tem aquela de vinho.

23:42

Ele tem um papelzinho escrito e fala assim, capricha.

23:44

Insera e capricha.

23:46

Cara, eu já fiz isso na minha vida.

23:48

Fiquei 8 anos dentro do exército, escrevendo em papelzinho.

23:54

Inserar e caprichar, por favor.

23:58

Atenção a gente fez muito isso.

24:00

E hoje, com o digital, hoje não dá mais isso.

24:03

Hoje a informação vem limpa e a informação tem que ser on time, rápida, né?

24:08

Então, assim, dentro do digital, eu tive muito desgosto no começo.

24:14

Acho que você teve também, a gente combinou por causa disso, né?

24:18

Foi muito desunfar, assim, caramba.

24:20

Comprei a scanner, não tô conseguindo fazer.

24:22

Ah, vamos desenhar dente.

24:24

Primeiro, o dentista quer pensar em desenhar dente.

24:26

Fria.

24:28

Fria.

24:30

Dentista não tem que desenhar dente, cara.

24:32

Você não vai deixar o seu tempo de cadeira para desenhar dente.

24:34

Aí o dentista pensa assim, ah, vou eliminar o protético da minha vida.

24:37

Cara, desculpa, você não vai eliminar o protético da sua vida, cara.

24:40

O protético é ser o parceiro, você tá casado com ele e vai morrer com ele, cara.

24:45

Entendeu?

24:46

Nos dias de hoje, eu digo, até nos dias de hoje.

24:48

Então, assim, não é cumprando um scanner, uma Tierside, um sistema...

24:51

Tá trabalhando em loco, no meu consultório, que eu vou dar conta de tudo.

24:55

Não sou contra, mas eu só acho que não dá conta de tudo.

24:58

É minha opinião, né?

25:02

Então, a gente vive esse meio, sabe, Raffy?

25:05

Me preocupando, aí a gente tem amigos em comum que falam assim, poxa, o Calegaria é o Troublemaker, né?

25:11

É o cara que causa problema, causa problema porque eu quero contestar.

25:14

Eu quero saber, funciona.

25:16

Tá realmente falando o que promete, olha, comprei uma máquina de 200 mil, ela tá me entregando isso.

25:23

Essa é a minha contestação maior, sabe?

25:26

A gente parou de ser enganado, não é porque eu comprei um scanner de 200 mil,

25:29

que eu vou fazer um dente melhor que todo mundo.

25:31

Eu falei isso na lábrica, eu já falei, cara.

25:33

Exatamente isso.

25:35

Pô, a gente tá lá, tu que adianta você ter o scanner mais caro lá, que pá!

25:41

Isso não quer dizer nada, isso não quer ser absolutamente nada.

25:45

Exatamente.

25:46

Mesmo porque, quem faz, isso é batata.

25:51

Quem faz o trabalho digital de verdade é o laboratório.

25:54

O dentista só escaneia e facilita a moldagem.

25:59

Ele não move.

26:01

Quem é digital de verdade é o laboratório.

26:03

O dentista fala, eu sou digital.

26:05

Isso é um discurso que, cara, pra mim não cola.

26:08

Porque é o laboratório que tá digitalizado, que faz o desenho, que vai fresac, que vai imprimir.

26:15

O dentista tá escaneando e, ok, é digital, mas não precisa gerar uma briga com analógico

26:22

e falar que é melhor que analógico, cara.

26:24

Porque você tá criando um hiato com quem faz, gerando um desconforto com quem faz moldagem,

26:31

que é totalmente desnecessário.

26:34

E a gente não pode deixar essas pessoas e ter muitos formadores de opinião que batem nessa tecla.

26:41

E às vezes não tem nem a...

26:44

Que nem você, você tá em um laboratório agora, você tá dentro de um laboratório de verdade.

26:48

Você que conhece de laboratório que entende.

26:51

Tem muitos dentistas que têm o scanner e levantam a bandeira do foda digital, fã que em foda,

26:57

e não fazem nem ideia de como operar um ex-ocade, por exemplo.

27:01

Exatamente.

27:03

É isso. Eu acho assim, tudo bem que o dentista não conheça,

27:06

mas o principal conhecimento que a gente tem que ter é o seguinte,

27:09

um trabalho que se inicia digitalmente, ele tem que terminar digitalmente.

27:15

Tá certo?

27:16

Um trabalho que se inicia analogicamente, ele pode terminar digitalmente.

27:22

É isso que o pessoal não percebe, entendeu?

27:25

É isso que tá falando, não é porque eu tô moldando, que eu não posso fazer digital.

27:29

Pera, eu posso pegar aquela moldagem e faço uma modela,

27:32

escamei o modelo e acabou, projeto digitalmente.

27:35

Então, o principal erro de informação, acho que é isso.

27:39

Eu não preciso comprar um scanner de 150 mil.

27:41

Eu tenho scan service hoje, o paulinho vai, scan service, o cara vai lá.

27:45

Ferreira, ferreira, escaneamento.

27:47

Ferreira, escaneamento, o paulinho no dk de tem, caramba, meu.

27:50

Você liga aqui e fala assim, homem, manda o scanner man,

27:53

o scanner man vai pra lá e escanea pra você o trabalho.

27:56

Doze escruzeiros e perfeito.

27:58

Pois é, eu acho que o paulinho nem cobre o escaneamento

28:02

se fizer o trabalho com o laboratório, ele falou isso pra mim.

28:05

Tá me negociando aqui.

28:08

Pessoal, olha, a gente vai fazer digital paulinho, mano, escanear.

28:15

Deixa a ligue do paulinho.

28:18

Até me emocionei, até caiu.

28:21

Caiu aí, caiu.

28:25

Aí, voltou?

28:27

Voltou, tá top, tá top.

28:29

Até me emocionei.

28:31

Ele me deu um chute aqui e eu caí, entendeu, porque ele falou que não pode.

28:34

Mas assim, o scanner é de grátis aí.

28:37

O scanner é de grátis.

28:39

Mas é isso, mano, sabe, a gente fica nesse dilema, cara,

28:43

de competir o analógico, o digital, eu faço o sô analógico,

28:47

eu faço o digital, velho.

28:49

Tudo.

28:50

Alá, cara, dá uma espiada aí.

28:52

Tá bom, né, nosso aqui?

28:54

Seis mil, tá bom demais, hein?

28:56

Seis mil e setecentos pessoas.

28:58

Tá nóis de parar de falar mentira agora.

29:00

Ah, demais.

29:02

Obrigado, men, obrigado pelo convite

29:04

e tá podendo falar pra esse monte de gente ali que tá escutando.

29:07

A gente tá muito demais, né?

29:09

Isso, eu continuo convidando a turma aí, pessoal.

29:11

Continue fazendo esse trabalho que a gente só tem que agradecer

29:14

quanto mais pessoas vocês convidarem, quanto mais pessoas vocês fazerem a gente

29:19

com esse cuidado com vocês.

29:21

Tão sendo aviãozinho aqui, pessoal.

29:23

Continue, que tem mais quase 40 minutos de live aí pra rodar.

29:26

Então, ó, pala a máquina aí, vamos que vamos.

29:29

Manda bala junto.

29:30

Então, é isso que eu vejo, sabe?

29:32

As pessoas às vezes acabam se desvirtuando

29:35

ou criticando um sistema de trabalho.

29:38

O sistema de trabalho no laboratório tem que ser integrado,

29:42

seja analógico, seja digital.

29:44

Se trabalhar com fresadoras aqui, cara,

29:48

uma máquina dessa custa dinheiro, velho.

29:50

Não é barato.

29:51

E o que eu falo pra técnico em prótese, você tem um laboratório,

29:54

você sabe como é que é também aí no instituto.

29:56

Você sabe como é que custa.

29:57

E o cara investe nisso, ele quer o retorno disso aqui, cara.

30:00

Só que o retorno que eu falei pra vocês,

30:02

demanda muita curva de aprendizagem.

30:04

Demanda horas em...

30:06

Demanda pau na placa, demanda quebra de spindle,

30:10

coisas que acontecem que, no analógico,

30:12

a gente não estava acostumado.

30:14

Por que a gente domina o analógico?

30:16

Porque a gente sabe todas as variações que podem acontecer.

30:19

Você sabe como o material de moldagem se comporta,

30:21

você sabe como um gesto se comporta,

30:23

você já esgotou a literatura disso

30:25

e já esgotou toda a parte científica disso.

30:28

Agora, no digital ainda, a gente não sabe

30:31

como se comporta uma máquina um bichado dessa,

30:33

não que seja ruim, pelo amor de Deus.

30:35

Mas a gente não sabe se, por exemplo, o compressor

30:37

não injeta a quantidade de ar suficiente

30:39

aqui, o que pode acontecer.

30:41

Se aquela ponta que fresa, aquela broca que fresa cerâmica,

30:45

se ela desgastar, ela pode estourar, não só a broca,

30:47

estourar um maquinário que custa 30 mil reais.

30:51

Então, isso tudo, essa parte de esclarecimento é necessária.

30:54

Eu falo muito e brinco.

30:56

Eu acho que é necessário a gente democratizar o digital.

30:58

A gente só democratiza o digital, mano,

31:01

se a gente der informação.

31:03

E veja, informação é uma coisa, formação é outra.

31:07

Gosto de separar bem o Scopin e falo muito isso.

31:10

Então, você está dando informação,

31:12

você tem que situar o dente, você tem que saber como funciona.

31:14

Não é necessário mexer num ex-ocário, ok.

31:17

Mas eu preciso saber o que é uma máquina,

31:19

o que é uma máquina híbrida, uma que é uma máquina seca,

31:22

eu comprei uma fresadora, ah, sua fresadora não fresa em mecs.

31:26

Caramba, fresa moiada, não fresa em mecs.

31:28

Exato, fresa, isso, cara.

31:30

Essa informação de base é necessária,

31:32

é principalmente para uma molecada que está vindo.

31:34

Eu acho que a odontologia digital

31:36

já devia ser uma disciplina da odontologia.

31:41

A gente está tendo cursos de mestrado de odontologia digital.

31:44

É, eu estou fazendo o mestrado.

31:46

Então, avançado.

31:48

Mas e o acadêmico, menino?

31:50

O acadêmico, o cara que, sabe,

31:52

te vê todo dia.

31:54

Eu tenho que saber como é que funciona.

31:56

Essa é a minha humilde opinião, sabe?

31:58

Com certeza, eu concordo com tudo isso.

32:00

Tanto que eu decidi entrar no mestrado

32:02

justamente para estudar mais, porque eu acho que é uma área.

32:05

Eu não vejo, eu concordo contigo,

32:08

mas eu tenho assim uma opinião que ela...

32:10

Não digo uma disciplina, porque

32:13

eu talvez considere as disciplinas

32:16

uma modalidade da odontologia aplicada.

32:19

Mas talvez eu entendi o que você está querendo dizer,

32:22

que necessita demais estudo, talvez.

32:25

Isso, mano.

32:27

Na verdade, é formação para esse público que está vindo.

32:30

Uma formação.

32:32

Isso, mas o cara tem que sair da faculdade sabendo

32:35

sabendo como é que é.

32:37

Exato. Eu na minha época, a disciplina avançada

32:40

na minha época era enquanto eu não tinha, cara.

32:43

Olha, se não for na realidade,

32:45

você não acha que daqui a 10 anos,

32:47

com certeza, 10 anos, 10 anos é bastante tempo.

32:50

10 anos vai mudar muito a realidade,

32:53

porque eu acho que 50% do que a gente tem hoje,

32:56

possibilidades, isso pelo menos

32:59

com quem eu conheço da indústria e as informações

33:02

que eu tenho da indústria, isso não sou eu que estou falando

33:05

antes que isso vira uma polêmica, mas a gente tem...

33:08

Cuidado, né?

33:10

Mas pelo menos 50% da classe odontológica

33:13

já vai vai ir para o expor de um scanner no constório.

33:16

Porque os scanners, ó...

33:18

vão baixar.

33:20

Muito, muito, muito pela proposta de mercado.

33:23

E o scanner vai baixar, então,

33:26

vai ficar muito mais acessível do que já está ficando.

33:29

Porque hoje eles têm scanners de 70, 70, 80,

33:33

não aquilo de 170, 250,

33:36

eles têm scanners, tudo bem que são scanners...

33:39

Bom, não vou me entrar nesse assunto aí,

33:41

mas está ficando cada vez mais acessível.

33:43

Vai chegar a 40, vai chegar a 30,

33:45

quem sabe a 10, que não sei, cara, até onde que vai...

33:48

Ó, até onde os chineses vão fazer isso,

33:51

vocês sabem, os chineses...

33:53

Daqui a pouco eles produzem um negócio lá muito louco

33:56

e jogam o preço lá embaixo, que é sempre assim que acontece,

33:59

e acabou, né?

34:01

E vira e democratiza logo de uma vez.

34:03

E que bom que vai acontecer isso,

34:05

porque é isso que a odontologia de fato precisa, né?

34:08

Você acha que não.

34:09

Cara, eu concordo com tudo que você falou.

34:12

Tem que ser um produto...

34:13

Compurem.

34:14

Compurem, fala.

34:16

Talvez 50% do público odontológico

34:20

vai ter scanner, eu acho que não.

34:22

Mas eu acho que vai ter acesso.

34:24

Então assim, centrais de escranhamento,

34:28

você liga...

34:29

Pede para o scanner, men, vinha aqui fazer o escranhamento para mim?

34:33

Funciona.

34:34

É isso, eu acho que sim, que vai ser uma necessidade.

34:38

Vai sim, imperativo.

34:40

Não vai ter jeito.

34:42

Ah, eu preciso ter um scanner?

34:44

Não, não precisa ter.

34:45

Você pode chamar alguém que faça esse escranhamento para você

34:48

e ter um fluxo de trabalho caminho, né?

34:50

É só essa minha consideração que eu faço.

34:52

Que não necessariamente tenhamos que ter um scanner para tal.

34:56

É, não.

34:58

Concordo com você.

34:59

A minha colocação ficou mais bem basada com a sua colocação também.

35:04

Eu acho que funciona melhor assim.

35:06

Porque eu que ouço na indústria dos contatos que eu tenho e escuro.

35:09

Sim.

35:10

E justamente por causa disso, né?

35:12

No oriente, lá, o pessoal é justamente isso.

35:15

A gente tem uma competitividade muito grande no mercado e eles estão cada vez mais,

35:20

os scanners, principalmente chineses, estão vindo com um preço assim que você olha e

35:23

você fala, cara, isso é muito tentador.

35:25

Mas também tem que ficar um pouco esperto assim.

35:27

É, o scanner é igual, vamos dizer assim, carro, né?

35:30

É, você tem, você tem, você tem um Hyundai, você tem um Mercedes, você tem a Ferrari,

35:36

você tem o Lamborghini, né?

35:38

Então, mas é aquilo, você tem que saber dirigir também.

35:41

Você tem que, adianta você pôr um piloto que não sabe dirigir um Ferrari, num Ferrari,

35:50

né?

35:51

Ou você pôr um super piloto, se você pôr um super piloto num carro que não tem um motor

35:57

muito forte, o que adianta?

35:59

Vai dar bom.

36:00

Então, assim, são muitas, né?

36:02

É bilateral aí a coisa.

36:04

Então, eu acho que tudo dá certo.

36:06

Eu acho que só tem que ter boa vontade de trabalhar com a ferramenta.

36:09

Eu acho que é uma curva de aprendizado foda.

36:12

Eu já passei por muitos erros.

36:14

Tive erros assim que custaram a minha, não vou falar a palavra, mas eu tive assim,

36:20

quis fazer o caso de um dia pro outro, já passei na mão de até celebridade que eu falei,

36:25

vou fazer, cara, não dominava a ferramenta, foi lá no lando no comê, tudo saiu assim,

36:30

foi o maior catáspora imaginável possível de um caso feito no digital.

36:37

O que acontece?

36:39

Tava com o ceramista, terrível, não tinha conhecimento da sistema cádica,

36:46

eu queria inventar eu de fazer tudo, né?

36:49

Sem acesso à informação, não tinha o cadista que eu tô hoje, que é um fenômeno.

36:55

Então, assim, vocês entenderem, é uma curva de aprendizado muito grande.

37:01

Se você pegar, por exemplo, qualquer bam-bam-bam da doutorologia hoje,

37:05

joga um ceramista, treche na mão dele, joga um cadista, treche na mão dele,

37:10

fala assim, amigo, executa esse caso, não vai sair, não sai.

37:14

Arrebenta o cara, por mais que ele prepare muito bem, por mais que ele faça qualquer coisa,

37:19

arrebenta o cara, ah, mas a gente cai, por quê?

37:22

Fez espaçamento demais, aliviou demais a restauração, cara, não sai,

37:27

não adianta nada ser excelente de a gente trabalhar com técnicos terríveis, não adianta.

37:32

Então, pessoal, a experiência vai dando cada vez mais corpo pra gente conversar

37:37

em se falar além do dia a dia.

37:39

Mas já que a gente vai falar de dia a dia, mãe, o que você acha que a necessidade,

37:44

no dia a dia clínico, a necessidade de mudanças que a gente tem o preparo do analógio, né?

37:52

É um tipo de preparo.

37:55

Bem conservador, isso a gente falando isoladamente de, vamos falar de iluminado cerânicos,

38:01

hoje é onde a gente mais vê, é o que mais se fala, o que mais nota salas de Congresso,

38:09

é o que tá nas redes sociais aí espalhados, o que no dia a dia clínico você sente que

38:17

você precisou e eu também precisei, e muita gente precisaram,

38:22

isso não vem no manual, não vem na boa escândera, não vem, não vem.

38:27

E isso a gente passou no Ia Gerenolio, que são necessidades que existem,

38:33

porque existe uma adaptação da preparação pra que dê muito certo no digital,

38:39

pra que dê tão bem, pra que dê bom, tanto quanto dá no analógio.

38:45

E esse foi o meu erro quando eu fui fazer o caso dessa moça,

38:48

que eu falei, vou fazer no digital?

38:50

E eu não tinha praticamente conhecimento algum e eu fui querer fazer tudo.

38:53

E aí deu uma catástrofe.

38:55

Então, qual que é a grande sacada que você vê de necessidade de mudança de preparo

39:01

pra se fazer no digital, que não se compara ao analógio?

39:08

Ou melhor, que você vê a mudança aí, qual que é a transição?

39:15

E se é que isso hoje tem validade e tem, claro, mas eu queria a sua opinião,

39:22

que você compartilhe do seu conhecimento, que isso me interessa até ouvir,

39:26

a sua opinião em relação ao preparo minimamente,

39:30

ou suficientemente invasivo, pra eliminar dos cerâmicos,

39:34

aonde a gente vai moldar, independente da forma que a gente vai realizar o caso,

39:38

seja de técnica de extratificação, seja de maquiato,

39:44

ou seja, qualquer técnica, mas seja moldada.

39:52

E a técnica de digital?

39:57

Bem, assim, vamos lá. Eu acho que o principal conceito que a gente tem que ter,

40:02

independente se for analógico, se for digital, tá?

40:05

Eu acho que é a adoção de protocolos.

40:08

A gente não adota protocolos de trabalho.

40:12

Quando a gente tem que os sumir da curso, a gente tem o curso,

40:14

a gente se baseou tudo num protocolo de execução, seja analógico, ou seja digital.

40:20

O primeiro ponto que eu coloco como dica, como informação pra todos,

40:24

é a adoção de protocolos de trabalho.

40:26

Vamos lá, a gente já estabeleceu critérios de preparo com o kit, o I.O.,

40:32

que você tem uma sequência toda de preparo.

40:34

No digital, o que a gente precisa?

40:37

A gente precisa de uma marcação maior de término.

40:41

Muita mil pessoas, batendo quase 9 mil. Desculpa te contar.

40:45

Imagina, bom de lá.

40:48

Excelente, bom de lá.

40:51

Então, assim, é uma marcação maior do término, tá certo?

40:56

Eu tenho que ter uma marcação, uma delimitação melhor do término.

40:59

Aí, vamos pensar assim, você vai marcar como, você vai desgastar, mas não, necessariamente.

41:04

Eu vou fazer uma marcação.

41:05

Ponto 2, preparos subgengivais, tá certo?

41:10

Então, vamos falar assim, ah, eu nunca preparo o subgengival.

41:14

Mentira, bro, mentira, porque você sabe que não é essa realidade.

41:17

A gente toca na gengiva, a gente entra um milímetro na gengiva, sim.

41:21

Qual que é a grande diferença?

41:23

Por exemplo, o scanner, ele é um, vamos supor que ele,

41:27

vamos falar que ele é uma máquina fotográfica.

41:29

Então, você entrou um pouquinho lá na gengiva, fez o teu preparo e vai escanear.

41:34

Se essa gengiva ela cobrir o término do preparo, você não consegue ler nada,

41:40

porque a luz não entra, certo?

41:42

O material de moldagem, o material de moldagem, o que que ele faz?

41:46

Ele funciona como um propulsor, ele afasta por pressão, tixotropia.

41:51

Tixotropia é um fenômeno que você pressiona o material e ele escoa.

41:54

Então, eu vou pressionar o material de moldagem e ele vai escoar e vai penetrar.

41:58

Então, eu já tenho teoricamente um afastamento, tá?

42:02

A técnica de afastamento, para analógico.

42:06

A gente pode usar até um fio, tá certo?

42:09

E uma pasta conjunto.

42:11

Normalmente, é o que a gente conduz.

42:13

No digital, obrigatoriamente, eu preciso ter dois fios.

42:17

Eu tenho que fazer a técnica de duplo fio.

42:20

Um para afastar, é verticalmente, outro para afastar horizontalmente.

42:26

Porque a luz tem que penetrar, a luz tem que chegar no término.

42:29

Teria um de resseração ou de deflexão, né?

42:33

Mais ou menos isso, exatamente. Então, assim, afastamento vertical e horizontal.

42:37

O primeiro fio que você insere para uma moldagem digital,

42:42

ele tem que ser menos calibroso, um fio 3.0, que você vai inserir verticalmente.

42:47

E o segundo fio pode ser um fio mais calibroso, que você vai inserir só até a metade dele.

42:53

Você insere até a metade para ter esse afastamento horizontal, tá certo?

42:57

Porque na hora que você for escanear, você vai fazer a remoção desse fio.

43:01

E existem, obviamente, sequências de escaneamento que você pode travar

43:07

ou delimitar a ser escaneada, congelar, remover e rescanear.

43:12

Então, como a gente fala, o digital, ele é automático.

43:16

Ele é, pá, é o var da odontologia.

43:18

Tá lá, mais uma frase do Scopin.

43:21

É o var da odontologia, te dá imediatamente aquele resultado.

43:24

No analógico, você tem que esperar o quê?

43:27

Você tem que esperar um modelo de gesso tomar presa.

43:30

Você só vai conseguir avaliar aquele preparo depois que o modelo de gesso tá pronto.

43:35

Isso vai no mínimo 4 ou 5 horas, cara.

43:38

Então, outra, a tua conexão com o caso já se foi, depois de 4 ou 5 horas.

43:45

Você com escânera na hora retoca aqui, redonda aqui, uma marcação mais evidente.

43:51

Porque o escâner precisa ler.

43:54

Ele precisa ter penetração de luz para executar essa leitura.

43:59

Tá certo?

44:00

Áreas bem definidas, áreas bem demarcadas com limitação inteproximal.

44:06

Porque o escâner vai ler se ele não conseguir chegar à luz e não ler,

44:11

emenda a imagem.

44:12

Então, aquele...

44:13

Olha que emenda de verdade, hein?

44:15

Emenda fica uma piada.

44:17

É só você pegar um caso, não precisa nem fazer preparação.

44:21

Pegue um caso, eu aconselho a todos que gostam de mexer com o escâner.

44:25

Pegue um caso de um paciente com Black Space.

44:27

Paciente com Black Space, só isso.

44:29

Não precisa ter preparo, não precisa ter nada.

44:31

Um paciente que tem o Black Space.

44:33

Faça o escaneamento.

44:35

Você vai ver que imprimiu o modelo.

44:37

Aquilo Black Space, ele se funde com tudo.

44:41

Então, essa dominação que a gente está tendo agora com a tecnologia,

44:47

eu acho que o maior calcanhar de aqueles que a gente está agora desbravando,

44:52

no meu entender isso, é pessoal, é a impressão.

44:56

Porque a impressão depende de resina, de curar.

44:59

Ainda tem umas imitaçõeszinhas, você não concorda comigo?

45:02

Concordo super, vamos.

45:03

Ainda tem umas imitaçõeszinhas.

45:05

Super.

45:06

Por exemplo, eu ainda acho, não sei, mas eu ainda acho, por exemplo,

45:09

dar minha opinião, pode ser que muita gente não concorde, não concorde, mas assim.

45:12

Eu estou preferindo trabalhar com modelos de Geller digital,

45:15

do que trabalhar com modelo rígido, isso para acabamento de término e para poder...

45:20

Porque antes a gente fazia o quê?

45:22

A gente usava o modelo, a gente fazia o...

45:25

Vamos trabalhar, por exemplo, estou trabalhando na plataforma do Giroform,

45:28

para quem não sabe o sistema de posicionamento de troquéis.

45:30

Aí você faz o modelo rígido depois, para fazer o posicionamento.

45:34

Já no de Geller, você não tem nessa necessidade, você pode fazer isso tudo,

45:38

já no único modelo.

45:40

Só que pro digital, quando você faz o modelo rígido,

45:44

é isso que você falou, ele vai unir.

45:47

Se você, às vezes, comer o bola e não romper um ponto de contato com precisão,

45:53

de uma forma maior, por exemplo, até o rompimento do ponto de contato,

45:56

dos modelos, dos dentses, você prepara.

45:59

Pro digital tem que ser um pouquinho mais calibrado,

46:02

porque senão une mesmo e dança todo o trabalho.

46:07

O teu raciocínio, agora na minha opinião, está correto,

46:11

com uma ressalva na minha opinião.

46:13

Modelos digitais, eu acho que o Geller digital ainda tem um gapzinho de adaptação nesse sentido.

46:24

Vamos falar, cérbico oclusal, ou inciso oclusal.

46:30

Eu prefiro, trabalho com Paulinho, como é que a gente faz?

46:33

A gente faz o modelo rígido digital, está certo, e imprime a parte os troquéis.

46:40

A gente faz isso também, mas tem casos específicos que só dá certo no Geller.

46:45

Eu acho que a manobra de você fazer um Geller digital,

46:50

ela é difícil e precisa de muita, muita habilidade.

46:53

E eu encontro, às vezes, desadaptação nesse sentido, sabe, mãe?

46:57

No sentido proximal da coisa.

46:59

Então, o que a gente prefere?

47:01

Os parâmetros tem que estar muito bem, muito redondinho, para não ter joguinho.

47:08

Aí o Paulinho, ele faz aquele modelo rígido com aquele afastamento, está certo?

47:13

Esse afastamento é show.

47:15

Show, faz um afastamento e imprime a parte.

47:18

Já fala com o Paulinho, não vai ser coisa.

47:21

Aí que acontece?

47:24

Você faz a impressão dos troquéis separados, e você checa a adaptação dele separado,

47:31

depois no rígido com esse afastamento que o Paulinho faz, cabe certinho.

47:35

Você falou, procede.

47:37

E o proximal é ferro, entendeu? É bem difícil.

47:40

Então, aí cabe o cuidado.

47:42

O que eu acho? Para casos de pequenas espessuras, o digital ainda não chega.

47:47

Em opinião.

47:49

Eu compordo, assim embaixo, completamente, para casos em que você quer trabalhar o mínimo do mínimo,

47:56

do mínimo, do mínimo, é aquela...

47:59

Quando a gente entra assim, vai dar bem seu final e fala, é esse.

48:06

Cara, aí você...

48:08

Eu acho que para pequenas espessuras não dá ainda.

48:13

Para uma série de fatores que a gente já conversou, você pensar em digital e enfrezar pequenas espessuras.

48:19

A adaptação não vai ser a mesma.

48:21

Não vai ser.

48:23

Tudo, eu acho, se fragmenta para pequenas espessuras.

48:26

Mas não impede que eu faça no digital uma espessura maior.

48:30

Uma adaptação.

48:31

E acaba na mão.

48:32

Exato, e acaba na mão, exatamente.

48:34

A fresadora vai entregar ali, já vi cadistas que tiram 0,2, ali, mas...

48:38

Qual também a necessidade de fazer isso?

48:41

Exato.

48:42

Vai 0,4, come na mão, e tira na mão.

48:46

É isso, é isso.

48:48

Filosofia de digital.

48:50

Outra filosofia de digital que eu penso, Rafa, é o seguinte.

48:54

A gente está vivendo o meio que tudo é digital, tudo é digital, então as peças têm que ser...

48:58

Vamos lá, as peças têm que ser fresadas.

49:01

As peças têm que ser fresadas, numa estrutura dessa, em um frame, eu tenho dois imex fresados aqui.

49:06

Você imagina que um bloco, um bloquinho desse aqui, um bloquinho desse, custa R$140, R$120, tá certo?

49:16

R$120, um bloco de um dente.

49:18

Um dente.

49:19

Um dente.

49:20

Uma pastilha, um tubete de pastilha, com cinco pastilhas que você faz 60, 70 lentes, 70 lentes,

49:27

até mais, uma pastilha faz 12 lentes, 10 lentes, 15 lentes.

49:30

Faz 10 lentes, 6 a 10 lentes, dependendo da espessura.

49:33

Dependendo da espessura.

49:35

Fininho, é o preço de um bloco.

49:38

E tem uma coisa, isso da Vimorita assinou e assinou, não sei se ficou gravado na live, da Vimorita assinou.

49:47

A adaptação que a gente consegue com o retoque de cera, não é a mesma que a gente tem dos blocos.

49:55

E a gente vai pesquisar e vai a fundo para ver isso.

49:58

Não sei se isso...

49:59

Fira a sua filha.

50:00

A mesma adaptação da técnica de cera, porque a cera, ele deu a justificativa dele, que foi muito pertinente,

50:07

eu não vou ficar voltando nesse ponto, porque já passou a live, mas não é a mesma adaptação, nem do fresado direto no bloco.

50:15

É, assim, agora isso me causa até uma estranheza e vou querer estudar, porque teoricamente o princípio do digital

50:22

seria que o que for fresado está muito mais bem adaptado do que a cera.

50:28

Porque a cera é um processo.

50:30

Então, para mim isso é uma novidade, porque você vai fazer um processo, você vai esquentar aquela cera, ela vai ver...

50:38

Seu, seu, ele tem que ser, foi isso, foi isso mesmo, hein.

50:41

Rapaz, é para mim uma super novidade.

50:45

Eu, pelo que eu vejo na literatura, a adaptação de blocos fresados é superior aos blocos injetados, que é aquela cera...

50:54

Não, não.

50:55

É injetado, entendeu?

50:58

Então, você vai injetar, você vai fazer cera, imprimir a cera, aplicar a cera, vai derreter aquilo no calor,

51:06

vai evaporar a cera e vai entrar uma cerâmica por injeção, por pressão e calor.

51:11

Então, eu entendo que talvez essa situação me dê mais variáveis para uma possível desadaptação.

51:19

Tudo bem que no final ele chegar na broquinha, achou de bola.

51:23

Tem vários padeiros, como a gente fala, como Morita, Massaro, Murilo, todos aí, o Batistella, o grande Careca,

51:31

porque eu adoro de paixão, que está lá em Beverly Hills.

51:34

Então, assim, todos esses caras, eles têm uma habilidade única e ímpar para fazer essa adaptação.

51:39

Cara, mas eu entendo que a máquina, para mim, ela teria que ser imperativa nisso, ela teria que te dar melhor a adaptação.

51:47

Só que ela requer, como eu falei, uma espessura maior, teoricamente, um desgaste maior que lógico, é baseado em protocolos de trabalho.

51:55

Tudo baseado no resultado final, né?

51:58

E quando eu ouvi isso daí, eu fiquei assim, falei, porra, mas tudo que eu ouvi, está diferente.

52:03

Vamos estudar, vamos estudar, vamos atrás disso aí, porque ele levantou alerta aqui.

52:08

Mas falando de digital novamente e mais uma vez no assunto que, cara, é polêmico também.

52:18

Vai, manda.

52:20

Vamos tentar ir na manhã.

52:24

Tem uma briga aí, cara, hoje, né? Você sabe que tem.

52:28

Briga? Cara, eu não entendo.

52:31

Não, não, não, não entendo.

52:34

É da galera que digital, analógico, queria ver como você, porque, cara, isso não incomoda, não incomoda, assim.

52:42

Da verdade, eu não estou muito aí para essas rodas, diz um zoom, zoom, adontológico.

52:48

Na verdade, eu sigo minha vida, trabalho lá, ganho um beirinho, corpo na vida.

52:52

Mas eu fico sabendo e eu acho que é desnecessário, porque acaba jogando merda literalmente na cabeça de quem está chegando.

53:01

Eu fico preocupado, porque são formadores de opinião, são senhores barbados de cabelo branco, que fazem esse tipo de...

53:07

Sim, exato. Não foi uma pireta.

53:11

Vou pintar meu cabelo.

53:13

São senhores já, né, que geram um certo tipo de desconforto para quem está no analógico e quem está no digital se coloca como Deus.

53:25

Agora, gostaria que deixar claro aqui que minha opinião não é comum dessa opinião.

53:32

Eu gostaria de saber como você enxerga essa treta entre sou digital e sou analógico.

53:41

Como você enxerga essa... Agora eu só faço digital porque o analógico é ultrapassado, ou já ouvindo...

53:48

Eu já ouvi uma palestra de um exíneo clínico, hein, é um puta do clínico.

53:53

A metodologia de trabalho, falou do handmade, já virou... Já está... Já como é que era? Virou arcaica.

54:02

Nossa, nossa.

54:04

Olha, e o cara está em todas, hein.

54:07

Cara, difícil ouvir isso, né?

54:09

Na verdade...

54:11

Não sei se é porque agora ele está sendo bancado por uma empresa de scanners, como tem muito...

54:15

Como que a coma acontece.

54:17

Mas falar um negócio desse num congresso para, sei lá, quantas mil pessoas...

54:23

Cara, é...

54:25

Qual é?

54:29

Então, qual que é a sua opinião em cima...

54:32

Não dessa colocação que eu fiz, mas foi lamentável essa...

54:37

Essa colocação e eu descobri que existe realmente um atrito aí.

54:43

Então...

54:47

Como você enxerga isso, man? Você acha que isso é positivo? Você acha que isso atrapalha pra caramba?

54:57

Como eu acho? Porque eu acho que isso só fode com a cabeça de todos os jovens que estão chegando.

55:02

Que, pessoal, já chega... Já sai da faculdade achando que não tem que aprender a mal, né?

55:06

Que fazer cavidade para preparação já... Muito pelo contrário.

55:09

Você vai aprender os princípios de uma prepara de cavidade ali.

55:13

Então, se você já está na internet, hoje a internet é o veículo de expansão para tudo.

55:18

Você vê um formador de opinião num nível técnico desse cidadão aí, que agora vai saber que fui eu que toquei o nome dele, toquei o terror aqui no Instagram,

55:27

mas eu não devo nada para ninguém.

55:29

E... Mas eu achei muito feio falar que a ontologia analógica é uma ontologia arcaica e eu preciso me posicionar sim, que esse foi dito em um congresso.

55:38

E como que... Como que você enxerga essa briga, né?

55:43

Cara, assim, eu nem se fiz a colocação do ilustre palestrante aí do professor.

55:50

Eu discordo veimentemente dele.

55:53

Eu não acho que o que é analógico é arcaico, de maneira nenhuma.

55:58

Eu acho que essas duas forças não é analógico e...

56:03

Analógico contra digital.

56:05

É analógico e digital, principalmente porque o digital é operador dependente.

56:10

Então, eu acho que são linhas diferentes.

56:13

Existem aqueles que caminham mais para a linha analógica, para o handmade.

56:19

Tem aqueles que caminham mais para a linha digital.

56:23

Agora, se você é bancado por uma empresa e vai defender porque a empresa te banca, eu acho isso um crime,

56:29

porque a autologia acaba virando interesses e vaidades.

56:33

Se você me paga, eu falo bem de você.

56:35

Se você não me paga, eu falo mal.

56:37

Eu acho isso um...

56:38

Em muito danoio, hein?

56:39

Absurdamente ridículo isso.

56:41

Eu acho assim, a gente tem que se adaptar às nossas necessidades.

56:44

Você pega um pessoal, por exemplo, que mais nordeste, mais pro lojínco,

56:50

o cara vai querer ele ter o laboratório na mão dele.

56:53

Porque se ele mandar para São Paulo, demora 4, 5, 6 dias, meses, para voltar no trabalho.

56:58

Então, o digital te possibilita essa conexão mais rápida.

57:02

Agora, não é porque te possibilita uma conexão mais rápida,

57:06

que o que você faz a um homem de 10, 20 anos que é arcaico, de maneira nenhuma.

57:11

As vezes, como a gente fala aqui...

57:14

Como a gente falou para específico casos, o digital não funciona.

57:18

Exatamente.

57:19

O analógico ainda é o canhão.

57:23

A simplicidade é o ápice da sofisticação, cara.

57:27

Existem técnicas, métodos de trabalho, e cada um que segue o seu tem espaço para todo mundo.

57:34

Mas não critica o jardim.

57:36

O louco, men.

57:37

Tá tudo bem?

57:38

Vou para cair de novo.

57:39

Vou para.

57:40

Eu achei que você tinha tomado um rolo aí.

57:42

Não, o Paulinho, cara.

57:43

O Paulinho me chutou aqui porque ele está falando assim,

57:45

só pode falar bem muito digital.

57:46

E susto, véio.

57:47

Eu achei que você tinha caído na cadeira, pô.

57:49

O Paulinho me chutou agora, porque eu falei que o escarnamento é de graça, entendeu?

57:53

Mas, assim, eu acho assim, não tem espaço.

57:56

Ah, e os que a gente fala de sorteio da live, vai ter sorteio do monjaleco da Monicloto,

58:01

e um kit da KG.

58:03

E a gente pode sortear um escarnamento do seu aí?

58:08

Paulinho autorizou.

58:10

Vamos sortear.

58:12

São Paulo, né? São Paulo.

58:14

São Paulo.

58:15

São Paulo.

58:16

São Paulo.

58:17

Tá autorizado aqui, ó, pelo Ecade.

58:19

Ó, o Paulinho está aqui, ó.

58:22

Ó, o Paulinho.

58:23

Ó, o Paulinho.

58:24

Olha lá, Paulinho.

58:26

Olha, ó.

58:28

É isso, véio.

58:32

Boa, boa.

58:34

E, cara, a gente falou desses pontos maravilhosos, acho que é isso.

58:38

Acho que a gente tem que dar a mesma nossa opinião, principalmente nesse sentido,

58:42

porque nós fazemos digital, fazemos também a analogia, por exemplo.

58:46

Eu já estou no segundo escâner, indo para o terceiro no IGP,

58:50

e mesmo assim, não dou conta de fazer tudo no digital.

58:53

Se pudesse faria, mas tem coisas que eu tenho que fazer no analógico,

58:57

e faço com o meu prazer, amo fazer,

59:00

e os pacientes entendem que é necessário,

59:03

e tem que fazer, gente, não é?

59:05

Cara, é uma ferramenta maravilhosa.

59:09

Então pare de cair nesses papos de palestra,

59:13

que nunca... que cai com nada, muito pelo contrário.

59:17

O que mudou na sua vida, véio?

59:19

Agora, voltando para o digital, a parte boa do digital,

59:23

que tem um lado maravilhoso também,

59:25

de estado do digital.

59:27

O que mudou para você quando você migrou para a plataforma do digital?

59:33

Tempo, facilidade, otimizou a comunicação com o paciente, planejamento palucano,

59:39

falou para mim que uma coisa muito interessante no sentido de...

59:43

Antes você não conseguia mensurar a importância de ter o paciente ali,

59:50

para estudar o caso materializado.

59:53

Você tinha ali o modelinho, a fotografia,

59:57

mas hoje, por exemplo, a gente tem ali o scanner de face,

60:00

não só o scanner de boca,

60:02

mas se escanear a face, você tem o scanner convencional.

60:07

Então você tem o paciente de forma digital,

60:10

você manipula o paciente,

60:12

você está no tratamento de uma outra forma,

60:15

aí você consegue visualizar o tratamento de outra forma.

60:18

Então tem algumas vantagens também de planejamento, de visualização.

60:24

Você pode fazer isso no digital, no analógico também,

60:28

fotografando, fazendo ali um projeto de traçando linhas,

60:34

do sorriso para facilitar a vida do laboratório.

60:37

Então existe aquela história que eu falei,

60:40

você tem lá na China o Hyundai, você tem a Ferrari lá na Calha,

60:44

mas não adianta nada você por um péssimo piloto,

60:46

para pilotar um Ferrari e colocar um excelente piloto em um Hyundai,

60:50

por exemplo, o excelente piloto vai dar um pau no outro cara.

60:53

Então é a mesma coisa no digital, você pode por um...

60:55

Qualquer pessoa que não domine a ferramenta,

60:59

colocar ela com os excelentes gana, as suizadoras,

61:01

vai dar ruim, como deu ruim para mim,

61:03

quando eu comecei com as suizadoras da MAN, com as impressoras,

61:07

eu não sabia fazer absolutamente nada.

61:09

Eu fui fazer uma pessoa que complicou tudo,

61:13

e cara, errei, e acontece, todo mundo é, faz parte.

61:17

Mas o que mudou na sua vida quando você começou a fazer o digital?

61:21

Eu concordo aí com o que você falou do professor Paulo Cano,

61:25

eu acho que com o digital você tem o paciente disponível o tempo inteiro,

61:30

com os recursos que você tem.

61:32

Mas para mim, na minha vivência, na nossa vivência clínica,

61:36

o que mais mudou foi a eliminação de ruído.

61:40

É uma informação limpa e retilínea.

61:43

Não tem mais essa do técnico falar, escreveu na caixinha,

61:47

não entendiu o que você falou.

61:49

Hoje é na hora, preparo na tela,

61:52

você manda via e-mail para o seu laboratório,

61:56

e o cara não tem o que falar de não entender.

61:59

Ah, não dá. Então, o tripé de uma reabilitação,

62:03

você colher informações, é diagnóstico, planejamento e comunicação.

62:10

Onde falha 90% na comunicação?

62:15

Com o digital, a comunicação, ela praticamente neutraliza no zero a zero,

62:23

porque todas as informações chegam.

62:25

Mudou muito minha vida porque não dá mais, você fala,

62:27

vamos esperar o GES, o CK, vamos esperar para ver o modelinho, não,

62:30

é na hora.

62:32

E outra, quando você liga para o laboratório para xingar o seu técnico,

62:35

que a gente brinca, que é tudo parceiro, não é inimigo,

62:37

mas a gente liga para o laboratório,

62:39

fala, lembra desse caso que você me mandou, o cara vai falar para você,

62:43

lembro, claro que eu lembro, lembra nada, ele não lembra.

62:46

Então, tudo isso no digital, isso há um globamento

62:50

que fica muito mais fácil essa comunicação on time.

62:54

Exato, cara, é fantástico, porque você tem tudo em tempo real,

62:58

eu comentei outro dia, a gente estava no road trip da Trixie com o Marcinho Cestrino,

63:06

e ele comentou isso, ele recebe, isso eu não sabia que era possível,

63:11

mas pelo comunique do TRIOS, você recebe, em tempo real,

63:17

o escrelhamento do confusório, o laboratório recebe.

63:23

Aí o técnico que já consegue visualizar na tela dele, no template dele,

63:29

ele consegue falar, doutor, aqui está retentivo, aqui você vai tirar um pouquinho,

63:33

essa terminação não conseguiu enxergar, coloca mais um fiozinho,

63:38

então é uma mão na roda para isso, mas é que tem que saber trabalhar,

63:43

tem que saber como se portar com essa ferramenta,

63:47

não adianta nada você ter um ferrar e não saber...

63:51

Você vê hoje, só eu te cortando, você vê hoje por exemplo,

63:55

se eu não me engano, aí o Herbert me corrige, aí o VoClar lançou uma série de fresadoras novas,

64:01

PM1, PM5, PM7, a PM1 é uma fresadora, plug and play,

64:08

é um baú que qualquer dentista pode ter, é ligar na tomada,

64:13

se liga na tomada desenha o dente e aquele dente sai na hora,

64:17

cara, se você tem um técnico bom, um elemento fresado, fica a coisa mais linda do mundo,

64:23

e vai ter alcance de qualquer um, uma fresadora pequeninha que você pode ligar no teu consultório e fazer,

64:29

quer dizer, depende do veículo de cada um, você tem um laboratório de super alto porte,

64:35

talvez a PM1, para você nunca se encaixaria, porque você tem um fluxo de dentes grandes,

64:41

mas um dentista que trabalha no Nordeste, no Sul, no Sul-Deste, em Loujinko,

64:46

o cara tem uma fresadorinha bauzinha assim, uma gracinha,

64:50

e tem uma qualidade ímpar de fresagem, que hoje já até mudou o sistema de fresagem dela,

64:56

vocês vão poder ter chance de ver, a gente vai poder conversar num futuro a respeito,

65:00

que melhorou muito, muito, muita qualidade, então assim, tudo depende da conveniência e da necessidade de cada um,

65:08

não é só, sou digital porque quero ser digital, usar bandeira digital,

65:12

e outra coisa que eu deixo assim, para colocar para você, não existe 100% digital, ainda,

65:17

vai existir, mas não existe.

65:20

Talvez quando tivermos impressão, de ser...

65:24

Talvez, talvez, talvez, eu acho, porque isso aqui ainda vai para o forno,

65:29

só que saiu da fresadora, olha a corzinha dele,

65:33

o técnico tem que dar acabamento, tem que dar e vai para o forno,

65:37

textura de ver... assim, textura bacana, bacaninha, tem textura que não é tão bacaninha,

65:42

mas textura bacaninha legal do maquiato, bacana, ainda precisa do toque do cara, precisa,

65:49

para ficar legal, é claro que é pouquinho, não tem...

65:53

uma bacaninha mesmo, aquele dente agressivo, personalidade, sanguíneo, né, como você gosta,

65:59

é um negócio da né, que tem que passar na mão do técnico, e para a própria maquiagem,

66:06

mas com a impressão, eu ainda acho que vai pintar aí a impressão,

66:11

ainda em breve, da composição de cores ali, e ainda a gente vai penar na stratificação,

66:18

ou perdão, na composição das incisais, mas vai ser assim, vai ser uma coisa meio limitada,

66:23

talvez no começo, mas eu acredito que vai rolar assim, cara.

66:26

Eu acho que, e com a evolução das cerâmicas, você tem hoje os blocos multi, multi layers,

66:32

são vários caras, a coisa vai facilitar muito a vida, mas precisa dominar, como tudo, né?

66:38

Como tudo, não adianta nada, não ter.

66:43

Então quase chegando no final, vamos logo para a última questão aqui, olha só, futuro da ontologia digital,

66:50

para onde vai a ontologia digital? Já que a gente falou de impressão do cerâmico,

66:54

acho que a gente já respondeu à pergunta.

66:56

Cara, eu acho que você falou tudo, eu acho que é a impressão do cerâmico,

67:00

eu acho que eu acrescentaria isso a inserção da inteligência artificial na ontologia.

67:06

Exato.

67:07

Eu acho que a hora que a inteligência artificial começar a juntar logarítmos de formato de preparo,

67:13

de isso, de cor, a coisa vai melhorar cada vez mais, mas por enquanto é operador dependente,

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mas eu acho que o futuro é muito, muito lindo, a gente tem uma evolução absurdamente grande,

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está correndo, a ontologia não para, e eu vou usar uma frase de um grande amigo meu, o Herbert,

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ele fala que a ontologia, o sucesso na ontologia é feita com as mãos, não tem outro jeito.

67:38

Com certeza, para, com certeza, está se em baixo o que está falando, foda, muito foda.

67:43

É isso, entendeu? Então, para quem trabalha, o que vai chegar ao digital,

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eu acho que o céu é o limite, não tem fronteiras para o digital, não tem,

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é o analógico que já chegou no limite, isso eu posso garantir na minha opinião,

67:58

mas o digital, a gente está começando ainda, a gente está engatinhando.

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Engatinhando, cara, por isso que eu, porra, eu acredito que tem muito estudo ainda,

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por isso que eu tenho essa questão de abraçar esse projeto da Mandí que é o primeiro mestrado de ontologia digital do Brasil,

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e talvez do mundo, e as palavras do meu orientador, Wagner, aliás abraça aí, Valinão,

68:19

que é um grupo de estudos, tem muitos formadores de opinião lá, tem várias feras do digital,

68:24

e é mais um grupo de estudos de colegas que vão dar a sua opinião, a sua metodologia de trabalho,

68:31

e cada um está fazendo o digital de um jeito nos laboratórios, você viu como é o nome dele mesmo, aí, André?

68:37

O quem? O Paulinho?

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Paulinho, isso, esse apostamento que o Paulinho fez achei 10, achei legal, vou querer entender mais como isso é trabalhado,

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e cada um vai passando um pouco do seu conhecimento, e a gente vai aprendendo cada vez mais a trabalhar com essa ferramenta

68:55

e entregar sempre de uma forma melhor, porque é aquilo, falar que você quer digital, mas só porque está escaneando,

69:02

porque não é bem por aí, eu acho que tem que ir além, entender?

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Porque senão, é como eu vejo muita gente que por aí que fala muita coisa, que a gente não vai comentar aqui,

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porque senão vai gerar polêmica, e a gente não quer fazer polêmica muito pelo contrário,

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porque nós estamos no grupo de paz, de amor e emoções, eu só acho que uma coisa, aqui assim, o digital para a odontologia hoje

69:29

está representando a mesma mudança que o ataque ácido de Bonocóli, quando mudou a odontologia para a adesão,

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eu acho que hoje nós estamos vivendo essa segunda fase, que lógico, não tem nada a ver com a adesão, mas é a odontologia digital,

69:44

eu acho que o primeiro grande rampante de virada de ontologia foi a adesão saindo daqueles conceitos mais geométricos,

69:51

acreditando mais na adesão, e hoje eu acho que acreditando mais no digital, essa é a última mensagem que eu deixo como opinião minha.

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Exato, saindo daquela coisa mesmo, quebrando conceitos de limburguiãs, de desgaste extraplesiodais,

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onde você depende de retenção mecânica para a polêmica prótesa, e saindo dessa linha para ir para uma odontologia adesiva,

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que muita gente às vezes confunde técnica de lente de contato, e faz aqueles preparinhos de dentinho de tubarão,

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que você fica olhando e você fala, cara, que porra é essa?

70:23

Pra que isso?

70:24

Porque, não precisa disso, é só desgastar um pouquinho, que vai colar e vai ficar tão duro e tão rígido, tão firme quanto.

70:31

Mas isso é uma outra questão, acho que a gente tem outras lives para fazer.

70:35

9.500 pessoas até o final, puta, que vida, mijo.

70:40

Acho que a manhã é a que mais bombou, de todas, viu?

70:45

Nossa, senhora.

70:47

Sensacional.

70:48

Turma, muito obrigado, foi 10, cara, legal.

70:52

Porra, foda demais, ter você com a gente, estou feliz demais.

70:57

Turma, obrigado por ter identificado até o final, a gente se trapolou o tempo de live, espero que dê para subir na IGTV,

71:03

eu acho que vai dar.

71:04

E é isso, ter sua fila tem mais, mais um convidado top, e é isso, galera.

71:11

Meu irmão, estamos juntos, valeu.

71:13

Obrigado pessoal, obrigado por acompanhar a gente, valeu, estamos juntos.

71:16

Beijão, tudo.

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Valeu, velhão.

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Estamos juntos, valeu, boa noite.

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