Transcrição completa do vídeo
Tamo ao vivo? Tamo ao vivo, é isso. Vamos lá, boa noite, turma. Isso aí, o pessoal tá entrando. Em cima da hora chegamos no caso aqui, bacana, hoje a
Transcrição na íntegra
Tamo ao vivo? Tamo ao vivo, é isso. Vamos lá, boa noite, turma. Isso aí, o pessoal tá entrando.
Em cima da hora chegamos no caso aqui, bacana, hoje a gente vai falar sobre preparos tanto
como é lógico, quanto pro digital vai ser bem legal. A gente vai falar bastante coisa que
faz sentido pra muita gente. Deixa eu procurar meu irmão aqui. Cadê o Calegari? Cadê o Calegari?
Calega, manda uma solicitação e a gente vai falar a respeito exatamente disso. Preparação,
tanto no rendimento quanto no digital, super importante a gente frisar que é um assunto que gera
muita polêmica quando a gente fala a respeito de preparações minimamente invasivas que não é o
que a gente vê quando hoje se fala também no tema de laminados cerâmicos que são as lentes
de contato aí na linguagem mais popular, que a gente vê falar muito e a gente acaba falando e usando
esse termo nas redes sociais, o público em geral conseguiu entender.
Calegari, irmãozão, vamos que vamos.
Fala, bro. Fala, meu irmão. Beleza, tudo bom? Tudo bem, boa noite. Boa noite, como é que você tá?
Bem? Para a luta aí. Cara, tô no laboratório do Paulinho aqui, meu, oh. Cabei de me conversar com ele pra
gente resolver um caso de digital. Tome aqui, cara, estamos na lavuta aqui, cara.
É isso aí, tá vendo, pessoal? Quem sabe sabe quem tá, quem tá, quem não tá não tá, tá vendo aí,
ó. Tomem junto, tamo junto, tamo devagarzinho aqui. Aí a gente vai poder fazer a live de dentro do laboratório.
Ah, isso. Ah, boa, boa, boa. Boa, né, bro? Muito bom. Legal que você tá disponibilizando aí seu tempo,
sempre agradecendo essa, essa, essa troca que a gente vai ter aqui, independentemente da gente ser,
ter a nossa amizade aí muito forte, o que ele é também, né, poder agradecer, essa nossa troca de conhecimento,
porque a gente vai ficar aqui por um bom tempo e nós vamos ficar trocando essas ideias a respeito de preparo,
a respeito de opiniões. Eu acho que é legal a gente introduzir, primeiramente, pra todo mundo falar um pouco da nossa história
junto do que a gente já passou, porque acho que a gente tem muita história baterna pra contar.
Eu acho que foi uma amizade que veio e cresceu muito tempo. Primeiro, eu te agradecer aí por estar aqui com a gente.
E é isso, meu irmão. Obrigado, obrigado por estar aqui hoje. É uma puta de uma noite especial pra mim,
pra ter você aqui como convidado. Você sabe quanto eu perci a admira, quanto eu to gosto de você.
E é muito importante a gente ter um formador de opinião como você falando desse assunto, que é preparo,
e tanto no analógico quanto no digital, porque eu comentei até na live com o Davi Morita.
Não existe nada de fundamento no digital, se não tem a base, não é dúvida, não vier da base da PT,
se não vier da base de tudo que a gente construiu no analógico, que é a base da ontologia, a ontologia raiz.
Então acho que isso que nos faz entender tudo. Obrigado, meu irmão Zão.
Não, não. Bro, eu que te agradeço. Uma amizade que começou pela ontologia muito legal, continua até hoje, persiste.
E na verdade, bro, pra mim é um baita prazer estar contigo aqui. Saiba que o que você precisar, o que a gente tiver aqui pra conversar
com o pessoal, a gente tá à disposição, falar um pouquinho da connotação do analógico, do digital,
de forma que a gente separando esses meios, e são meios juntos que a base é a ontologia.
E a gente pode bater esse papo do jeito que você quiser, meu irmão, e se quiser alguma coisa de laboratório,
eu tô aqui dentro, inclusive. A gente pode mostrar uma fresadora, pode mostrar um modelo impresso,
se o pessoal tiver dúvida, a gente tá por aqui, cara, porque tem mesmo consultório agora,
que você precisa, bro, tá aqui, cara, Paulinho tá aqui também, ele falou que tá à disposição da gente, que quiser.
Legal, cara, vamos fazer isso sim, com certeza. Vamos fazer isso sim, mas antes, vamos fazer nosso retod,
toda a live, que eu vou pedir pra todos os que estão presente aqui, deixa eu dar uma olhada, deixa eu dar mais pedra.
É uma galera legal aí, legal. Sou um mil quentes já com a gente, mas turma, tenho certeza que são
que a grande parte do grupo dos Vips tá presente aqui. Pessoal, por favor, quem é do grupo dos Vips,
principalmente, e quem não é do grupo dos Vips, dá uma força pra mim pro Calega. Tá vendo esse aviãozinho aqui,
aqui embaixo, um aviãozinho. Compartilhe esse aviãozinho e convida os amigos que você gostaria que estivesse aqui,
acompanhando esse conteúdo. Compartilhe com eles e manda pra todas as pessoas que você puder,
seus colegas dentistas, seus colegas técnicos, que você gostaria que estivesse aqui, escutando esse conteúdo,
achar vale do acho importante, manda pra eles, compartilha com a gente, ajuda a gente a acessar mais contas,
a gente a acessar mais pessoas, a acessar a mais informação pra que a gente consiga transmitir essa informação
pra maior... Desculpa, pra maior número de pessoas possíveis. Amor, turma, comecem aí o trabalhinho de formiguinha
que a gente faz toda a live pra ajudar e a gente a ir cada vez mais chegando no celular, na telinha de cada um de vocês.
Tá bom? Vamos lá, vamos começar aí. Tá bom? Vamos lá pessoal, essa força aqui, um aviãozinho, gente.
É, isso aí, pessoal, aviãozinho com força, convidando todo mundo. Vamos dar mais dois minutinhos aí pra
pessoal continuar convidando, levar informação, levar mensagem pra frente. Mas cara, pra introduzir o assunto
enquanto o pessoal tá convidando todo mundo, vamos relembrar os bons tempos de quando nós nos conhecemos,
foi muito interessante que você foi lá, você foi parar lá no VIP, se lembra disso?
Lembro? Você baixou lá no VIP, cara? Lembro, foi um convite pra dar uma aula lá com muito gosto, muito prazer.
Exatamente.
Mostrando um pouquinho do nosso trabalho, muito, muito legal, foi uma tarde muito gostosa lá, foi top demais, bro.
Foi tempo, hein? Foi tempo, hein?
Mas tem, porque tem uns 5 anos isso já, hein?
Cara, já uns 5 anos, meu. 5 anos, acho que eu tinha menos cabelo branco, né?
Faz tempo, bicho, faz tempo.
Mas foi um dia muito especial, foi muito legal, de pronto, cara, agradeci o convite e foi muito bom estar com vocês nesse dia.
Foi muito especial, foi muito bacana, acho que de lá pra cá a gente retomou esse contato, né?
E acho que tudo foi acontecer, e daquilo belo jantar, se você lembra que a gente foi parar no restaurante,
foi comer um sushi ali, lembra disso?
Lembro.
É, aquele dia foi bacana, cara, que eu, pessoal, eu tava tão, quando vocês estão convidando aí a turma,
vou contar um pouquinho pra vocês dessa curiosidade, eu todo inseguro, falei caramba, legal, né?
Eu vou, como é que eu vou, né?
Vou ter que levar um pouco mais a sério aqui, que eu cá ligar e tal, aquela coisa, né? Aquela postura, tá?
Vamos chegar, né? Mais um pouquinho mais sério, pode falar bobagem, não vem não cá ligar.
E aí, uma coisa meio puta aqui, pariu, não pode der pra dizer nada, falei,
de repente a gente sentou numa mesa, tinha um amigo meu, que era um pouco mais, né?
Um pouco mais fora da caixinha, né?
O Charalho, né?
Uma mesa, e a espera do restaurante tinha quase uma hora e meia de espera, né?
Verdade.
Ficou, bom, vamos sentar na mesa com esse amigo, então a gente sentou na mesa esse amigo quebrou tanto gelo,
nosso, né? Que a gente viu que nós éramos praticamente da mesma família ali, iguais.
A gente ficava com o grava da mesma relação, da mesma sintonia, e aquilo lá fluiu tanto que a gente,
hoje o André, o André, cara, ele é um cara assim sensacional, a gente está praticamente juntos aí,
15 naumente a gente se encontra, é bem lacrã assim, a forma como a gente foi construindo,
e tudo começou pela ontologia, isso que é uma legal. Hoje os meus grandes amigos,
os meus maiores amigos, eu tenho aproximação pela ontologia, isso que é o mais interessante, cara,
como o trabalho ele faz a gente se aproximar das pessoas.
Se aproximar das pessoas, e às vezes por interesse, né?
Às vezes por interesse de empresas, às vezes por interesse, mas cara, da nossa forma,
da nossa forma como funcionou, foi zero interesse, foi zero interesse comercial,
nada disso, foi totalmente diferente, foi numa forma genuína, amiga assim,
já ela foi uma coisa muito legal, por isso que a gente acha que se dá tão bem juntos,
a gente fez até o projeto do I.O, né, o André, que foi um curso, você tem o Como Eu Faço,
eu tenho V.I.P, são os cursos maravilhosos, aliás, o Como Eu Faço é um excelente curso,
curso maravilhoso, que eu tive oportunidade também, fui parar lá no Como Eu Faço também uma vez,
achei fantástico o curso, ali passei, acho que três dias com vocês, foi muito legal,
uma dinâmica excelente, puta curso, super indico, e cara, eu acho que quando a gente fez aquela fusão do I.O,
foi muito legal que a gente conseguiu juntar as duas gerações, né, o André,
e a minha geração, a gente conseguiu colocar dentro de uma caixinha só dois pensamentos
que não são diferentes, mas são gerações que triangulam ali de uma forma diferente,
e a gente conseguiu alinhar e passar uma filosofia única, de uma forma transversal,
assim que a gente conseguisse acessar a cabeça de todo mundo, e foi um puta sucesso,
a gente ficou muito feliz com o resultado, né, irmão, fala um pouquinho aí do I.O.
Não, o I.O. foi demais, cara, mas eu acho que eu vou voltar um pouco ao tempo que você fez as apresentações,
e eu não vou me furtar de falar alguma coisa também.
É, cara, quando a gente se aproximou, e sou aqui, testemunha vivo, uma coisa me chamava atenção,
até antes da gente se conhecer pessoalmente mesmo, muito forte, eu pensava assim,
pô, cara, trabalha, trabalha pra caramba, faz caso pra caramba, e às vezes tem meio que fala,
e fala besteira sem conhecer a pessoa, então eu acho que assim, a primeira coisa que as pessoas deviam,
é, antes de falar alguma coisa, conheça a pessoa, antes de julgar o trabalho da pessoa,
conheça a pessoa, saiba quem é, sabe o que faz, de que maneira faz, dentro de toda correção possível,
porque pra mim, você hoje, e eu já te falei isso, você é uma figura na ontologia que representa muito,
representa muito, falando do Rafael Puglise, você representa porque você é espelho pros mais jovens,
os mais jovens querem ser como você, você sabe disso, sempre te falei isso,
e às vezes a gente vê o pessoal da geração mais antiga, fazendo críticas desnecessárias sem te conhecer,
falando aqui, o quanto eu te conheço, de carteirinha, posso falar, você é humilde, você é um cara do bem,
do bem demais, trabalha aqui, nem um camelo, cara, trabalha pra burro, e é fácil o pessoal sair criticando,
sem ter um motivo, e sem te conhecer, velho, então assim, primeira coisa que eu falo, conheça as pessoas,
se conheçam, porque não, é muito fácil criticar, é a mesma brincadeira que a gente faz, e fala assim,
poxa vida, um monte de gente aí, mete o pau em lente de contato, fala, fala, fala,
ah, porque lente de contato, porque lente de contato, e o professor dá o curso de lente de contato,
quer dizer, ele fala pra não fazer, mete o pau, então mete o pau e dá curso, cara, não tem muita sintonia isso pra mim,
se o cara é contra, não faça, contra indique, não faça, não fale, agora você critica, você mete o pau em quem faz,
vai lá e faz também, e dá curso ainda, caramba, então assim, conheça as pessoas, conheça a essência de cada um,
é muito fácil ficar falando um monte de besteira sem, meu, todo mundo erra, todo mundo acerta, ninguém é perfeito,
a gente tá num eterno aprendizado, e eu falo muito disso, odontologia, cara, é minimização de erros, quanto mais você,
você tenta o máximo, errar o mínimo possível, menos possível, então você tem que ficar nessa vibe, agora, cara,
a gente vê uma odontologia cheia de vaidade, e eu te garanto, cara, de você, posso falar aqui, testemunha presencial ao vivo,
eu nunca vi nada de vaidade, numa humildade sempre ímpar, isso eu posso garantir, trabalha, Camela tá estudando,
tá correndo atrás, buscando, lógico, defeitos todos tem, nós vamos buscar os corrigiros nossos defeitos,
estamos sempre nesses, nessa atuada, cara, e outra coisa, só erra quem faz, porque quem só acerta nunca fez, né,
então é fácil, né, pois é, então assim, eu acho que o primeiro ponto que eu tenho que falar é isso,
da tua correção como pessoa, tu esquecendo Rafael Puglies, dentista, falou, tua correção como pessoa,
pelo que você representa, pra odontologia, precisa mais jovens, certo, você é espelho,
os mais jovens se espelham em você e querem fazer e olhar o que você tá fazendo sempre, cara, então, a gente sempre conversou bastante,
a gente, como mais velho, né, que a gente brinca do I.O., né, a gente sempre discutiu isso bastante, pra quem não sabe I.O. é ele, ele é no older, hein,
exatamente, e o older, obviamente, é você, né, não, é o I.O., né, então o older sou eu, então assim, a gente sempre teve esse papo aberto,
a gente não tem meio termo, é pá reto, e teria que ser assim na odontologia, né, men, porque a gente, putz, vê um monte de gente aí,
o cara te abdulando, e depois te fiafaca nas costas, o cara precisando de você sendo seu amigo, e depois esquece de você,
cara, não precisa disso, né, cara, a gente tem espaço pra todo mundo, cada um faz o seu, e cada um segue seu caminho, né, men.
Exato, exato, é isso, é bem, bem por aí, men, acho que, po, eu agradeço muito a sua colocação, a sua opinião, fico muito feliz de,
desse feedback, não esperava ouvir suas palavras, fico feliz demais, mas é isso, men, eu acho que a gente tem que ser transparente,
eu tenho que ser sempre muito verdadeiro, até sempre falo, vivo, sempre perseguindo por pessoas que eu nem conheço,
pessoas que eu nem sei por que falam tantas coisas, e cara, só to trabalhando, turmato, só estou fazendo meu trabalho, nada além disso,
to ganhando meu dinheirinho ali numa boa, sem passar ninguém pra trás, não faço mal pra ninguém, não estou prejudicando ninguém,
muito pelo contrário, eu ajudo todo mundo, eu ajudo todas as famílias, empregam dezenas de pessoas, gera emprego, faça economia girar,
faça uma parte como cidadão, faça um dos impostos, não tenho por que ser tão, bater em tanto em mim como batem, mas tudo bem,
a gente segue o fluxo, mas cara, eu acho que, pra gente começar com força total, eu acho que é legal a gente lá atrás, lá atrás,
lá atrás nessa história, porque mais um de que tem um detalhe do Ayo que a gente tem que colocar aqui, o desenvolvimento das brocas do Ayo,
que foi muito legal, que você idealizou, foi super importante nós dois juntos com a parceria, a gente tem o bloqueiro ali, que foi algo,
que foi especial pro Ayo, que ajuda muito na parte de preparação, a gente vai desenvolver essa linha de raciocínio durante a live,
mas fala um pouquinho do bloqueiro, não é?
Ah sim, Rafa, quando a gente tava conversando a respeito de apresentar ele no Ayo, o pensamento das brocas já vinha há algum tempo,
porque sempre tinha dificuldade nas preparações vestibulares, nas preparações vestibulares com as brocas com o comprimento que elas têm,
normalmente com a haste de comprimento, quando você preparava o dente na vestibular, você não conseguia tocar na cervical do dente,
porque a cabeça do contraângulo batia na índice isal do dente, então o nosso pensamento foi trabalhar uns sete de brocas,
que óbam com formatos diferentes dependendo de cada situação, trabalhar isso e atingir aquela região.
Lembrando que pessoal, não é que nós fizemos um kit, como a grande maioria faz, de colocar o nome das brocas já existentes e colocar o nome do professor,
não, idealizado foi desenvolvidas as brocas em cima das ideias baseadas no que a gente tá falando aqui.
Uma filosofia de trabalho, isso aí, isso aí.
A ideia é...
As brocas são criadas a partir dali, não é?
Exatamente.
De brocas que já existiam e nós simplesmente colocamos o nome ali.
Não é uma coletânea de brocas de uma caixinha, não é isso?
A gente pensando nas necessidades, a gente elaborou essa sequência, tanto é que no kit do I.O. tem a sequência de preparações.
Você segue todos os caminhos de etapa de preparo no próprio kit, ele é instintivo.
Você observa cada etapa marcada, aí você fala assim, ah, mas o preparo vestibular tem quatro brocas, eu não vou usar todas as brocas.
Para determinada situação de dente você não utiliza uma, mas utiliza outra.
Na proxima, ah, não vou usar essa broca, mas para esse dente talvez você utilize.
Então, a gente cerca o mecanismo de preparo por todas as variações que eventualmente possa ter um caso.
Não é?
Especificamente para um dente.
Ah, eu crio uma broca para um dente, não.
Eu crio uma broca, a gente elabora uma broca para uma situação.
É essa nossa ideia.
A situação de preparo, ângulos de preparo, quando eu tenho a sequência de preparo,
eu tenho basicamente que criar espaço vestibular, certo?
Para ser âmbica, para lente de contato, vestibular.
Eu tenho que criar espaço incisal, certo?
Eu tenho que criar espaço interprocimal, eu tenho que criar espaço gengivocrocimal,
e unindo esse ciclo todo cervical.
Eu já tenho aí toda a fragmentação de etapa de preparo na minha cabeça.
De novo?
Vamos lá, gente.
Vestibular incisal proximal ou inteprocimal gengivocrocimal e cervical.
Eu faço o contorno de uma lente de contato inteira com essas brocas,
e cada etapa eu tenho uma quantidade de brocas que eu posso utilizar.
Ah, essa aqui nesse ângulo não está batendo.
Eu utilizo a outra, passo para o outro desenho.
Então, a gente cerca o conceito, é o conceito de trabalho.
Exatamente.
Aliás, é um conceito que eu adicionei no meu método, viu, meu querido?
Sabe a dizer isso?
Ou, sabe dizer isso?
Coisa boa, a gente...
A gente...
A gente quer compartilhar, e muita gente vai descobrir
que esse conceito é muito interessante em breve,
que a gente vai vir com novidades bacanas aí no Calega.
Mas é em certeza disso.
Para a gente seguir em frente com a questão mais importante que eu...
Eu estou...
Eu estou saçando aqui querendo saber.
Quando você começou no digital, primeiro, e como que foi a sua resistência?
Se é que existiu uma resistência sua em relação às ferramentas do digital?
Se é que existiu?
Pode ser que não tenha existido algum tipo de resistência,
mas quando é que você começou, Mém?
Bro, assim, a gente já mexe com o digital.
Eu acredito que Paulinho pode me corrigir porque ele está aqui.
Quanto tempo, Paulinho? 9 anos?
Há 9 anos atrás.
9?
8 para 9 anos atrás.
Eu fiz um curso, comprei um scanner de mesa.
A gente comprou um scanner de mesa e fiz um curso com Paulinho.
Paulinho era o professor dessa parte de ensinamentos digitais.
Eu falei, cara, scanner de mesa, não tinha ainda scanner introral no mercado.
A gente digitalizava os modelos, fazia os desenhos e eu falava assim,
meu Deus, quando será que isso vai atingir um nível...
Não que o nível seja ruim, não é isso, mas um nível em que eu possa personalizar estruturas
e pequenas espessuras de cerâmica que eu posso trabalhar.
Porque o que a gente pensa do digital?
Compramos um digital, compramos um scanner, compramos uma fresadora,
vamos apertar um botão e essa fresadora vai cuspir um dentre a 0,2.
Mas por muitos anos foi vendido assim.
Eu caí no conto do Vigário, da superfresadora, que fazia tudo.
Pois é, Mém.
Então a gente vive esse tempo.
E só 8 anos atrás também.
Ao mesmo tempo.
Então, cara, o cara te vende isso, você fala, vou comprar, vou investir 300, 400 mil reais.
Eu quero de volta meu dinheiro na hora, Mém.
Quero falar assim, quero um retorno e um feedback disso.
Só que tem a curva de aprendizado.
Você tem que aprender, você tem que pôr para rodar, você tem que pôr para fazer.
E, cara, não adianta, é operador dependente.
O técnico que é bom de sera, necessariamente não vai ser bom de desenho digital.
São coisas totalmente diferentes.
Brinco sempre quando a gente fala de cursos.
A profissão do futuro é o cara de designer.
O cara que fizer dente 3D bacana na tela do computador,
ele tem que pensar digital, tem que pensar diferente.
Isso foi bom com Paulinho, porque a minha referência de digital para mim hoje é ele.
E ele trabalha aqui no eCAD e faz todos os projetos.
Ele consegue, cara, eu vou mostrar para você.
Você vê, olha que legal aqui, pessoal.
Só para você ver, é um preparo aleatório, não estou julgando preparo.
Tá? Tu falando de coroa.
Mas olha o afastamento que ele faz aqui na gengiva digitalmente.
Sabe o que ele praticamente transforma no troquel?
Muito legal.
Ele faz isso com o programa de computador, cara.
Então, ajuda.
É uma informação no digital que vem sem ruído.
Ela vem limpa.
Então, Scarnio mandou a informação, não tem aquela de vinho.
Ele tem um papelzinho escrito e fala assim, capricha.
Insera e capricha.
Cara, eu já fiz isso na minha vida.
Fiquei 8 anos dentro do exército, escrevendo em papelzinho.
Inserar e caprichar, por favor.
Atenção a gente fez muito isso.
E hoje, com o digital, hoje não dá mais isso.
Hoje a informação vem limpa e a informação tem que ser on time, rápida, né?
Então, assim, dentro do digital, eu tive muito desgosto no começo.
Acho que você teve também, a gente combinou por causa disso, né?
Foi muito desunfar, assim, caramba.
Comprei a scanner, não tô conseguindo fazer.
Ah, vamos desenhar dente.
Primeiro, o dentista quer pensar em desenhar dente.
Fria.
Fria.
Dentista não tem que desenhar dente, cara.
Você não vai deixar o seu tempo de cadeira para desenhar dente.
Aí o dentista pensa assim, ah, vou eliminar o protético da minha vida.
Cara, desculpa, você não vai eliminar o protético da sua vida, cara.
O protético é ser o parceiro, você tá casado com ele e vai morrer com ele, cara.
Entendeu?
Nos dias de hoje, eu digo, até nos dias de hoje.
Então, assim, não é cumprando um scanner, uma Tierside, um sistema...
Tá trabalhando em loco, no meu consultório, que eu vou dar conta de tudo.
Não sou contra, mas eu só acho que não dá conta de tudo.
É minha opinião, né?
Então, a gente vive esse meio, sabe, Raffy?
Me preocupando, aí a gente tem amigos em comum que falam assim, poxa, o Calegaria é o Troublemaker, né?
É o cara que causa problema, causa problema porque eu quero contestar.
Eu quero saber, funciona.
Tá realmente falando o que promete, olha, comprei uma máquina de 200 mil, ela tá me entregando isso.
Essa é a minha contestação maior, sabe?
A gente parou de ser enganado, não é porque eu comprei um scanner de 200 mil,
que eu vou fazer um dente melhor que todo mundo.
Eu falei isso na lábrica, eu já falei, cara.
Exatamente isso.
Pô, a gente tá lá, tu que adianta você ter o scanner mais caro lá, que pá!
Isso não quer dizer nada, isso não quer ser absolutamente nada.
Exatamente.
Mesmo porque, quem faz, isso é batata.
Quem faz o trabalho digital de verdade é o laboratório.
O dentista só escaneia e facilita a moldagem.
Ele não move.
Quem é digital de verdade é o laboratório.
O dentista fala, eu sou digital.
Isso é um discurso que, cara, pra mim não cola.
Porque é o laboratório que tá digitalizado, que faz o desenho, que vai fresac, que vai imprimir.
O dentista tá escaneando e, ok, é digital, mas não precisa gerar uma briga com analógico
e falar que é melhor que analógico, cara.
Porque você tá criando um hiato com quem faz, gerando um desconforto com quem faz moldagem,
que é totalmente desnecessário.
E a gente não pode deixar essas pessoas e ter muitos formadores de opinião que batem nessa tecla.
E às vezes não tem nem a...
Que nem você, você tá em um laboratório agora, você tá dentro de um laboratório de verdade.
Você que conhece de laboratório que entende.
Tem muitos dentistas que têm o scanner e levantam a bandeira do foda digital, fã que em foda,
e não fazem nem ideia de como operar um ex-ocade, por exemplo.
Exatamente.
É isso. Eu acho assim, tudo bem que o dentista não conheça,
mas o principal conhecimento que a gente tem que ter é o seguinte,
um trabalho que se inicia digitalmente, ele tem que terminar digitalmente.
Tá certo?
Um trabalho que se inicia analogicamente, ele pode terminar digitalmente.
É isso que o pessoal não percebe, entendeu?
É isso que tá falando, não é porque eu tô moldando, que eu não posso fazer digital.
Pera, eu posso pegar aquela moldagem e faço uma modela,
escamei o modelo e acabou, projeto digitalmente.
Então, o principal erro de informação, acho que é isso.
Eu não preciso comprar um scanner de 150 mil.
Eu tenho scan service hoje, o paulinho vai, scan service, o cara vai lá.
Ferreira, ferreira, escaneamento.
Ferreira, escaneamento, o paulinho no dk de tem, caramba, meu.
Você liga aqui e fala assim, homem, manda o scanner man,
o scanner man vai pra lá e escanea pra você o trabalho.
Doze escruzeiros e perfeito.
Pois é, eu acho que o paulinho nem cobre o escaneamento
se fizer o trabalho com o laboratório, ele falou isso pra mim.
Tá me negociando aqui.
Pessoal, olha, a gente vai fazer digital paulinho, mano, escanear.
Deixa a ligue do paulinho.
Até me emocionei, até caiu.
Caiu aí, caiu.
Aí, voltou?
Voltou, tá top, tá top.
Até me emocionei.
Ele me deu um chute aqui e eu caí, entendeu, porque ele falou que não pode.
Mas assim, o scanner é de grátis aí.
O scanner é de grátis.
Mas é isso, mano, sabe, a gente fica nesse dilema, cara,
de competir o analógico, o digital, eu faço o sô analógico,
eu faço o digital, velho.
Tudo.
Alá, cara, dá uma espiada aí.
Tá bom, né, nosso aqui?
Seis mil, tá bom demais, hein?
Seis mil e setecentos pessoas.
Tá nóis de parar de falar mentira agora.
Ah, demais.
Obrigado, men, obrigado pelo convite
e tá podendo falar pra esse monte de gente ali que tá escutando.
A gente tá muito demais, né?
Isso, eu continuo convidando a turma aí, pessoal.
Continue fazendo esse trabalho que a gente só tem que agradecer
quanto mais pessoas vocês convidarem, quanto mais pessoas vocês fazerem a gente
com esse cuidado com vocês.
Tão sendo aviãozinho aqui, pessoal.
Continue, que tem mais quase 40 minutos de live aí pra rodar.
Então, ó, pala a máquina aí, vamos que vamos.
Manda bala junto.
Então, é isso que eu vejo, sabe?
As pessoas às vezes acabam se desvirtuando
ou criticando um sistema de trabalho.
O sistema de trabalho no laboratório tem que ser integrado,
seja analógico, seja digital.
Se trabalhar com fresadoras aqui, cara,
uma máquina dessa custa dinheiro, velho.
Não é barato.
E o que eu falo pra técnico em prótese, você tem um laboratório,
você sabe como é que é também aí no instituto.
Você sabe como é que custa.
E o cara investe nisso, ele quer o retorno disso aqui, cara.
Só que o retorno que eu falei pra vocês,
demanda muita curva de aprendizagem.
Demanda horas em...
Demanda pau na placa, demanda quebra de spindle,
coisas que acontecem que, no analógico,
a gente não estava acostumado.
Por que a gente domina o analógico?
Porque a gente sabe todas as variações que podem acontecer.
Você sabe como o material de moldagem se comporta,
você sabe como um gesto se comporta,
você já esgotou a literatura disso
e já esgotou toda a parte científica disso.
Agora, no digital ainda, a gente não sabe
como se comporta uma máquina um bichado dessa,
não que seja ruim, pelo amor de Deus.
Mas a gente não sabe se, por exemplo, o compressor
não injeta a quantidade de ar suficiente
aqui, o que pode acontecer.
Se aquela ponta que fresa, aquela broca que fresa cerâmica,
se ela desgastar, ela pode estourar, não só a broca,
estourar um maquinário que custa 30 mil reais.
Então, isso tudo, essa parte de esclarecimento é necessária.
Eu falo muito e brinco.
Eu acho que é necessário a gente democratizar o digital.
A gente só democratiza o digital, mano,
se a gente der informação.
E veja, informação é uma coisa, formação é outra.
Gosto de separar bem o Scopin e falo muito isso.
Então, você está dando informação,
você tem que situar o dente, você tem que saber como funciona.
Não é necessário mexer num ex-ocário, ok.
Mas eu preciso saber o que é uma máquina,
o que é uma máquina híbrida, uma que é uma máquina seca,
eu comprei uma fresadora, ah, sua fresadora não fresa em mecs.
Caramba, fresa moiada, não fresa em mecs.
Exato, fresa, isso, cara.
Essa informação de base é necessária,
é principalmente para uma molecada que está vindo.
Eu acho que a odontologia digital
já devia ser uma disciplina da odontologia.
A gente está tendo cursos de mestrado de odontologia digital.
É, eu estou fazendo o mestrado.
Então, avançado.
Mas e o acadêmico, menino?
O acadêmico, o cara que, sabe,
te vê todo dia.
Eu tenho que saber como é que funciona.
Essa é a minha humilde opinião, sabe?
Com certeza, eu concordo com tudo isso.
Tanto que eu decidi entrar no mestrado
justamente para estudar mais, porque eu acho que é uma área.
Eu não vejo, eu concordo contigo,
mas eu tenho assim uma opinião que ela...
Não digo uma disciplina, porque
eu talvez considere as disciplinas
uma modalidade da odontologia aplicada.
Mas talvez eu entendi o que você está querendo dizer,
que necessita demais estudo, talvez.
Isso, mano.
Na verdade, é formação para esse público que está vindo.
Uma formação.
Isso, mas o cara tem que sair da faculdade sabendo
sabendo como é que é.
Exato. Eu na minha época, a disciplina avançada
na minha época era enquanto eu não tinha, cara.
Olha, se não for na realidade,
você não acha que daqui a 10 anos,
com certeza, 10 anos, 10 anos é bastante tempo.
10 anos vai mudar muito a realidade,
porque eu acho que 50% do que a gente tem hoje,
possibilidades, isso pelo menos
com quem eu conheço da indústria e as informações
que eu tenho da indústria, isso não sou eu que estou falando
antes que isso vira uma polêmica, mas a gente tem...
Cuidado, né?
Mas pelo menos 50% da classe odontológica
já vai vai ir para o expor de um scanner no constório.
Porque os scanners, ó...
vão baixar.
Muito, muito, muito pela proposta de mercado.
E o scanner vai baixar, então,
vai ficar muito mais acessível do que já está ficando.
Porque hoje eles têm scanners de 70, 70, 80,
não aquilo de 170, 250,
eles têm scanners, tudo bem que são scanners...
Bom, não vou me entrar nesse assunto aí,
mas está ficando cada vez mais acessível.
Vai chegar a 40, vai chegar a 30,
quem sabe a 10, que não sei, cara, até onde que vai...
Ó, até onde os chineses vão fazer isso,
vocês sabem, os chineses...
Daqui a pouco eles produzem um negócio lá muito louco
e jogam o preço lá embaixo, que é sempre assim que acontece,
e acabou, né?
E vira e democratiza logo de uma vez.
E que bom que vai acontecer isso,
porque é isso que a odontologia de fato precisa, né?
Você acha que não.
Cara, eu concordo com tudo que você falou.
Tem que ser um produto...
Compurem.
Compurem, fala.
Talvez 50% do público odontológico
vai ter scanner, eu acho que não.
Mas eu acho que vai ter acesso.
Então assim, centrais de escranhamento,
você liga...
Pede para o scanner, men, vinha aqui fazer o escranhamento para mim?
Funciona.
É isso, eu acho que sim, que vai ser uma necessidade.
Vai sim, imperativo.
Não vai ter jeito.
Ah, eu preciso ter um scanner?
Não, não precisa ter.
Você pode chamar alguém que faça esse escranhamento para você
e ter um fluxo de trabalho caminho, né?
É só essa minha consideração que eu faço.
Que não necessariamente tenhamos que ter um scanner para tal.
É, não.
Concordo com você.
A minha colocação ficou mais bem basada com a sua colocação também.
Eu acho que funciona melhor assim.
Porque eu que ouço na indústria dos contatos que eu tenho e escuro.
Sim.
E justamente por causa disso, né?
No oriente, lá, o pessoal é justamente isso.
A gente tem uma competitividade muito grande no mercado e eles estão cada vez mais,
os scanners, principalmente chineses, estão vindo com um preço assim que você olha e
você fala, cara, isso é muito tentador.
Mas também tem que ficar um pouco esperto assim.
É, o scanner é igual, vamos dizer assim, carro, né?
É, você tem, você tem, você tem um Hyundai, você tem um Mercedes, você tem a Ferrari,
você tem o Lamborghini, né?
Então, mas é aquilo, você tem que saber dirigir também.
Você tem que, adianta você pôr um piloto que não sabe dirigir um Ferrari, num Ferrari,
né?
Ou você pôr um super piloto, se você pôr um super piloto num carro que não tem um motor
muito forte, o que adianta?
Vai dar bom.
Então, assim, são muitas, né?
É bilateral aí a coisa.
Então, eu acho que tudo dá certo.
Eu acho que só tem que ter boa vontade de trabalhar com a ferramenta.
Eu acho que é uma curva de aprendizado foda.
Eu já passei por muitos erros.
Tive erros assim que custaram a minha, não vou falar a palavra, mas eu tive assim,
quis fazer o caso de um dia pro outro, já passei na mão de até celebridade que eu falei,
vou fazer, cara, não dominava a ferramenta, foi lá no lando no comê, tudo saiu assim,
foi o maior catáspora imaginável possível de um caso feito no digital.
O que acontece?
Tava com o ceramista, terrível, não tinha conhecimento da sistema cádica,
eu queria inventar eu de fazer tudo, né?
Sem acesso à informação, não tinha o cadista que eu tô hoje, que é um fenômeno.
Então, assim, vocês entenderem, é uma curva de aprendizado muito grande.
Se você pegar, por exemplo, qualquer bam-bam-bam da doutorologia hoje,
joga um ceramista, treche na mão dele, joga um cadista, treche na mão dele,
fala assim, amigo, executa esse caso, não vai sair, não sai.
Arrebenta o cara, por mais que ele prepare muito bem, por mais que ele faça qualquer coisa,
arrebenta o cara, ah, mas a gente cai, por quê?
Fez espaçamento demais, aliviou demais a restauração, cara, não sai,
não adianta nada ser excelente de a gente trabalhar com técnicos terríveis, não adianta.
Então, pessoal, a experiência vai dando cada vez mais corpo pra gente conversar
em se falar além do dia a dia.
Mas já que a gente vai falar de dia a dia, mãe, o que você acha que a necessidade,
no dia a dia clínico, a necessidade de mudanças que a gente tem o preparo do analógio, né?
É um tipo de preparo.
Bem conservador, isso a gente falando isoladamente de, vamos falar de iluminado cerânicos,
hoje é onde a gente mais vê, é o que mais se fala, o que mais nota salas de Congresso,
é o que tá nas redes sociais aí espalhados, o que no dia a dia clínico você sente que
você precisou e eu também precisei, e muita gente precisaram,
isso não vem no manual, não vem na boa escândera, não vem, não vem.
E isso a gente passou no Ia Gerenolio, que são necessidades que existem,
porque existe uma adaptação da preparação pra que dê muito certo no digital,
pra que dê tão bem, pra que dê bom, tanto quanto dá no analógio.
E esse foi o meu erro quando eu fui fazer o caso dessa moça,
que eu falei, vou fazer no digital?
E eu não tinha praticamente conhecimento algum e eu fui querer fazer tudo.
E aí deu uma catástrofe.
Então, qual que é a grande sacada que você vê de necessidade de mudança de preparo
pra se fazer no digital, que não se compara ao analógio?
Ou melhor, que você vê a mudança aí, qual que é a transição?
E se é que isso hoje tem validade e tem, claro, mas eu queria a sua opinião,
que você compartilhe do seu conhecimento, que isso me interessa até ouvir,
a sua opinião em relação ao preparo minimamente,
ou suficientemente invasivo, pra eliminar dos cerâmicos,
aonde a gente vai moldar, independente da forma que a gente vai realizar o caso,
seja de técnica de extratificação, seja de maquiato,
ou seja, qualquer técnica, mas seja moldada.
E a técnica de digital?
Bem, assim, vamos lá. Eu acho que o principal conceito que a gente tem que ter,
independente se for analógico, se for digital, tá?
Eu acho que é a adoção de protocolos.
A gente não adota protocolos de trabalho.
Quando a gente tem que os sumir da curso, a gente tem o curso,
a gente se baseou tudo num protocolo de execução, seja analógico, ou seja digital.
O primeiro ponto que eu coloco como dica, como informação pra todos,
é a adoção de protocolos de trabalho.
Vamos lá, a gente já estabeleceu critérios de preparo com o kit, o I.O.,
que você tem uma sequência toda de preparo.
No digital, o que a gente precisa?
A gente precisa de uma marcação maior de término.
Muita mil pessoas, batendo quase 9 mil. Desculpa te contar.
Imagina, bom de lá.
Excelente, bom de lá.
Então, assim, é uma marcação maior do término, tá certo?
Eu tenho que ter uma marcação, uma delimitação melhor do término.
Aí, vamos pensar assim, você vai marcar como, você vai desgastar, mas não, necessariamente.
Eu vou fazer uma marcação.
Ponto 2, preparos subgengivais, tá certo?
Então, vamos falar assim, ah, eu nunca preparo o subgengival.
Mentira, bro, mentira, porque você sabe que não é essa realidade.
A gente toca na gengiva, a gente entra um milímetro na gengiva, sim.
Qual que é a grande diferença?
Por exemplo, o scanner, ele é um, vamos supor que ele,
vamos falar que ele é uma máquina fotográfica.
Então, você entrou um pouquinho lá na gengiva, fez o teu preparo e vai escanear.
Se essa gengiva ela cobrir o término do preparo, você não consegue ler nada,
porque a luz não entra, certo?
O material de moldagem, o material de moldagem, o que que ele faz?
Ele funciona como um propulsor, ele afasta por pressão, tixotropia.
Tixotropia é um fenômeno que você pressiona o material e ele escoa.
Então, eu vou pressionar o material de moldagem e ele vai escoar e vai penetrar.
Então, eu já tenho teoricamente um afastamento, tá?
A técnica de afastamento, para analógico.
A gente pode usar até um fio, tá certo?
E uma pasta conjunto.
Normalmente, é o que a gente conduz.
No digital, obrigatoriamente, eu preciso ter dois fios.
Eu tenho que fazer a técnica de duplo fio.
Um para afastar, é verticalmente, outro para afastar horizontalmente.
Porque a luz tem que penetrar, a luz tem que chegar no término.
Teria um de resseração ou de deflexão, né?
Mais ou menos isso, exatamente. Então, assim, afastamento vertical e horizontal.
O primeiro fio que você insere para uma moldagem digital,
ele tem que ser menos calibroso, um fio 3.0, que você vai inserir verticalmente.
E o segundo fio pode ser um fio mais calibroso, que você vai inserir só até a metade dele.
Você insere até a metade para ter esse afastamento horizontal, tá certo?
Porque na hora que você for escanear, você vai fazer a remoção desse fio.
E existem, obviamente, sequências de escaneamento que você pode travar
ou delimitar a ser escaneada, congelar, remover e rescanear.
Então, como a gente fala, o digital, ele é automático.
Ele é, pá, é o var da odontologia.
Tá lá, mais uma frase do Scopin.
É o var da odontologia, te dá imediatamente aquele resultado.
No analógico, você tem que esperar o quê?
Você tem que esperar um modelo de gesso tomar presa.
Você só vai conseguir avaliar aquele preparo depois que o modelo de gesso tá pronto.
Isso vai no mínimo 4 ou 5 horas, cara.
Então, outra, a tua conexão com o caso já se foi, depois de 4 ou 5 horas.
Você com escânera na hora retoca aqui, redonda aqui, uma marcação mais evidente.
Porque o escâner precisa ler.
Ele precisa ter penetração de luz para executar essa leitura.
Tá certo?
Áreas bem definidas, áreas bem demarcadas com limitação inteproximal.
Porque o escâner vai ler se ele não conseguir chegar à luz e não ler,
emenda a imagem.
Então, aquele...
Olha que emenda de verdade, hein?
Emenda fica uma piada.
É só você pegar um caso, não precisa nem fazer preparação.
Pegue um caso, eu aconselho a todos que gostam de mexer com o escâner.
Pegue um caso de um paciente com Black Space.
Paciente com Black Space, só isso.
Não precisa ter preparo, não precisa ter nada.
Um paciente que tem o Black Space.
Faça o escaneamento.
Você vai ver que imprimiu o modelo.
Aquilo Black Space, ele se funde com tudo.
Então, essa dominação que a gente está tendo agora com a tecnologia,
eu acho que o maior calcanhar de aqueles que a gente está agora desbravando,
no meu entender isso, é pessoal, é a impressão.
Porque a impressão depende de resina, de curar.
Ainda tem umas imitaçõeszinhas, você não concorda comigo?
Concordo super, vamos.
Ainda tem umas imitaçõeszinhas.
Super.
Por exemplo, eu ainda acho, não sei, mas eu ainda acho, por exemplo,
dar minha opinião, pode ser que muita gente não concorde, não concorde, mas assim.
Eu estou preferindo trabalhar com modelos de Geller digital,
do que trabalhar com modelo rígido, isso para acabamento de término e para poder...
Porque antes a gente fazia o quê?
A gente usava o modelo, a gente fazia o...
Vamos trabalhar, por exemplo, estou trabalhando na plataforma do Giroform,
para quem não sabe o sistema de posicionamento de troquéis.
Aí você faz o modelo rígido depois, para fazer o posicionamento.
Já no de Geller, você não tem nessa necessidade, você pode fazer isso tudo,
já no único modelo.
Só que pro digital, quando você faz o modelo rígido,
é isso que você falou, ele vai unir.
Se você, às vezes, comer o bola e não romper um ponto de contato com precisão,
de uma forma maior, por exemplo, até o rompimento do ponto de contato,
dos modelos, dos dentses, você prepara.
Pro digital tem que ser um pouquinho mais calibrado,
porque senão une mesmo e dança todo o trabalho.
O teu raciocínio, agora na minha opinião, está correto,
com uma ressalva na minha opinião.
Modelos digitais, eu acho que o Geller digital ainda tem um gapzinho de adaptação nesse sentido.
Vamos falar, cérbico oclusal, ou inciso oclusal.
Eu prefiro, trabalho com Paulinho, como é que a gente faz?
A gente faz o modelo rígido digital, está certo, e imprime a parte os troquéis.
A gente faz isso também, mas tem casos específicos que só dá certo no Geller.
Eu acho que a manobra de você fazer um Geller digital,
ela é difícil e precisa de muita, muita habilidade.
E eu encontro, às vezes, desadaptação nesse sentido, sabe, mãe?
No sentido proximal da coisa.
Então, o que a gente prefere?
Os parâmetros tem que estar muito bem, muito redondinho, para não ter joguinho.
Aí o Paulinho, ele faz aquele modelo rígido com aquele afastamento, está certo?
Esse afastamento é show.
Show, faz um afastamento e imprime a parte.
Já fala com o Paulinho, não vai ser coisa.
Aí que acontece?
Você faz a impressão dos troquéis separados, e você checa a adaptação dele separado,
depois no rígido com esse afastamento que o Paulinho faz, cabe certinho.
Você falou, procede.
E o proximal é ferro, entendeu? É bem difícil.
Então, aí cabe o cuidado.
O que eu acho? Para casos de pequenas espessuras, o digital ainda não chega.
Em opinião.
Eu compordo, assim embaixo, completamente, para casos em que você quer trabalhar o mínimo do mínimo,
do mínimo, do mínimo, é aquela...
Quando a gente entra assim, vai dar bem seu final e fala, é esse.
Cara, aí você...
Eu acho que para pequenas espessuras não dá ainda.
Para uma série de fatores que a gente já conversou, você pensar em digital e enfrezar pequenas espessuras.
A adaptação não vai ser a mesma.
Não vai ser.
Tudo, eu acho, se fragmenta para pequenas espessuras.
Mas não impede que eu faça no digital uma espessura maior.
Uma adaptação.
E acaba na mão.
Exato, e acaba na mão, exatamente.
A fresadora vai entregar ali, já vi cadistas que tiram 0,2, ali, mas...
Qual também a necessidade de fazer isso?
Exato.
Vai 0,4, come na mão, e tira na mão.
É isso, é isso.
Filosofia de digital.
Outra filosofia de digital que eu penso, Rafa, é o seguinte.
A gente está vivendo o meio que tudo é digital, tudo é digital, então as peças têm que ser...
Vamos lá, as peças têm que ser fresadas.
As peças têm que ser fresadas, numa estrutura dessa, em um frame, eu tenho dois imex fresados aqui.
Você imagina que um bloco, um bloquinho desse aqui, um bloquinho desse, custa R$140, R$120, tá certo?
R$120, um bloco de um dente.
Um dente.
Um dente.
Uma pastilha, um tubete de pastilha, com cinco pastilhas que você faz 60, 70 lentes, 70 lentes,
até mais, uma pastilha faz 12 lentes, 10 lentes, 15 lentes.
Faz 10 lentes, 6 a 10 lentes, dependendo da espessura.
Dependendo da espessura.
Fininho, é o preço de um bloco.
E tem uma coisa, isso da Vimorita assinou e assinou, não sei se ficou gravado na live, da Vimorita assinou.
A adaptação que a gente consegue com o retoque de cera, não é a mesma que a gente tem dos blocos.
E a gente vai pesquisar e vai a fundo para ver isso.
Não sei se isso...
Fira a sua filha.
A mesma adaptação da técnica de cera, porque a cera, ele deu a justificativa dele, que foi muito pertinente,
eu não vou ficar voltando nesse ponto, porque já passou a live, mas não é a mesma adaptação, nem do fresado direto no bloco.
É, assim, agora isso me causa até uma estranheza e vou querer estudar, porque teoricamente o princípio do digital
seria que o que for fresado está muito mais bem adaptado do que a cera.
Porque a cera é um processo.
Então, para mim isso é uma novidade, porque você vai fazer um processo, você vai esquentar aquela cera, ela vai ver...
Seu, seu, ele tem que ser, foi isso, foi isso mesmo, hein.
Rapaz, é para mim uma super novidade.
Eu, pelo que eu vejo na literatura, a adaptação de blocos fresados é superior aos blocos injetados, que é aquela cera...
Não, não.
É injetado, entendeu?
Então, você vai injetar, você vai fazer cera, imprimir a cera, aplicar a cera, vai derreter aquilo no calor,
vai evaporar a cera e vai entrar uma cerâmica por injeção, por pressão e calor.
Então, eu entendo que talvez essa situação me dê mais variáveis para uma possível desadaptação.
Tudo bem que no final ele chegar na broquinha, achou de bola.
Tem vários padeiros, como a gente fala, como Morita, Massaro, Murilo, todos aí, o Batistella, o grande Careca,
porque eu adoro de paixão, que está lá em Beverly Hills.
Então, assim, todos esses caras, eles têm uma habilidade única e ímpar para fazer essa adaptação.
Cara, mas eu entendo que a máquina, para mim, ela teria que ser imperativa nisso, ela teria que te dar melhor a adaptação.
Só que ela requer, como eu falei, uma espessura maior, teoricamente, um desgaste maior que lógico, é baseado em protocolos de trabalho.
Tudo baseado no resultado final, né?
E quando eu ouvi isso daí, eu fiquei assim, falei, porra, mas tudo que eu ouvi, está diferente.
Vamos estudar, vamos estudar, vamos atrás disso aí, porque ele levantou alerta aqui.
Mas falando de digital novamente e mais uma vez no assunto que, cara, é polêmico também.
Vai, manda.
Vamos tentar ir na manhã.
Tem uma briga aí, cara, hoje, né? Você sabe que tem.
Briga? Cara, eu não entendo.
Não, não, não, não entendo.
É da galera que digital, analógico, queria ver como você, porque, cara, isso não incomoda, não incomoda, assim.
Da verdade, eu não estou muito aí para essas rodas, diz um zoom, zoom, adontológico.
Na verdade, eu sigo minha vida, trabalho lá, ganho um beirinho, corpo na vida.
Mas eu fico sabendo e eu acho que é desnecessário, porque acaba jogando merda literalmente na cabeça de quem está chegando.
Eu fico preocupado, porque são formadores de opinião, são senhores barbados de cabelo branco, que fazem esse tipo de...
Sim, exato. Não foi uma pireta.
Vou pintar meu cabelo.
São senhores já, né, que geram um certo tipo de desconforto para quem está no analógico e quem está no digital se coloca como Deus.
Agora, gostaria que deixar claro aqui que minha opinião não é comum dessa opinião.
Eu gostaria de saber como você enxerga essa treta entre sou digital e sou analógico.
Como você enxerga essa... Agora eu só faço digital porque o analógico é ultrapassado, ou já ouvindo...
Eu já ouvi uma palestra de um exíneo clínico, hein, é um puta do clínico.
A metodologia de trabalho, falou do handmade, já virou... Já está... Já como é que era? Virou arcaica.
Nossa, nossa.
Olha, e o cara está em todas, hein.
Cara, difícil ouvir isso, né?
Na verdade...
Não sei se é porque agora ele está sendo bancado por uma empresa de scanners, como tem muito...
Como que a coma acontece.
Mas falar um negócio desse num congresso para, sei lá, quantas mil pessoas...
Cara, é...
Qual é?
Então, qual que é a sua opinião em cima...
Não dessa colocação que eu fiz, mas foi lamentável essa...
Essa colocação e eu descobri que existe realmente um atrito aí.
Então...
Como você enxerga isso, man? Você acha que isso é positivo? Você acha que isso atrapalha pra caramba?
Como eu acho? Porque eu acho que isso só fode com a cabeça de todos os jovens que estão chegando.
Que, pessoal, já chega... Já sai da faculdade achando que não tem que aprender a mal, né?
Que fazer cavidade para preparação já... Muito pelo contrário.
Você vai aprender os princípios de uma prepara de cavidade ali.
Então, se você já está na internet, hoje a internet é o veículo de expansão para tudo.
Você vê um formador de opinião num nível técnico desse cidadão aí, que agora vai saber que fui eu que toquei o nome dele, toquei o terror aqui no Instagram,
mas eu não devo nada para ninguém.
E... Mas eu achei muito feio falar que a ontologia analógica é uma ontologia arcaica e eu preciso me posicionar sim, que esse foi dito em um congresso.
E como que... Como que você enxerga essa briga, né?
Cara, assim, eu nem se fiz a colocação do ilustre palestrante aí do professor.
Eu discordo veimentemente dele.
Eu não acho que o que é analógico é arcaico, de maneira nenhuma.
Eu acho que essas duas forças não é analógico e...
Analógico contra digital.
É analógico e digital, principalmente porque o digital é operador dependente.
Então, eu acho que são linhas diferentes.
Existem aqueles que caminham mais para a linha analógica, para o handmade.
Tem aqueles que caminham mais para a linha digital.
Agora, se você é bancado por uma empresa e vai defender porque a empresa te banca, eu acho isso um crime,
porque a autologia acaba virando interesses e vaidades.
Se você me paga, eu falo bem de você.
Se você não me paga, eu falo mal.
Eu acho isso um...
Em muito danoio, hein?
Absurdamente ridículo isso.
Eu acho assim, a gente tem que se adaptar às nossas necessidades.
Você pega um pessoal, por exemplo, que mais nordeste, mais pro lojínco,
o cara vai querer ele ter o laboratório na mão dele.
Porque se ele mandar para São Paulo, demora 4, 5, 6 dias, meses, para voltar no trabalho.
Então, o digital te possibilita essa conexão mais rápida.
Agora, não é porque te possibilita uma conexão mais rápida,
que o que você faz a um homem de 10, 20 anos que é arcaico, de maneira nenhuma.
As vezes, como a gente fala aqui...
Como a gente falou para específico casos, o digital não funciona.
Exatamente.
O analógico ainda é o canhão.
A simplicidade é o ápice da sofisticação, cara.
Existem técnicas, métodos de trabalho, e cada um que segue o seu tem espaço para todo mundo.
Mas não critica o jardim.
O louco, men.
Tá tudo bem?
Vou para cair de novo.
Vou para.
Eu achei que você tinha tomado um rolo aí.
Não, o Paulinho, cara.
O Paulinho me chutou aqui porque ele está falando assim,
só pode falar bem muito digital.
E susto, véio.
Eu achei que você tinha caído na cadeira, pô.
O Paulinho me chutou agora, porque eu falei que o escarnamento é de graça, entendeu?
Mas, assim, eu acho assim, não tem espaço.
Ah, e os que a gente fala de sorteio da live, vai ter sorteio do monjaleco da Monicloto,
e um kit da KG.
E a gente pode sortear um escarnamento do seu aí?
Paulinho autorizou.
Vamos sortear.
São Paulo, né? São Paulo.
São Paulo.
São Paulo.
São Paulo.
Tá autorizado aqui, ó, pelo Ecade.
Ó, o Paulinho está aqui, ó.
Ó, o Paulinho.
Ó, o Paulinho.
Olha lá, Paulinho.
Olha, ó.
É isso, véio.
Boa, boa.
E, cara, a gente falou desses pontos maravilhosos, acho que é isso.
Acho que a gente tem que dar a mesma nossa opinião, principalmente nesse sentido,
porque nós fazemos digital, fazemos também a analogia, por exemplo.
Eu já estou no segundo escâner, indo para o terceiro no IGP,
e mesmo assim, não dou conta de fazer tudo no digital.
Se pudesse faria, mas tem coisas que eu tenho que fazer no analógico,
e faço com o meu prazer, amo fazer,
e os pacientes entendem que é necessário,
e tem que fazer, gente, não é?
Cara, é uma ferramenta maravilhosa.
Então pare de cair nesses papos de palestra,
que nunca... que cai com nada, muito pelo contrário.
O que mudou na sua vida, véio?
Agora, voltando para o digital, a parte boa do digital,
que tem um lado maravilhoso também,
de estado do digital.
O que mudou para você quando você migrou para a plataforma do digital?
Tempo, facilidade, otimizou a comunicação com o paciente, planejamento palucano,
falou para mim que uma coisa muito interessante no sentido de...
Antes você não conseguia mensurar a importância de ter o paciente ali,
para estudar o caso materializado.
Você tinha ali o modelinho, a fotografia,
mas hoje, por exemplo, a gente tem ali o scanner de face,
não só o scanner de boca,
mas se escanear a face, você tem o scanner convencional.
Então você tem o paciente de forma digital,
você manipula o paciente,
você está no tratamento de uma outra forma,
aí você consegue visualizar o tratamento de outra forma.
Então tem algumas vantagens também de planejamento, de visualização.
Você pode fazer isso no digital, no analógico também,
fotografando, fazendo ali um projeto de traçando linhas,
do sorriso para facilitar a vida do laboratório.
Então existe aquela história que eu falei,
você tem lá na China o Hyundai, você tem a Ferrari lá na Calha,
mas não adianta nada você por um péssimo piloto,
para pilotar um Ferrari e colocar um excelente piloto em um Hyundai,
por exemplo, o excelente piloto vai dar um pau no outro cara.
Então é a mesma coisa no digital, você pode por um...
Qualquer pessoa que não domine a ferramenta,
colocar ela com os excelentes gana, as suizadoras,
vai dar ruim, como deu ruim para mim,
quando eu comecei com as suizadoras da MAN, com as impressoras,
eu não sabia fazer absolutamente nada.
Eu fui fazer uma pessoa que complicou tudo,
e cara, errei, e acontece, todo mundo é, faz parte.
Mas o que mudou na sua vida quando você começou a fazer o digital?
Eu concordo aí com o que você falou do professor Paulo Cano,
eu acho que com o digital você tem o paciente disponível o tempo inteiro,
com os recursos que você tem.
Mas para mim, na minha vivência, na nossa vivência clínica,
o que mais mudou foi a eliminação de ruído.
É uma informação limpa e retilínea.
Não tem mais essa do técnico falar, escreveu na caixinha,
não entendiu o que você falou.
Hoje é na hora, preparo na tela,
você manda via e-mail para o seu laboratório,
e o cara não tem o que falar de não entender.
Ah, não dá. Então, o tripé de uma reabilitação,
você colher informações, é diagnóstico, planejamento e comunicação.
Onde falha 90% na comunicação?
Com o digital, a comunicação, ela praticamente neutraliza no zero a zero,
porque todas as informações chegam.
Mudou muito minha vida porque não dá mais, você fala,
vamos esperar o GES, o CK, vamos esperar para ver o modelinho, não,
é na hora.
E outra, quando você liga para o laboratório para xingar o seu técnico,
que a gente brinca, que é tudo parceiro, não é inimigo,
mas a gente liga para o laboratório,
fala, lembra desse caso que você me mandou, o cara vai falar para você,
lembro, claro que eu lembro, lembra nada, ele não lembra.
Então, tudo isso no digital, isso há um globamento
que fica muito mais fácil essa comunicação on time.
Exato, cara, é fantástico, porque você tem tudo em tempo real,
eu comentei outro dia, a gente estava no road trip da Trixie com o Marcinho Cestrino,
e ele comentou isso, ele recebe, isso eu não sabia que era possível,
mas pelo comunique do TRIOS, você recebe, em tempo real,
o escrelhamento do confusório, o laboratório recebe.
Aí o técnico que já consegue visualizar na tela dele, no template dele,
ele consegue falar, doutor, aqui está retentivo, aqui você vai tirar um pouquinho,
essa terminação não conseguiu enxergar, coloca mais um fiozinho,
então é uma mão na roda para isso, mas é que tem que saber trabalhar,
tem que saber como se portar com essa ferramenta,
não adianta nada você ter um ferrar e não saber...
Você vê hoje, só eu te cortando, você vê hoje por exemplo,
se eu não me engano, aí o Herbert me corrige, aí o VoClar lançou uma série de fresadoras novas,
PM1, PM5, PM7, a PM1 é uma fresadora, plug and play,
é um baú que qualquer dentista pode ter, é ligar na tomada,
se liga na tomada desenha o dente e aquele dente sai na hora,
cara, se você tem um técnico bom, um elemento fresado, fica a coisa mais linda do mundo,
e vai ter alcance de qualquer um, uma fresadora pequeninha que você pode ligar no teu consultório e fazer,
quer dizer, depende do veículo de cada um, você tem um laboratório de super alto porte,
talvez a PM1, para você nunca se encaixaria, porque você tem um fluxo de dentes grandes,
mas um dentista que trabalha no Nordeste, no Sul, no Sul-Deste, em Loujinko,
o cara tem uma fresadorinha bauzinha assim, uma gracinha,
e tem uma qualidade ímpar de fresagem, que hoje já até mudou o sistema de fresagem dela,
vocês vão poder ter chance de ver, a gente vai poder conversar num futuro a respeito,
que melhorou muito, muito, muita qualidade, então assim, tudo depende da conveniência e da necessidade de cada um,
não é só, sou digital porque quero ser digital, usar bandeira digital,
e outra coisa que eu deixo assim, para colocar para você, não existe 100% digital, ainda,
vai existir, mas não existe.
Talvez quando tivermos impressão, de ser...
Talvez, talvez, talvez, eu acho, porque isso aqui ainda vai para o forno,
só que saiu da fresadora, olha a corzinha dele,
o técnico tem que dar acabamento, tem que dar e vai para o forno,
textura de ver... assim, textura bacana, bacaninha, tem textura que não é tão bacaninha,
mas textura bacaninha legal do maquiato, bacana, ainda precisa do toque do cara, precisa,
para ficar legal, é claro que é pouquinho, não tem...
uma bacaninha mesmo, aquele dente agressivo, personalidade, sanguíneo, né, como você gosta,
é um negócio da né, que tem que passar na mão do técnico, e para a própria maquiagem,
mas com a impressão, eu ainda acho que vai pintar aí a impressão,
ainda em breve, da composição de cores ali, e ainda a gente vai penar na stratificação,
ou perdão, na composição das incisais, mas vai ser assim, vai ser uma coisa meio limitada,
talvez no começo, mas eu acredito que vai rolar assim, cara.
Eu acho que, e com a evolução das cerâmicas, você tem hoje os blocos multi, multi layers,
são vários caras, a coisa vai facilitar muito a vida, mas precisa dominar, como tudo, né?
Como tudo, não adianta nada, não ter.
Então quase chegando no final, vamos logo para a última questão aqui, olha só, futuro da ontologia digital,
para onde vai a ontologia digital? Já que a gente falou de impressão do cerâmico,
acho que a gente já respondeu à pergunta.
Cara, eu acho que você falou tudo, eu acho que é a impressão do cerâmico,
eu acho que eu acrescentaria isso a inserção da inteligência artificial na ontologia.
Exato.
Eu acho que a hora que a inteligência artificial começar a juntar logarítmos de formato de preparo,
de isso, de cor, a coisa vai melhorar cada vez mais, mas por enquanto é operador dependente,
mas eu acho que o futuro é muito, muito lindo, a gente tem uma evolução absurdamente grande,
está correndo, a ontologia não para, e eu vou usar uma frase de um grande amigo meu, o Herbert,
ele fala que a ontologia, o sucesso na ontologia é feita com as mãos, não tem outro jeito.
Com certeza, para, com certeza, está se em baixo o que está falando, foda, muito foda.
É isso, entendeu? Então, para quem trabalha, o que vai chegar ao digital,
eu acho que o céu é o limite, não tem fronteiras para o digital, não tem,
é o analógico que já chegou no limite, isso eu posso garantir na minha opinião,
mas o digital, a gente está começando ainda, a gente está engatinhando.
Engatinhando, cara, por isso que eu, porra, eu acredito que tem muito estudo ainda,
por isso que eu tenho essa questão de abraçar esse projeto da Mandí que é o primeiro mestrado de ontologia digital do Brasil,
e talvez do mundo, e as palavras do meu orientador, Wagner, aliás abraça aí, Valinão,
que é um grupo de estudos, tem muitos formadores de opinião lá, tem várias feras do digital,
e é mais um grupo de estudos de colegas que vão dar a sua opinião, a sua metodologia de trabalho,
e cada um está fazendo o digital de um jeito nos laboratórios, você viu como é o nome dele mesmo, aí, André?
O quem? O Paulinho?
Paulinho, isso, esse apostamento que o Paulinho fez achei 10, achei legal, vou querer entender mais como isso é trabalhado,
e cada um vai passando um pouco do seu conhecimento, e a gente vai aprendendo cada vez mais a trabalhar com essa ferramenta
e entregar sempre de uma forma melhor, porque é aquilo, falar que você quer digital, mas só porque está escaneando,
porque não é bem por aí, eu acho que tem que ir além, entender?
Porque senão, é como eu vejo muita gente que por aí que fala muita coisa, que a gente não vai comentar aqui,
porque senão vai gerar polêmica, e a gente não quer fazer polêmica muito pelo contrário,
porque nós estamos no grupo de paz, de amor e emoções, eu só acho que uma coisa, aqui assim, o digital para a odontologia hoje
está representando a mesma mudança que o ataque ácido de Bonocóli, quando mudou a odontologia para a adesão,
eu acho que hoje nós estamos vivendo essa segunda fase, que lógico, não tem nada a ver com a adesão, mas é a odontologia digital,
eu acho que o primeiro grande rampante de virada de ontologia foi a adesão saindo daqueles conceitos mais geométricos,
acreditando mais na adesão, e hoje eu acho que acreditando mais no digital, essa é a última mensagem que eu deixo como opinião minha.
Exato, saindo daquela coisa mesmo, quebrando conceitos de limburguiãs, de desgaste extraplesiodais,
onde você depende de retenção mecânica para a polêmica prótesa, e saindo dessa linha para ir para uma odontologia adesiva,
que muita gente às vezes confunde técnica de lente de contato, e faz aqueles preparinhos de dentinho de tubarão,
que você fica olhando e você fala, cara, que porra é essa?
Pra que isso?
Porque, não precisa disso, é só desgastar um pouquinho, que vai colar e vai ficar tão duro e tão rígido, tão firme quanto.
Mas isso é uma outra questão, acho que a gente tem outras lives para fazer.
9.500 pessoas até o final, puta, que vida, mijo.
Acho que a manhã é a que mais bombou, de todas, viu?
Nossa, senhora.
Sensacional.
Turma, muito obrigado, foi 10, cara, legal.
Porra, foda demais, ter você com a gente, estou feliz demais.
Turma, obrigado por ter identificado até o final, a gente se trapolou o tempo de live, espero que dê para subir na IGTV,
eu acho que vai dar.
E é isso, ter sua fila tem mais, mais um convidado top, e é isso, galera.
Meu irmão, estamos juntos, valeu.
Obrigado pessoal, obrigado por acompanhar a gente, valeu, estamos juntos.
Beijão, tudo.
Valeu, velhão.
Estamos juntos, valeu, boa noite.
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