Transcrição completa do vídeo
Fala turma boa noite boa noite boa noite estamos ao vivo olha só todo mundo chegando aí uma grande turma nessa terça-feira é isso aí vamos lá pessoal
Transcrição na íntegra
Fala turma boa noite boa noite boa noite estamos ao vivo olha só todo mundo chegando aí
uma grande turma nessa terça-feira é isso aí vamos lá pessoal dos VIPs só pra gente recapitular
essa semana a gente tá muito feliz que nós estamos atingindo no grupo dos VIPs uma média aí de pelo
todos que eu ver aqui pegar o balanço já são mais ou menos é 4 mil 4 mil inscritos no grupo dos
VIPs a gente tá muito feliz com o resultado só tem que agradecer vocês agradecer o pessoal que
entra aqui nas lives que compartilha o nosso conteúdo aí pela pela instagram fico muito
muito obrigado a todos os dois com todo esse resultado obrigado aí todo mundo deixa eu ver se
o Davison já entrou já davisão muito bem muito bem muito bem aguardando o Davison
e aí e aí e aí e aí e aí e aí tudo bem boa noite boa noite pra você também obrigado aí pelo
convite e tá me ouvindo bem aí tá tudo ok maravilhoso tá tudo bom então tá bom cara e aí
tamo aí cara tamo junto mais uma vez aí numa missão você feliz pacas deixa eu deixar fazer
pronto agora o rafa é isso é aí aí e aí o cara que legal fiquei muito feliz pelo convite obrigado
tem acompanhado aí suas lives e sensacional como sempre pra mim é um privilégio tá aqui com você
e poder dividir nosso tempo juntos com tanta gente.
Lógico que o Ibope não tem condições de competir com os meus amigos
que vão aí porque os caras são muito mais conhecidos que eu.
Lógico, todo número que nós tivemos aí hoje com certeza é por sua culpa.
Fiz um máximo aí para divulgar para os meus seguidores.
E espero que a maioria deles tenha aceitado o convite para estar aqui com a gente hoje.
E vamos dividir juntos aí com o nosso público o máximo de informação que a gente poder nesse período.
Cara, obrigado mesmo e tempo é nosso, vamos lá.
Tem que ser nosso, muito bom, meu irmão.
Fico bom, eu tenho que te agradecer também por essa oportunidade de você disponibilizar seu tempo
para estar aqui com a gente nessa live que vai ser mais um bate-papo,
mais uma troca de conhecimento que, cara, a gente vai ter pelo menos um horinho aí
para a gente trocar essas informações.
Mas antes da visão, vamos fazer o nosso ritual de toda a live.
A gente está fazendo um aquecimento que eu sempre agradeço para o pessoal fazer esse convite.
Tem um aviãozinho aqui, pessoal, aqui embaixo, esse aviãozinho.
Ó, o aviãozinho, o aviãozinho.
Pega o aviãozinho, pessoal, clica no aviãozinho e convida.
Quem você achar que poderia gostar de entender, de ver esse conteúdo,
vamos te conhecer a nossa filosofia de trabalho, o que a gente vai falar,
o que a gente vai abordar hoje para esse assunto bem legal.
Então, clica lá no aviãozinho, convida aí um grupo de amigos, convida colegas,
ajuda a gente a transmitir essa informação, levar essa informação para mais gente.
Por favor aí a gente pede para você fazer esse trabalho de furimiguinha.
É isso aí, meu irmãozão, vamos que vamos trabalhando aí em pró da...
Eu trabalho aí com a autologia, com força.
Então, pessoal, vamos lá, vamos começar a fazer esse trabalho aí juntos.
Convida aí quem vocês puderem para a gente poder começar com força total e aquecendo.
Esse momento é super importante para a live, tomar corpo, tomar forma,
para a gente conseguir mais engajamento aqui,
para a gente ter essa visibilidade que a gente tanto necessita,
para dar esse sentido para que a gente consiga e atingir o máximo de pessoas possíveis,
que é isso, a gente quer levar mensagem.
E hoje eu trouxe esse cara aqui, que é fantástico, que é um cara fora da curva,
que é alias, alias, cara.
Você lembra como a gente se conheceu?
Foi na PDESP.
Foi na PDESP, exato, eu fui fazer um curso de metologia, lembra?
Muito de metologia, cara.
Olha isso, eu acho que eu tinha 20 ou 21 anos.
Olha o que que eu estava fazendo na PDESP, atrás de curso de aprendendo técnica de ser perdido para fazer.
Eu lembro de nossa cara, lembra disso aí?
Sim, porque foi assim, cara.
Se não me falha a memória, porque nós estamos ficando velhos juntos e a gente tem muita coisa para cantar.
E a gente pode até misturar as histórias, mas olha só, eu lembro que na época você estava começando a assumir o laboratório do Instituto do Seu Avô.
Exato.
E aí seu avô jogou você na fogueira e você simplesmente teve que sair correndo atrás de informação para tocar o laboratório sozinho.
E foi aí que a gente se conheceu, você foi naquele curso de metologia, ficou lá torrando os dedos.
E aí foi quando a gente iniciou a nossa relação, foi trocando ideia, a gente foi trocando telefone, desde então foi quando a gente se conheceu, foi na PDESP.
Isso aí, cara, olha, eu não vou me arriscar a falar.
Mais ou até.
É, acho que faz mais, faz mais, faz mais, cara.
Eu dava curso de metal, cara. Hoje eu não faço mais a parte prática do curso.
Nem sabe o que é, né?
É, minha barba não tinha a barba branca aqui, agora tem barba branca, cara.
Foi na PDESP, mas eu acho que você fez a coisa certa assim, porque não adianta querer entender de prótise se você não for atrás de um núcleo que esteja falando sobre exatamente esse assunto.
Então, você foi no lugar certo, foi quem me apresentou, a você foi o professor Oxiro, Monenobo Oxiro, que nos acolheu lá na PDESP e nos apresentou.
E aí a gente ficou lá dois dias juntos, e foi aí que começamos nessa história.
Foi fantástico, né, Caio?
Foi legal.
E aí, essa admiração mutua, surgiu esse...
E, cara, e desde o começo, o David foi uma pessoa chave, isso eu quero tornar público, David.
Pô, cara, não, obrigado.
Não, vou ter que falar.
Eu sempre falo nas oportunidades que eu tenho de fazer uma palestra, nas oportunidades que eu tenho de curso, quando a gente ministra a curso junto, você sabe.
O David foi um cara que me ajudou muito na construção e na montagem do meu laboratório lá no começo, porque ele me levou no começo lá atrás.
Eu entendi como era a organização de um laboratório, como funcionava, como era o sistema de produção, como era a organização da produção, da organização do fluxo, a parte administrativa, tudo.
Porque era tudo muito novo pra mim, eu era um menino e eu precisava saber aquilo, porque eu precisava criar essa ferramenta pra conseguir montar o plano de negócio que eu precisava aceitar aquilo como oportunidade de negócio.
E você pegou na minha mão, cara, e foi e abriu sua laquota na sua casa na época, você tava lá no loft, né?
Isso, meus irmãos, meu pai.
E cara, você me levou lá, acho que eu fui várias vezes, entendi o organograma, o fluxo-grama, como era aquilo, e cara, isso aí pra mim foi um divisor de águas na minha vida, pessoal, na minha carreira.
Eu tenho que te agradecer eternamente.
Porra, obrigado.
Obrigado.
Hoje, onde eu tô hoje, você tem grande parcela de culpa nisso.
Muita gente vai te odiar agora por isso.
Não, eu fico feliz para isso, cara.
Eu acho que, rafa, pô, cara, se a gente tem algo por...
Uma vez a minha mãe, a minha mãe me disse um negócio assim, é melhor você estender a mão para ajudar do que estender a mão para pedir.
É muito mais confortável, né?
Então assim, pô, cara, você foi lá e falou que dá para abrir as portas para mim.
Pô, como não, né?
E achei aquilo fantástico e ainda mais depois, hoje, vendo seu laboratório com uma puta dinâmica, uma equipe legal,
e roda redondinho, muita serviço lá, que eu fico até louco quando eu vou lá,
eu falo, meu, como é que essa molecada dá conta, né?
Que é muito trabalho.
Eu fico até sopocado.
Você sente seus elementos por mês ali, uma vez?
Não, para, eu fico assim, eu fico assim, me dá atacar de eco, não.
Mas eu fico muito feliz, cara, porque assim, eu errei um laboratório, mas junto com meus irmãos,
mas um laboratório muito pequeno, né?
E eu me recordo que na época, um pouco antes de eu te conhecer,
eu fui trabalhar de consultor numa empresa, chamada Polidental,
e o meu objetivo era tentar entrar o máximo em quase todos os tipos de laboratório que eu pudesse entrar em São Paulo, né?
E eu entrava com a ideia de ajudar a galera a utilizar os produtos da empresa
e começava a observar o máximo de dinâmica que eu podia, né?
E vi de tudo, vi coisa boa e vi coisa ruim.
E tudo que eu podia levar de bom, eu implantava no laboratório,
até que o laboratório cresceu um pouco e você viu até de exemplo para muitas pessoas.
E fico feliz aí pela sua, para o seu depoimento, para mim é um motivo de muita satisfação ter ouvido isso de você,
e espero que ainda continuamos fazendo esse intercâmbio o máximo de tempo possível, quanto Deus nos permitiu, cara.
É, não, e nossa história, cara, vai longe, assim, a gente tem muita coisa, muita coisa bacana aí,
que a gente veio vindo, construindo juntos, né?
Agora, eu acho que o mais importante é observar,
porque eu sempre te observei muito como um excelente ceramista, né?
O seu maquiado é muito legal, o seu stratificado é muito legal,
a qualidade do trabalho é muito boa, você entende muito de cor,
as propriedades da cerâmica, tanto que na nossa especialização lá em Bonaia,
e na nossa identística também lá na ação do opô do Mandíquio,
você vai ser o cara que vai tocar essa parte, aí já está feito o convite, você aceitar, é claro?
Já está, não sei o que dizer.
Já está fechado.
O módulo de cerâmica está na sua mão, né?
Com certeza a gente vai tocar isso aí junto com o handzone, como a gente fez daquela vez,
para os alunos terem a oportunidade de, numa especialização, poderem maquiar os elementos,
entenderem de propriedade de luz, de cor, que é uma outra dinâmica que eu acho que a gente,
às vezes, não costuma, o dentista, às vezes, não tem esse conhecimento de ter um forninho no consultório,
tem um conhecimento de colocar uma cerâmica quando precisa fazer um ajuste, maquiar um elemento,
acho que isso é essencial para o dentista, para ele não criar tanta dependência do laboratório em si,
quando ele precisa de um ajuste, porque não é todo dentista.
Exatamente.
Exato, que não é como o dentista, que todo dentista, por exemplo, eu tenho um laboratório disponível na tica,
mas não são todos que têm, mas todo mundo dominar, pelo menos, colocar uma cerâmica ali,
fechar um ponto de contato, fechar um black space, conseguir dar uma maquiadinha,
equalizar a cor, se a gente conseguir, pelo menos, no nosso conceito, de quem está dentro dessa metodologia
que a gente chama de método Publize e tentar passar isso para eles,
com certeza a gente vai tornar profissionais mais gabaritados que aceitem melhor o mercado,
que vão ter resultados melhores.
Mas cara, eu queria entender uma coisa muito, muito importante de você,
porque falar de você no analógico, que eu acho até meio grosseiro chamar de analógico de analógico,
acho que handmade, ou o processo do anotologia raiz, que é o do anotologia raiz mesmo,
como que foi a sua, porque hoje você está no digital, a gente fez até o Younger and Order,
que eu, no Caligário, a gente junta, você foi o ceramista, por um caso que deu suco,
por um caso que deu super certo, foi redondinho, o maçaro foi o que fez a extraticação com a André,
fez um caso, você fez o caso junto comigo, nós fizemos no digital.
E cara, como que foi o seu começo da via no digital, como que foi a sua primeira experiência,
pode ser lá atrás, pode entrar nesse assunto, e como você começou a aceitar,
se teve algum tipo de, isso, não sei, isso é meio, não sei, acho que e tal,
quais foram os pontos que você levanta do seu começo, e o que te levou mais a aceitar,
a odontologia digital, propriamente dita, como uma ferramenta ideal de trabalho,
porque eu vejo que hoje você está com fresadoras no seu laboratório, você tem impressores,
você está muito engajado em trabalhar com a odontologia digital em alta performance.
Então, por favor, coloque seus pontos aí para a gente poder entender melhor.
Cara, primeiro, puta pergunta, achei muito legal sua pergunta, as colocações que você fez,
vamos lá, então, voltando no passado, num passado que também não é muito passado,
eu tive contato com o universo digital, logo nos primeiros, nas primeiras aparições,
para falar bem a verdade, a primeira vez que eu vi alguma coisa digital,
eu tinha 18 anos, esses são 24 anos atrás, eu estava no Senac, eu era aluno da graduação,
e estava tendo um curso da apresentação da primeira máquina de CADCAN no Brasil, que era da Cirona.
Quem era a representante da Cirona no Brasil era Ivo Clark Vivadente,
e aí, Ivo Clark não tinha centro de treinamento, e eles locavam o espaço do Senac para fazer seus cursos e divulgações.
E eu naquele corredor, vendo pessoas que eu nunca tinha visto na minha vida, só por mídia,
que na época a gente tinha o jornal da PDESP, não era revista, era jornal,
então eu acompanhava algumas coisas pelo jornalzinho, que a gente tinha contato no Senac.
O primeiro contato no universo CADCAN, que eu vi pela primeira vez uma peça fresada, foi a 24 anos atrás.
24 anos atrás, olha só, cara.
24 anos atrás. Meu cabelo emendava com a São Brancelha, agora já deu uma distância boa.
E aí, cara, começou uma discussão no corredor dos professores, e nossa, vai acabar o ceramista,
e aí o ceramista agora já vira um material obsoleto, isso é uma questão de tempo, e isso é 24 anos atrás, beleza.
Cara, e eu ouvi algumas coisas assim, muito poucas de algumas pessoas que tinham Cirona,
e logo depois eu fiquei sabendo que o Alberto Calasans trouxe uma máquina da 3M,
uma máquina de última geração que fresava, trouxeitos blocos e tal, e fomos ver,
e ver essa máquina funcionar, e depois a gente teve uma outra pessoa, que foi o Júlia Manoche, que trouxe uma máquina da CERCON,
e nesse mesmo tempo, logo em seguida, os congressos começaram a ser abastecidos de estandes com CADCAN.
Só que, acho que uma das pessoas assim que mais abriu realmente as portas do universo protético,
não vou dizer do universo ou do ontológico e clínico, mas foi o Jefferson Calgaro da Mangirba.
Ele foi um cara assim, o Jefferson, a gente tem que tirar o chapéu para ele,
eu quando presidiu o Congresso fiz questão de que ele fosse o patrônio, porque ele realmente foi um divisor de águas na área da prótese, com relação a essa.
Aliás, eu sou usuário da Mang, cara, e é fantástico.
É, é, é, é, é, é que a pouca gente fala um pouco sobre isso, mas a questão sempre foi, para mim, foi assim,
eu comecei a olhar aqui, era, era uma coisa necessária, porque o mundo estava mudando.
Então logo de cara assim, eu tive a aceitação da ideia, ok, e passou um tempo,
eu convenci meus irmãos e o meu pai, que é Moçossos, a fazer um investimento numa máquina da Mangirba.
Ok.
Cara, foi um choque, para mim foi um choque.
Eu vou ser muito sincero, foi um choque, eu saí contestando tudo e a todos achei que eu tivesse gastado dinheiro à toa,
e eu acho que isso foi porque, como era muito recente essa ideia, você não tinha informação de nada.
E o fato de você não ter informação de nada, te deixa refém de tudo e você não consegue avançar.
Então acho que o primeiro momento que eu tive com o universo digital foi a aceitação da ideia,
mas quando eu tive ele materializado nas minhas mãos, eu entrei em choque, eu entrei em choque.
E durante muito tempo a máquina fez muito pouco do que ela poderia.
Muito pouco.
Muito pouco.
Muito pouco.
Acho que também por falta, acho não, tem convicção plena, por falta do conhecimento da nova ferramenta.
Beleza.
Saí dessa sociedade do laboratório com os meus irmãos e há quase seis anos, vai fazer seis anos, montei o meu próprio espaço.
Hoje já passou tudo isso, caralho.
Já, já vai fazer seis anos.
Já está voando, cara.
Logo depois, cerca de dois anos e meio depois, eu fui, e aqui trabalhando totalmente analógico,
porque sozinho, eu comecei praticamente do zero, eu tinha só sistema de injeção,
então tudo inserado na mão, tudo handmade, depois injeção, acabamento, beleza.
E sonhando com tantas coisas, porque assim, a primeira ideia que eu tinha do Cádica aqui no laboratório comigo
era para poder fazer as peças de curso, porque aí eu padronizaria tudo.
Eu falei, eu posso começar a ter o contato com o universo Cádica
utilizando a minha estrutura do curso, porque eu tenho, que produzi muitos modelos e muitas peças ao longo do ano.
São muitos elementos.
Então eu pensei, caramba, eu posso começar a usar a ferramenta para aprender
e a disponibilizar padrões melhores das minhas peças por curso, que aí ficam todas iguais.
E aí eu fui lá e comprei o sistema da MAM e comecei silenciosamente, tá?
Silenciosamente.
Eu comecei todos os dias, à noite, fazer um treinamento de duas horas.
Como eu fazia isso?
Além das peças de curso que eu desenvolvia com o sistema do software,
eu comecei a fazer os meus trabalhos técnicos de laboratório com o meu jeito antigo,
que era o jeito head maid, porque eu tinha certeza que ia dar certo,
que eu não podia comprometer os meus clientes.
Só que todos esses trabalhos eu escaneava antes de mandar para o dentista
e depois aqui eu refazia eles no processo só digital para treinar.
Top.
E durante um ano, mais ou menos um ano e meio,
mas assim, um ano, vai, um ano mesmo, assim,
eu fiquei silenciosamente fazendo isso à noite.
Segunda, sexta, às vezes, lógico, tinha semanas que viajava, não fazia,
mas todo dia que eu tinha uma oportunidade, eu fazia duas horinhas de treino.
E aos poucos, cara, eu fui começando sem os clientes saberem,
eu comecei a levar isso para o digital, ou seja, recebendo moldagem e tal.
Quando me perguntavam sobre aqui o digital, falava desculpa,
eu não estou trabalhando ainda, porque já era muita informação na minha cabeça,
eu falava, olha, ainda não é o período, não tenho ferramenta para isso.
Já tinha, mas eu falava que não tinha.
E aí, todas as moldagens que eu recebia, eu escaneava,
digitalizava e começava a já fazer tudo que eu podia no software.
E foi assim que eu comecei silenciosamente.
E aí, aos poucos, eu migrei praticamente com 95% das minhas atividades laboratoriais.
95, não vou falar assim, 99.9% das minhas atividades laboratoriais passam de alguma maneira pelo meu software.
Em algum processo, eu consigo encaixar ali para alguma coisa.
E eu sei que o que eu não consigo colocar ali às vezes é porque limitações minhas, tá?
Eu acho que é por falta de conhecimento técnico com essa ferramenta nova,
mas eu sou entusiasta, cara, eu não tenho que falar.
E aí, que se comece, e hoje estou nessa, cara, estou nessa do digital, aí adorando essa maravilhosa.
É maravilhoso, cara. Foi bem claro, deu para entender muito bem a balqueta dinâmica
e é isso mesmo que você falou, eu acho que todos nós estamos em curva de aprendizado.
Eu acho que, principalmente na ferramenta do digital, eu gosto muito de falar isso,
que na verdade não tem essa história de, pô, ele é melhor que ele, você é melhor que você,
o Davi é melhor que o Ciclano, o Publiz é melhor que o outro.
Isso, primeiro para mim, não existe.
Segundo que eu acho que também não existe o negócio do digital, é melhor que o analógico,
não sei se você concorda comigo, que o rende made.
Isso para mim precisa ser desconstruído de maneira mais rápido possível,
antes que isso vire uma bagunça na cabeça dos que estão chegando agora.
Aliás, pessoal, obrigado, estamos subindo bem. São 2.500 pessoas aí já com a gente.
Continuem mandando aviãozinho aí, Turma, convida é o máximo de pessoas possíveis
para comparecer com a gente que vocês acham que vão querer saber sobre esse assunto, tá bom?
E aí continuem mandando aviãozinho.
E eu acho que a gente precisa, Davi, criar um movimento,
nesses artes grupos de formadores de opinião dentro da ontontologia,
porque eu acho muito grosseiro quando a gente vê profissionais que levantam a bandeira só do digital
e acabam esquecendo, não é que levantam a bandeira, acho bonito levantar uma bandeira,
mas assim, colocar um X e anular completamente a metodologia, o processo,
tudo que foi criado para o analógico e descaracterizar e dizer assim,
o analógico é pior que o digital, porque é isso que a gente vê em discursos e muito Congresso hoje está enchendo de gente.
Agora não por causa da pandemia, mas você vê que o boom de Congresso hoje lota salas para se falar em digital,
mas Turma, nunca, nunca, nunca, os conceitos e fundamentos foram todos desenvolvidos
em cima de uma ontologia baseada naquilo que a gente sempre entendeu como base, como a licerce na nossa profissão.
A gente não pode desconstruir isso primeiro, porque ainda não é acessível para todo mundo.
Segundo, Davi, se você concordar comigo, eu vou continuar falando.
É uma ferramenta, não é uma especialidade nova na ontologia.
Bem uma solução, é uma ferramenta.
Exatamente, é uma ferramenta que auxilia e vai ajudar o surgimento dentista.
Por isso que eu falo, scanner odontológico não é mérito para ninguém.
Eu tenho dois scanners do doutor lógico do meu constório, um deles de R$250 mil e outro R$170 mil,
e para mim isso não é mérito nenhum.
Eu não acho isso diferencial nenhum do meu constório.
Eu simplesmente acho que isso é uma vantagem propaciente.
Isso é bom para o marketing, isso é bacana para a gente vender,
para mostrar para o paciente que o scanner não tem fio e é o mais rápido do mundo e funciona super bem.
Agora, eu me senti o melhor dentista porque eu tenho scanner, não, não, não, não, não.
Isso a gente tem que desconstruir.
Esse conceito não pode existir, porque se não o pessoal que vai se formar, o pessoal que está chegando agora,
vai sair da faculdade achando que vai comprar um scanner e vai se tornar um excelente dentista.
E não é nada disso.
É nada disso.
A odontologia raiz, que é o odontologia reno meio, o que chama de odontologia digital.
Não tiver muito bem basado, moldagem, todos os passos prótes e total, que é a base de tudo.
Se não tiver fundamento de prótes e total, esquece que nada vai ser passado para isso.
Eu queria saber de você, com base em toda essa linha de raciocínio que eu estou desenvolvendo aqui,
qual a importância da VMAIOR, você como técnico, ser amista, um dos que eu mais respeito hoje.
Na verdade, qual a importância de ter o conhecimento do hand made, do analógico, para se utilizar bem o digital?
Porque muita gente acha que é uma maquininha disso aqui, de coca-cola, que você vai lá,
vai dar um play, vai esprear, vai apertar o play e vai dar tudo certo, vai sair tudo bonito.
Então, qual que é a importância do conhecimento prévio para você saber tudo que você...
Qual que é a base desse conhecimento para você poder depois migrar para o digital?
O que você acha, o que você considera importante de conhecimentos do analógico,
que são válidos, que são validados dentro do digital?
Cara, primeiro, é totalitário a necessidade de ter conhecimento do analógico para se aplicar no digital.
É assim... incontestável essa necessidade.
Incontestável.
Eu pego um exemplo... opa, fica à vontade.
Imagina.
Não, imagina, fica à vontade. Eu pego como exemplo muitos, muitos donos de laboratórios,
muitos consultórios dentários que compraram sistemas digitais e ouviram do vendedor assim.
Olha, você não precisa encontrar nenhum técnico, nenhum especialista,
você só precisa encontrar alguém que goste de computador.
Tá, eu concordo.
Eu concordo que tem que gostar de computador, mas não concordo em dizer que qualquer um pode fazer um projeto.
Audontologia é uma ciência estudada, uma ciência... nós estamos falando de saúde.
Então, o fato é, a pessoa que senta na frente de um computador com software para se desenvolver uma peça protética,
ele tem que ter conhecimento técnico para aplicar isso no software.
Porque o resultado de uma peça feita por uma pessoa que não conhece os princípios da Audontologia,
ele tira uma peça do software que não é uma peça que possa ser instalada em boca.
Não, de jeito nenhum.
Exatamente.
E anatomicamente não são favoráveis, tecnicamente não são favoráveis.
E aí o que eu vejo muitos, por exemplo, laboratórios que têm máquinas superpotentes, software superavançados,
mas que ficam fazendo só estrutura, porque depois vão cobrir com material cerâmico e escondem todos os defeitos da estrutura,
arruma com a porcelana.
Ou a fresa de qualquer jeito que depois eu arrumo na mão.
Mas a proposta nunca foi essa.
É que aí às vezes você se depara com pessoas que estão na feitiura de um computador sem conhecimento nenhum na área doutor lógica
para estar utilizando essa ferramenta.
Eu não descaracterizo uma pessoa que possa vir a aprender, mas então vai ter que pegar livro,
vai ter que estudar preparo, vai ter que estudar cerâmica, vai ter que estudar maquiagem, vai ter que estudar software,
vai ter que estudar ferramentas digitais.
E o princípio básico é próteso.
A doutologia, ferramenta para se desenvolver uma prótesa,
está ligada diretamente com os princípios da doutologia.
Isso não pode mudar.
Então é um contrassenso você ter uma pessoa incapacitada para operacionar um negócio que precisa de ter capacitação técnica.
Esse é o meu ponto de vista.
Por isso que tem muita máquina inoperante por falta dessa visão.
Ao invés de pegar um técnico com muita qualidade técnica e colocar ele para aprender uma nova ferramenta,
ele quer otimizar isso colocando uma pessoa inexperiente.
E também por outro lado, desculpa, agora vou ter que fazer o papo do advogado do diabo,
é que você também tem muitos técnicos, muitos técnicos, que também estão acomodados do jeito analógico de ser,
e também não querem ter uma visão ampla de que muitas vezes ele não adianta pegar uma pessoa com pouco conhecimento,
mas sim ele como aquela pessoa que tem mais conhecimento técnico na área analógica,
começar a desenvolver isso tecnicamente na área digital, que foi uma experiência que eu tive que deu certo.
Eu peguei todo meu conhecimento que eu tinha de ano de experiência na bancada, na botejador, no lecron,
e falei, bom, já sei tudo que eu tenho que respeitar aqui no modelo de gesto,
eu também tenho que respeitar no modelo analógico.
E aí você vê que há um conflito muito grande no direcionamento de algumas tarefas,
por exemplo, eu tive alguns clientes que começaram a ter uma certa resistência com relação a planejamento feitos no modo digital.
E eu disse assim, mas por quê?
Ah não, porque os que eu recebi eram muito fora de uma realidade, né?
É claro que a gente pode tudo, até com a cera, né?
A gente pode transformar uma boca que a gente não consiga dar o final daquele mesmo projeto.
Mas do CAD, no software, no digital, é muito mais fácil você errar quando você não está acostumado com a ferramenta.
É normal?
E então é esse processo de adaptação, é sabe?
Todo mundo leva, eu já errei, todo mundo leva.
Exato, exato, porque é novo, então se a gente não acertar o novo, o novo é a ferramenta.
O conceito tem que ser antigo.
Os valores, os valores da autologia não podem mudar por enquanto.
Eles vão mudando, porque eles vão melhorando e avançando.
Mas não jogar o que a gente fez até hoje fora para falar que então agora o universo vai resolver o problema, a tecnologia.
Se fosse assim, só ter um fotopolibilizador clínico de última geração faria melhor restauração e não é isso.
É, ou ter um ótimo fotopolibilizador, faria com que eu fóssil para o fotopolizador da categoria Hollywood Wave,
faria com que suas vintes não caíssem, por exemplo.
É, por exemplo, isso não vai mudar, se você não fizer uma coisa certa.
É, um protocolo de similização, quais são os pontos chaves.
Não é a solução, é a ferramenta.
Exato, é o passo a passo, né cara, isso aí.
Aí você vê o ponto de vista, cara, eu acho que é mais ou menos por aí.
Boa, meu filho, muito boa, muito boa.
Cara, eu... Deixa eu ver.
Ah, dobro.
Isso aqui legal.
Então, de parabéns, é isso aí, continue firme e forte aí, mandando aviãozinho, aviãozinho.
Mandando aviãozinho, aviãozinho, vai que vai.
E vamos seguindo aí.
Pessoal, um ponto muito importante que a gente tem hoje,
eu acho que existem sucesso em prótes, e hoje eu acho que é fatores de redução de erros, primeiro ponto.
Quanto menos você erra, bacana, vai dar certo por ter uma receitinha de bolo.
Se você seguir, é aquilo, chama-se protocolo, mas tem uma coisa que eu considero que é mais importante ainda,
talvez do que não errar na receitinha de bolo.
É como você se relaciona com o seu paciente, com o seu técnico,
e, é claro, com o caso ali em questão, obviamente, com o caso que está sendo realizado.
Então, o digital aí que ele entra com um quadruvante, um belo quadruvante,
na questão comunicação, porque é um tripé, paciente, técnico, e o nosso fluxo vai girar em torno disso,
no caso clínico, do paciente e do técnico, é onde a gente tem esse tripé aí que se sustenta, um trabalho.
Porque aonde não existe, e hoje o cadista, digamos que seria um apoio maior do caso.
Hoje que eu acho que o cadista dentro do planejamento, eu vejo isso muito lá no GP hoje,
a gente tem esse cuidado de sentar e planejar não só eu junto ao seramista,
mas o cadista, principalmente, junto com a gente, que é uma peça-chave na resolução dos nossos casos.
Então, é algo que a gente faz em conjunto.
Então, aonde a gente vai planejar, desenhar, é tudo junto.
Então, a gente constrói tudo da forma múltua, aonde a gente cria esse embalamento,
é embalamento não, aonde a gente cria esse planejamento de uma forma dinâmica e de uma forma organizada maior.
Então, aonde que eu vejo, eu tenho uma resposta também dessa pergunta que eu posso já passar,
mas eu quero a sua opinião, aonde que você vê, que você trabalha,
você é um técnico que recebe muitos trabalhos que eu sei que tem uma demanda,
até a lista de espera para fazer caso com você que eu sei.
Que?
Vai me falar uma coisa, um pouco que fácil.
É que eu sou lardo, ele não é aquele filho de espera, é porque eu sou muito lardo,
eu quero entregar o nosso perfeito, aí eu pico lardo e demoro a mar, isso não espera.
Mas me fala uma coisa, o que facilitou na comunicação técnico-dentista com digital?
O que facilitou essa comunicação, por exemplo?
Sim, primeiro que não é filha de espera, se eu fosse rápido eu estaria rico.
Ainda é a hora que eu ver o dia aqui, cara.
Quatro?
Quatro?
Vamos lá.
Cara, a pergunta muito legal, vou falar atualmente como é que eu tenho visto essa questão desse dinamismo todo.
Primeiro que você tenha uma economia absurda, mas eu acho extremamente absurda de tempo para gerar essa dinâmica.
Fica tudo muito mais conectado.
Por exemplo, vamos imaginar que você vai começar um planejamento e você recebeu o paciente e aí você ao invés de fazer uma moldagem,
um molde e mandar para o laboratório, você escaneou em questões de minutos, você salvou, gravou, mandou para mim, eu já recebi.
Eu já planejo, posso te mandar isso numa imagem, 3D, você pode avaliar isso, olhar para o seu ponto de vista,
posso te mandar isso com uma foto do paciente simulando essa situação.
Você pode mandar isso para o paciente praticamente em tempo real.
O paciente pode dar opinião dele em tempo real.
E agora imagina se nós não tivéssemos fazendo isso do modo digital, tivéssemos fazendo de um jeito analógico.
Você teria moldado, teria demorado quase um período ou mais para eu ter materializado essa boca, ingesso.
Ou inseraria e mandaria isso para você, se chamaria paciente, faria, é lógico que isso não dispensa as tarefas clínicas,
mas você só saberia a opinião do paciente se ele tivesse que se deslocar de novo até a clínica para poder mostrar o projeto para ele,
mesmo que você não fizesse o mock-up, mas que você mostrasse o inseramento, ele desce o ponto de vista dele.
E aí ele falasse, não, acho que está muito quadrado, queria mais redondo e aí você, você é um dentista que não tem um laboratório,
você vai ter que devolver isso para o laboratório, para fazer um retoque.
Como eu às vezes tive casos de fazer três retoques no mesmo inseramento.
Isso demorou mais de 30 dias para o paciente aprovar e falar, não, tudo bem, agora pode fazer.
Hoje você consegue fazer isso num tempo muito mais curto, com uma dinâmica extremamente veloz.
Então, puxa a vida, isso é tudo de bom, eu tenho um cliente, você deve conhecer o Breno Montalverne, lá de Belempará,
puxa muito amigo e nós começamos trabalhando sempre no meio analógico e hoje praticamente nós estamos digitalizando tudo
e lá do Belempará nós temos uma grande companhia de transporte, de entregas que é o Correios,
são os Correios e a gente sabe como é que é e às vezes eu chegava a ficar esperando 15 dias, um trabalho chegar.
E hoje a gente consegue fazer isso num tempo muito mais curto, com uma velocidade extremamente impressionante.
Então, ah, mas tem muita coisa que tem que melhorar, nem tudo tem que melhorar.
Talvez se a gente não tiver esse contato e acreditar que tem que pôr a mão na massa para fazer o negócio rodar, a gente não evolui.
Se tivéssemos acomodados com as velocidades dos carros de F1, já é uma coisa que você gosta,
os carros de F1 de 1950 para hoje, então a gente está andando de carroça na rua.
Com certeza.
E provavelmente para todos os pilotos é sempre uma tecnologia nova, uma dificuldade nova para avançar,
senão estava todo mundo trocando marcha, agora é tudo botando vídeo, é um videogame,
hoje o cara pilota um videogame, não é mais, é praticamente um simulador real.
Então, assim, eu só vejo que é um negócio que revoluciona em uma série de coisas.
O digital é uma coisa que ele revoluciona, mas eu volto a frisar.
Tem que levar a frente os princípios odontológicos, os conceitos aplicados tecnicamente, na prática e na teoria,
para resultar num trabalho duradouro, porque não adianta para você fazer um trabalho totalmente digital
ou entregar uma reabilitação em nenhum hora, hoje em dia, e o negócio não funcionar do jeito que tem que funcionar
e não durar o tempo que tem que durar.
Então, a gente não pode caminhar para ter retrocessos, a gente tem que caminhar para evoluir os processos.
E acho que uma das coisas mais importantes é que o digital faz uma coisa que a gente não conseguiu
em todo esse período do analógico, que é tentar diminuir os processos.
O digital consegue diminuir os processos, na odontologia, na prótes, principalmente,
tudo o que a gente fala de processo, nós estamos somando uma parcela de distorção.
Então, quanto menos processos operacionais nós tivemos, com certeza nós vamos evoluir muito mais rápido
em tudo aquilo que hoje a gente questiona, na reprodução de um término, na adaptação de uma margem,
que se questiona muito, mas eu acredito que a gente vai conseguir isso num tempo muito menor.
Muito menor.
Isso aí.
Da parte de comunidade civil, concorda totalmente com você, assina embaixo todas as suas pontos.
E eu falo muito da comunicação que eu fui...
Nós estávamos no Road Trip, eu acho, da Tree Shape, e eu estava com o Marcos Celestrino,
e o Marcos tocou num ponto também que eu achei muito curioso,
porque eu não tinha essa visão porque o meu laboratório já recebe os arquivos na hora,
e o cadista confere todos os escaneamentos na hora.
Então, ele checa, o cadista está em tempo integral, né, o Ráfaro, com a gente,
a gente fica junto o tempo todo na sala, na hora que a minha equipe de escaneamento,
de suporte, entra, a gente está tão em ação fazendo os escaneamentos,
que são 4, 5, chega a ter dias que são 4, 5 escaneamentos de dia, de preparações.
Então, são muitos.
Então, o cadista precisa acompanhar isso justamente para ter a comunicação,
que o Marquinhos me falou uma vez, o Celestrino,
quando a gente estava nessa palestra que eu administramos lá na Tree Shape,
foi assim que quando você envia o arquivo para o laboratório,
o laboratório já pode abrir, imediatamente você pode checar se você tem uma área retentiva,
se você não conseguiu escanear muito bem o bordo, porque é um erro clássico de...
Um erro não, né, uma falha ali, talvez, que pode ser uma falha catastrófica
para a confecção das prótises, da limitação de bordo, né,
ali tanto em XOCAD ou em Talsys, tem que ser qual for o software,
você nunca vai conseguir recortar uma borda, um bordo, né, como você ensinou na sua...
Borda, borda.
Se não se fala borda, né, nós falamos cópia.
É bordo.
É borda.
É borda.
Eu com o mestre Paulo Cano, peço Paulo Cano que ensina a gente, você.
Vendeu coelho, aprendi com você.
É isso.
E essa comunicação, você já consegue com esse envio já para o laboratório,
o laboratório já te dá letra do que você tem que fazer.
Ô, doutor, essa área aqui é um pouquinho retentiva.
Por que você não tira um pouquinho, ou você não conseguiu enxergar a terminação,
põe mais um fio, afasta um pouquinho melhor essa área.
Então, isso na moldagem você não tem, você moldou,
vai mandá-lo, gente que chegar chegou.
Então, isso eu achei maravilhoso quando eu tive essa conversa com o Marcos,
eu falei, cara, isso é sensacional para o dentista como um todo.
Para mim, não muda nada, porque eu estou ali com eles o tempo todo e tem essa checagem e tal.
Mas eu acho que para o dentista isso facilita e muito, e valoriza muito mais,
porque você tem como um suporte do laboratório parceiro em tempo integral.
Então, isso é fantástico, né?
Você ter como checar o seu preparo, ter essa condição de visualizar ali,
se o escaneamento foi bem feito, se deu tudo certo, eu acho que isso é maravilhoso.
Mas e hoje, Davi, hoje, como é que você vê essa...
esse mitiê que tem digital e analógico, né?
Essa divisãozinha aí que o pessoal está fazendo, o que estão fazendo, né?
E eu, por exemplo, não levanto bandeira nem do digital, nem do analógico.
Você sabe que eu faço as duas coisas, né? Tanto o analógico quanto o digital, né?
Mas saiu todo mundo aqui da Laia.
Eu vi, cara, você já foi embora.
Acho que deve ter dado algum problema de conexão, que estranha, né?
Mas vamos continuar.
Mas aí que está, o mais importante da gente fazer esse trabalho,
a gente entender qual que é a diferença desse mitiê, né?
Do analógico e do digital, né?
Tá.
Bom, é assim, cara. Primeiro, eu não acho que tem que ter bandeira.
Na minha opinião, não tem que ter bandeira, tá?
Eu vou dizer assim, voltando naquela explanação que você falou
sobre a ideia de você receber um escaneamento em tempo real,
um técnico já olhar aquilo, mensurar a questão dos preparos,
se está bem nítido, se tem alguma coisa para que ele possa questionar para dar seguimento.
E ele pode também até pegar esse arquivo, esse STL, fazer uma manipulação nas malhas,
mostrar então um projeto da recuperação daquele preparo, fazer um pulimento,
uma quebra de ângulo, devolver essa imagem para o dentista.
O dentista abria que em tempo real ter um manequim virtual para poder fazer esse ajuste,
para falar, doutor, acho que aqui a gente tinha que...
Eu acho que deu um pausinho aí, deu um...
falou que tinha que tentar novamente.
Tá, pessoal, eu acabei de receber uma notícia aqui de quem está acompanhando a live,
e falaram que deu Paulo, deu um erro e muita gente perdeu a conexão.
Mas a gente vai seguir aqui, parece que...
Bom, vamos seguindo, deu um erro aí, muita gente perdeu a conexão,
até quem foi fracadista que estava assistindo a live aqui, o Rafa,
e as avalações para ele aí, de montão...
Eu estou devendo um instante de tiro para ele, para dar uma fome.
Vamos, a gente só marcar de tiro aí, mas...
Marcar depois, marcar um airsoft, né?
Vamos fazer airsoft, vamos fazer tiro real, vamos fazer tudo que for de arma.
Vamos, vamos.
Então, e assim, eu acho que essa questão de levantar bandeira não é a proposta,
eu acho que a gente tem que entender que o digital tem que ser explorado de uma forma positiva,
para que ele avance, então a gente tem que utilizar o máximo de tempo que a gente puder,
dentro daquilo que a gente consegue desenvolver.
Como nós somos uma transição, nós vamos pegar, acho que talvez, o período mais difícil,
que é sair de um meio e entrar em outro.
Nós não podemos desconstruir tudo que foi construído, mas nós vamos reconstruir uma nova fase.
E para isso, a gente vai ter que respeitar todos os dois antagônicos,
que seriam que as pessoas levantam bandeira do digital e outros levantam do analógico.
A gente tem que transformar isso e não de uma forma polarizada,
mas sim de uma forma que seja convergente, que vai ao encontro e não de encontro.
Mas eu acho que tem que ir ao encontro, ao invés de se chocar com esse conflito,
com essa ideia de que ele fica argumentando e contra-argumentando os prós e os contras.
Óbvio que tudo tem prós e contras e em qualquer filosofia, em qualquer religião,
vamos falar isso para você, que tudo na vida tem bom e o ruim.
Mas se a gente só olhar para o lado ruim, a gente não vai buscar aquilo.
Então, para mim, o analógico é presente no meu dia a dia.
Ele faz parte do meu cotidiano.
Mas cada vez mais o digital está preenchendo esse espaço.
Exato, é isso.
E é o que eu quero cada vez mais, porque ele é cada vez mais higiênico,
ele é menos cansativo, ele é muito mais rápido.
Hoje eu faço um planejamento de ensinamento diagnóstico de 10 elementos,
no tempo que eu gastaria só de colocar ceira no modelo.
Eu gasto 40 minutos para colocar ceira no modelo,
em 40 minutos eu tenho um projeto pronto para a impressão.
É incomparável.
Agora, o primeiro projeto de ensinamento diagnóstico gastou um dia.
Óbvio, o meu ensinamento analógico também gastou mais de um dia.
E voltou umas dez vezes para retocar.
Ninguém fica bom da noite para o dia.
Então, acho que a gente tem que entender isso aí.
Não pode ter bandeira.
Meu ponto de vista não pode ter bandeira.
É entender que é uma ferramenta e a transição somos nós, cara.
É simples assim para mim.
Boa, essa foi genial.
Concordo completamente com o que você falou.
Acho que é isso.
Não existe levantar a alegre do digital somente.
Acho que a gente tem que conceituar o doutor hoje,
porque se nós, formadores de opinião, levantarmos isso,
a gente vai criar um hiato muito grande dentro da anotologia
e a gente vai se perder.
A gente vai perder tudo que é fundamentado e tudo que é importante.
Pena que muita gente já não está mais presente na live,
que isso era importante devissovirem que houve esse problema de conexão,
mas eu vou colocar a live, vai ficar o arme IGTV.
E aí essa mensagem vai ser repassada, não tem problema nenhum.
Muita gente parece que não está conseguindo nem se conectar de novo.
Não sei o que houve.
Mas a visão, obrigado, cara, por essa troca de informação, de conhecimento.
É sempre muito especial de se escutar, te ouvir.
Eu adoro te escutar falar.
Você sabe que eu pudesse, eu ficava aqui horas, a gente tava batendo esse papo aqui,
mas eu só posso fazer 50 minutos a uma hora,
porque se não o vídeo não sobe no IGTV.
E cara, 10, vai ser a primeira de muitas aí,
se é meu irmão.
Vamos tentar, você vai fazer um caso com o meu curso online,
está convidado já.
Está fechado.
E vamos que vamos.
E pessoal, continuem, só tem poucas pessoas que vão...
que vão participar, mas eu acho que é isso.
Das 5 mil que estavam aqui,
quem tiver fica até o final, que a gente vai fazer o sorteio,
as regrinhas, você já sabe.
Obrigado, turma da visão, mais uma vez.
Beijo no seu coração.
Obrigado, Rafa, obrigado por todo mundo aí.
Valeu, é isso.
Obrigado, cara.
Obrigado por toda a amizade.
Valeu, cara, valeu.
Valeu, meu irmão.
Tchau, tchau.
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