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Instituto Rafa Puglisi
Acervo · Vídeo @CFdXn9glNcf

Transcrição completa do vídeo

Fala turma boa noite boa noite boa noite estamos ao vivo olha só todo mundo chegando aí uma grande turma nessa terça-feira é isso aí vamos lá pessoal

Fonte: instagram.com/rafapuglisi/reel/CFdXn9glNcf/ · Gerada em 17/09/2026

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Transcrição na íntegra

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Fala turma boa noite boa noite boa noite estamos ao vivo olha só todo mundo chegando aí

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uma grande turma nessa terça-feira é isso aí vamos lá pessoal dos VIPs só pra gente recapitular

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essa semana a gente tá muito feliz que nós estamos atingindo no grupo dos VIPs uma média aí de pelo

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todos que eu ver aqui pegar o balanço já são mais ou menos é 4 mil 4 mil inscritos no grupo dos

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VIPs a gente tá muito feliz com o resultado só tem que agradecer vocês agradecer o pessoal que

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entra aqui nas lives que compartilha o nosso conteúdo aí pela pela instagram fico muito

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muito obrigado a todos os dois com todo esse resultado obrigado aí todo mundo deixa eu ver se

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o Davison já entrou já davisão muito bem muito bem muito bem aguardando o Davison

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e aí e aí e aí e aí e aí e aí tudo bem boa noite boa noite pra você também obrigado aí pelo

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convite e tá me ouvindo bem aí tá tudo ok maravilhoso tá tudo bom então tá bom cara e aí

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tamo aí cara tamo junto mais uma vez aí numa missão você feliz pacas deixa eu deixar fazer

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pronto agora o rafa é isso é aí aí e aí o cara que legal fiquei muito feliz pelo convite obrigado

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tem acompanhado aí suas lives e sensacional como sempre pra mim é um privilégio tá aqui com você

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e poder dividir nosso tempo juntos com tanta gente.

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Lógico que o Ibope não tem condições de competir com os meus amigos

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que vão aí porque os caras são muito mais conhecidos que eu.

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Lógico, todo número que nós tivemos aí hoje com certeza é por sua culpa.

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Fiz um máximo aí para divulgar para os meus seguidores.

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E espero que a maioria deles tenha aceitado o convite para estar aqui com a gente hoje.

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E vamos dividir juntos aí com o nosso público o máximo de informação que a gente poder nesse período.

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Cara, obrigado mesmo e tempo é nosso, vamos lá.

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Tem que ser nosso, muito bom, meu irmão.

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Fico bom, eu tenho que te agradecer também por essa oportunidade de você disponibilizar seu tempo

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para estar aqui com a gente nessa live que vai ser mais um bate-papo,

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mais uma troca de conhecimento que, cara, a gente vai ter pelo menos um horinho aí

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para a gente trocar essas informações.

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Mas antes da visão, vamos fazer o nosso ritual de toda a live.

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A gente está fazendo um aquecimento que eu sempre agradeço para o pessoal fazer esse convite.

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Tem um aviãozinho aqui, pessoal, aqui embaixo, esse aviãozinho.

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Ó, o aviãozinho, o aviãozinho.

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Pega o aviãozinho, pessoal, clica no aviãozinho e convida.

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Quem você achar que poderia gostar de entender, de ver esse conteúdo,

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vamos te conhecer a nossa filosofia de trabalho, o que a gente vai falar,

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o que a gente vai abordar hoje para esse assunto bem legal.

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Então, clica lá no aviãozinho, convida aí um grupo de amigos, convida colegas,

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ajuda a gente a transmitir essa informação, levar essa informação para mais gente.

03:55

Por favor aí a gente pede para você fazer esse trabalho de furimiguinha.

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É isso aí, meu irmãozão, vamos que vamos trabalhando aí em pró da...

04:04

Eu trabalho aí com a autologia, com força.

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Então, pessoal, vamos lá, vamos começar a fazer esse trabalho aí juntos.

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Convida aí quem vocês puderem para a gente poder começar com força total e aquecendo.

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Esse momento é super importante para a live, tomar corpo, tomar forma,

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para a gente conseguir mais engajamento aqui,

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para a gente ter essa visibilidade que a gente tanto necessita,

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para dar esse sentido para que a gente consiga e atingir o máximo de pessoas possíveis,

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que é isso, a gente quer levar mensagem.

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E hoje eu trouxe esse cara aqui, que é fantástico, que é um cara fora da curva,

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que é alias, alias, cara.

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Você lembra como a gente se conheceu?

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Foi na PDESP.

04:53

Foi na PDESP, exato, eu fui fazer um curso de metologia, lembra?

04:59

Muito de metologia, cara.

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Olha isso, eu acho que eu tinha 20 ou 21 anos.

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Olha o que que eu estava fazendo na PDESP, atrás de curso de aprendendo técnica de ser perdido para fazer.

05:14

Eu lembro de nossa cara, lembra disso aí?

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Sim, porque foi assim, cara.

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Se não me falha a memória, porque nós estamos ficando velhos juntos e a gente tem muita coisa para cantar.

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E a gente pode até misturar as histórias, mas olha só, eu lembro que na época você estava começando a assumir o laboratório do Instituto do Seu Avô.

05:36

Exato.

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E aí seu avô jogou você na fogueira e você simplesmente teve que sair correndo atrás de informação para tocar o laboratório sozinho.

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E foi aí que a gente se conheceu, você foi naquele curso de metologia, ficou lá torrando os dedos.

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E aí foi quando a gente iniciou a nossa relação, foi trocando ideia, a gente foi trocando telefone, desde então foi quando a gente se conheceu, foi na PDESP.

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Isso aí, cara, olha, eu não vou me arriscar a falar.

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Mais ou até.

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É, acho que faz mais, faz mais, faz mais, cara.

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Eu dava curso de metal, cara. Hoje eu não faço mais a parte prática do curso.

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Nem sabe o que é, né?

06:22

É, minha barba não tinha a barba branca aqui, agora tem barba branca, cara.

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Foi na PDESP, mas eu acho que você fez a coisa certa assim, porque não adianta querer entender de prótise se você não for atrás de um núcleo que esteja falando sobre exatamente esse assunto.

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Então, você foi no lugar certo, foi quem me apresentou, a você foi o professor Oxiro, Monenobo Oxiro, que nos acolheu lá na PDESP e nos apresentou.

06:48

E aí a gente ficou lá dois dias juntos, e foi aí que começamos nessa história.

06:54

Foi fantástico, né, Caio?

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Foi legal.

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E aí, essa admiração mutua, surgiu esse...

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E, cara, e desde o começo, o David foi uma pessoa chave, isso eu quero tornar público, David.

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Pô, cara, não, obrigado.

07:07

Não, vou ter que falar.

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Eu sempre falo nas oportunidades que eu tenho de fazer uma palestra, nas oportunidades que eu tenho de curso, quando a gente ministra a curso junto, você sabe.

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O David foi um cara que me ajudou muito na construção e na montagem do meu laboratório lá no começo, porque ele me levou no começo lá atrás.

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Eu entendi como era a organização de um laboratório, como funcionava, como era o sistema de produção, como era a organização da produção, da organização do fluxo, a parte administrativa, tudo.

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Porque era tudo muito novo pra mim, eu era um menino e eu precisava saber aquilo, porque eu precisava criar essa ferramenta pra conseguir montar o plano de negócio que eu precisava aceitar aquilo como oportunidade de negócio.

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E você pegou na minha mão, cara, e foi e abriu sua laquota na sua casa na época, você tava lá no loft, né?

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Isso, meus irmãos, meu pai.

08:09

E cara, você me levou lá, acho que eu fui várias vezes, entendi o organograma, o fluxo-grama, como era aquilo, e cara, isso aí pra mim foi um divisor de águas na minha vida, pessoal, na minha carreira.

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Eu tenho que te agradecer eternamente.

08:23

Porra, obrigado.

08:24

Obrigado.

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Hoje, onde eu tô hoje, você tem grande parcela de culpa nisso.

08:31

Muita gente vai te odiar agora por isso.

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Não, eu fico feliz para isso, cara.

08:38

Eu acho que, rafa, pô, cara, se a gente tem algo por...

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Uma vez a minha mãe, a minha mãe me disse um negócio assim, é melhor você estender a mão para ajudar do que estender a mão para pedir.

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É muito mais confortável, né?

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Então assim, pô, cara, você foi lá e falou que dá para abrir as portas para mim.

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Pô, como não, né?

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E achei aquilo fantástico e ainda mais depois, hoje, vendo seu laboratório com uma puta dinâmica, uma equipe legal,

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e roda redondinho, muita serviço lá, que eu fico até louco quando eu vou lá,

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eu falo, meu, como é que essa molecada dá conta, né?

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Que é muito trabalho.

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Eu fico até sopocado.

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Você sente seus elementos por mês ali, uma vez?

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Não, para, eu fico assim, eu fico assim, me dá atacar de eco, não.

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Mas eu fico muito feliz, cara, porque assim, eu errei um laboratório, mas junto com meus irmãos,

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mas um laboratório muito pequeno, né?

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E eu me recordo que na época, um pouco antes de eu te conhecer,

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eu fui trabalhar de consultor numa empresa, chamada Polidental,

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e o meu objetivo era tentar entrar o máximo em quase todos os tipos de laboratório que eu pudesse entrar em São Paulo, né?

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E eu entrava com a ideia de ajudar a galera a utilizar os produtos da empresa

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e começava a observar o máximo de dinâmica que eu podia, né?

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E vi de tudo, vi coisa boa e vi coisa ruim.

10:01

E tudo que eu podia levar de bom, eu implantava no laboratório,

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até que o laboratório cresceu um pouco e você viu até de exemplo para muitas pessoas.

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E fico feliz aí pela sua, para o seu depoimento, para mim é um motivo de muita satisfação ter ouvido isso de você,

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e espero que ainda continuamos fazendo esse intercâmbio o máximo de tempo possível, quanto Deus nos permitiu, cara.

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É, não, e nossa história, cara, vai longe, assim, a gente tem muita coisa, muita coisa bacana aí,

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que a gente veio vindo, construindo juntos, né?

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Agora, eu acho que o mais importante é observar,

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porque eu sempre te observei muito como um excelente ceramista, né?

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O seu maquiado é muito legal, o seu stratificado é muito legal,

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a qualidade do trabalho é muito boa, você entende muito de cor,

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as propriedades da cerâmica, tanto que na nossa especialização lá em Bonaia,

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e na nossa identística também lá na ação do opô do Mandíquio,

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você vai ser o cara que vai tocar essa parte, aí já está feito o convite, você aceitar, é claro?

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Já está, não sei o que dizer.

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Já está fechado.

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O módulo de cerâmica está na sua mão, né?

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Com certeza a gente vai tocar isso aí junto com o handzone, como a gente fez daquela vez,

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para os alunos terem a oportunidade de, numa especialização, poderem maquiar os elementos,

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entenderem de propriedade de luz, de cor, que é uma outra dinâmica que eu acho que a gente,

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às vezes, não costuma, o dentista, às vezes, não tem esse conhecimento de ter um forninho no consultório,

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tem um conhecimento de colocar uma cerâmica quando precisa fazer um ajuste, maquiar um elemento,

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acho que isso é essencial para o dentista, para ele não criar tanta dependência do laboratório em si,

11:50

quando ele precisa de um ajuste, porque não é todo dentista.

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Exatamente.

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Exato, que não é como o dentista, que todo dentista, por exemplo, eu tenho um laboratório disponível na tica,

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mas não são todos que têm, mas todo mundo dominar, pelo menos, colocar uma cerâmica ali,

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fechar um ponto de contato, fechar um black space, conseguir dar uma maquiadinha,

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equalizar a cor, se a gente conseguir, pelo menos, no nosso conceito, de quem está dentro dessa metodologia

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que a gente chama de método Publize e tentar passar isso para eles,

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com certeza a gente vai tornar profissionais mais gabaritados que aceitem melhor o mercado,

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que vão ter resultados melhores.

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Mas cara, eu queria entender uma coisa muito, muito importante de você,

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porque falar de você no analógico, que eu acho até meio grosseiro chamar de analógico de analógico,

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acho que handmade, ou o processo do anotologia raiz, que é o do anotologia raiz mesmo,

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como que foi a sua, porque hoje você está no digital, a gente fez até o Younger and Order,

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que eu, no Caligário, a gente junta, você foi o ceramista, por um caso que deu suco,

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por um caso que deu super certo, foi redondinho, o maçaro foi o que fez a extraticação com a André,

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fez um caso, você fez o caso junto comigo, nós fizemos no digital.

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E cara, como que foi o seu começo da via no digital, como que foi a sua primeira experiência,

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pode ser lá atrás, pode entrar nesse assunto, e como você começou a aceitar,

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se teve algum tipo de, isso, não sei, isso é meio, não sei, acho que e tal,

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quais foram os pontos que você levanta do seu começo, e o que te levou mais a aceitar,

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a odontologia digital, propriamente dita, como uma ferramenta ideal de trabalho,

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porque eu vejo que hoje você está com fresadoras no seu laboratório, você tem impressores,

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você está muito engajado em trabalhar com a odontologia digital em alta performance.

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Então, por favor, coloque seus pontos aí para a gente poder entender melhor.

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Cara, primeiro, puta pergunta, achei muito legal sua pergunta, as colocações que você fez,

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vamos lá, então, voltando no passado, num passado que também não é muito passado,

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eu tive contato com o universo digital, logo nos primeiros, nas primeiras aparições,

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para falar bem a verdade, a primeira vez que eu vi alguma coisa digital,

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eu tinha 18 anos, esses são 24 anos atrás, eu estava no Senac, eu era aluno da graduação,

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e estava tendo um curso da apresentação da primeira máquina de CADCAN no Brasil, que era da Cirona.

14:41

Quem era a representante da Cirona no Brasil era Ivo Clark Vivadente,

14:47

e aí, Ivo Clark não tinha centro de treinamento, e eles locavam o espaço do Senac para fazer seus cursos e divulgações.

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E eu naquele corredor, vendo pessoas que eu nunca tinha visto na minha vida, só por mídia,

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que na época a gente tinha o jornal da PDESP, não era revista, era jornal,

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então eu acompanhava algumas coisas pelo jornalzinho, que a gente tinha contato no Senac.

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O primeiro contato no universo CADCAN, que eu vi pela primeira vez uma peça fresada, foi a 24 anos atrás.

15:19

24 anos atrás, olha só, cara.

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24 anos atrás. Meu cabelo emendava com a São Brancelha, agora já deu uma distância boa.

15:30

E aí, cara, começou uma discussão no corredor dos professores, e nossa, vai acabar o ceramista,

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e aí o ceramista agora já vira um material obsoleto, isso é uma questão de tempo, e isso é 24 anos atrás, beleza.

15:46

Cara, e eu ouvi algumas coisas assim, muito poucas de algumas pessoas que tinham Cirona,

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e logo depois eu fiquei sabendo que o Alberto Calasans trouxe uma máquina da 3M,

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uma máquina de última geração que fresava, trouxeitos blocos e tal, e fomos ver,

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e ver essa máquina funcionar, e depois a gente teve uma outra pessoa, que foi o Júlia Manoche, que trouxe uma máquina da CERCON,

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e nesse mesmo tempo, logo em seguida, os congressos começaram a ser abastecidos de estandes com CADCAN.

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Só que, acho que uma das pessoas assim que mais abriu realmente as portas do universo protético,

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não vou dizer do universo ou do ontológico e clínico, mas foi o Jefferson Calgaro da Mangirba.

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Ele foi um cara assim, o Jefferson, a gente tem que tirar o chapéu para ele,

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eu quando presidiu o Congresso fiz questão de que ele fosse o patrônio, porque ele realmente foi um divisor de águas na área da prótese, com relação a essa.

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Aliás, eu sou usuário da Mang, cara, e é fantástico.

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É, é, é, é, é, é que a pouca gente fala um pouco sobre isso, mas a questão sempre foi, para mim, foi assim,

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eu comecei a olhar aqui, era, era uma coisa necessária, porque o mundo estava mudando.

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Então logo de cara assim, eu tive a aceitação da ideia, ok, e passou um tempo,

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eu convenci meus irmãos e o meu pai, que é Moçossos, a fazer um investimento numa máquina da Mangirba.

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Ok.

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Cara, foi um choque, para mim foi um choque.

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Eu vou ser muito sincero, foi um choque, eu saí contestando tudo e a todos achei que eu tivesse gastado dinheiro à toa,

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e eu acho que isso foi porque, como era muito recente essa ideia, você não tinha informação de nada.

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E o fato de você não ter informação de nada, te deixa refém de tudo e você não consegue avançar.

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Então acho que o primeiro momento que eu tive com o universo digital foi a aceitação da ideia,

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mas quando eu tive ele materializado nas minhas mãos, eu entrei em choque, eu entrei em choque.

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E durante muito tempo a máquina fez muito pouco do que ela poderia.

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Muito pouco.

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Muito pouco.

18:09

Muito pouco.

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Acho que também por falta, acho não, tem convicção plena, por falta do conhecimento da nova ferramenta.

18:16

Beleza.

18:17

Saí dessa sociedade do laboratório com os meus irmãos e há quase seis anos, vai fazer seis anos, montei o meu próprio espaço.

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Hoje já passou tudo isso, caralho.

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Já, já vai fazer seis anos.

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Já está voando, cara.

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Logo depois, cerca de dois anos e meio depois, eu fui, e aqui trabalhando totalmente analógico,

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porque sozinho, eu comecei praticamente do zero, eu tinha só sistema de injeção,

18:45

então tudo inserado na mão, tudo handmade, depois injeção, acabamento, beleza.

18:51

E sonhando com tantas coisas, porque assim, a primeira ideia que eu tinha do Cádica aqui no laboratório comigo

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era para poder fazer as peças de curso, porque aí eu padronizaria tudo.

19:01

Eu falei, eu posso começar a ter o contato com o universo Cádica

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utilizando a minha estrutura do curso, porque eu tenho, que produzi muitos modelos e muitas peças ao longo do ano.

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São muitos elementos.

19:13

Então eu pensei, caramba, eu posso começar a usar a ferramenta para aprender

19:17

e a disponibilizar padrões melhores das minhas peças por curso, que aí ficam todas iguais.

19:23

E aí eu fui lá e comprei o sistema da MAM e comecei silenciosamente, tá?

19:30

Silenciosamente.

19:31

Eu comecei todos os dias, à noite, fazer um treinamento de duas horas.

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Como eu fazia isso?

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Além das peças de curso que eu desenvolvia com o sistema do software,

19:42

eu comecei a fazer os meus trabalhos técnicos de laboratório com o meu jeito antigo,

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que era o jeito head maid, porque eu tinha certeza que ia dar certo,

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que eu não podia comprometer os meus clientes.

19:54

Só que todos esses trabalhos eu escaneava antes de mandar para o dentista

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e depois aqui eu refazia eles no processo só digital para treinar.

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Top.

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E durante um ano, mais ou menos um ano e meio,

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mas assim, um ano, vai, um ano mesmo, assim,

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eu fiquei silenciosamente fazendo isso à noite.

20:14

Segunda, sexta, às vezes, lógico, tinha semanas que viajava, não fazia,

20:18

mas todo dia que eu tinha uma oportunidade, eu fazia duas horinhas de treino.

20:22

E aos poucos, cara, eu fui começando sem os clientes saberem,

20:27

eu comecei a levar isso para o digital, ou seja, recebendo moldagem e tal.

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Quando me perguntavam sobre aqui o digital, falava desculpa,

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eu não estou trabalhando ainda, porque já era muita informação na minha cabeça,

20:39

eu falava, olha, ainda não é o período, não tenho ferramenta para isso.

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Já tinha, mas eu falava que não tinha.

20:45

E aí, todas as moldagens que eu recebia, eu escaneava,

20:49

digitalizava e começava a já fazer tudo que eu podia no software.

20:55

E foi assim que eu comecei silenciosamente.

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E aí, aos poucos, eu migrei praticamente com 95% das minhas atividades laboratoriais.

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95, não vou falar assim, 99.9% das minhas atividades laboratoriais passam de alguma maneira pelo meu software.

21:15

Em algum processo, eu consigo encaixar ali para alguma coisa.

21:19

E eu sei que o que eu não consigo colocar ali às vezes é porque limitações minhas, tá?

21:25

Eu acho que é por falta de conhecimento técnico com essa ferramenta nova,

21:29

mas eu sou entusiasta, cara, eu não tenho que falar.

21:33

E aí, que se comece, e hoje estou nessa, cara, estou nessa do digital, aí adorando essa maravilhosa.

21:39

É maravilhoso, cara. Foi bem claro, deu para entender muito bem a balqueta dinâmica

21:45

e é isso mesmo que você falou, eu acho que todos nós estamos em curva de aprendizado.

21:51

Eu acho que, principalmente na ferramenta do digital, eu gosto muito de falar isso,

22:02

que na verdade não tem essa história de, pô, ele é melhor que ele, você é melhor que você,

22:10

o Davi é melhor que o Ciclano, o Publiz é melhor que o outro.

22:14

Isso, primeiro para mim, não existe.

22:17

Segundo que eu acho que também não existe o negócio do digital, é melhor que o analógico,

22:22

não sei se você concorda comigo, que o rende made.

22:26

Isso para mim precisa ser desconstruído de maneira mais rápido possível,

22:32

antes que isso vire uma bagunça na cabeça dos que estão chegando agora.

22:37

Aliás, pessoal, obrigado, estamos subindo bem. São 2.500 pessoas aí já com a gente.

22:43

Continuem mandando aviãozinho aí, Turma, convida é o máximo de pessoas possíveis

22:48

para comparecer com a gente que vocês acham que vão querer saber sobre esse assunto, tá bom?

22:55

E aí continuem mandando aviãozinho.

22:58

E eu acho que a gente precisa, Davi, criar um movimento,

23:03

nesses artes grupos de formadores de opinião dentro da ontontologia,

23:08

porque eu acho muito grosseiro quando a gente vê profissionais que levantam a bandeira só do digital

23:19

e acabam esquecendo, não é que levantam a bandeira, acho bonito levantar uma bandeira,

23:24

mas assim, colocar um X e anular completamente a metodologia, o processo,

23:33

tudo que foi criado para o analógico e descaracterizar e dizer assim,

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o analógico é pior que o digital, porque é isso que a gente vê em discursos e muito Congresso hoje está enchendo de gente.

23:45

Agora não por causa da pandemia, mas você vê que o boom de Congresso hoje lota salas para se falar em digital,

23:52

mas Turma, nunca, nunca, nunca, os conceitos e fundamentos foram todos desenvolvidos

24:01

em cima de uma ontologia baseada naquilo que a gente sempre entendeu como base, como a licerce na nossa profissão.

24:10

A gente não pode desconstruir isso primeiro, porque ainda não é acessível para todo mundo.

24:16

Segundo, Davi, se você concordar comigo, eu vou continuar falando.

24:20

É uma ferramenta, não é uma especialidade nova na ontologia.

24:25

Bem uma solução, é uma ferramenta.

24:28

Exatamente, é uma ferramenta que auxilia e vai ajudar o surgimento dentista.

24:33

Por isso que eu falo, scanner odontológico não é mérito para ninguém.

24:38

Eu tenho dois scanners do doutor lógico do meu constório, um deles de R$250 mil e outro R$170 mil,

24:44

e para mim isso não é mérito nenhum.

24:46

Eu não acho isso diferencial nenhum do meu constório.

24:50

Eu simplesmente acho que isso é uma vantagem propaciente.

24:54

Isso é bom para o marketing, isso é bacana para a gente vender,

24:59

para mostrar para o paciente que o scanner não tem fio e é o mais rápido do mundo e funciona super bem.

25:06

Agora, eu me senti o melhor dentista porque eu tenho scanner, não, não, não, não, não.

25:11

Isso a gente tem que desconstruir.

25:13

Esse conceito não pode existir, porque se não o pessoal que vai se formar, o pessoal que está chegando agora,

25:19

vai sair da faculdade achando que vai comprar um scanner e vai se tornar um excelente dentista.

25:24

E não é nada disso.

25:26

É nada disso.

25:27

A odontologia raiz, que é o odontologia reno meio, o que chama de odontologia digital.

25:32

Não tiver muito bem basado, moldagem, todos os passos prótes e total, que é a base de tudo.

25:38

Se não tiver fundamento de prótes e total, esquece que nada vai ser passado para isso.

25:45

Eu queria saber de você, com base em toda essa linha de raciocínio que eu estou desenvolvendo aqui,

25:50

qual a importância da VMAIOR, você como técnico, ser amista, um dos que eu mais respeito hoje.

25:57

Na verdade, qual a importância de ter o conhecimento do hand made, do analógico, para se utilizar bem o digital?

26:04

Porque muita gente acha que é uma maquininha disso aqui, de coca-cola, que você vai lá,

26:09

vai dar um play, vai esprear, vai apertar o play e vai dar tudo certo, vai sair tudo bonito.

26:17

Então, qual que é a importância do conhecimento prévio para você saber tudo que você...

26:23

Qual que é a base desse conhecimento para você poder depois migrar para o digital?

26:29

O que você acha, o que você considera importante de conhecimentos do analógico,

26:36

que são válidos, que são validados dentro do digital?

26:41

Cara, primeiro, é totalitário a necessidade de ter conhecimento do analógico para se aplicar no digital.

26:51

É assim... incontestável essa necessidade.

26:56

Incontestável.

26:57

Eu pego um exemplo... opa, fica à vontade.

27:01

Imagina.

27:02

Não, imagina, fica à vontade. Eu pego como exemplo muitos, muitos donos de laboratórios,

27:08

muitos consultórios dentários que compraram sistemas digitais e ouviram do vendedor assim.

27:16

Olha, você não precisa encontrar nenhum técnico, nenhum especialista,

27:20

você só precisa encontrar alguém que goste de computador.

27:23

Tá, eu concordo.

27:25

Eu concordo que tem que gostar de computador, mas não concordo em dizer que qualquer um pode fazer um projeto.

27:33

Audontologia é uma ciência estudada, uma ciência... nós estamos falando de saúde.

27:38

Então, o fato é, a pessoa que senta na frente de um computador com software para se desenvolver uma peça protética,

27:47

ele tem que ter conhecimento técnico para aplicar isso no software.

27:54

Porque o resultado de uma peça feita por uma pessoa que não conhece os princípios da Audontologia,

28:02

ele tira uma peça do software que não é uma peça que possa ser instalada em boca.

28:08

Não, de jeito nenhum.

28:10

Exatamente.

28:11

E anatomicamente não são favoráveis, tecnicamente não são favoráveis.

28:17

E aí o que eu vejo muitos, por exemplo, laboratórios que têm máquinas superpotentes, software superavançados,

28:25

mas que ficam fazendo só estrutura, porque depois vão cobrir com material cerâmico e escondem todos os defeitos da estrutura,

28:31

arruma com a porcelana.

28:33

Ou a fresa de qualquer jeito que depois eu arrumo na mão.

28:37

Mas a proposta nunca foi essa.

28:39

É que aí às vezes você se depara com pessoas que estão na feitiura de um computador sem conhecimento nenhum na área doutor lógica

28:46

para estar utilizando essa ferramenta.

28:49

Eu não descaracterizo uma pessoa que possa vir a aprender, mas então vai ter que pegar livro,

28:55

vai ter que estudar preparo, vai ter que estudar cerâmica, vai ter que estudar maquiagem, vai ter que estudar software,

29:01

vai ter que estudar ferramentas digitais.

29:03

E o princípio básico é próteso.

29:07

A doutologia, ferramenta para se desenvolver uma prótesa,

29:11

está ligada diretamente com os princípios da doutologia.

29:13

Isso não pode mudar.

29:15

Então é um contrassenso você ter uma pessoa incapacitada para operacionar um negócio que precisa de ter capacitação técnica.

29:24

Esse é o meu ponto de vista.

29:25

Por isso que tem muita máquina inoperante por falta dessa visão.

29:29

Ao invés de pegar um técnico com muita qualidade técnica e colocar ele para aprender uma nova ferramenta,

29:35

ele quer otimizar isso colocando uma pessoa inexperiente.

29:38

E também por outro lado, desculpa, agora vou ter que fazer o papo do advogado do diabo,

29:42

é que você também tem muitos técnicos, muitos técnicos, que também estão acomodados do jeito analógico de ser,

29:49

e também não querem ter uma visão ampla de que muitas vezes ele não adianta pegar uma pessoa com pouco conhecimento,

29:55

mas sim ele como aquela pessoa que tem mais conhecimento técnico na área analógica,

30:00

começar a desenvolver isso tecnicamente na área digital, que foi uma experiência que eu tive que deu certo.

30:06

Eu peguei todo meu conhecimento que eu tinha de ano de experiência na bancada, na botejador, no lecron,

30:12

e falei, bom, já sei tudo que eu tenho que respeitar aqui no modelo de gesto,

30:16

eu também tenho que respeitar no modelo analógico.

30:19

E aí você vê que há um conflito muito grande no direcionamento de algumas tarefas,

30:26

por exemplo, eu tive alguns clientes que começaram a ter uma certa resistência com relação a planejamento feitos no modo digital.

30:35

E eu disse assim, mas por quê?

30:37

Ah não, porque os que eu recebi eram muito fora de uma realidade, né?

30:41

É claro que a gente pode tudo, até com a cera, né?

30:45

A gente pode transformar uma boca que a gente não consiga dar o final daquele mesmo projeto.

30:50

Mas do CAD, no software, no digital, é muito mais fácil você errar quando você não está acostumado com a ferramenta.

30:58

É normal?

30:59

E então é esse processo de adaptação, é sabe?

31:02

Todo mundo leva, eu já errei, todo mundo leva.

31:04

Exato, exato, porque é novo, então se a gente não acertar o novo, o novo é a ferramenta.

31:11

O conceito tem que ser antigo.

31:14

Os valores, os valores da autologia não podem mudar por enquanto.

31:19

Eles vão mudando, porque eles vão melhorando e avançando.

31:23

Mas não jogar o que a gente fez até hoje fora para falar que então agora o universo vai resolver o problema, a tecnologia.

31:31

Se fosse assim, só ter um fotopolibilizador clínico de última geração faria melhor restauração e não é isso.

31:39

É, ou ter um ótimo fotopolibilizador, faria com que eu fóssil para o fotopolizador da categoria Hollywood Wave,

31:46

faria com que suas vintes não caíssem, por exemplo.

31:49

É, por exemplo, isso não vai mudar, se você não fizer uma coisa certa.

31:53

É, um protocolo de similização, quais são os pontos chaves.

31:57

Não é a solução, é a ferramenta.

32:00

Exato, é o passo a passo, né cara, isso aí.

32:04

Aí você vê o ponto de vista, cara, eu acho que é mais ou menos por aí.

32:07

Boa, meu filho, muito boa, muito boa.

32:11

Cara, eu... Deixa eu ver.

32:15

Ah, dobro.

32:17

Isso aqui legal.

32:19

Então, de parabéns, é isso aí, continue firme e forte aí, mandando aviãozinho, aviãozinho.

32:26

Mandando aviãozinho, aviãozinho, vai que vai.

32:31

E vamos seguindo aí.

32:34

Pessoal, um ponto muito importante que a gente tem hoje,

32:40

eu acho que existem sucesso em prótes, e hoje eu acho que é fatores de redução de erros, primeiro ponto.

32:47

Quanto menos você erra, bacana, vai dar certo por ter uma receitinha de bolo.

32:52

Se você seguir, é aquilo, chama-se protocolo, mas tem uma coisa que eu considero que é mais importante ainda,

32:59

talvez do que não errar na receitinha de bolo.

33:02

É como você se relaciona com o seu paciente, com o seu técnico,

33:08

e, é claro, com o caso ali em questão, obviamente, com o caso que está sendo realizado.

33:15

Então, o digital aí que ele entra com um quadruvante, um belo quadruvante,

33:22

na questão comunicação, porque é um tripé, paciente, técnico, e o nosso fluxo vai girar em torno disso,

33:32

no caso clínico, do paciente e do técnico, é onde a gente tem esse tripé aí que se sustenta, um trabalho.

33:40

Porque aonde não existe, e hoje o cadista, digamos que seria um apoio maior do caso.

33:50

Hoje que eu acho que o cadista dentro do planejamento, eu vejo isso muito lá no GP hoje,

33:55

a gente tem esse cuidado de sentar e planejar não só eu junto ao seramista,

34:02

mas o cadista, principalmente, junto com a gente, que é uma peça-chave na resolução dos nossos casos.

34:10

Então, é algo que a gente faz em conjunto.

34:12

Então, aonde a gente vai planejar, desenhar, é tudo junto.

34:16

Então, a gente constrói tudo da forma múltua, aonde a gente cria esse embalamento,

34:22

é embalamento não, aonde a gente cria esse planejamento de uma forma dinâmica e de uma forma organizada maior.

34:31

Então, aonde que eu vejo, eu tenho uma resposta também dessa pergunta que eu posso já passar,

34:40

mas eu quero a sua opinião, aonde que você vê, que você trabalha,

34:44

você é um técnico que recebe muitos trabalhos que eu sei que tem uma demanda,

34:48

até a lista de espera para fazer caso com você que eu sei.

34:51

Que?

34:52

Vai me falar uma coisa, um pouco que fácil.

34:56

É que eu sou lardo, ele não é aquele filho de espera, é porque eu sou muito lardo,

34:59

eu quero entregar o nosso perfeito, aí eu pico lardo e demoro a mar, isso não espera.

35:06

Mas me fala uma coisa, o que facilitou na comunicação técnico-dentista com digital?

35:16

O que facilitou essa comunicação, por exemplo?

35:19

Sim, primeiro que não é filha de espera, se eu fosse rápido eu estaria rico.

35:24

Ainda é a hora que eu ver o dia aqui, cara.

35:30

Quatro?

35:31

Quatro?

35:32

Vamos lá.

35:33

Cara, a pergunta muito legal, vou falar atualmente como é que eu tenho visto essa questão desse dinamismo todo.

35:43

Primeiro que você tenha uma economia absurda, mas eu acho extremamente absurda de tempo para gerar essa dinâmica.

35:55

Fica tudo muito mais conectado.

35:59

Por exemplo, vamos imaginar que você vai começar um planejamento e você recebeu o paciente e aí você ao invés de fazer uma moldagem,

36:09

um molde e mandar para o laboratório, você escaneou em questões de minutos, você salvou, gravou, mandou para mim, eu já recebi.

36:20

Eu já planejo, posso te mandar isso numa imagem, 3D, você pode avaliar isso, olhar para o seu ponto de vista,

36:29

posso te mandar isso com uma foto do paciente simulando essa situação.

36:34

Você pode mandar isso para o paciente praticamente em tempo real.

36:38

O paciente pode dar opinião dele em tempo real.

36:42

E agora imagina se nós não tivéssemos fazendo isso do modo digital, tivéssemos fazendo de um jeito analógico.

36:49

Você teria moldado, teria demorado quase um período ou mais para eu ter materializado essa boca, ingesso.

36:58

Ou inseraria e mandaria isso para você, se chamaria paciente, faria, é lógico que isso não dispensa as tarefas clínicas,

37:08

mas você só saberia a opinião do paciente se ele tivesse que se deslocar de novo até a clínica para poder mostrar o projeto para ele,

37:14

mesmo que você não fizesse o mock-up, mas que você mostrasse o inseramento, ele desce o ponto de vista dele.

37:20

E aí ele falasse, não, acho que está muito quadrado, queria mais redondo e aí você, você é um dentista que não tem um laboratório,

37:26

você vai ter que devolver isso para o laboratório, para fazer um retoque.

37:29

Como eu às vezes tive casos de fazer três retoques no mesmo inseramento.

37:34

Isso demorou mais de 30 dias para o paciente aprovar e falar, não, tudo bem, agora pode fazer.

37:40

Hoje você consegue fazer isso num tempo muito mais curto, com uma dinâmica extremamente veloz.

37:47

Então, puxa a vida, isso é tudo de bom, eu tenho um cliente, você deve conhecer o Breno Montalverne, lá de Belempará,

37:56

puxa muito amigo e nós começamos trabalhando sempre no meio analógico e hoje praticamente nós estamos digitalizando tudo

38:04

e lá do Belempará nós temos uma grande companhia de transporte, de entregas que é o Correios,

38:13

são os Correios e a gente sabe como é que é e às vezes eu chegava a ficar esperando 15 dias, um trabalho chegar.

38:21

E hoje a gente consegue fazer isso num tempo muito mais curto, com uma velocidade extremamente impressionante.

38:27

Então, ah, mas tem muita coisa que tem que melhorar, nem tudo tem que melhorar.

38:32

Talvez se a gente não tiver esse contato e acreditar que tem que pôr a mão na massa para fazer o negócio rodar, a gente não evolui.

38:43

Se tivéssemos acomodados com as velocidades dos carros de F1, já é uma coisa que você gosta,

38:48

os carros de F1 de 1950 para hoje, então a gente está andando de carroça na rua.

38:54

Com certeza.

38:55

E provavelmente para todos os pilotos é sempre uma tecnologia nova, uma dificuldade nova para avançar,

39:02

senão estava todo mundo trocando marcha, agora é tudo botando vídeo, é um videogame,

39:07

hoje o cara pilota um videogame, não é mais, é praticamente um simulador real.

39:11

Então, assim, eu só vejo que é um negócio que revoluciona em uma série de coisas.

39:21

O digital é uma coisa que ele revoluciona, mas eu volto a frisar.

39:26

Tem que levar a frente os princípios odontológicos, os conceitos aplicados tecnicamente, na prática e na teoria,

39:36

para resultar num trabalho duradouro, porque não adianta para você fazer um trabalho totalmente digital

39:42

ou entregar uma reabilitação em nenhum hora, hoje em dia, e o negócio não funcionar do jeito que tem que funcionar

39:49

e não durar o tempo que tem que durar.

39:51

Então, a gente não pode caminhar para ter retrocessos, a gente tem que caminhar para evoluir os processos.

40:00

E acho que uma das coisas mais importantes é que o digital faz uma coisa que a gente não conseguiu

40:10

em todo esse período do analógico, que é tentar diminuir os processos.

40:16

O digital consegue diminuir os processos, na odontologia, na prótes, principalmente,

40:21

tudo o que a gente fala de processo, nós estamos somando uma parcela de distorção.

40:26

Então, quanto menos processos operacionais nós tivemos, com certeza nós vamos evoluir muito mais rápido

40:34

em tudo aquilo que hoje a gente questiona, na reprodução de um término, na adaptação de uma margem,

40:41

que se questiona muito, mas eu acredito que a gente vai conseguir isso num tempo muito menor.

40:47

Muito menor.

40:49

Isso aí.

40:51

Da parte de comunidade civil, concorda totalmente com você, assina embaixo todas as suas pontos.

40:57

E eu falo muito da comunicação que eu fui...

41:03

Nós estávamos no Road Trip, eu acho, da Tree Shape, e eu estava com o Marcos Celestrino,

41:11

e o Marcos tocou num ponto também que eu achei muito curioso,

41:15

porque eu não tinha essa visão porque o meu laboratório já recebe os arquivos na hora,

41:23

e o cadista confere todos os escaneamentos na hora.

41:27

Então, ele checa, o cadista está em tempo integral, né, o Ráfaro, com a gente,

41:32

a gente fica junto o tempo todo na sala, na hora que a minha equipe de escaneamento,

41:41

de suporte, entra, a gente está tão em ação fazendo os escaneamentos,

41:47

que são 4, 5, chega a ter dias que são 4, 5 escaneamentos de dia, de preparações.

41:55

Então, são muitos.

41:57

Então, o cadista precisa acompanhar isso justamente para ter a comunicação,

42:04

que o Marquinhos me falou uma vez, o Celestrino,

42:07

quando a gente estava nessa palestra que eu administramos lá na Tree Shape,

42:12

foi assim que quando você envia o arquivo para o laboratório,

42:17

o laboratório já pode abrir, imediatamente você pode checar se você tem uma área retentiva,

42:24

se você não conseguiu escanear muito bem o bordo, porque é um erro clássico de...

42:29

Um erro não, né, uma falha ali, talvez, que pode ser uma falha catastrófica

42:34

para a confecção das prótises, da limitação de bordo, né,

42:37

ali tanto em XOCAD ou em Talsys, tem que ser qual for o software,

42:40

você nunca vai conseguir recortar uma borda, um bordo, né, como você ensinou na sua...

42:45

Borda, borda.

42:46

Se não se fala borda, né, nós falamos cópia.

42:49

É bordo.

42:50

É borda.

42:51

É borda.

42:52

Eu com o mestre Paulo Cano, peço Paulo Cano que ensina a gente, você.

42:56

Vendeu coelho, aprendi com você.

42:59

É isso.

43:01

E essa comunicação, você já consegue com esse envio já para o laboratório,

43:09

o laboratório já te dá letra do que você tem que fazer.

43:12

Ô, doutor, essa área aqui é um pouquinho retentiva.

43:15

Por que você não tira um pouquinho, ou você não conseguiu enxergar a terminação,

43:19

põe mais um fio, afasta um pouquinho melhor essa área.

43:23

Então, isso na moldagem você não tem, você moldou,

43:27

vai mandá-lo, gente que chegar chegou.

43:30

Então, isso eu achei maravilhoso quando eu tive essa conversa com o Marcos,

43:34

eu falei, cara, isso é sensacional para o dentista como um todo.

43:38

Para mim, não muda nada, porque eu estou ali com eles o tempo todo e tem essa checagem e tal.

43:43

Mas eu acho que para o dentista isso facilita e muito, e valoriza muito mais,

43:48

porque você tem como um suporte do laboratório parceiro em tempo integral.

43:54

Então, isso é fantástico, né?

43:56

Você ter como checar o seu preparo, ter essa condição de visualizar ali,

44:02

se o escaneamento foi bem feito, se deu tudo certo, eu acho que isso é maravilhoso.

44:07

Mas e hoje, Davi, hoje, como é que você vê essa...

44:12

esse mitiê que tem digital e analógico, né?

44:17

Essa divisãozinha aí que o pessoal está fazendo, o que estão fazendo, né?

44:21

E eu, por exemplo, não levanto bandeira nem do digital, nem do analógico.

44:25

Você sabe que eu faço as duas coisas, né? Tanto o analógico quanto o digital, né?

44:36

Mas saiu todo mundo aqui da Laia.

44:39

Eu vi, cara, você já foi embora.

44:43

Acho que deve ter dado algum problema de conexão, que estranha, né?

44:48

Mas vamos continuar.

44:52

Mas aí que está, o mais importante da gente fazer esse trabalho,

44:58

a gente entender qual que é a diferença desse mitiê, né?

45:03

Do analógico e do digital, né?

45:07

Tá.

45:09

Bom, é assim, cara. Primeiro, eu não acho que tem que ter bandeira.

45:13

Na minha opinião, não tem que ter bandeira, tá?

45:17

Eu vou dizer assim, voltando naquela explanação que você falou

45:22

sobre a ideia de você receber um escaneamento em tempo real,

45:27

um técnico já olhar aquilo, mensurar a questão dos preparos,

45:33

se está bem nítido, se tem alguma coisa para que ele possa questionar para dar seguimento.

45:40

E ele pode também até pegar esse arquivo, esse STL, fazer uma manipulação nas malhas,

45:47

mostrar então um projeto da recuperação daquele preparo, fazer um pulimento,

45:52

uma quebra de ângulo, devolver essa imagem para o dentista.

45:55

O dentista abria que em tempo real ter um manequim virtual para poder fazer esse ajuste,

46:01

para falar, doutor, acho que aqui a gente tinha que...

46:04

Eu acho que deu um pausinho aí, deu um...

46:08

falou que tinha que tentar novamente.

46:11

Tá, pessoal, eu acabei de receber uma notícia aqui de quem está acompanhando a live,

46:15

e falaram que deu Paulo, deu um erro e muita gente perdeu a conexão.

46:20

Mas a gente vai seguir aqui, parece que...

46:24

Bom, vamos seguindo, deu um erro aí, muita gente perdeu a conexão,

46:29

até quem foi fracadista que estava assistindo a live aqui, o Rafa,

46:34

e as avalações para ele aí, de montão...

46:37

Eu estou devendo um instante de tiro para ele, para dar uma fome.

46:41

Vamos, a gente só marcar de tiro aí, mas...

46:43

Marcar depois, marcar um airsoft, né?

46:46

Vamos fazer airsoft, vamos fazer tiro real, vamos fazer tudo que for de arma.

46:50

Vamos, vamos.

46:51

Então, e assim, eu acho que essa questão de levantar bandeira não é a proposta,

46:57

eu acho que a gente tem que entender que o digital tem que ser explorado de uma forma positiva,

47:05

para que ele avance, então a gente tem que utilizar o máximo de tempo que a gente puder,

47:11

dentro daquilo que a gente consegue desenvolver.

47:15

Como nós somos uma transição, nós vamos pegar, acho que talvez, o período mais difícil,

47:20

que é sair de um meio e entrar em outro.

47:23

Nós não podemos desconstruir tudo que foi construído, mas nós vamos reconstruir uma nova fase.

47:30

E para isso, a gente vai ter que respeitar todos os dois antagônicos,

47:35

que seriam que as pessoas levantam bandeira do digital e outros levantam do analógico.

47:40

A gente tem que transformar isso e não de uma forma polarizada,

47:47

mas sim de uma forma que seja convergente, que vai ao encontro e não de encontro.

47:55

Mas eu acho que tem que ir ao encontro, ao invés de se chocar com esse conflito,

48:00

com essa ideia de que ele fica argumentando e contra-argumentando os prós e os contras.

48:06

Óbvio que tudo tem prós e contras e em qualquer filosofia, em qualquer religião,

48:10

vamos falar isso para você, que tudo na vida tem bom e o ruim.

48:14

Mas se a gente só olhar para o lado ruim, a gente não vai buscar aquilo.

48:19

Então, para mim, o analógico é presente no meu dia a dia.

48:26

Ele faz parte do meu cotidiano.

48:28

Mas cada vez mais o digital está preenchendo esse espaço.

48:33

Exato, é isso.

48:35

E é o que eu quero cada vez mais, porque ele é cada vez mais higiênico,

48:39

ele é menos cansativo, ele é muito mais rápido.

48:43

Hoje eu faço um planejamento de ensinamento diagnóstico de 10 elementos,

48:47

no tempo que eu gastaria só de colocar ceira no modelo.

48:51

Eu gasto 40 minutos para colocar ceira no modelo,

48:54

em 40 minutos eu tenho um projeto pronto para a impressão.

48:58

É incomparável.

49:00

Agora, o primeiro projeto de ensinamento diagnóstico gastou um dia.

49:03

Óbvio, o meu ensinamento analógico também gastou mais de um dia.

49:07

E voltou umas dez vezes para retocar.

49:10

Ninguém fica bom da noite para o dia.

49:12

Então, acho que a gente tem que entender isso aí.

49:15

Não pode ter bandeira.

49:17

Meu ponto de vista não pode ter bandeira.

49:19

É entender que é uma ferramenta e a transição somos nós, cara.

49:23

É simples assim para mim.

49:25

Boa, essa foi genial.

49:27

Concordo completamente com o que você falou.

49:30

Acho que é isso.

49:32

Não existe levantar a alegre do digital somente.

49:36

Acho que a gente tem que conceituar o doutor hoje,

49:39

porque se nós, formadores de opinião, levantarmos isso,

49:43

a gente vai criar um hiato muito grande dentro da anotologia

49:49

e a gente vai se perder.

49:51

A gente vai perder tudo que é fundamentado e tudo que é importante.

49:54

Pena que muita gente já não está mais presente na live,

49:57

que isso era importante devissovirem que houve esse problema de conexão,

50:01

mas eu vou colocar a live, vai ficar o arme IGTV.

50:05

E aí essa mensagem vai ser repassada, não tem problema nenhum.

50:10

Muita gente parece que não está conseguindo nem se conectar de novo.

50:14

Não sei o que houve.

50:16

Mas a visão, obrigado, cara, por essa troca de informação, de conhecimento.

50:24

É sempre muito especial de se escutar, te ouvir.

50:27

Eu adoro te escutar falar.

50:29

Você sabe que eu pudesse, eu ficava aqui horas, a gente tava batendo esse papo aqui,

50:33

mas eu só posso fazer 50 minutos a uma hora,

50:37

porque se não o vídeo não sobe no IGTV.

50:39

E cara, 10, vai ser a primeira de muitas aí,

50:43

se é meu irmão.

50:45

Vamos tentar, você vai fazer um caso com o meu curso online,

50:49

está convidado já.

50:51

Está fechado.

50:53

E vamos que vamos.

50:55

E pessoal, continuem, só tem poucas pessoas que vão...

51:01

que vão participar, mas eu acho que é isso.

51:05

Das 5 mil que estavam aqui,

51:07

quem tiver fica até o final, que a gente vai fazer o sorteio,

51:11

as regrinhas, você já sabe.

51:13

Obrigado, turma da visão, mais uma vez.

51:15

Beijo no seu coração.

51:17

Obrigado, Rafa, obrigado por todo mundo aí.

51:19

Valeu, é isso.

51:21

Obrigado, cara.

51:23

Obrigado por toda a amizade.

51:25

Valeu, cara, valeu.

51:27

Valeu, meu irmão.

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Tchau, tchau.

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